A TERAPIA DO JOELHAÇO A Primeira Consequência

Um conto erótico de Carlos Contista
Categoria: Heterossexual
Contém 2408 palavras
Data: 27/01/2026 01:45:41

TERAPIA DO JOELHAÇO – A Primeira Consequência

Numa das caminhadas pelo Centro, relaxando entre uma e outra trepada, no hotel, nos encontramos com a mãe da Evelise saindo de uma loja. Tremi, vou conhece-la numa situação extremamente fora da lei!

- Eve, não foste para a praia? O que fazes aqui?

Evelise a abraçou e beijou a mãe, dizendo:

- Retardei a ida, mãe, por causa do consultório. Olha, esse é o Carlos, é meu paciente e está me dando uma mão lá na obra do consultório. E encheu minha bola, querendo desviar a atenção para a obra. Apertamos nossas mãos e a dona Geni quis ver a obra do consultório (e eu nem sabia o que estava sendo feito lá ...). O assunto mudou para o genro e os netos dela e eu fiquei meio de lado. Subimos até a sala em obras e a Evelise foi ao toalete; a mãe dela pediu que eu explicasse o que estava sendo feito ... eu não podia gaguejar ... Fui pelo óbvio: pintura geral, troca de persianas e lustre, mobiliário ... mas tinha um buraco no chão, bem no meio da sala que eu não tinha a menor ideia do que poderia ser ... e ela perguntou:

- E esse buraco, pra que serve?

- Nem eu sei, dona Geni, a Evelise não me disse o que ela quer fazer aí, desconversei.

Quando a Evelise voltou, disse que seria uma surpresa, nem o empreiteiro sabia o que seria feito naquele buraco. Disse que seria algo para descontrair os pacientes mais nervosos ...

- Tô te achando bem alegre, Eve, acho que andavas precisando de umas férias do Rodolfo e das crianças. Quando vais pra lá?

- Amanhã ou depois, depende só da conclusão da obra, falta pouco, mas não quero sair daqui sem acabar o consultório.

- Então aproveita bem esse tempo da obra ... e da distância do resto da tua tropa ...

Percebi um leve tom de ironia nas palavras da mãe da Evelise, mas não sabia por que. E, também podia ser apenas impressão minha. Depois, descobri que não era só impressão: a mãe dela é uma bruxa! Mas, depois de mais dois dias intensos de amor físico, tendo completado 2 vezes todas as posições do Kama Sutra (ôrra, mentiroso!), Evelise partiu para encontrar o marido e os filhos, enfim, para suas férias. Na semana seguinte, estava cortando a grama do pátio dos fundos da minha casa e recebo uma ligação da mãe dela:

- Boa tarde, Carlos, é a Gina, mãe da Evelise. Estou no apartamento da Eve e gostaria de falar contigo. Sabes onde é? Podes vir até aqui?

- Sei. A última sessão do ano foi aí. Quando a senhora quer me ver?

- Não sou “a senhora”: sou Gina e quero te ver hoje e esclarecer algumas coisas. Pode ser?

- São quase duas horas; posso estar aí dentro de uns 60 minutos.

- Te espero!

Cheguei um pouco antes das três da tarde e o porteiro liberou minha entrada. Gina veio me receber na porta social e me cumprimentou.

- Onde é que tu senta, durante a terapia?

- No sofá namoradeira, de dois lugares. O velho foi trocado; já tem lá um novo.

- E a Eve?

- A cadeira dela era na minha frente, do outro lado da sala, mas não está lá; também foi trocada e a poltrona nova ainda não chegou.

- Então vamos sentar na namoradeira, conversar um pouquinho. E deu o primeiro sorriso.

Gina é uma mulher madura, aparenta cerca de 60 anos bem cuidados, ruiva como a filha e, aos 35 anos, deve ter sido mais bonita do que a filha, hoje. Cabelos acima dos ombros, ondulados levemente, rosto com poucas rugas (ah, Botox!) e, sozinha comigo, agora sorridente e simpática. Vestia uma bermuda de academia e uma blusinha leve de seda. Queria que eu dissesse o que estava havendo com a filha que estava tão contente e animada. Disse-lhe que não sabia, talvez a reforma do consultório, a proximidade das férias e, quem sabe, realmente a ausência da família tenha dado um tempo para ela ...

- Estás me enrolando, cobrou Gina! Não nasci ontem, nem na semana passada. Tá acontecendo algo com a Evelise que a está deixando alegre, leve, satisfeita, que a está tirando de seu estado normal de mesmice, de rotina, e tu tens a ver com isso! Percebi os olhares entre vocês, lá mesmo no consultório, há uma faísca elétrica intensa neles!

