Dermatologista - A primeira consulta

Um conto erótico de Rony
Categoria: Heterossexual
Contém 2766 palavras
Data: 26/01/2026 19:47:47

Olá! Sou Roni. Me apresentando para visualizarem. Sou loiro, bem alto, olhos verdes, corpo em forma, barba loira, quase ruiva, e pau bem grosso.

Depois de ler uma postagem de uma amiga falando sobre câncer de pele, me acendeu um alerta e resolvi marcar uma consulta para saber se estava tudo bem comigo, pois, como tenho a pele bem clara, é mais comum aparecer algum tipo de problema.

Verifiquei na internet as opções de dermatologistas nas redondezas, para ser mais fácil de ir na consulta, e é claro, já olhando as fotos das especialistas (sim, teria de ser mulher), e nessa busca encontrei uma mulher já mais madura, mas com traços bonitos e um brilho especial no olhar. Não sei explicar, mas mesmo na sua seriedade de profissional, eu conseguia ver algo mais nela. Então liguei na clínica e marquei consulta com a Dra. Fabíola.

Como é começo de ano, a consulta seria depois de 20 dias. Fiquei ansioso na espera, pois queria realmente saber se estava tudo bem, e ao mesmo tempo conhecer aquela fruta madura.

Enfim, chegou o dia. A consulta estava marcada para 10h. Nesse dia não marquei nenhuma sessão de fotos pela manhã. Tomei um banho, me lavei com um sabonete bem cheiroso, coloquei uma cueca boxer branca que gosto muito, pois o tecido é bem fino, e a parte da frente não tem o tecido duplo, ou seja, o pau fica bem visível e marcado, pois sabia que o exame seria no corpo todo. Coloquei uma calça, tênis e camiseta, para chegar na clínica bem discretamente.

Cheguei 10 minutos antes, fui ao guichê da portaria e disse que tinha uma consulta com a Dra. Fabíola – Seu nome? Roni – O senhor pode aguardar aqui ao lado que ela vai lhe chamar.

Sentei e fiquei lendo revistas já vencidas sobre questões de saúde e tudo mais. Poucos minutos depois a secretária me chama e diz: Sua vez, Roni. Sabe onde é a sala? Primeiro corredor a direita, sala 9.

Guardei a revista, me levantei e me dirigi ao corretor. A sala dela era a última, e ela me aguardava sorrindo na porta da sala. Fiquei admirado, pois ela na foto não parecia tão gostosa assim. Um rosto impecável, levemente maquiada, jóias discretas e um batom fosco. Cabelos castanhos levemente ondulados sobre os ombros, olhos também castanhos, mas muitoooo brilhantes. Vestia uma saia branca colada nas coxas até os joelhos, uma camisa dourada clarinha de cetim, e o jaleco aberto por cima.

– Olá! Seja bem-vindo. Tudo bem? Entre, por favor. – e fechou a porta, onde a olhei de costas, e tinha uma belíssima bunda bem saliente, deixando o jaleco levantado, pelo volume.

Sentei em frente dela, e, como a mesa era de vidro, não pude deixar de reparar nas belíssimas coxas dela, a camisa bem justa na cintura, e agora via que os seios eram de médios para grandes, dando aquela esticadinha nos botões da camisa. Olhei mais para baixo e vi pernas bem torneadas e um sapato de salto, no mesmo tom de dourado da camisa. Acho que me perdi olhando nesse momento. – Roni? Está tudo bem? – ela me perguntou, e nisso respondo que sim, que apenas me perdi em meus pensamentos. Ela percebeu e sorriu.

Me perguntou o motivo da consulta e respondi que era um checkup de pele, pois há muito não fazia. Ela fez as perguntas de rotina, se algum familiar tinha alguma doença, meus hábitos e tudo mais. Após isso, ela apontou para um cabideiro na parede e disse – pode tirar sua roupa e pendurar ali, e deite-se na maca para eu examiná-lo.

