A Puta Casada Deu Para o Amigo Negão do Filho e Para o Pai Dele! - Pt. 03

Um conto erótico de mandinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2991 palavras
Data: 26/01/2026 01:38:18

Carla voltou das compras cerca de uma hora depois. Sr. Santos nem tinha se dado ao trabalho de se vestir. Os olhos desceram com luxúria para o pau negro enorme pendurado sobre a almofada do sofá. Estava segurando o controle assistindo ESPN. "Peguei sua cerveja," declarou colocando a sacola no balcão.

"Bom," resmungou sem olhar para ela. "Tira essas roupas e me traz uma."

Carla puxou o suéter pela cabeça antes de desfazer a saia e deixá-la cair ao redor dos pés. Os olhos escuros dele saíram da tela da TV quando ela apareceu de saltos, meias até o joelho, e sutiã e calcinha. Saiu dos sapatos antes de desengatar o sutiã. Ele olhou apreciativamente para os peitos, os olhos descendo quando ela baixou a calcinha pelas pernas, deixando as meias. Carla abriu a cerveja e entregou a ele. Ele pegou enquanto ela caiu de joelhos entre as pernas. Logo o pau estava subindo enquanto chupava amorosamente a ponta.

Carla ainda podia sentir o sêmen dele balançando na barriga de mais cedo. Desta vez queria ele gozando em outro lugar. Parou de chupar quando o pau estava completamente duro, levantando-se e montando no colo. Santos a observou enquanto bebia a cerveja. Colocou ao lado enquanto ela alcançava para trás, acariciando o pau. A mulher excitada olhou nos olhos. Não queria assustá-lo, mas não conseguia se controlar. "Eu te amo," disse a ele, levantando a virilha e guiando o pau até a entrada da buceta. Estremeceu enquanto se abaixava no eixo.

"Não, isso não é amor," respondeu. "Isso é só uma trepada ótima."

"Então me fode," respondeu, embora os olhos ainda olhassem amorosamente para ele. Os seios pressionaram no peito enquanto lentamente levantava e abaixava no eixo. A buceta engoliu polegada após polegada até estar completamente empalada. "GOZANDO!" gritou enquanto Santos chupou o mamilo direito entre os lábios largos.

DING DONG!

"Vou ignorar," gemeu.

"Não. Melhor atender," ordenou Santos, colocando as mãos nas bochechas da bunda. Lentamente a levantou até o pau bater nos abdominais duros.

DING DONG!

Carla olhou faminta para o pau molhado. Não estava pronta para parar de foder. Ele acenou em direção à porta da frente. Ela podia ver uma sombra através do vidro. Aproximou-se hesitante. A campainha tocou novamente. "AI MEU DEUS!" gritou, olhando para ele. "Quem pode ser? Meu pai? Um dos vizinhos?"

"Abre a porta," ordenou, pegando a cerveja de volta e bebendo enquanto observava.

"Deixei meu roupão lá em cima."

"Abre a porta. AGORA!"

Carla pulou, assustada com o tom latindo. Segurou a mão sobre o mamilo e abriu a porta uma fresta. Ficou surpresa ao ver um jovem negro muito familiar. "THI! O que tá fazendo aqui?"

"Meu pai mandou eu vir." Os olhos olharam para ela famintamente, mas a expressão era triste. Este deveria ser o fim de semana dele afinal.

"Bom entra aqui antes dos vizinhos me verem," disse, olhando para cima e para baixo da rua nervosamente. Thi entrou, e ela fechou a porta. Marchou até Sr. Santos, notando que o pau ainda estava em pé. "O que o Thi tá fazendo aqui?" perguntou, colocando as mãos nos quadris.

