Sim, Primo - Capítulo 1

Da série Sim, Primo
Um conto erótico de Ártemis
Categoria: Gay
Contém 2145 palavras
Data: 26/01/2026 17:51:51

Era domingo, e a notícia da chegada do meu primo me tirou da cama mais cedo. Eu nunca o tinha visto naquela fase da vida, e tudo o que sabia sobre ele tinha surgido cerca de uma semana antes, quando fiquei sabendo da sua mudança para Goiânia e, mais especificamente, para a minha casa, a casa dos meus pais. Alberto existia para mim como uma lembrança distante da infância, quase sem forma. A diferença de idade não era grande: ele devia ter 28 anos, e eu tinha acabado de completar 19.

Minha rotina como calouro de direito ocupava quase todo o meu tempo. Saía cedo para as aulas e passava o dia entre a faculdade, a biblioteca, trabalhos em grupo e encontros com minha orientadora. Desde o primeiro dia já pensava no TCC, como se o curso inteiro se organizasse em torno disso. A casa era, até então, apenas um lugar de passagem e descanso.

A chegada de Alberto deslocou esse equilíbrio. Passei a dividir o quarto com alguém que eu mal conhecia, e isso reorganizou silenciosamente a rotina da casa. Horários mudaram, pequenos costumes foram revistos, e percebi que coisas que antes eram automáticas agora exigiam atenção. Dormir deixou de ser um gesto solto; o corpo passou a precisar de cálculo.

Alberto tinha vindo para estagiar e tentar outro caminho. Não queria repetir o destino dos pais nem dos irmãos. Tinha se formado em engenharia e precisava de trabalho e de um lugar para ficar por um tempo. A oferta de acolhimento veio sem discussão, como algo esperado. Eu apenas observei enquanto o espaço que sempre foi meu passava a ser dividido.

Com o tempo, as refeições se tornaram um ponto fixo do dia. Só começavam quando todos estavam à mesa, e isso nos colocava frente a frente com mais frequência. Aos poucos, fui sentindo que meus pais tinham introduzido alguém no meu cotidiano como quem acrescenta uma peça nova a um mecanismo já em funcionamento. Não houve escolha, apenas adaptação.

À noite, o quarto se transformava. A luz se apagava, os sons da casa diminuíam, e ficávamos ali, separados apenas pela estrutura da beliche. Ele em cima, eu embaixo. O celular servia de pretexto. Um vídeo levava a outro, um comentário puxava outro assunto. As conversas se estendiam mais do que o necessário, atravessavam o horário do sono e criavam um intervalo que não existia durante o dia.

No começo, mantive distância. Evitava olhar direto, respondia o suficiente, controlava o tom. Ele tinha sido o elemento que rompeu minha rotina, e isso bastava para me manter em alerta. Com a repetição das noites, essa vigilância foi cedendo. A voz dele passou a ser familiar no escuro, o ritmo da presença deixou de causar estranhamento.

A convivência criou um espaço novo entre nós, feito de silêncio compartilhado, de risadas contidas e de pausas longas demais para serem ignoradas. Foi nesse intervalo, entre o fim das conversas e o início do sono, que algo começou a se deslocar. A amizade surgiu ali, mas trouxe junto uma atenção que eu ainda não sabia nomear.

Com o tempo, o incômodo virou tesão puro. Alberto andava pela casa sem camisa o dia inteiro, às vezes só de cueca boxer cinza que marcava tudo: o volume grosso do pau mesmo mole, as coxas grossas, a bunda empinada que esticava o tecido. Meu pai e minha mãe fingiam que era normal, mas eu já não conseguia desviar o olhar. Aquele corpo ocupava o espaço de um jeito que me deixava com o cu apertado de vontade.

Comecei a reparar nos detalhes que antes eu ignorava: os mamilos escuros e sempre meio duros, a trilha de pelos pretos que descia do umbigo até sumir dentro da cueca, o jeito que o pau balançava pesado quando ele andava descalço. Eu ficava duro só de ver ele se espreguiçar na sala, os braços abertos, o peito largo esticando a pele, e imaginava aquele pauzão crescendo na minha boca.

A primeira vez que espiei pelo buraco da fechadura foi um soco no estômago. Ele estava de frente pro espelho, nu, secando o rosto. O pau pendurado, grosso, meio inclinado pra esquerda, as veias marcadas mesmo flácido, as bolas pesadas e cheias. A bunda redonda, firme, com aquele rego escuro que eu queria abrir com a língua. Meu coração batia na garganta. Fiquei ali parado, respirando pela boca, sentindo meu próprio pau latejar dentro da calça de moletom.