Atendi prontamente o pedido dela, e na hora pensei que a escolha da cueca foi certeira. Fui até o lado da maca, e fiquei virado para ela, me despindo lentamente, como se fosse um striptease. Tirei a camiseta, pendurei no gancho da parede. Abri o botão da calça, abaixei o zíper devagar deixando aparecer a cueca, mas não abaixei, e fui para os tênis, que tirei um a um, junto com as meias. Voltei para a calça e fui abaixando bem devagar, meio que segurando contra o corpo, que fez a cueca dar aquela leve abaixadinha, e depois voltou para o lugar num estalo do elástico.

Ela me olhava fixamente, e nos comunicamos só com olhares. Eu sabia o que ela pensava, e ela sabia o que eu imaginava, mesmo ela demonstrando ser totalmente profissional. Ela me disse para deitar na maca de costas, pois iria começar o exame pelas costas.

Me deitei, e assim que encostei na maca tive que dar aquela ajeitada no pau, para não amassar, e ela percebeu – ajeite-se confortavelmente – disse ela. Fiquei com o rosto virado para baixo, vendo somente os pés dela ao lado da maca, e que pés delicados, com unhas feitas, me enfeitiçando com o barulho dos passos com o salto lentamente.

Quando ela me tocou, percebi que estava sem luvas, uma mão suave, meio que roçando pelas minhas costas. Tenho certeza que aquilo era além do exame, ela estava me provocando, e é óbvio, conseguindo. No primeiro toque meu pau já estava latejando, duro como uma pedra.

Ela foi me tocando pedacinho por pedacinho, com muita calma, olhando com a lupa pintinha por pintinha na pele e descrevendo – essa é natural, essa é benigna, etc. – e deslizando a mão. Eu estava maluco com aquilo.

Ela desce mais e abaixa um pouco o elástico da minha cueca e diz que precisa verificar tudo – Posso abaixar um pouco sua roupa íntima para avaliar o corpo todo? – ao que respondo que pode, sem problemas, e que se precisasse tirar, poderia, por ser um exame profissional.

Ela pegou pelas laterais da cueca e foi descendo, e tive que me erguer um pouco na cintura para ela conseguir descer, em que, nesse momento dela puxar, dá aquela enroscada no pau e solta de uma vez – Ops, desculpe. Machuquei? – eu disse que não, de forma alguma. Ela então desceu até meus pés e tirou a cueca toda e colocou no bolso do jaleco. Estranhei, mas gostei da atitude.

Ela examinou minha bunda, foi descendo até minhas coxas, meio que olhando por dentro delas, meio que tentando ver meu saco e meu pau que estava virado pra baixo. Ela percebia meus espasmos e arrepios e continuava com o linguajar de médica. Nesse momento eu já estava quase gemendo, e com certeza com o pau babando o pré-gozo.

Ela continuou descendo e chegou aos meus pés, examinou com muito cuidado e disse que até então estava tudo em ordem e que eu me virasse pra cima para ela continuar o exame. Nessa hora meu coração parou, pois era tudo o que eu queria, pois sou muito exibicionista, e não via a hora dela ver o tamanho e a grossura do meu pau, que estava duro como uma rocha.

Me virei lentamente e senti o ar fresquinho do ar condicionado no meu pau. Percebi que ela ficou em silêncio, quase que hipnotizada me olhando e perguntei – tudo bem, doutora? Alguma coisa de errada com minha pele? – e ela respondeu que não, que havia se perdido em seus pensamentos. Dei risada e disse que no início da consulta eu também havia me perdido nos meus. Ela sorriu novamente e disse que estava curiosa em que ponto eu havia me perdido. Eu disse para ela continuar que depois eu contaria.

Percebi que ela não conseguia mais se concentrar, e vinha subindo pelas minhas pernas, olhando cada cantinho e tentando disfarçar os olhares para minha rola, mas ao tempo em que foi chegando perto, nas coxas, eu propositalmente pulsava meu pau, fazendo ele se mexer.

Ela chegou perto dele e disse que precisava examinar toda a pele – Tudo bem, doutora. Faça seu trabalho tranquilamente – e ela foi analisando com as mãos em volta, quase tocando no meu saco, quase encostando. Com toda a delicadeza ela segurou com a ponta dos dedos para olhar embaixo do meu pau, e passou o dedo de baixo até em cima, quase na cabecinha. Nessa hora eu gemi.

