O filho Matheus levou um amigo da faculdade, Vitor, até sua casa para pegar alguns livros. Mal sabiam que aquela visita rápida se transformaria em algo completamente inesperado.
Maria, a mãe de Matheus, inventou uma desculpa qualquer para fazer os rapazes ficarem um pouco mais. Em pouco tempo, os três estavam na sala, sentados no sofá-cama conversando. Maria, experiente e sem pudores, começou a se engraçar com Vitor. Eles trocavam olhares, sorrisos cúmplices, e logo as mãos começaram a se alisar. Os beijos vieram em seguida, molhados e intensos.
Matheus, sentado ao lado, ficou atônito. "Mãe?!", reclamou ele, incrédulo. Maria e Vitor mal interromperam o beijo; ela apenas murmurou algo tranquilizador, como "Relaxa Matheus", e Vitor completou com um sorriso malicioso. A pegação continuou como se Matheus nem estivesse ali. A mão de Maria já estava dentro da calça de Vitor, enquanto ele segurava o pescoço dela com uma mão e apalpava seus peitos fartos com a outra. O barulho dos beijos molhados ecoava pela sala e, apesar de tudo, começava a excitar Matheus.
De repente, Maria se levantou e disse ao filho: "Bora, se for ficar olhando, me ajuda a puxar o sofá pra abrir espaço." Matheus obedeceu, meio atordoado. Depois disso, ela tirou a blusa com naturalidade e mandou: "Abre o sutiã pra mim, filho." Pela primeira vez, Matheus viu de perto aqueles peitões enormes da mãe, que balançavam livres e convidativos.
Enquanto isso, Vitor já havia abaixado a calça, ficando só de cueca, meia e camisa, sorrindo safado. Maria parecia se transformar completamente: sem cerimônias, com um olhar de tesão fulminante, tirou o short, ficando apenas de calcinha, e sentou no colo de Vitor. Eles voltaram a se beijar e se lamber com vontade.
Matheus ficou em pé, imóvel, sem saber como reagir, apenas olhando e apertando o volume na calça. Quando Maria tirava a camisa de Vitor, ele olhou para Matheus e disse: "Relaxa, mano. Se for assistir, senta aí e fica à vontade. A casa é tua, hahaha." Matheus deu uma risadinha nervosa e, timidamente, começou a tirar a roupa, ficando só de cueca, camisa e meias, igual ao amigo.
Maria se afastou um pouco para trás e viu que os dois ainda estavam de cueca, com os paus duros marcando o tecido. "Chega mais perto, Matheus", disse ela. Aproximou-se e, com uma facilidade, tirou a cueca dos dois. A diferença de tamanhos era nítida — o de Vitor era praticamente o dobro, com uma cabeça bem pronunciada e rosada, ligeiramente curvado para cima, já babando pré-gozo que escorria. Maria posicionou-se no meio deles e começou a bater punheta para os dois.
Embriagada pelo tesão, Maria beijava os dois alternadamente, com beijos molhados e lentos — os melhores que aqueles rapazes já tinham recebido. Entre um beijo e outro, ela cuspia nos paus, até que as mãos deslizassem sem esforço. "Vai ficar só com a mão no meu peito, é?", provocou para Vitor, que logo começou a esfregar a calcinha dela. Mas durou pouco: Maria se afastou mais e começou a chupar os dois. "Quem gozar agora vai ficar sem a melhor parte", avisou, maliciosa.
Vitor e Matheus se olharam e riram. Durante o boquete, Matheus já estava quase gozando — não só por ver a mãe "servindo" os dois, mas também porque não conseguia tirar os olhos do pau do amigo. Ficava admirando cada centímetro, aquela cabeça rosada babando, como enchia a boca e a mão da mãe (que mal chegava até a metade), enquanto o seu ela mamava sem esforço.
Como puta experiente que era, Maria variava os jeitos: ora chupava só a cabeça, circulando a língua; ora bem devagar, depois rápido; tentava engolir tudo (e quase conseguia), enquanto punhetava o outro.
Ela conhecia bem o filho — por mais tímido que ele fosse — e notou os olhares fixos no pau de Vitor.
