No dia seguinte a uma noite épica em que pude comer minha namorada e minha cunhada, acordei numa preguiça sem fim. Larissa não estava na cama e o quatro estava trancado. Resolvi nem sair dali, apenas ficar quieto espera minha namorada voltar. Enquanto lembrava da cena da noite anterior, meu pau deu o primeiro sinal se vida do dia.
Até que alguém bateu na porta, era minha sogra querendo falar comigo. Abri a porta e ela me deu um recado rapido: estava saindo com o marido, ia demorar, mas voltava para o almoço. Perguntei sobre Larissa e ela disse que a filha tinha ido comprar alguma coisa no shopping com a irma.
Quando ouvi meus sogros saírem, eu fui tomar um bom banho. Me limpei bem e fiquei na cama esperando, completamente nu, evidentemente, não me importaria se minha cunhada me visse pelado. Quando elas chegaram, Larissa chegou primeiro no quarto dela e trancou a porta.
- Quer exibir o pau pra minha irmã?
- Claro que não, amor, estava te esperando.
Ela veio até perto da cama e eu a puxei para cima de mim, deixando nossos sexos encostados um no outro. Ela me beijou e pos a mão por entre nossos corpos, sentiu meu volume e começou a punhetar lentamente.
- A Ju disse que vai cozinhar, então podemos aproveitar o momento para estrear algo.
- O que, gatinha?
Ela me soltou e foi em direção à sacola que estava deixada ao lado da porta. Pegou uma sacola toda preta e tirou de dentro um plug anal e um pote de lubrificante. Eu comecei a me punhetar assistindo minha mulher tirar a roupa. Ela chegou perto de mim e entregou os dois produtos para mim. Me levantei e ela ficou na beira da cama, de quatro pra mim.
Comecei lambendo sua buceta, subindo aos poucos para o cuzinho. Apenas passava a língua ao redor do anelzinho, que piscava, depois voltava denovo para a pepeca. Ela se arrepiou toda e fazia força contra meu rosto. Enquanto lambia minha namorada gostosa, eu abri o lubrificante e passei ao redor do plug. Depois, introduzi lentamente no cuzinho dela, lambendo o clitóris ainda.
Ela deu gritinhos e gemeu, mas voltou a se esfregar no meu rosto assim que se acostumou com o objeto no rabo.
Fiquei de pé e enfiei o pau na buceta dela, sem muita intenção de meter, mas sim de deixa-la pronta pra levar no cuzinho. Ela gemia, com a cabeça enterrada na cama, segurando a bunda bem aberta enquanto eu socava.
Dei tapas bem fortes, esperando ve-la com o rabo vermelho. Fui sentindo o clima, aumentando o ritmo, me preparando para a próxima etapa. Quando vi que era o momento, arranquei o pau de dentro dela e fiquei dedando a pepeca enquanto derramava o lubrificante no meu membro.
Arranquei, em seguida, o plug e coloquei a rola na entrada, enquanto assistia aquele anelzinho se contrair aos poucos. Enfiei lentamente a cabeça, foi até que fácil, mas era bem apertado. O plug tinha ajudado de fato.
Larissa voltou a segurar as nádegas deixando tudo aberto, eu me mexia sem muita força, esperando ela se acostumar aos poucos para eu ir colocando tudo.
Quando cheguei ao final, ela mesma olhou pra trás e pediu.
- Vou te mostrar que aguento seu pau melhor que ninguém, em todos os buracos.
Eu tirei até quase sair e enfiei tudo novamente.
- Mete, amor! Fode meu cu.
Eu parei de me segurar. Apesar de preocupado inicialmente, sabia que era o desejo dela, então fui até o fim. Soquei nela sem dó, enquanto ela gritava e gemia. Acho que queria mesmo que a irmã soubesse daquilo, parecia fazer barulho pra faze-la ouvir. Juliana era outra escandalosa, então nem se importaria.
No meio daquele momento gostoso, Ju abriu a porta de uma vez, olhou e ficou parada esperando que Larissa a visse.
- O que você quer, porra? - Gritou Larissa pra ela enquanto eu a enrabava.
Não sei o porquê, mas sequer passou na minha cabeça parar aquilo.
- Entendi o que você queria no shopping, safada. - Respondeu Juliana sorrindo. - Depois que terminar, vai fazer um macarrão, a mamãe gosta.
