Ouvi Minha Mãe e Tia Conversando Sobre Meu Pau, Então Dei uma Exibida - Pt. 03

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 2575 palavras
Data: 26/01/2026 13:37:49

Aquela semana foi a mais longa da minha vida. Acordava duro pensando no que tinha rolado - a tia beijando meu pau, minha mãe apertando minha bunda, as promessas do que vinha por aí. Passava o dia no trabalho distraído, voltava pra casa e ficava naquela tensão com minha mãe.

Ela não tocou no assunto de novo durante a semana toda, mas os olhares... porra, os olhares diziam tudo. Quando eu passava de cueca pela cozinha de manhã ela parava de mexer o café e ficava observando. Não escondia mais. Às vezes mordia o lábio. Às vezes só sorria e voltava pro que tava fazendo. Mas o clima tinha mudado completamente.

E tinha outra coisa também. Na quinta-feira eu comecei a ficar com uma mina. Conheci ela num barzinho em Ipanema, a gente trocou ideia, colou junto, e no final da noite a gente se pegou. Marcamos de sair de novo no sábado. Nome dela era Júlia, vinte e um anos, estudante de arquitetura, morava no Leblon. Gatinha pra caralho - morena, cabelo cacheado, corpo violão.

Mas mesmo saindo com ela, beijando ela, minha cabeça tava em outro lugar. Tava pensando na terça que vinha. No que minha mãe e minha tia tinham planejado. E isso começou a me deixar com outras inseguranças também.

Tipo, e se eu ficasse com a Júlia e na hora H eu brochasse? E se eu não soubesse fazer direito? E se ela achasse que eu era grande demais e ficasse com medo? Essas neuroses todas voltaram com força.

Na segunda à noite, véspera da visita da minha tia, tava deitado no sofá vendo alguma merda na Netflix quando minha mãe sentou do meu lado. Ela tava de camisola, aquelas de alcinha fina, sem sutiã por baixo. Dava pra ver os mamilos marcando no tecido.

"Amanhã sua tia vem de novo," ela disse, a mão pousando no meu joelho como sempre. "Você ainda tá confortável com tudo isso?"

"Tô. Mais que confortável na real. Tô... tipo, ansioso."

Ela sorriu daquele jeito que fazia meu pau latejar. "Ansioso é bom. Mas olha, a gente vai continuar te ajudando com sua confiança, tá? Do jeito certo. No ritmo certo. Sem pressa."

"Beleza. E na real... tem umas paradas novas que surgiram."

"Tipo o quê?"

Respirei fundo. "Comecei a ficar com uma mina. Conheci ela quinta."

Minha mãe levantou as sobrancelhas, mas não pareceu chateada ou surpresa. Pareceu... interessada. "Sério? Conta mais."

"É uma mina maneira. Bonita, legal. A gente já se pegou e tal, e vai sair de novo. Mas aí bateu aquelas inseguranças de novo, sabe? Tipo, e se ela quiser transar e eu não souber fazer direito? E se eu machucar ela porque sou grande? E se eu gozar muito rápido e for ridículo?"

A mão dela apertou meu joelho. "Amanhã a gente conversa sobre isso com calma. Você, eu e sua tia. A gente tem experiência, sabe como funciona a cabeça de uma mulher. Pode ajudar muito mais agora que você tá ficando com alguém de verdade."

"Vocês não vão achar estranho? Tipo, me ajudar com outra mina?"

"Filho, a gente tá fazendo tudo isso justamente pra você ter confiança com outras mulheres. Seria meio sem sentido a gente ficar com ciúmes, né?" Ela riu. "A gente quer te ver bem. Feliz. Seguro de si. Se essa menina é legal, a gente vai te preparar pra arrasar com ela."

E foi com isso rondando a cabeça que tentei dormir aquela noite. Acabei me masturbando pensando em tudo - na Júlia, na minha tia beijando meu pau, na minha mãe falando que ia me ensinar. Gozei que nem um cavalo e dormi logo depois.

***

Terça chegou com um sol rachando de tão forte. O termômetro marcava trinta e oito graus fácil. Aquele calor carioca de janeiro que faz a gente suar parado. Minha tia apareceu lá pelas duas da tarde usando um macaquinho branco curtinho que grudava no corpo suado dela. Dava pra ver a marquinha do bronzeado nas costas quando ela se virou.

