Amizade gostosa com meu cunhado, irmão do meu namorado. Parte II

Da série Meu cunhado.
Um conto erótico de Lou
Categoria: Heterossexual
Contém 2462 palavras
Data: 26/01/2026 15:52:13

Meu namoro com Dudu estava muito estranho, eu já não tinha vontade de estar com ele, preferia estar com o Fábio, mas Dudu era meu namorado, e as vezes a gente tinha que transar, mas eu evitava o máximo, passei a não gostar de transar com o Fábio no quarto mais, aquilo me incomodava, quando a gente transava era quando os pais deles iam pra chácara e a gente ia pro quarto deles, mas a maioria da vezes eu fazia de tudo pra não acontecer.

A minha amizade com o Fábio tava cada vez mais legal, a gente cada vez se entendia melhor, brincávamos bastante, riamos, e eu estava cada vez mais confusa. Uma vez eu conversando com o Fábio, falei que já não sei se gostava do irmão dele mais, tava pensando em terminar. E ele me falou.

- Poxa Lou, eu adoro a sua companhia, vc está me ajudando a ficar em casa e guardar dinheiro, se eu tivesse que ficar em casa sozinho, provavelmente eu não iria conseguir e gastaria um dinheiro que eu não tô querendo gastar. Mas a vida é sua, se vc quiser terminar, vc quem resolve.

Eu eu decidi tentar mais um pouco, eu estava gostando da convivência com o Fábio tbm, e seguia a minha rotina de depois do trabalho na sexta eu arrumava uma bolsa e ia passar o final de semana na casa deles. Dudu seguia cada vez mais ausente, toda noite ele falava que tinha que trabalhar e saía e me deixava em casa com o Fábio.

Teve uma vez que estávamos os três em casa num sábado, Dudu já tinha trabalhado a noite, tinha chegado de madrugada, e quando acordou no início da tarde, eles falaram que iam jogar bola, eu ficava decepcionada que o Dudu nunca queria ficar em casa, depois eu fui entender, mas eles foram jogar bola, fiquei em casa sozinha, arrumei a casa toda, e quando foi no final da tarde fui tomar um banho, e como estava sozinha, sai do banheiro pelada só de toalha enrolada na cabeça, quando eu entrei no quarto pra me vestir, dei de cara com o Fábio. Caralho Fábio que susto, não te vi chegar. Falei com ele assustada, mas não corri pra me cobrir, e vi ele me olhando da cabeça aos pés, já senti aquele frio na barriga gostoso e aquele arrepio na espinha, me virei de costas pra ele e vesti uma calcinha, e uma camiseta, e um shortinho, já que o Dudu falou que iria voltar, e perguntei pro Fábio sobre o Dudu e ele falou.

- Ele ficou lá, rapaziada tá queimando uma carne e tomando uma cerveja e ele falou que de lá vai pro bar que ele vai trabalhar a noite.

E eu falei. Poxa Dudu é foda, ele nunca para em casa. E o Fábio falou.

- Ah Lou, o cara tá querendo ganhar um dinheiro tbm, deixa ele.

Eu vi que ele falou aquilo meio que tentando defender o irmão, mas na verdade ele só não queria que eu fosse embora. No dia seguinte, Dudu chega na madrugada novamente, dorme o dia todo, e quando acorda , tenta me comer e eu neguei, falando que não queria transar com o Fábio acordado em casa, e não queria mesmo, naquela situação eu já não tinha vontade nenhuma de dar pro Dudu, ele pra mim já era quase um desconhecido. Só não terminava mesmo pq gostava da amizade do Fábio. Ele ficou puto e já logo saiu falando que iria trabalhar numa festa. Eu fiquei sozinha com o Fábio novamente, eu já dava graças a Deus quando ele saía e eu ficava sozinha com o Fábio, pois aí a gente podia conversar numa boa, rir e falar bobeiras.

Teve uma hora que eu estava sentada na mesa fazendo um lanche e o Fábio sentado no sofá de frente pra mim só de short de futebol, quando eu vi, o pau dele aparecendo na perna do short, uma cabeçona roxa toda pra fora, eu não conseguia disfarçar, e olhava, e aquilo me dava vontade de rir, e ele viu que eu estava rindo e perguntou pq eu tava rindo, eu tentando disfarçar, ele insistindo de o pq eu estava rindo, e eu falei rindo muito. Seu pau tá saindo pra fora do short aí. E ele olhou e falou.

- Ih carai tá mesmo.

Mas eu achando que ele ia guardar ele levanta um pouco o short deixa o pau mais um pouco pra fora e começa e fazer voz de ventríloquo e falar.

- Oi Lou, eu sou o Fabinho, como vc está tudo bem?