– Doeu, ela perguntou? – Muito pelo contrário, respondi. Pode continuar. Nesse momento ela não usava só a ponta dos dedos e sim segurava com a mão toda em volta dele, dando um sorriso disse – aqui não preciso de lupa, muito bem favorecido, hein Roni?! – dei risada e me fiz de modesto e disse que não, que era um pau normal.

Quando eu disse a palavra “pau”, ela apertou forte e disse – Isso não é um pau normal, é um tronco – e deu risada. Eu ri também, e perguntei se estava tudo bem com ele. Ela disse que precisava analisar com mais calma, e se poderia se aprofundar mais. Concordei.

Ela pegou na cabecinha e foi puxando para baixo, quase como uma punheta, mas uma puxada apenas e me disse que tinha que olhar a pele bem por dentro, se não tinha nada de errado. No que ela puxou, uma gota de pré-gozo escorreu pela cabecinha e foi até os dedos dela, que circundavam meu pau, deixando o dedo dela bem molhado.

Olhei e me desculpei – Imagina, não se desculpe, pois essa secreção conta muito sobre a saúde do paciente – e levou o dedo até o nariz, cheirou – cheiro normal – e levou o dedo até a boca e lambeu, mas colocou o dedo inteiro na boca e chupou, bem com carinha de safada.

Nesse momento eu sabia para onde a consulta iria e disse que se ela precisasse provar mais para ter certeza, que ficasse a vontade. Ela apertou eu pau forte e encostou os lábios na minha cabecinha e sugou, sem afundar a boca na minha rola, e ficou sugando cada gotinha. Que sensação incrível.

Ela levanta, me olha nos olhos e diz que estou extremamente saudável. Eu também me levanto, a pego pela cintura e encosto minha boca na dela, e trocamos um beijo como dois adolescentes que estão com os hormônios a flor da pele, intenso e babado.

Já tiro o jaleco dela, vou abrindo os botões de sua blusa, liberando seios dentro de um sutiã meia taça de renda branco, com as detalhes em cetim. Uma cintura bem malhada, bronzeada e com pelinhos descoloridos bem fininhos.

Sento na maca e a coloco de joelhos entre minhas pernas e mando ela continuar o exame no meu pau. Ela faz um rabo de cavalo nos cabelos, segura meu pau com as duas mãos e começa um boquete como se fosse o último da vida dela. Ela chupa a cabecinha, lambe a base do pau, vem subindo com a língua, e volta a chupar a cabecinha. Do nada ela segura minha cintura com as duas mãos e afunda a boca no meu pau, fazendo uma garganta profunda que quase nunca havia recebido na vida por causa da grossura do meu pau, que é muito grosso mesmo.

Aquilo me levou a loucura, segurando os cabelos dela e fazendo ela engolir tudinho. Eu puxava de volta para ela tomar ar, e empurrava para dentro novamente. Que delícia ver aquela doutora chique ali na minha frente, de joelhos, mamando meu pau até o fundo.

Puxei ela de volta, a deixei em pé e a beijei. Olhei para ela e disse – preciso examinar você. Pode deixar suas roupas no cabideiro e deite-se na maca. – Aquela ordem parecia ser tudo que ela estava esperando, onde ela se vira de costas pra mim e começa a abaixar a saia bem lentamente, sem deixar cair, abaixando até o chão, empinando aquela bunda gostosa, dividida por um micro fio dental branco. Eu via as laterais do fio dental, de cetim, o fiozinho sumia no meio da bunda dela, e via aquele montinho entre as coxas, cobertos por uma rendinha fina, mas já totalmente molhada.

A deitei na maca, bem na pontinha embaixo, abri suas pernas e vim lambendo desde os dedinhos do pé dela, subindo pela canela, chegando na buceta. Só coloquei a calcinha de lado e cai de boca. Ela estava ensopada e tinha um gosto delicioso. Já provei muitas bucetas, mas o gosto da dela era único. Senti ela gemendo e se contorcendo – era o gozo chegando. Aumentei o ritmo e ela gemeu alto, e desfaleceu sobre a maca.

Ela se levantou novamente, me abraçou e começou a me beijar, dizendo que há muito não gozava assim. Que nunca havia imaginado que transaria com um cliente dentro do consultório, ainda mais numa primeira consulta e continuou – mas o seu exame ainda não acabou, preciso coletar mais material de você – e foi até a ponta da maca, se debruçou sobre ela e abriu as pernas – vem, entre em mim.