Me deu aquele abraço já chegando, só que dessa vez pressionou o corpo inteiro contra o meu. Senti os peitos dela contra meu peitoral, senti a mão dela descendo e apertando minha bunda por cima da bermuda.

"E aí, gostosão? Passou bem a semana?"

"Passei, tia. E você?"

"Ah, trabalhando muito. Mas tava ansiosa pra hoje." Ela sorriu aquele sorriso maroto dela.

Sentamos na sala, ar condicionado no máximo lutando contra o calor. Minha mãe serviu caipirinha de limão pras duas e eu peguei uma Brahma gelada da geladeira. A conversa começou normal - fofoca da família, reclamação do trânsito, planos pro carnaval que tava chegando. Mas eu tava tenso, esperando o momento.

Levou uns vinte minutos.

"Sua mãe me contou que você começou a ficar com uma menina," minha tia foi direto ao ponto, cruzando as pernas e se inclinando pra frente. O decote do macaquinho dela se abriu mais, mostrando a curva dos seios.

"É... comecei."

"E aí? Conta. Como é ela?"

Falei sobre a Júlia. Como conheci, como foi o primeiro beijo, que a gente ia sair de novo. E então falei das inseguranças.

"Mas eu tô meio inseguro com a parada toda. Tipo, a gente só se pegou ainda, mas eu sei que ela vai querer mais em breve. E aí bate aquele medo, sabe? De não saber fazer direito."

Minha mãe e minha tia trocaram um olhar cúmplice.

"Por isso a gente tá aqui," minha mãe disse. "Pra te preparar pra quando esse momento chegar. Pra você não ficar nervoso, pra você saber exatamente o que fazer."

"E olha, a gente entende perfeitamente essa insegurança," minha tia adicionou. "Todo homem tem na primeira vez com uma mina nova. Mas você tem uma vantagem: você tem a gente pra te ensinar antes."

"Como assim ensinar?" perguntei, sentindo meu pau já começando a acordar dentro da bermuda.

"Primeiro a gente precisa entender melhor como você funciona," minha mãe explicou, a voz ficando mais baixa. "Como seu corpo reage a diferentes estímulos. Suas zonas sensíveis. Quanto tempo você aguenta. O que te deixa mais excitado. Só assim a gente consegue te dar os conselhos certos."

"E isso," minha tia completou, já se levantando e vindo sentar do meu outro lado no sofá, "a gente só descobre na prática."

Agora eu tava entre as duas. Senti o calor dos corpos delas mesmo com o ar gelado.

"Tira a bermuda," minha mãe pediu.

Obedeci sem hesitar. Levantei um pouco o quadril, puxei a bermuda e cueca pra baixo, e meu pau saltou pra fora já meio duro. O ar gelado do ar condicionado bateu fazendo a pele arrepiar toda.

"Nossa, cada vez que vejo eu fico impressionada," minha tia comentou, a mão já indo tocar. Envolveu a base com os dedos, sentindo o calor, a textura. "Olha como tá crescendo rápido..."

Em segundos meu pau ficou completamente ereto. Duro feito pedra, veias saltadas subindo pela lateral, cabeça inchada e brilhando.

"Vinte e três centímetros," minha mãe disse com orgulho, pegando meus ovos com a mão e pesando. "E olha o peso dessas bolas. Você goza bastante?"

A pergunta me pegou desprevenido. "Eu... acho que sim? Normal?"

"Define normal," minha tia provocou, começando a masturbar devagar, puxando a pele pra cima e pra baixo.

"Sei lá... umas três, quatro jatadas?"

Elas riram.

"Amor, isso é pouco," minha mãe disse. "Com essas bolas desse tamanho, se você tiver bem excitado e segurar um pouco, você consegue gozar muito mais. Tipo seis, sete jatos fácil."

"Sério?"

"Sério. Mas pra isso você precisa aprender controle," ela continuou, enquanto minha tia seguia masturbando lento. "Precisa saber quando tá perto de gozar e segurar. Aí quando finalmente deixar vir, vai ser muito mais intenso."