Voltei pro quarto correndo, tranquei a porta e já enfiei a mão dentro da cueca. Bati uma pensando nele me pegando por trás, aquele pauzão me abrindo o cu devagar, entrando até o talo enquanto eu gemia baixinho “me fode, Alberto, me arromba”. Gozei forte, o leite quente escorrendo pelos dedos, mas a vontade não passava. Pelo contrário: só aumentava.

Depois daquela tarde, eu não conseguia mais me controlar. Passava perto do banheiro de propósito quando ele tomava banho. Às vezes deixava a porta entreaberta de propósito, como se fosse descuido. Ele nunca fechava direito. Eu ficava do lado de fora, encostado na parede, ouvindo a água caindo, imaginando ele ensaboando o pauzão, puxando a pele pra trás, a cabeça vermelha brilhando. Uma vez ouvi ele soltar um gemido baixo, quase um ronco, e quase gozei ali mesmo só de ouvir.

Fui ficando mais ousado. Comecei a entrar no banheiro “sem querer” enquanto ele se secava. “Desculpa, pensei que tava vazio”, eu dizia, mas meus olhos desciam direto pro pau semi-duro balançando entre as pernas. Ele não se cobria. Só me olhava com aquele sorrisinho de canto, como quem diz “pode olhar à vontade”. Uma vez ele estava de costas, secando as costas, a bunda toda exposta, o rego aberto o suficiente pra eu ver o cuzinho rosado, apertadinho, piscando levemente. Meu pau deu um pulo tão forte que quase rasgou a calça.

Naquela noite, deitado na cama, eu me masturbava devagar pensando em meter a cara naquele cu, lamber tudo, enfiar a língua fundo enquanto ele gemia e empinava mais. Imaginava ele virando de bruços na minha cama, abrindo as pernas e falando baixo: “Vem, mete logo esse pau em mim, quero sentir você gozando dentro do meu cuzinho”.

Eu gozava imaginando o jato quente enchendo ele, o cu dele apertando meu pau enquanto ele tremia.

Meus pais vinham planejando aquela viagem de cruzeiro há muito tempo. Seriam duas semanas de luxo em alto-mar, o que significava que, pela primeira vez, eu e Alberto ficaríamos sozinhos, dividindo o mesmo teto sem interrupções. A saída deles mudou a energia da casa instantaneamente; Alberto pareceu se apropriar do espaço, ficando muito mais tempo na sala e servindo-se sem cerimônia das bebidas caras da adega do meu pai. Em uma daquelas noites de liberdade, ele me chamou para assistir a um filme e eu não me fiz de rogado. Entre indas e vindas, ficamos com O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel. Era um clássico, estava completando 25 anos de produção e, o mais importante, Alberto confessou que nunca o tinha visto. Era o cenário ideal.

Eu não fiz qualquer comentário aos seus gestos ousados. Ele circulava à vontade, sem camisa, tomando o licor e o whisky envelhecido do meu pai. Quando percebi minha oportunidade, eu o incentivei e o acompanhei em algumas doses. O filme era longo e, conforme as horas passavam, a distância entre nós encurtou até ficarmos ombro a ombro. Em um momento de falsa distração, apoiei a mão em seu peito firme. Alberto não recuou; ele pegou minhas mãos e as direcionou para baixo, até sua bermuda. O pauzão ali estava enorme e pulsante; ele sabia exatamente o que eu queria.

Não falávamos uma única palavra. Eu o ajudei a tirar a bermuda e a cueca, que enroscaram nos pés pela pressa. Ele ficou ali, deitado por um segundo com o pau completamente rígido e apontando para o teto, exibindo o peitoral e sorrindo com um olhar de conquista. Comecei segurando aquele pauzão com as duas mãos, sentindo a textura da pele esticada. Quando ouvi os primeiros gemidos, tratei de lambuzar tudo. Ele era imenso, o maior que eu já tinha visto, e se contorcia no sofá enquanto eu o engolia, sentindo o peso do saco dele contra o meu queixo.

De repente, ele segurou minha cabeça com força e me retirou; ele queria ditar o ritmo. Voltei ao vai e vem, mas em pouco tempo eu estava engasgando com a profundidade daquele pau na minha garganta. O tapa no rosto estalou, deixando minha pele quente.

— Cala a boca e continua — ele rosnou, enrolando os dedos no meu cabelo para ter o controle total.

