Encontrei com CARLA novamente e dessa vez não foi numa prévia de carnaval.
Primeiro, mesmo morando no mesmo prédio que eu, não é fácil eu e ela nos encontrarmos por lá, questão de horários, dia a dia diferentes. Após a nossa rapidinha agoniada e deliciosa quando voltamos de uma prévia de rua do carnaval, nem mensagens por celular trocamos, nada, nem mesmo uma mensagem bem tranquila para marcar presença (como uma figurinha desejando bom dia ou algo assim).A nossa cautela é por conta dos nossos parceiros, mesmo nada disso tendo sido falado.
Mas o destino gosta de brincar com as pessoas. Raramente vou a supermercados durante a semana, se vou é para uma urgência; se for coisa pouca, temos padarias que são mais rápidas no atendimento e hoje em dia vendem de tudo. Semana passada, tive de ir comprar sabão em pó e líquido para a máquina de lavar e corri ao supermercado. Vocês já adivinharam: CARLA estava lá, fazendo compras. Tomei um susto positivo e falei com ela de forma educada, mas com cara de "curioso" para saber o que ela estava pensando. Ela foi direta:
- Oi, RAMON, tudo bom? Estamos precisando falar, não é mesmo? Ou você acha que não?
- Estou louco para esclarecer certas situações, a gente nem conversou sobre naquele dia
- Estou com a mesma impressão e, já digo, ando lidando mal com o ocorrido, sabia?
- Lidando mal? Como?
- Arrependida e querendo mais, não vou negar. Isso está me maltratando quando penso no ocorrido.
Minhas compras foram poucas, demorei porque acompanhei CARLA - ela fez compra de carrinho cheio - ajudei-a a colocar no carro dela e acertamos continuar a conversa no outro dia, quando minha namorada estaria de plantão. Decidimos falar por mensagens no celular e apagando todas elas logo após. A gente não marcou para trepar, a gente queria conversar, ela estava numa dúvida enorme de sentimento e eu, confesso, queria trepar com ela, porém apenas se ela estivesse convicta disso - não do jeito em que estava.
CARLA queria ir para a minha casa de novo, eu é que alertei que poderia ser mais perigoso que se a gente "por coincidência" se encontrasse num café ou numa padaria um pouco mais distante do nosso prédio, para tomar um suco ou uma sorveteria. Ela achou mais tranquilo irmos para uma loja de material de construção bem grande que existe na cidade, estacionamento enorme, ou seja, encontrar alguém ali não seria visto como algo estranho e foi assim que fizemos. Andamos pela loja, até comprei umas besteiras que vi, colocamos coisas num carrinho que não íamos levar, apenas para "enganar". E conversamos muito sobre nós dois.
CARLA disse que estava com muito tesão, que se masturbava lembrando da gente e ao mesmo tempo era muito contra a moral dela trair o marido, que nem estava tão interessado em sexo com ela. Cheguei até a chamá-la para ir a um motel, CARLA recusou, disse que era pesado para ela. Voltamos para a casa e um tempo depois ela manda uma mensagem dizendo que tinha adorado a conversa e me elogiando pela minha compreensão, que não forcei nada. Conversamos via aplicativo e voltei a trabalhar (em home office).
Eram antes das dez da manhã do dia seguinte quando CARLA manda a mensagem padrão que tínhamos combinado: "RAMON, é você que tem carregador automático de pneu?". Eu estava sozinho, minha namorada no plantão, e respondi que CARLA falasse o que quisesse que estava tranquilo. "Abre a porta de trás, que eu quero entrar. Posso?", ela disse.
Em 2 minutos, CARLA entra no meu apartamento e repetimos a cena no dia após a prévia, só que agora sem tanta correria, ela veio de cabelo molhado, toda cheirosa, eu tinha acabado de tomar banho também, e ficamos nos beijando e agarrando no quarto-escritório. Quando tiramos nossas roupas, pude então chupá-la toda, uma buceta deliciosa, peitos fofinhos, ela toda quente; CARLA também caiu de boca no meu pau. O 69 foi inevitável, quando eu também chupava o cuzinho dela. Ela se deitou e pediu para ser penetrada no papai e mamãe. Atendi o pedido e o cheiro dela me deixou doido. Metia nela e a beijava, ela me agarrava, trancou-me entre as pernas, gozou logo e avisou que ia de novo. Eu me controlei e segurei o gozo até ela avisar que estava gozando de novo e mandei leite.
Gozamos e ficamos abraçados. Não queríamos nos soltar. Mas o medo do relógio fez CARLA se levantar, se limpar e ir embora, dizendo que tentaria voltar ainda naquele dia. Eu não acreditei, só que ela, por mensagem, disse que queria me dar a bunda. "Vamos ter de ir para um motel", falei para CARLA.
No meio da tarde, CARLA pergunta se eu abriria a porta para ela de novo. "É claro", respondi e trepamos de novo, só que agora ela estava mais tranquila e o cuzinho dela virou nosso objetivo. Chupei muito, dedinho, manteiga (sim, revivendo os velhos tempos) e rola no buraco. Tudo na vontade dos dois, porém CARLA não aguentou nada além da cabecinha. Lavei o pau e gozei com ela de quatro, meti leite na xota de novo, apenas que enfiando o dedo no cu dela. CARLA ficou até mais tempo que de manhã, ficamos namorando muito.
- Tenho de ir agora, disse ela já pulando da cama
- Já estou com saudades, eu disse
- E eu com vontade de levar essa rola no meu cu o quanto antes.
E mais nada ocorreu depois disso, a não ser troca de mensagens e conversa de vídeo com a gente se exibindo para o outro.
Estou esperando a chance de passar um dia com ela sem medo de horário ou de alguém chegar.