De repente, Maria parou de chupar, balançou o pau de Vitor e viu que Matheus nem piscava. Ele desviou o olhar para a mãe; os dois trocaram um sorriso cúmplice, como não faziam há muito tempo. "Vem cá", disse ela. Matheus obedeceu e ajoelhou-se ao lado da mãe. Ela colocou a mão no pescoço dele e deu um beijo de língua prolongado — mas aquele beijo tinha um gosto diferente, que Matheus adorou. Pararam, e Maria, ainda segurando o pau de Vitor com a outra mão, balançou-o na frente do filho: "Toma, chupa."
Antes que Vitor pudesse reagir, Matheus se abaixou e chupou, matando finalmente aquela curiosidade secreta de provar outro homem. Era uma sensação única, indescritível. Maria beijou Vitor para calar qualquer comentário, depois ficou em pé no sofá e colocou aquele bucetão enorme na cara dele.
Os três ficaram assim por um tempo, cada um curtindo seu prazer. Vitor babava tanto enquanto chupava Maria que a saliva pingava no peito dele e escorria, misturando-se à de Matheus, que se divertia lambendo e beijando o pau do amigo.
"Tá bom, agora vamos brincar de verdade, né?", disse Maria. Ela se abaixou, beijou e lambeu Vitor, ajudando a limpar aquela baba toda. Os dois pararam, sorriram e olharam para Matheus, que já tinha se deitado e continuava mamando com vontade. "Tá gostoso, Matheus?", perguntou ela. Ele levantou o rosto, e os três riram. Maria olhou para o amigo do filho impressionada: "Tá se controlando, né, menino?" "Esperando a melhor parte", respondeu ele, e riram de novo.
Matheus estava deitado meio de lado, chupando e se punhetando com a outra mão. Pelo reflexo borrado na TV da sala, viu que a mãe e Vitor sussurravam no ouvido um do outro, rindo. Em um momento, ela apontou para a bunda de Matheus, que estava virada para eles. Sussurraram algo como "Quer..." "...depois", e falaram algo sobre camisinha.
Maria se levantou e foi ao quarto buscar algo. Os dois rapazes ficaram na sala. Matheus começou: "Vitor...", mas o amigo cortou: "Relaxa, mano, fica só entre a gente. Pega uma água pra nós." Matheus obedeceu e trouxe um copo. Quando voltou, a mãe já chegava com duas camisinhas e o seu celular enquanto mandava uma mensagem de voz “Tô ocupada agora amor, mais tarde”. Entregou as camisinhas para o filho: "Coloca."
Matheus abriu um pacote e colocou no pau de Vitor — algo que nunca imaginara fazer, mas que adorou. A mãe tomou um gole d'água, voltou e, sem cerimônia, montou em Vitor, começando a quicar com vontade. Ele, sentado meio reclinado no sofá, gemia sem vergonha.
Matheus assistia tudo por trás, de boca aberta. Mal via o pau do amigo sendo engolido por aquele rabo enorme, que fazia barulho alto de pele contra pele, além de um "molhadinho" inconfundível. Os três trocavam sorrisos safados. Maria sussurrou algo no ouvido de Vitor que o fez gargalhar. Victor levantou um pouco a bunda dela, deixando o pau escapar, ela olhou para Matheus e disse: "Dá uma ajudinha, filho."
Matheus ajoelhou-se ao lado e tentou encaixar aquela piroca de volta no lugar mas o rabo da mãe era tão grande que ele não conseguia, precisou usar a outra mão para abrir um pouco mais a bunda da mãe e foi quando viu de perto pela primeira vez a buceta dela, grande, sedenta, já avermelhada, não estava depilada os pelos já começavam a crescer, Matheus encaixou o pau de volta e viu entrando suavemente de perto, ainda segurava um lado da bunda dela enquanto assistia de perto eles voltarem ao ritmo acelerado do sexo quase hipnotizado. "Ajeita a camisinha aí, Matheus, acho que tá escapando", disse Vitor. De fato, a camisinha estava escorregando — "É porque tu tá babando muito, cheio de pré-sêmen", brincou Matheus. "Então tira e ajeita essa porra", respondeu Vitor, grosseiro e rindo com Maria. Aquela resposta trouxe de volta o misto estranho de sentimentos em Matheus: raiva, ciúme e um tesão avassalador.
A mãe já havia se levantado e colocado a buceta na cara de Vitor novamente. Matheus tirou a camisinha e, vendo aquela baba acumulada escorrer, lambeu cada centímetro como se limpasse chocolate derretido de um picolé. No meio daquilo, misturou sua própria camisinha (que já havia tirado) com a do amigo. "Porra, misturei as camisinhas, não sei qual é a tua." Maria virou e riu alto; Vitor disse: "Que bicho desastrado, hahaha. Vai logo pegar outra."