Santos tomou um gole da cerveja. "Queria mostrar pra ele que vadia você é," disse. "Agora vem chupar meu pau." Apontou para o eixo orgulhoso. Carla hesitou um momento, olhando de volta para Thiago antes de se ajoelhar entre as pernas do Santos. Pegou o pau de volta na boca, lambendo a coroa. Santos a observou então olhou para o filho. "Ainda acha que tá apaixonado por ISSO? Ela não é nada além de uma puta por rola negra grande, garoto."

Thiago assistiu a mãe do melhor amigo chupando o pau do pai. Não era a primeira. Tinha chegado em casa muitas vezes para encontrar alguma vadia se esbaldando no pau grande do pai. Tinha ouvido os gritos de prazer à noite. Tinha idolatrado Carla Howard como a esposa e mãe perfeita, mas ela não era nada além de outra das muitas putas do pai. Estava adorando o pau enorme do pai. Triste e um pouco de coração partido, um sorriso orgulhoso ainda rachava a boca do Thi. Tinha sido ele a transformar ela afinal.

"Agora vem comer essa puta enquanto ela me fode," disse Santos.

Thi acenou e puxou a camisa pela cabeça. Arrancou o moletom, o pau marrom duro saltando e balançando diante dele. Ajoelhou atrás dela, alinhando o pau com a buceta. Estava molhada e esticada, o tomando facilmente.

Carla estava perdida servindo o pau do amante e nem tinha ouvido a conversa. "Mmmph!" resmungou surpresa sentindo o pau do Thi empurrar fundo dentro. O pau empurrando a empurrou para frente quase engasgando enquanto o pau do pai do Thi empurrava muito além das amígdalas. Superou o choque inicial e logo estava gostando de ambos os paus. Thi estava agarrando a bunda, puxando-a nas estocadas, ajudando a chupar o pau do pai. *Tão bom! Tão bom! TÃO BOM!* pensou amando o que estes dois homens estavam fazendo com ela. Logo o pau do Thi a tinha fazendo gozar repetidamente. Olhou para cima para Gilberto Santos enquanto o filho a fazia gozar. Os olhos duros olhavam para baixo para ela, mas o calor orgástico permeando o corpo a encheu de amor por este homem. Só que era mais que amor, idolatrava este homem por fazê-la sentir como uma mulher de verdade e adorava o filho e o pau negro grande maravilhosamente incrível do filho.

Carla ainda estava olhando para cima para Gilberto Santos quando o pau estremeceu na garganta. Calor líquido encheu a barriga justo quando Thi empurrou fundo, o pau do homem mais jovem se contraindo enquanto mais calor líquido enchia o útero. Carla tremeu enquanto gozava mais forte que jamais tinha com apenas um dos homens negros. O orgasmo sacudiu o corpo, fazendo quase desmaiar. A próxima coisa que lembrou foi Santos empurrando para trás na cabeça até a cabeça do pau encher a boca. Engoliu a semente o mais rápido que as bolas grandes podiam bombear. Ainda estava jorrando quando puxou dos lábios gananciosos. A semente caiu pelo rosto cobrindo uma das lentes dos óculos. O sêmen do filho estava espirrando na bunda mesmo enquanto derramava da buceta bem fodida.

"É muito melhor sem camisinha," suspirou Thiago, sentando de volta nos joelhos.

"Eu... vou me limpar," ofegou Carla, lutando para sair do chão. Empurrou-se dos joelhos do Santos. Carla tropeçou fracamente pelas escadas em direção ao quarto.

"Você tem que parar de colocar essas vadias num pedestal, garoto," resmungou Gilberto em direção às escadas. "São todas putas." Estendeu a mão para a lata e esvaziou a cerveja restante. "Lá no fundo elas te desrespeitam quando você trata elas como se fossem princesas." Levantou do sofá e pegou mais duas cervejas, entregando uma ao filho.

Thi abriu a dele e tomou um gole. A mãe, Tânia tinha quebrado o pai, fugindo com o tio Guilherme. Gilberto tinha sido loucamente apaixonado pela esposa e pegá-la com o irmão tinha o destruído. Odiava mulheres desde então e pior, foi isso que tinha começado ele a beber.