Ele forçava a entrada sem dó, batendo no fundo da minha garganta. Enquanto me usava, sua mão desceu pesada, separando as bandas da minha bunda para exibir meu cuzinho que pulsava. Alberto se levantou bruscamente, me virando de costas ali mesmo no sofá, me deixando de quatro com o cuzinho arreganhado na direção dele. Ele segurou minha cintura e empurrou com tudo. O pauzão entrou rasgando, preenchendo cada espaço do meu cuzinho que se alargava desesperado. Soltei um grito abafado enquanto ele começava as estocadas violentas.

— Relaxa esse cuzinho, porra! — ele rosnou no meu ouvido.

O ritmo era animal. A cada investida, o corpo dele batia contra a minha bunda com um estalo seco. Ele começou a esbofetear minhas nádegas, deixando marcas vermelhas enquanto meu cuzinho apertava o pau dele involuntariamente. Ele me puxou pelos cabelos, forçando meu tronco para trás para que a penetração fosse ainda mais profunda. Alberto estava possesso. Ele me virou de frente, me puxando para o colo dele sem tirar o pau de dentro de mim. Agora montado, senti o pauzão esmagar minha próstata em um ângulo novo.

— Vou despejar tudo nesse seu cuzinho agora! — ele gritou.

Ele me travou contra o peito e seu corpo teve um espasmo violento. Senti os jatos quentes e grossos de porra inundarem meu cuzinho, uma descarga que parecia não ter fim. Quando ele relaxou, o pau saiu lentamente, escorregando no sêmen que já transbordava. Desabei no peito dele, sentindo o líquido quente escorrer pelas minhas coxas e sujar o sofá. Alberto respirava fundo, passando a mão pelo meu cabelo com posse. Ele olhou para a TV onde os créditos subiam, deu um sorriso de canto e disse:

— É... o filme foi bom. Mas o final foi muito melhor.

Aquela noite no sofá foi apenas o batismo. Com os meus pais ainda cruzando o oceano, a casa se transformou em um cenário de depravação constante, onde o roteiro era escrito pelo pau do Alberto e assinado pelo meu cuzinho sempre aberto. Estabelecemos uma rotina onde não existiam mais roupas ou pudores; o silêncio dos corredores agora era preenchido pelo som de carne batendo em carne e pelos rosnados de comando dele.

Nossos dias começavam na cozinha, mas o café da manhã era sempre interrompido. Ele me prensava contra a bancada de granito frio, jogando minhas pernas para o alto e enfiando aquele pauzão sem aviso, ainda latejando de manhã. Eu aprendi a gostar do gosto do café misturado ao suor dele, enquanto meu cuzinho trabalhava para engolir cada centímetro daquela grossura. Ele não pedia, ele tomava; e eu, em uma submissão viciante, vivia para ser preenchido por ele em qualquer cômodo.

À tarde, a rotina de sexo se tornava mais lenta e cruel. Alberto gostava de me deixar pelado, de quatro no tapete da sala onde tudo começou, apenas assistindo à minha entrada pulsar e implorar por atenção. Ele passava o pau babado no meu rosto, me obrigando a limpá-lo com a língua, antes de se posicionar atrás de mim.

— Esse cuzinho já sabe quem é o dono, não sabe? — ele perguntava, antes de desferir um tapa violento que deixava a marca dos seus dedos nas minhas nádegas.

As noites eram o ápice da nossa libertinagem. O quarto dos meus pais, antes um lugar sagrado, tornou-se o nosso santuário profano. Alberto me possuía com uma fome que parecia aumentar a cada dia. Ele me usava até que minhas pernas tremessem e eu não conseguisse mais fechar meu cuzinho, que ficava escancarado e transbordando a porra dele. O lençol de fios egípcios estava manchado, um mapa de sêmen e luxúria que contava a história da nossa rotina. Eu era o receptáculo de toda a virilidade daquele alfa, e a cada vez que ele gozava fundo nas minhas entranhas, selava o pacto de que, naquela casa, eu era dele.

Faltavam poucos dias para o cruzeiro atracar e meus pais voltarem, mas a nossa rotina já estava firmada no sangue e no prazer bruto. Alberto me olhava com a satisfação de quem tinha domado um animal, e eu olhava para aquele pauzão sabendo que nunca mais seria o mesmo.

O fim daquelas duas semanas era apenas o encerramento da primeira parte; o vício no pau dele já estava cravado na minha alma.

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