Caralho, aquilo me deu uma crise de risos, eu olhava ele balançando a cabeça do pau mole pra mim, e ele continuava falando um monte de bobeira, e eu quase passando mal de tanto rir e não desviava o olho, eu ficava olhando ele balançando o pau e fazendo voz de ventríloquo, e eu não aguentava e ria, gargalhava, e eu pedia por favor pra ele parar, mas continuava olhando pro pau dele, vi que ele começou a crescer e eu pedindo pra ele parar, sem conseguir desgrudar o olho daquela cabeçona roxa, e ele acho que não iria ficar muito legal ficar com o pau durão mostrando pra mim, e guardou, eu quase passando mal de tanto rir. Quando eu consegui acalmar eu falei com ele. Agora vou te chamar de irmãozão, não é irmãozinho mais. Ele riu e perguntou pq?

Eu apontei pro pau dele e falei. Tá longe de ser um Fabinho, tá mais pra Fabão, ele riu e falou.

- Não esse é o Fabinho, Fabão é só em alguns momentos.

E eu falei. É mas o Fabão já tava quase aparecendo. E a gente ficou rindo.

Depois desse dia eu sempre ficava manjando a rola dele, sempre procurava o volume, aquilo tava mais forte que eu, e quando ele estava ou cueca samba canção, ou de short de futebol, sempre ficava aquele volume marcando e eu adorava, e vez ou outra a cabeça do Fabinho aparecia.

Teve uma vez que eu estava arrumando a cozinha depois da gente almoçar, eu como sou pequenina, pedi pra ele guardar um pote no armário em cima da pia que eu não alcançava, ele chegou por trás de mim e pra colocar o pote em cima, ele me deu uma encoxada, e eu fiquei zuando. Opa Fabinho cuidado onde vc vai aí? Ele entendeu a brincadeira e falou.

- Ele me perguntou que dia que ele vai conhecer a loulouzinha?

Eu ri e falei. Para com essa brincadeira gostosa irmãozinho. E ficamos rindo.

Quando fomos nos deitar, fui tomar um banho e entrei no quarto e ele claro adorando ver eu me vestindo, eu tirei a toalha ficando peladinha de costas pra ele, vesti uma calcinha e uma camisola, e fui me deitar, quando eu fui me deitar ele me perguntou.

- Vc já não está nem aí de trocar de roupa perto de mim né?

E ele deitado de samba canção, com uma perna levantada, e o Fabinho já botando aquela cabeçona de fora. E eu falei com ele. Ah vc é meu irmãozinho. E ele falou.

- Eu não sou seu irmão.

E eu falei. Mas é irmão do meu namorado, que é quase a mesma coisa. E nisso eu puxei a perna da samba canção olhando pro Fabinho e falei. Olha o Fabinho já tá querendo sair de novo. Nisso eu empurrei ele com a ponta dos dedos pra dentro do short e falei como se estivesse falando com o Fabinho. Fabinho não está na hora não tá, tá na hora de dormir. E virei pra ele e falei. Boa noite irmãozinho, dorme com Deus. Dei um selinho nele e fui me deitar. Caralho a minha buceta já tava quase escorrendo. Eu pensei, carai o que eu estou fazendo acabei de pegar no pau do meu cunhado, caralho que loucura. Sei que aquela noite foi difícil dormir, tive que tocar umas duas siriricas me segurando pra não gemer e conseguir dormir.

Fui pra casa no dia seguinte com pensamento longe. Pensava naquela rola do Fábio, me masturbava pensando nele me vendo pelada, eu fico louca de pensar ele me vendo peladinha. E a semana passou devagar. Que queria ir pra casa deles. E chegou a sexta e vai eu pra casa deles, mas cada vez com menos roupas.

Cheguei na sexta depois do trabalho, Dudu já nem estava e provavelmente só chegaria no outro dia, e dei um abraço apertado no Fábio e ficamos conversando, colocando a conversa em dia, lembrando que na época não tinha celular, ou só poucas pessoas tinham, e a gente ficava a semana inteira sem se falar, e o Fábio estava sendo meu grande amigo daquela época, era com ele que eu conversava.

Quando foi no início da noite, eu brinquei com ele. Fábio já que a minha companhia tá fazendo vc economizar, paga uma cerveja pra gente, tô com uma vontade de tomar uma cerveja. E ele falou.

- Agora.

No mesmo momento ele vestiu uma camisa e desceu pra comprar uma cerveja, voltou com as cervejas e alguns petiscos, antes de começar a beber eu fui tomar um banho que eu tinha trabalhado o dia todo. Entrei, tomei um banho, e morrendo de vontade de sair pelada mesmo, que se foda, a xota chegava a formigar. Mas não saí, saúde toalha, Fábio da sala me espiando, fui no quarto tirei a toalha, e ele me espiando, e eu não fazia nenhuma questão de fazer rápido ou me esconder, vesti uma calcinha mínima como sempre e na hora de vestir outra coisa, eu fui até a porta do quarto com Fábio olhando pra mim, e eu só de calcinha comos peitos de fora, e falei. Irmãozinho, me empresta uma camisa sua. E ele falou.

- Claro.