Thiago olhou para a cerveja se perguntando se o pai estava certo. Não tinha sido nada além de um cavalheiro com Shawna e o que isso tinha conseguido além de frustração? Tinha idolatrado Sra. Howard como a esposa e mãe perfeita para João e uma mãe substituta para si mesmo. Vê-la como uma figura materna não fez nada para abafar a luxúria crescente pela mulher. Encontrar o pornô que ela tinha feito com o marido tinha o enlouquecido ao ponto de tê-la chantageado para sexo. Se Shawna estivesse transando, teria tido coragem de ir atrás da Sra. Howard? Thiago tomou um longo gole, esvaziando metade da lata.

"Você fez um bom trabalho abrindo a Sra. Howard, garoto," disse Gilberto. "Nós arruinamos ela pra pau branco."

"Valeu," resmungou Thi, sentindo-se mal pelo João. A mãe dele não era melhor que a própria mãe do Thi.

"Vem, vamos fazer as rolas serem chupadas."

Thi seguiu o pai pelas escadas. Olhou para as fotos na parede, notando as manchas no rosto de João Howard nas fotos. Thi entrou no quarto familiar, o pau já subindo enquanto lembrava o que tinha acontecido naquela cama uma semana atrás. O pau do pai estava apontando reto também enquanto olhava para o banheiro. Thi logo viu por quê. A forma voluptuosa de Carla Howard estava passando sabonete líquido pelos peitos e barriga. O box de vidro era principalmente transparente com apenas um toque de borrão.

Carla sorriu nem um pouco surpresa quando Sr. Santos abriu a porta e entrou. A visão dela fez o pau do Thi se contrair. Era linda molhada e parecia mais jovem sem os óculos. Nunca tinha gostado dos óculos dela, mas sabia que era cega como um morcego sem eles. Seguiu o pai para o chuveiro mesmo quando Gilberto estava empurrando-a para baixo. Sem hesitação, Carla agarrou o pau e começou a chupar amorosamente.

Não seria exagero dizer que tinha ciúmes do pau do pai. Era mais longo e grosso que o próprio pau impressionante de Thiago. Thi tinha herdado a pele marrom mais clara da mãe, fazendo o pau do pai muito mais negro. Tinha visto muitas vezes. Gilberto Santos tinha cerca de meia dúzia de mulheres que fodia regularmente geralmente três diferentes por semana. Algumas ficavam nos fins de semana. Nunca fechavam a porta e frequentemente andavam nuas na maior parte do tempo. Tio Guilherme tinha fama de ter um pau ainda maior e mais negro que o do pai.

Santos se moveu para o lado do chuveiro colocando Carla no meio. Ela nunca perdeu o ritmo chupando o pau grande. A mão batia punheta na base do eixo enquanto chupava cerca de metade pela garganta. Ele teve que empurrá-la do pau colocando a mão carnuda na testa e empurrando para trás. Ela olhou para cima implorando enquanto batia punheta no pau, mas ele apenas forçou a cabeça a virar até ver o pau marrom balançando diante do rosto. Carla agarrou o eixo do Thi e começou a chupar a ponta do pau. O adolescente gemeu ainda não acostumado a ter o pau chupado.

Carla engoliu Thi o mais fundo possível, puxando para trás e beijando a ponta do pau respeitosamente. Virou lambendo e chupando a cabeça do pau do Sr. Santos enquanto batia punheta no filho. Carla foi e voltou várias vezes, chupando e batendo punheta mais rápido. Quando teve que recuperar o fôlego, passou as cabeças dos paus por todo o rosto antes de devolvê-los à boca.

