Acordei no sábado ao lado da Manu, totalmente nua, toda lisisinha, sem pelos, na hora meu pau ficou muito duro.
Comecei a beijar seu pescoço e ela acordou sorrindo e veio beijar minha boca, deliciosa, desci a boca e comecei a lamber seu mamilo, vi seu corpo ficar todo arrepiado, continuei chupando, mamando escutando ela gemer e me chamar de gostoso, desci ainda mais e cheguei em sua buceta carnuda, já muito melada, mistura de seu mel com minha porra da noite anterior, estava muito saborosa. Chupava seus lábios, mordia e chupava seu grelinho. Comecei a lamber mais rápido enquanto enfiava dedos em sua buceta e também em seu cu. Ela gemia e gritava. Com as pernas bem abertas remexia seu quadril, pedia mais para eu não parar, gemendo alto anunciou que estava gozando.
Eu ainda com a piroca muito dura falei para ela mamar, lambeu e foi engolindo, chupava e me olhava. Boca de veludo, ia saboreando meu pau, estava muito bom, sensação boa vendo minha piroca sumir em sua boca. Dessa vez conseguiu engolir inteiro. Pedi para brincar com o dedo no meu cu. Chupava, lambia e depois de lambuzar seu dedo na sua peópria buceta começou a brincar no meu cu. Nossa estava muito bom, aquela boca na minha pica com aquele dedo comendo meu cu. Mandei chupar com mais força para eu gozar e que era para engolir tudo e assim aconteceu, minha Manu cumpriu e foi engolindo e eu gozando com aquele dedo no meu cu foi maravilhoso.
Após banhar-nos nos vestinos, eu com sunga branca marcando minha piroca com um short por cima e uma camiseta. Ela com seu fio dental vermelho mostrando o volume da sua buceta e deixando sua bunda redonda, branca e lisa de fora com a parte superior de cortininha bem fechado tapando os biquinhos. Colocou uma saia bem curta feita de tricô.
Fomos ao nosso café da manhã e no refeitório como sempre os homens e algumas mulheres a admiravam muito.
Saímos e fomos aproveitar o sol na cascata que tem dentro da fazenda. Pegamos uma mesa no bar e assim que ela tirou a saia meu pau ficou muito duro, ela estava muito gostosa. Não tinha muitos hóspedes aproveitando a área da cascata, preferiam a piscina.
Pedimos caipirinhas, bebíamos e beiǰávamos muito, sua boca muito gostosa.
Fomos tomar banho na queda, estava muito calor, e quando entrou na água a força da queda fez seus peitinhos pularem e nós demoramos um pouco para arrumar para propositalmente permitir aos presentes admirarem sua nudez.
Meu pau não amolecia, eu estava muito feliz e muito excitado.
Pedimos mais caipirinhas e também porção de carne.
Um cachorro, porte grande, se aproximou, motivado pelo cheiro da carne.
Manu perguntou para o jovem funcionário se podia dar para ele e recebeu a resposta com sorriso no canto da boca que sim, que o Lion gostava de comer.
Estava muito divertido, Manu nos servia, ja estava um pouco alcoolizada e sorria um pouco mais que o normal.
Deixamos o local e fomos almoçar, Lion nos acompanhou, ganhamos um amigo.
Após o almoço participamos do momento soneca, redes embaixo de mangueiras, um ambiente fresco e revitalizador, Lion sempre perto da Manu.
Antes da noite e após a soneca ainda curtimos piscina e sempre nos divertíamos muito com a exibição da Manu.
Chegamos ao chalé, fomos banhar-nos e não resisti, aquelas marquinhas, aquele bundão me deixou louco. Eu com tesão acumulado do dia inteiro, peguei ela por trás, inclunei o corpo dela para frente embaixo de uma ducha gostosa, passei um pouco de sabonete no seu rego e enfiei a piroca no seu cuzinhio, ela gemeu pedindo para enfiar com menos força mas não conseguia, metia com força, batia na sua nádega, mandava ela rebolar e empurrar para trás.
As pirocadas faziam barulho quando meu corpo batia no dela embaixo d'água e aquilo me deixava mais louco, a Manu pedia para eu meter em seu cu, rebolava e falava que queria sentir meu leite.
E assim gozei dentro do seu cu, deliciosa.
Nos arrumamos para o jantar, ela somente com um vestido leve sobre a pele sem nada por baixo.
Saimos do refeitório após jantarmos e nos divertimos com a Manu mostrando sua buceta.
Demos uma volta pela fazenda, conversamos um pouco com outros casais que também eram hóspedes e fizemos algumas amizades.
Resolvemos voltar para o chalé, a hora já estava avançada.
Abri uma garrafa de vinho e ficamos na varanda namorando, muitos beijos e tocava muito na buceta da Manu, enfiava meus dedos e a safada toda molhada gemia e falava que eu era o único homem que sabia dar prazer para ela..
Isso me deixou muito feliz.
Inexperadamente percebemos a chegada do Lion, se aproximou e veio se esfregar em nossas pernas por baixo da mesa e a puta da Manu abriu as pernas sorrindo para mim.
Lion atraido pelo cheiro da fêmea começou a laber sua buceta e ela gemia, fechava os olhos e falava para mim que era muito bom.
Eu preocupado com a possibilidade de outros hóspedes de chalés vizinhos verem falei para parar com aquilo e entrar comigo.
Acontece que o Lion veio atrás e entrou conosco, fechei a porta e o Lion ficou conosco.
Ela tirou o vestido, deitou no tapete, abriu as pernas e Lion continuou lambendo, ela tremia de prazer, gritava, chamava por Deus e gozou gritando que nunca tinha sentido tanto prazer, me agradecendo por permitir.
A piroca do Lion estava para fora.
Eu falei para ela que já que ela quis ser uma cachorra e gozou com ele agora teria que retribuir.
Ela se espantou e me perguntou como.
Mandei ela ficar de quatro no chão mesmo, o Lion se aproximou, cheirou, lambeu e montou.
Fazia movimentos, tentando enfiar a piroca, como a buceta estava muito molhada a piroca escorregava até que acertou e entrou inteiro de uma só vez.
Ela tentou sair, falando que doia muito e eu não permiti, falei para aguentar, que ela quis começar agora iria até o final.
Ela chorava e ele metia com força, ficou metendo e eu ainda coloquei a piroca para ela mamar.
Tomava pirocada do Lion e engolia minha piroca.
Depois de algum tempo o Lion gozou e saiu, lambeu sua buceta e foi nesse momento que gozei em sua garganta.
Mandei chupar a cabeça para engolir a última gota.
Ela levantou e foi se lavar
Eu fui abrir a porta e o Lion se foi.
Ela me disse que foi a maior loucura que já tinha feito em sua vida.
Deitamos nús, ela com a cabeça no meu peito adormecemos.