Veio na minha direção olhando fixamente para os meus peitos, e eu olhando pra cara dele, com aquele frio na barriga, xereca formigando. Passou por mim e foi no guarda roupas e pegou uma camisa, e eu acho que ele pegou a menor camisa que ele tinha, ela ficou como um vestidinho muito curto que acabava exatamente onde acabava minha bunda, mas como eu não estava fazendo questão nenhuma de esconder. Vesti e fui beber cerveja com ele, sentados no sofá, calcinha aparecendo a todo momento, chegava até levantar uma das pernas e colocava em cima do sofá, e ficava com aquela calcinha mínima arreganhada pra ele, e ele claro que não tirava o olho, e ficamos ali conversando e bebendo. Teve uma hora que ele virou de frente pra mim, e já estava o Fabinho dando o ar da graça, e eu brincava e falava. O Fabinho já tá querendo o ar da graça, e ele olhou fixamente pra minha buceta e falou.

- Mas a loulouzinha tbm já quase aparecendo.

Que eu olhei pra, a minha calcinha era tão pequena, que na posição que eu estava ela estava quase de fora mesmo. Eu brinquei com ele, ameacei a puxar por lado e falei. Não, a loulouzinha é tímida. E ele deixou o Fabinho lá olhando pra mim e eu olhando pra ele, só que ele começou a inchar, e eu vendo aquela cabeçona roxa, olhando pra mim, senti a minha buceta já ficando molhada e pensei, porra ele vai ver a minha buceta molhada, e a cerveja já tinha acabado, e eu vi uma garrafa de cachaça na cozinha e perguntei se poderia fazer uma caipirinha, a noite estava gostosa e eu não queria parar ali, ele falou que poderia fazer e ele claro tbm não queria terminar ali, e fui fazer a caipirinha e falei com ele. Poxa Fabinho coloca uma música aí. E na época era a época dos DVDs né, e ele colocou um dvd de pagode eu acho, não me recordo bem, e eu fui fazer a caipirinha , voltei com dois copos e ficamos ali cantando, e conversando e rolou um pagodinho mais lento, mais romântico e eu chamei ele pra dançar, e ele aceitou, e começamos a dançar ali abraçadinhos, ele só de short de futebol, e eu só com a camisa dele e de calcinha, esfregava meus peitos nos peitos dele, nosso quadril colado, eu sentindo o pau dele roçando em mim, e ficamos ali dançando um pouco, e o pau dele foi ficando duro, e eu adorando, ele criando coragem de descer a mão da minha cintura, a mão dele foi descendo timidamente, até que alcançou a minha bunda que com a dança, a bunda estava quase toda de fora, ele ficou com a mão sobre a minha bunda, não apertava nem ficava alisando, só pousou a mão sobre a minha bunda e o pau dele já duro só num short de futebol sem cueca, e teve uma hora que eu parei a dança me afastei e o pau dele apontando pra frente no short, e falei. Arruma isso aí, olha só como ele tá, ele começou a rir e não arrumou, ficava encostando em mim fazendo graça, e eu falei. Pode deixar que eu arrumo. Eu já completamente bêbada, já nem sabia mais o que estava fazendo, enfiei a mão por dentro do short dele. Caralho a rola dele era grossa, grossa mesmo, não era muito grande, era grandinha, mas era muito grossa. Então eu peguei no pau dele e coloquei pra cima, ajeitando melhor e já colei meu corpo no dele, e falei no ouvido dele. Fabinho é forte né! E começamos a dançar e eu esfregando meu corpo forte na rola dele e falei. Agora sim ficou legal. E ele falou comigo.

- E a loulouzinha como está?

E eu falei. Chorando. Ele me olhou meio curioso e perguntou.

- Chorando?

E eu falei. É, olha chega a escorrer uma lágrima. Peguei a mão dele e passei na minha virilha, mostrando meu melzinho já escorrendo e noa colamos novamente, rosto com rosto, meu coração a mil por hora. Rosto colado, cheguei a abrir a minha boca, já esperando pelo beijo e .....

Acordei, olhei pra um lado, olhei para o outro. Dudu apagado na cama dele, eu deitada no colchão no chão, uma ressaca do caralho, vontade de fazer xixi desesperadora. Fábio não estava a memória foi voltando, em flashes, e eu meti a mão na buceta, dei uma cheirada, e pensei. Meu Deus o que aconteceu ontem? Cheirei minha buceta novamente, não parecia ter transado, mas eu não lembrava de quase nada, meu Deus, acho que eu bebi demais, já começava a duvidar das minhas memórias. Será que aconteceu isso ou eu sonhei?

E por enquanto é isso meus amores. Vou deixar para próxima, será que dei pro meu cunhadinho e não me lembro?

Se estiverem gostando deixem as estrelinhas e comentem. Beijo pra todos.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Loud a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de LoudLoudContos: 17Seguidores: 23Seguindo: 1Mensagem Morena 1,55m. Casada e safada

Comentários