A inexperiência jovem de Thiago o fez gozar primeiro. Infelizmente, foi quando ela estava chupando o pai. O pau se contraiu na mão, o ejaculado esguichando como uma mangueira para cobrir os seios. Ele assistiu a semente atingindo os mamilos rosas, notando que as bochechas estavam inchadas enquanto engolia a carga do pai. Ela perdeu o controle, uma bola grossa de sêmen espirrando pelo rosto inferior. O pau do Gilberto empinou, um fio longo de esperma atirando para cima e sobre a cabeça. Carla continuou batendo punheta em ambos os paus até pararem de soltar sêmen. Beijou ambas as cabeças dos paus e se forçou a levantar.

Gilberto saiu do chuveiro. Secou-se antes de mijar no vaso. Thiago olhou lascivamente para o corpo da Carla. Pegou uma toalha e ajudou a limpar. Amava passar a mão pela pele branca lisa. Ela tentou beijá-lo, mas ele recuou já que ainda tinha esperma do pai nos lábios. Saiu do chuveiro, seguindo o pai em secar e mijar no vaso. Podia ver o pai deitado na cama, puxando o pau para ficar duro novamente. Carla saiu do chuveiro. Pegou a toalha que ele tinha acabado de usar e secou enquanto ele mijava. Colocou de lado enquanto ele ainda estava sacudindo o xixi do eixo. Carla não agarrou o pau, mas os dedos saíram enquanto ele ainda estava segurando. Lentamente correram pelo eixo, mal tocando, provocando com a carícia. O pau imediatamente estendeu uma polegada e continuou crescendo.

Carla subiu na cama depois de colocar os óculos de volta e atravessou sobre Gilberto. Ele estava segurando o pau reto para cima para ela. Ela se inclinou sobre ele, colocando as mãos no peito. Thiago assistiu os peitos grandes pendurando, mais úberes que seios. Tinham sido um pouco menores quando ela era mais jovem, orgulhosos e firmes, muito parecidos com os da Shawna. Eram pesados demais agora para ficarem orgulhosos, mas ainda eram magníficos.

Ela abaixou a buceta até a cabeça do pau do pai. Os lábios se abriram e ao redor da ponta bulbosa gorda. "Come o cu dela, garoto," resmungou Gilberto. "Eu abro pra você." Carla gemeu enquanto afundava no eixo.

Thi cuspiu na mão e começou a cobrir a ponta do pau. Não tinha tido nenhum desejo de foder a bunda até agora preferindo o pau ficar dentro da buceta quente o máximo possível, mas agora queria empurrar o pau entre o esfíncter apertadinho olhando para cima enquanto a bunda subia e descia no eixo do pai. Thi rastejou no pé da cama, andando de joelhos entre as pernas do pai. Gilberto alcançou e abriu as bochechas para ele enquanto tentava enfiar o pau contra o esfíncter. Ela congelou enquanto ele empurrava mais forte até a bunda esticar aberta ao redor da cabeça do pau e ele escorregou para dentro. Carla soltou um suspiro alto quando o segundo pau entrou no corpo.

Thiago teve que agachar e agarrar os ombros para foder a bunda. O pau lutou por espaço dentro dela com o eixo mais grosso do pai. "Alterna garoto," rosnou o pai, como se tivesse feito isso antes e provavelmente tinha. Thi começou a puxar para trás quando o pai empurrava para frente e vice-versa. Logo pai e filho tinham um ritmo.

*Dois paus*, pensou Carla. *Tô sendo fodida por dois paus, por dois paus negros grandes.* "Mmmmm," gemeu. *Tão bom. Eu amo.* "GOZANDO!" gritou. A buceta contraindo sobre cada polegada do eixo do Gilberto enquanto a bunda apertava ao redor do pau do Thi enquanto esguichava forte no pau do Gilberto. Gozou mais meia dúzia de vezes com dois sendo orgasmos longos de esguicho antes de Thiago resmungar alto, o pau tremendo na bunda enquanto inundava as entranhas. Ele puxou para fora e caiu de volta nos joelhos. Carla tinha mais alavancagem agora e cavalgou o pau do Sr. Santos até ele explodir na buceta acionando outro orgasmo de esguicho que misturou com a semente.