Meu pau pulsava na mão da minha tia. Ela tinha encontrado um ritmo perfeito - nem muito rápido, nem muito devagar. As duas mãos trabalhando, uma na base firme e outra deslizando, o polegar passando na cabeça a cada subida.

"Agora me diz," minha mãe falou, "quando você fica com essa menina, a Júlia, o que vocês fazem?"

"A gente... se beija. Fica rolando uns amassos."

"E você toca nela? Nos peitos, na bunda?"

"Toco, mas por cima da roupa."

"Hmm. Tímido ainda," minha tia comentou. "Mulher gosta de ser tocada direito, filho. Não adianta só ficar apertando por cima da roupa. Tem que ir pra pele."

"Mas eu não quero ser muito agressivo..."

"Não é sobre ser agressivo," minha mãe explicou. "É sobre ler os sinais dela e ir avançando aos poucos. Se ela tá respondendo bem ao beijo, você desce a mão pro pescoço. Se ela suspira, você continua. Vai pro ombro, desce pro braço, volta. Vai testando."

Enquanto ela falava, minha tia tinha soltado meu pau por um momento. Ele ficou ali parado no ar, duro, pulsando sozinho.

"Deixa eu mostrar," ela disse, e pra minha surpresa começou a tirar o macaquinho. Puxou os alças pra baixo, desceu até a cintura. Ficou só de sutiã branco de renda - peitos fartos empurrando o tecido, a pele bronzeada contrastando.

"Vem aqui," ela pegou minha mão e colocou no seio esquerdo dela por cima do sutiã. "Sente o peso. Aperta de leve. Não é pra amassar feito pão, é pra acariciar."

Fiz o que ela mandou, sentindo a maciez, o calor através do tecido fino. O mamilo dela endureceu sob minha palma.

"Isso. Agora com o polegar, faz círculos aqui ó," ela indicou o mamilo. "Devagar. Sente como ele responde."

Passei o polegar fazendo círculos e vi ela fechar os olhos, soltando um suspiro baixinho.

"Muito bom. Agora desce a mão pela lateral, pelo quadril, mas devagar. Não vai direto pra bunda ou pra buceta. Deixa ela esperando."

Obedeci, deslizando a mão pela curva do quadril dela, descendo pela coxa por cima do macaquinho ainda.

"Perfeito. Tá vendo? É sobre construir antecipação."

Enquanto isso, minha mãe tinha pegado meu pau de novo e tava masturbando no mesmo ritmo lento que minha tia fazia antes.

"E quando você finalmente for transar com ela," minha mãe disse, o olhar fixo no meu pau que brilhava na mão dela, "você não pode ir enfiando logo de cara. Principalmente sendo grande assim. Tem que preparar ela."

"Como que faz isso?"

"Preliminares. Muito tempo de preliminar. Beija ela, toca ela, deixa ela bem molhada. Esfrega seu pau por fora da buceta dela antes de enfiar. Deixa ela sentir o tamanho, se acostumar."

"E quando for colocar," minha tia adicionou, "vai devagar. Coloca só a cabeça primeiro, espera ela se acostumar, aí vai enfiando aos poucos."

"Posso ver como é?" soltei antes de pensar.

Silêncio.

As duas me olharam.

"Como assim ver?" minha mãe perguntou.

"Tipo... vocês tão me explicando mas eu sou mais visual. Se eu ver como é o corpo de uma mulher, onde tocar, como responde... eu aprendo melhor."

Mais silêncio. Então minha tia olhou pra minha mãe.

"Ele tem um ponto."

Minha mãe mordeu o lábio pensando. "Tá. Mas tem limites, tá bom? A gente tá fazendo isso pra ajudar, pra te ensinar. Não é pra... passar do ponto."

"Entendido."

Ela se levantou, puxou o vestido que usava pela cabeça. Ficou só de calcinha preta de renda. Os seios dela balançaram livres - maiores que os da minha tia, mamilos escuros e duros, uma tatuagem pequena de flor abaixo do seio direito que eu nunca tinha visto.

"Vem aqui," ela sentou de volta no sofá e abriu as pernas. "Olha. Cada mulher tem zonas erógenas diferentes, mas geralmente o pescoço é sensível pra maioria."

Ela pegou minha mão e levou até o pescoço dela. "Passa os dedos aqui, bem de leve. Desce pro ombro. Sente como a pele arrepia?"