Larissa nem respondeu, apenas acenou com a cabeça enquanto gemia e lacrimejava. Eu estava energizado, assim que Juliana fechou a porta eu dei tapas mais fortes ainda na Larissa, que se empinou mais ainda para mim.
Foram poucos segundos até nosso orgasmo, ela e eu chegamos juntos, seu corpo tremia enquanto eu enchia a bundinha com meu leite. Mal consegui acreditar que era real a visão da bunda dela empinada e piscando, com minha porra escorrendo dela. Eu beijei a bunda avermelhada dela, então me sentei atrás na cama. Larissa nem se deu o trabalho de aproveitar o momento, levantou-se e foi se lavar. Depois voltou para me dar um beijo.
- Amor, gozei com seu pau no meu cuzinho, não esperava que fosse tão bom. Aposto que ela vai vir assim que eu descer pra fazer o macarrão. Quero que coma o cu dela, só o cu.
Obviamente, eu não iria questionar aquela ordem. Apenas me lavei e deitei na cama novamente.
Como planejado, Juliana chegou pouco depois de Larissa sair. Ela estava com a cara fechada e ficou me olhando da entrada da porta.
Ela estava de vestido, levantou ele, exibindo a buceta que não estava coberta por nada. Andou até mim e subiu no meu colo, deixando, assim como a irma mais cedo, nossos corpos se tocando quase intimamente. Porém, ela estava nua na buceta.
Ju se abaixou até meu ouvido, mordeu de leve ele e começou a sussurrar pra mim:
- Eu sei o que a putinha tá fazendo. Ela sabe que você me comeu né? Quer provar que é melhor que eu.
Fiz menção de levantar, querendo olhar nos olhos dela e vê-la dizer aquilo, mas Juliana fez força para que eu não subisse.
- Esse seu pau gostoso ama minha buceta também, eu sei que ama. Ela deve querer provar que consegue fazer anal melhor que eu, mas não vai. Você vai comer minha buceta e vai gozar nela dessa vez.
Eu não ia negar a buceta gostosa da minha cunhada, apenas aceitei aquilo tudo. Torcendo para Larissa não abrir a porta também e me ver desobedecendo ela.
Eu abracei Juliana pela cintura e mexi o quadril para encostar o pau na entrada dela. Ela completou o movimento e me engoliu com a parte de baixo. Eu estava comendo minha cunhada outra vez, ou ela estava me comendo.
Ela gemia alto também, sabendo que Larissa ouviria, estava muito óbvio o que acontecia entre nós três e eu apenas curtia o momento. Enquanto ela se sentava, repetindo a dose da noite anterior, eu fazia força de baixo pra cima, fazendo tudo se intensificar.
- A putinha achou que eu seria o que? Uma vadia dada para os interesses dela? - disse gemendo e sentando cada vez mais forte em mim. - Eu mando em mim, eu mando em você e mando nela se quiser. Agora, fode minha buceta e me faz gozar, cachorro gostoso.
- Tá bom, cunhadinha gostosa. Seu cunhado tá aqui pra isso. Foder você, vadia.
Eu senti que ela estava perto, então tirei-a de cima de mim. Num movimento rapido, a posicionei de quatro e enterrei na buceta dela outra vez. Ela olhava pra mim por sobre os ombros e ria, enquanto eu socava e dava tapas naquele rabão lindo.
Infelizmente, não comeria aquele cu, mas podia dedar ainda. Assim que sentiu meu dedo, ela fez o clássico silêncio de 2 segundos, daí gritou na gozada. Juliana era uma cadela mesmo, barulhenta como ninguém. Assim como a irmã, ela se levantou rapido do orgasmo, então virou de frente pra mim e abriu bem as pernas.
- Goza, me enche da sua porra.
Eu aproveitei a gostosa naquela posição de frango assado e meti sem pena. O quarto foi tomado pelos gemidos desesperados dela e o som dos nossos corpos se encontrando. Foi aí que eu gozei, enterrei a pica e leitei o mais dentro que consegui. Ela estava ofegante, de pernas abertas recebendo tudo de mim.
Eu me sentei na cama novamente, derrotado pela minha cunhadinha, dessa vez. Ouvimos passos do lado de fora, era Larissa saindo da porta, onde devia ter ouvido nossos orgasmos.
Juliana se levantou e foi se lavar, eu fui depois dela. Quando saí do banheiro, ouvi a voz dos meus sogros e desci para o almoço. Infelizmente, precisei sair depois e não pude comer nenhuma das duas novamente naquele dia.
Naquele dia...