- Estás me constrangendo, Gina, estás me cobrando uma coisa que deverias cobrar da Evelise, só diz respeito a ela. Como queres que eu explique o estado anímico dela?

- Carlos, tu também não nasceu ontem, sabes exatamente do que eu estou falando ... apenas não queres abrir o que tu sabe. Quero saber e vou saber! Não sais dessa casa, hoje, enquanto não me contar toda a verdade!

- Verdade? Que verdade? Eu sou paciente dela e estava dando uma mão para suprir as carências dela ...

- Carências? Que carências? A que tu te referes?

Pensei: falei demais ... mas tenho que consertar, rápido ...

- A falta do marido para algumas atividades masculinas ... Pensei: falei demais, de novo! A obra tem que ser acompanhada de perto, “o olho do dono engorda o cavalo”, dizia meu avô, e eu fiz o papel de marido ...

A Gina levantou-se, pegou-me pelas duas mãos e me ergueu do sofá. Era uma mulher grande e forte, mais de 1,70m; abraçou-me apertado pela cintura, forçou minha cabeça para encaixar sobre seu ombro e passou a falar no meu ouvido, sussurrando, cochichando, como se fosse contar um segredo ... Seu corpo era gostoso, carnudo e quente, gostei de ficar abraçado ...

- A Eve não é uma mulher fácil, Carlos, falou a Gina, baixinho, fazendo cócegas na minha orelha; o Rodolfo também não é. Eles, como casal, estão passando por uma fase muito ruim e eu estou me preparando para, um dia, receber a notícia do divórcio deles. Acho que a separação só não saiu ainda por causa dos filhos. Isso não é de hoje, é de anos, já! O sabor da vida para ela anda insosso, sem sal e sem temperos; ela se atira na profissão como forma de diminuir sua carência afetiva. Estuda, estuda, ministra cursos, atende pacientes, não tira mais tempo para lazer, um passeio, viagem ... parece que a vida dela estava sem graça! E semana passada, quando nos encontramos no xópin, os olhos da Eve estavam brilhando, ela me abraçou acaloradamente, me beijou, o que não fazia há meses, e demonstrou entusiasmo com a obra no consultório, que ela nem queria fazer!

Separou minha cabeça da sua, parou de falar no meu ouvido e segurou meu rosto, com ambas as mãos, frente a frente com o seu, olhando-me firmemente nos olhos:

- Vai me dizer que tu não tem nada a ver com isso?

Capitulei. Fiquei sem argumentos, sem ter o que dizer. Capitulei!

Gina era uma mulher firme e decidida e eu estava sem argumentos para desmenti-la ou para contornar a situação. Mas, como contar o que aconteceu sem chamar a filha dela de traidora, devassa, ou puta, talvez ...

- Tá bem, Gina, vou te contar tudo o que sei sobre o assunto. Vamos subir para o terraço, onde tudo aconteceu?

Subimos para o ambiente da última sessão de terapia e nos acomodamos nos sofás de lá. Estava quente como no outro dia. Olhei no frigobar e vi que tava cheio, novamente, de Stela Artois. Pus algumas no freezer e peguei duas para nós ... e lá vou eu contar pra mãe da Evelise como comi a filha dela!

- A Evelise estava precisando de um suporte emocional, precisava de assistência de um terapeuta como ele própria é ... na falta de um, confiável, o terapeuta fui eu. Nitidamente, os papéis foram invertidos e eu me tornei todo ouvidos para ouvir suas queixas, reclamações e lamúrias ... e não foram poucas. Depois da quinta ou sexta rodada de Stela – estavam mais geladas do que essas – Evelise transformou-se em minha paciente. O dia estava tão quente quanto hoje, ela pôs um biquíni e fizemos a sessão ao lado da piscina, bebendo. Devemos ter tomado umas 20 long neck e estávamos bem alegres, rindo bastante ... foi a terapia mais divertida que já fiz! De repente, Evelise se calou, fechou a expressão e entrou no salão da cobertura, tive a impressão que chorava. Passados alguns minutos, fui ver o que houve, mas ela parecia recuperada e saía para a piscina com mais duas cervejas. Mas, senti que ela não estava bem, internamente, lutava com alguma dúvida, com alguma pedra no sapato, embora estivesse de chinelos de dedo. Fui ao toalete aliviar um pouco das Stela Artois quando ouvi barulho de corpo caindo na água: caiu ou se atirou? Fui verificar, ela tinha caído e estava se debatendo na água. Pulei na piscina, mesmo de bermudas, peguei Evelise pelos braços e a reboquei até a escadaria de metal, com um braço em sua cintura. Paramos na beira da escada, com água no peito, e ela me abraçou novamente, pendurando-se no meu pescoço. Um seio havia saltado fora do biquíni sem alça e estava prensado contra meu peito ... Ela nem percebeu, ou fez que não ... sussurrava: “Meu amigo, meu querido, meu amigo, meu amado ... amigo, só tu para estar aqui comigo e me segurar quando eu mais preciso de um ombro macio, de um par de ouvidos amigos, de um braço forte, de uma boa trepa ...“ interrompeu a palavra e calou-se!