Ninguém nunca havia dito “entre em mim”. Achei sexy e elegante. Eu iria foder minha médica elegante. Ela disse para ir com calma pois nunca tinha visto um pau desse calibre, e que não saberia de aguentaria. Eu disse que iria com calma.

Com ela de pé, deitada sobre a maca, com a bunda empinadinha pra mim, fiquei passando o pau na entrada da buceta dela, que tinha lábios bem favorecidos, e com minhas duas mãos nos seus ombros, apertando e fazendo uma massagem para ela relaxar ainda mais. Com uma das mãos, direciono meu pau para a entradinha da grutinha dela e encaixo a cabecinha e volto com a mão para os ombros.

Sussurrei para ela – relaxa e aproveita – e fui empurrando bem devagar, segurando ela pelos ombros, e empurrando a rola sem vai e vem, só indo. Ela gemia alto com um “aiiiiiii” manhoso, meio de dor, meio de prazer. Continuei empurrando, parecia que ia rasgar meu pau no meio, mas o tesão era tanto, que eu não iria parar até ver meu pau inteiro dentro dela.

– Estou todo dentro de você – disse para ela, que soltou um suspiro e sussurrou – me come gostoso, estou sentindo cada espaço da minha buceta preenchida com seu pau, vai mexe gostoso – e deu uma reboladinha.

Puxei bem devagar até quase escapar e fui empurrando novamente pra dentro, mais rápido que a primeira vez e fui repetindo assim, aumentando cada vez mais a velocidade.

Quando dei por mim, eu estava segurando ela forte pelos ombros, quase que no pescoço, não enforcando, mas quase, e dando estocadas tão fortes que a maca saia do lugar. Incrivelmente, ela pedia mais e mais forte.

Senti ela gozar mais de uma vez, com suas contrações e gemidos, com o suor escorrendo pelas costas, até que não aguentando mais, disse pra ela que iria gozar – na minha boca, preciso sentir seu gosto – disse ela. A soltei, que se ajoelhando na minha frente apenas abriu bem a boca, sem tocar em mim, aguardando meu leite.

Aquela boca de madame gostosa, ali de joelhos, aguardando minha porra me deixou em êxtase. Dei uma ou duas punhetadas e comecei a jorrar na boca dela muito leite, muitos jatos e muito grosso.

Até eu fiquei abismado com a quantidade de porra. Óbvio que ela encheu a boca engolindo tudo, e mesmo assim escorreu pelos lábios, seios e tudo mais.

E então, doutora? Minha saúde está boa? Ela responde – está ótima, mas preciso que você retorne para uma nova consulta em breve.

Consenti com a cabeça, a puxei pelos braços levantando-a, passei o dedo tirando o excesso de porra e a beijei, e disse que voltaria logo.

Ela me deu uma caixa de lenços para me limpar e pediu para aguardar que iria se recompor. Pedi minha cueca, e ela disse que ficaria guardada e me entregaria somente na próxima consulta. Então eu exigi que me desse a sua calcinha e faríamos a troca no próximo encontro. Ela rebolando toda, tirou e me entregou e me pediu pra esperar.

Foi ao banheiro do consultório e depois de uns minutos voltou toda arrumada, vestida e recomposta e me acompanhou até a recepção e pediu pra secretária marcar um retorno, pois ela estava investigando uma lesão na minha pele.

Apertou a minha mão, e se despediu. Meu olhar acompanhou aquele rebolado pelo corredor, quase que em câmera lenta.

– Sr. Roni! Pode ser na semana que vem? – perguntou a secretária já me olhando diferente, pois acho que ela percebeu alguma coisa. Olhei ela de cima até embaixo bem devagar, reparei que era uma jovem de no máximo uns 20 anos, na sua plena forma, e perguntei se tinha um horário no fim do dia, para encaixar melhor na minha agenda.

– Sim, temos o último das 17h30. Pode ser? – confirmei e fui embora, feliz por ter comido aquela delícia de médica, e ainda pago pelo plano de saúde.

Logo volto para a reconsulta e conto os próximos detalhes.

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