Matheus foi até a gaveta do quarto da mãe — viu que guardava não só camisinhas, mas todo tipo de brinquedo sexual, revistas e DVDs antigos de filmes pornô — e voltou. Nesse intervalo, Vitor já estava de joelhos no sofá, e Maria de quatro mexia no celular, mandava uma mensagem ou talvez tirava uma selfie. "Vai, bota aí", ordenou ele. Matheus colocou a nova camisinha, percebendo que mal cobria metade do pau.
Voltou à posição de espectador, o pau meio mole de tanto edge (quase gozou várias vezes). Vitor roçava o pau na mãe, atiçando-a, procurando encaixar na buceta daquele rabo enorme. "Rabuda, viu?", disse sorrindo para Matheus, que sorriu de volta. Maria, impaciente, soltou um suspiro profundo quando finalmente sentiu aquilo entrar.
As paredes da casa antiga eram finas — os vizinhos já conheciam a fama daquela puta. O que começaram como suspiros viraram gemidos que aumentavam de volume. Vitor gemia e "rosnava" sem vergonha.
— Tá gostoso, né?
— Tá, amor. Mete, vai, seu gostoso.
— Sabia que você queria pica.
— Então mete, vai, filho da puta.
Vitor deu um tapa forte que fez Maria gritar. Depois outro, e outro... até a bunda branquinha ficar avermelhada.
Matheus assistia encostado no canto do sofá, punhetando e parando sempre que estava prestes a gozar. Admirava como o amigo seguia firme, socando sem cansar. Preocupado com os vizinhos, disse: "É melhor a gente ir pro quarto." Repetiu, mas os dois ignoraram. Chegou mais perto de Vitor: "Vamo pro quarto, é melhor." "Cala a boca!", respondeu o amigo. De novo aqueles sentimentos…
Sentou perto da mãe. Via o suor dela, ouvia os gemidos de perto, as unhas apertando a almofada. "Mãe... Mãe... Melhor ir pro quarto." Ela finalmente olhou para ele e sorriu, ofegante interrompendo com gemidos: "Vá... arrume a cama... liga o ar e a janela."
Matheus entendeu: foi no quarto, tirou alguns objetos da cama, fechou a janela e ligou o ar.
Ao voltar, viu Vitor trazendo a mãe no colo, pernas abertas, o pauzão balançando. Pararam no corredor para se beijar. Vitor encostou Maria na porta do quarto de Matheus: "Vai, Matheus, encaixa aqui." Ele se abaixou, viu a camisinha quase saindo de novo, tirou para ajeitar e se empolgou chupando um pouco. "Vai logo, Matheus, porra", reclamou Maria.
Matheus recolocou a camisinha e encaixou o pau de volta. Via a buceta da mãe já aberta, suculenta — por um instante, imaginou que caberia outro pau ali junto. Vitor socava contra a porta, costas suadas, braços definidos, cintura rápida. Maria segurava firme na nuca dele, abafando gemidos no pescoço um do outro.
Vitor se cansou e soltou Maria, que mal ficava em pé tremendo de gozar. Matheus parou de se tocar para ajudá-la, mas ela se apoiou na porta e sorriu. Vitor, ainda com tesão fulminante, segurou o pescoço dela com as duas mãos e a beijou. Maria pegou no pau dele, tirou a camisinha e se abaixou para mamar com vontade. A boca se enchia; ela tentava engolir tudo. Vitor segurou os cabelos: "Abre bem, vai." Tentaram umas três vezes, mas ele tirava antes que ela engasgasse. "Tá quase, já já cabe tudo." "Você fica com pena de mim", provocou ela. "Pena?! Vamos ver se eu tenho pena agora."
Num movimento rápido, virou-a contra a porta. Maria empinou a bunda naturalmente, pronta. Vitor fodeu sem pena.