Passei os dedos e vi os pelos do braço dela eriçarem. Ela soltou um suspiro.

"Isso. Agora beija aqui," ela indicou o ponto logo abaixo da orelha.

Me inclinei e dei um beijo. Ela estremeceu.

"Perfeito. A parte interna da coxa também é super sensível," ela continuou, pegando minha mão e levando pra própria coxa, logo abaixo da calcinha. A pele era macia, quente. "Acaricia aqui mas não vai direto pra buceta ainda. Cria tensão."

Acariciei devagar, subindo um pouco, descendo. Ela abriu mais as pernas e pude ver a calcinha dela com uma manchinha escura no meio - ela tava molhada.

"Posso tocar?" perguntei, a voz saindo rouca.

"Por cima da calcinha pode," ela respondeu.

Levei a mão até lá, passei os dedos por cima do tecido molhado. Senti o calor irradiando. Ela gemeu baixinho - "ahhhh".

"Esfrega de leve. Em círculos. Sente como tá molhado? É assim que você sabe que ela tá pronta."

Continuei esfregando e ela começou a se mexer contra minha mão, os quadris se movendo sozinhos.

"Posso tirar a calcinha e ver melhor?" insisti.

Ela hesitou. Olhou pra minha tia, que tinha tirado o sutiã e tava com os peitos completamente expostos agora, os mamilos duros apontando.

"Tira," minha tia incentivou. "É só pra ele ver. Pra ele aprender."

Minha mãe respirou fundo e levantou o quadril. Puxou a calcinha pra baixo e tirou. Ficou completamente nua na minha frente.

A buceta dela era depilada, os lábios inchados e rosados, brilhando de tão molhada. Dava pra ver tudo.

"Olha," ela abriu mais as pernas, "aqui é o clitóris. É a parte mais sensível. Você não esfrega com força, é de leve, em círculos ou pra cima e pra baixo."

Fui estender a mão mas ela segurou.

"Não. Você não vai tocar em mim aí."

"Por quê? Você deixou eu tocar por cima..."

"Porque eu sou sua mãe," ela disse, firme mas não brava. "A gente tá te ajudando, te ensinando. Mas tem um limite. Você pode olhar, pode aprender, mas não pode me penetrar, não pode me tocar diretamente aí. É diferente."

Fiquei frustrado mas entendi. "Beleza."

"Mas eu posso," minha tia disse, vindo se ajoelhar na frente de minha mãe. "Ela é minha irmã, não minha mãe. E eu posso mostrar pra você exatamente como se faz."

Minha tia passou os dedos pela buceta da minha mãe, abriu os lábios expondo tudo - o clitóris inchado, a entrada molhada, tudo. "Olha aqui ó. Esse é o clitóris. Você esfrega assim," ela demonstrou, o dedo fazendo círculos lentos.

Minha mãe gemeu mais alto, a cabeça indo pra trás.

"E quando você for enfiar o dedo," ela continuou, "você vai devagar. Um dedo primeiro, sente a textura por dentro. É quente, apertado, molhado."

Ela deslizou um dedo pra dentro e minha mãe se contraiu, gemendo - "ahhh porra".

"Curva o dedo assim ó, procura uma parte meio esponjosa. É o ponto G."

Fiquei hipnotizado observando. Meu pau tava doendo de tão duro, pulsando no ar, vazando pré-gozo.

Minha tia tirou o dedo, lambeu, e me olhou. "Semana que vem você vai poder praticar tudo isso que aprendeu hoje. Com alguém que não seja sua mãe, claro."

Minha mãe se vestiu de volta, ainda ofegante. "E com essa sua namoradinha... quando você for transar com ela, você vai arrasar. Porque vai saber exatamente o que fazer."

"Mas por hoje chega," minha tia disse, dando um último toque no meu pau antes de se afastar. "Você aguenta mais uma semana sem gozar?"

"Sem gozar? Sério?"

"Sério. Vai valer a pena. Confia."

E foi assim que terminamos aquela terça. Eu duro, frustrado, mas aprendendo mais sobre mulheres do que aprendi a vida inteira.

Sabia que semana que vem seria diferente. Mais intenso. E que quando chegasse a hora de transar com a Júlia, eu ia estar preparado pra caralho.

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