Thiago voltou do banheiro, parecendo exausto. Passou por ela enquanto ia ao vaso para se limpar. Passou quase meia hora tentando tirar o máximo da porra da buceta e ânus possível. Quando Carla voltou para a cama. Thi estava no lado do marido da cama virado do pai profundamente dormindo. Santos estava do outro lado virado para o filho também dormindo. Ela subiu no meio, deitando de lado e virada para Santos. Beijou-o na testa antes de dormir também.

Carla acordou horas depois para o pau serpentino maciço cutucando a buceta. Sr. Santos gemeu, ainda meio dormindo, a mão caindo no quadril e apertando. Os quadris balançaram, deslizando o pau entre as pernas, a buceta deixando uma trilha molhada ao longo. A cabeça pressionou contra os lábios, empurrando para dentro. Com um rosnado, Santos acordou completamente e puxou-a para cima e no colo.

Carla cavalgou enquanto as mãos seguravam os quadris. Ela fez todo o trabalho, gozando no pau dele várias vezes. Os olhos estavam pesados, não tão acordado quanto tinha pensado. Não era um homem jovem afinal tendo mais de uma dúzia de anos a mais que ela. Ainda, era o homem mais incrível que já tinha conhecido. "Não consigo parar de te foder, Sr. Santos," disse a ele. Ele resmungou em resposta. "Eu te amo, Sr. Santos," disse. Ele não respondeu, ainda fora de si. "Eu te amo. Eu te amo. EU TE AMO," gritou tendo outro orgasmo de esguicho quando o pau expandiu dentro dela explodindo a semente quente mais uma vez no útero ainda fértil. "Eu te amo," sussurrou desabando no peito e suavemente beijando os lábios.

Carla acordou novamente. Estava claro lá fora e Thiago estava montando nela. Abriu as pernas para ele, enrolando ao redor dos lados enquanto o pau espetava. Enrolou os braços ao redor do pescoço e segurou enquanto ele a fodia forte. "Me fode Thi. Me fode," resmungou enquanto o pau empurrava fundo. A buceta vibrou ao redor do pau enquanto gozava. "Gozando tão forte. Eu amo." Ele estava fodendo mais forte desta vez, durando mais enquanto a resistência crescia. Estava se transformando num garanhão e tanto. "Eu amo! Me fode!" Ofegou quando o pau inchou contra o colo do útero e atirou a primeira explosão de semente. "Eu amo. Eu te amo também. EU TE AMO!"

"Cala a boca, vadia," respondeu, e ela esguichou o gozo todo ao redor do pau ejaculando.

Thiago deixou as bolas drenarem dentro. Isso era muito melhor que aquela camisinha minúscula que ela o fez usar na primeira vez que a fodeu. Decidiu ali mesmo nunca usar camisinha novamente. Puxou para fora enquanto ela relaxou as pernas ao redor. Plantou um beijo na barriga bonita antes de sair da cama. Carla rolou e se aconchegou contra o pai dele, dormindo novamente. Ainda estavam deitados assim quando ele saiu do chuveiro, andando nu pelas escadas.

Thiago se vestiu e voltou para cima para checá-los. Não estavam dormindo mais. O pai estava sentado e a cabeça da Carla estava no colo, chupando tão alto que Thi podia ouvir. A mão estava entre as pernas e ele assistiu os dedos indo forte na buceta de vadia enquanto chupava o pai. Gilberto viu que estava vestido. "Onde você vai?" perguntou o pai, parecendo surpreso que estava passando mais algumas horas fodendo a vadia branca casada.

"Ver a Josi," respondeu Thi, virando dos amantes. "Cansei de esperar." Thiago deixou o quarto, não vendo o sorriso de aprovação do pai.

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Nossa que casada piranha! Acho que foi a mais puta de todos os contos que já li. Delícia!

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