Mãe e filho se olharam fixamente. Matheus sentia raiva do amigo por comer sua mãe, raiva dela por se entregar assim, ciúme de querer "protegê-la". Mas conhecia a fama da mãe — ouvira histórias, conversas. Aquilo não era nada novo para ela. Saber que ela estava adorando ser fodida por outro homem gerava um desejo contraditório: queria ver mais, queria que ela fosse fodida até cansar. Mas Maria não cansava. Olhava para o filho sorrindo, gemendo, fechando os olhos de prazer, fazendo caretas de dor — e quando Matheus pensava em pedir para parar, ela dizia: "Mete... fode essa puta... soca gostoso." Vitor aproveitava, tomando distância e socando tudo. Aquela vagabunda aguentava e ainda sobrava espaço.
Vitor tirou o pau ofegante e olhou: "Puta que pariu, tô comendo uma puta sem camisinha." Ela se virou: "Calma, você nem gozou ainda, rapaz." Olhou a camisinha no chão: "Pega, Matheus, e coloca nele pra não ganhar um irmão, hahaha."
Matheus obedeceu, pegou a camisinha e se ajoelhou na frente de Vitor, que disse: "Espera, deixa eu me sentar." Foi para a cama, onde Maria já estava de franguinho. Matheus acompanhou e ajoelhou-se para chupar o amigo, que sentou na beira da cama ao lado dela. Enquanto lambia o pau, resolveu brincar com as bolas, chupando e colocando na boca.
Maria, que mexia no celular, riu: "Já tá até chupando os ovos, haha." Levantou-se para ver: "Olha só, tá aprendendo rápido, né? Muito bem." Matheus deu um sorriso tímido para a mãe, que voltou a deitar e cochichou com Vitor. Depois, os dois se beijaram, e Vitor se posicionou de forma que Matheus só conseguisse acessar as bolas — o que não era problema.
"Tá bom de gozar logo, viu?", disse Maria.
— Vai dar pra outro macho já já, né? Haha.
— Claro, haha.
— Tá bom, bota logo a camisinha, Matheus.
Matheus obedeceu e sentou-se na cama. Vitor se levantou de frente para Maria, cuspiu na virilha dela (embora nem precisasse — ela já estava encharcada) e começou a meter.
Enquanto Vitor metia, Maria mexia casualmente no celular. Matheus assistia tudo e sentia as gotinhas de gozo sairem do pau.
"Vem cá, deita aqui do lado da mãe." Matheus deitou-se. Ela passou o braço sob o pescoço dele e o puxou mais perto. Ele sentia o corpo dela tremer a cada estocada.
"Tá gostando?"
"De quê?", sorriram um para o outro.
Ela segurou o queixo dele e se beijaram gostoso.
"De conhecer a mãe um pouco melhor... e o amigo também, haha."
"Ah... só confirmando as suspeitas do que eu ouvia."
"O quê?", sorriu ela.
"Pessoal dizendo que a senhora é puta e tal..."
"E agora você acha que eu sou?" Sorriram e se beijaram de novo.
Matheus tirou a mão da punheta e colocou no peito da mãe. Vitor parou um pouco e se abaixou para chupar a buceta dela.
"Vem cá, me dá essa piroca", disse Maria. Matheus se ajeitou, meio de joelhos, colocando o pau na boca dela. Ela chupou um pouco, mas logo Vitor voltou a meter forte. Maria se revezava entre chupar o filho e gemer, até que desprezou Matheus e puxou Vitor para si, envolvendo as pernas ao redor dele, segurando costas e nuca.
Os dois cochichavam todo tipo de putaria no ouvido um do outro, perdidos no prazer, enquanto Matheus observava por outro ângulo atrás dos dois, via o amigo socar dessa vez bem mais rápido sem tomar muita distância, via o saco dele bater na virilha dela que já escorria e molhava a cama com seu gozo de mulher.
— Ah, eu quero gozar nessa puta — disse Vitor, tomado por um tesão avassalador.
Num gesto rápido, ele arrancou a camisinha e voltou a socar com força. Não demorou muito para que gozasse, gemendo grosso, quase rosnando. O barulho de cada estocada ficou ainda mais molhado e suculento com o leite quente recheando aquela buceta.
Matheus não se aguentou: gozou ali mesmo, em pé, só fechando os olhos e dando a melhor gozada da vida enquanto ouvia tudo aquilo. Quando abriu os olhos, viu a poça de esperma no chão — nunca havia gozado tanto antes. Ao erguer o olhar, flagrou o amigo ainda metendo, mas bem devagar, segurando as pernas de Maria com força e a beijando profundamente.
Vitor finalmente tirou a pica de dentro daquela buceta. Matheus viu a mãe com o bucetão aberto, esbranquiçado de porra que gotejava devagar. O pau do amigo já estava abaixando, ficando “meia-bomba” depois de todo aquele trabalho — todo melecado, lustrado, suculento, com a pele cobrindo parte da cabeça rosada. Matheus sentiu água na boca.
— Que gozada gostosa, amor — disse Maria, ofegante.
— Não me chama de amor, não — sorriu Vitor. Eles deram uma risada cúmplice.
— E não foi só você que gozou, não — Maria se levantou um pouco e viu Matheus ainda acariciando a piroca, também “meia-bomba”.
Os três se olharam e sorriram.
— Vem cá, deixa eu te limpar — disse Maria para Matheus.
Ele subiu na cama e se ajoelhou ao lado da mãe. Ela começou a chupá-lo, tirando as últimas gotas de gozo que ainda não tinham saído, fazendo-o terminar de gozar. Matheus fechou os olhos para cima, num alívio absurdo, quando sentiu o pau todo dentro da boca dela. Olhou para baixo e viu o pau já bem limpo. Foi quando Vitor se aproximou, ajoelhou-se também e colocou aquele pirocão na cara de Maria, que não teve outra opção senão chupar.
— Ajuda a limpar a bagunça também, man — disse Vitor, apontando para a buceta gozada.
Matheus olhou, hesitou… e depois olhou para a mãe. Ela tirou o pau da boca e disse:
— Quer chupar a mãe? Chupa um pouquinho.
Matheus desceu da cama e se ajoelhou na altura certa. Ela levantou as pernas de novo e abriu mais, escancarando aquele bucetão. Ele ficou meio surpreso, sem saber direito o que fazer. Começou botando a língua para fora e lambendo a porra que escorria, descendo até o cuzinho da mãe. Lambeu de baixo para cima, sentindo arrepios. Sentiu aquele gosto de esperma pela primeira vez — e de outro homem. Não era um gosto bom, mas o tesão do momento tornava tudo até doce.
Depois disso, Matheus parou, olhou e praticamente abocanhou aquele bucetão pela primeira vez. Não sabia ao certo como fazer: lambia como se fosse um beijo de língua, com a língua entrando um pouco naquela buceta ainda aberta, sentindo o gosto da mãe misturado com a porra do amigo. Sentia os pelinhos que já cresciam na boca e gostou da sensação misturada com a maciez da pele. A cada enfiada de língua, sentia o gostinho do esperma ainda saindo.
Maria deu um gemido e, na hora, Matheus sentiu a buceta da mãe contrair na sua língua. Foi quando o restante da gozada acumulada desceu e encheu sua boca. Aquela sensação foi incrível: a boca se encheu de porra, e a língua ainda sentiu o canal da vagina recheado. Matheus engoliu e chupou o que pôde.
Depois de bons minutos, ele parou um pouco e afastou o rosto, admirando aquela visão. A buceta já estava bem mais limpa, como se nada tivesse acontecido. Olhou para cima e viu que a mãe ainda mamava gostoso o amigo. Aproveitou e voltou a chupar, enfiando a língua de novo. Sentiu a mãe se tremer um pouco, se arrepiando. Agora só sentia a sensação da buceta melada por dentro e se fechando aos poucos.
— Ele queria mais é limpar mesmo, não era nem te chupar — disse Vitor, rindo.
Matheus se levantou. Maria tinha terminado o oral no amigo. Ela fechou as pernas e sentou na beira da cama, de frente para o filho.
— Ele gosta de ajudar a mãe, né, amor? — disse ela, segurando o queixo de Matheus e dando mais um beijo molhado.
Ela se levantou e chamou Vitor para tomar banho, pegando na mão dele. Foram para o banheiro do quarto e fecharam a porta.
Matheus foi para o seu banheiro e também tomou banho. Quando saiu para a sala, viu Vitor se vestindo com as roupas que ainda estavam no sofá. Maria ajeitou um pouco a sala, que ainda tinha um cheiro forte de sexo no ar.
Ela estava bem arrumada e pediu uma carona a Vitor. Despediram-se de Matheus. No dia seguinte, Matheus soube do amigo que havia deixado a mãe ao lado de um motel, onde outro carro já a esperava, naquela hora Matheus recebe uma mensagem dela “Ontem você levou o seu amigo, amanhã eu levo o meu”.