- Foi isso que aconteceu!

- E o que fizestes?

Baixei os olhos, fiz silêncio por uns 30 segundos que pareceram um século, suspirei ... e a Gina pegou no meu queixo e levantou meu rosto, olhando-me fixo no olhos. Repetiu a pergunta, duramente, quase gritando:

- E o que fizestes?

- Comi ela!

- Meu Deus do céu, gritou Gina, num reflexo imediato.

O queixo dela caiu na mesa de vidro onde depositamos os copos e as garrafas de Stela, tal o efeito da minha confissão. Aí foi a vez dela levantar e buscar mais duas cervejas para nós, agora já bem geladas, garrafas nevando. Ela voltou andando como um zumbi, o olhar longe, não querendo acreditar no que ouvira de mim. Acho que teve vontade de me esbofetear no momento da revelação ...

- Mentiroso! Uma trepada não pode ter mudado tanto a atitude e o comportamento da Eve, fizeste algo mais! Não me esconde, o que foi que fizeste além de dar um orgasmo a ela?

- UM orgasmo? Explodi! Eu não te disse “um” orgasmo!

Agora, fui eu a imitar o gesto da Gina, abraçando-a e encaixando minha cabeça sobre seu ombro e falando junto à sua orelha, baixinho, inicialmente. Estávamos tão juntos que meus lábios roçavam sua orelha.

- Foram dezessete ou dezoito orgasmos da Evelise, continuei, em quatro dias, por todos os órgãos disponíveis para o prazer humano! Não sobrou buraquinho ou rachadura livre nesses dias, nós transamos sem parar dois dias e duas noites e, logo em seguida, te encontramos na rua. Por isso te surpreendeste com o ânimo e comportamento da Evelise. As dificuldades e bloqueios da tua filha foram arrasados pelo amor, pelo prazer, pelo sexo liberto, sem limites, compromissos, ou culpa. Vivemos 4 dias de prazer livre, de carinho, de afagos, de valorização de nossos corpos e mentes, acariciando cada centímetro de nossos corpos e acalentando nossos corações. Tua filha cantou músicas românticas comigo, acompanhando a música da Alexa ... dançamos como dois adolescentes escondidos dos pais, nus e encaixados ...

Gina tremia e sacudia o corpo enquanto eu falava, eu estava dando a ela uma fórmula de solução que ela não imaginava pudesse ser forte, intensa e de sucesso. A mulher começava a se entregar, relaxar a musculatura e desfazer a tensão. Continuei, agora falando alto ...

- Evelise gemeu, gritou, gargalhou, chorou, vibrou, choramingou, rebolou seu corpo em mim pedindo mais e mais, meu caralho ficou esfolado e a buceta dela dobrou de tamanho de tão inchada, tantas foram as enfiadas do pau nela. Gritava que seu marido não a tratava como gente, mas como uma vadia da rua, chegava, se pelava e queria meter, enfiava, acabava e pronto ... o romantismo foi para o espaço há anos, as preliminares ele trazia da rua, prontas, só queria enfiar seu pau na buceta dela e gozar! E ela ... oh! que pena, Evelise, fica pra próxima!

Gina estava em êxtase, lágrimas corriam em abundância, suas mãos me apertavam com força unindo seu corpo quente ao meu e eu sentia o efeito que minhas palavras causavam nela, soluços brotavam de sua garganta ... Aquela mulher dura, firme e rigorosa que me convocou friamente para uma conversa, que me pressionou até que eu não tivesse mais saída ... estava se desmanchando nos meus braços, aos soluços e sussurros, agora terna, macia e ... quente!

- Tu fez tudo isso, mesmo, assim como estás falando?

- Eu dei vida nova pra Evelise, eu gozei 10 vezes; parei de contar as acabadas da Evelise nos 15, devem ter sido 17 ou 18 orgasmos nesses quatro dias, aqui e no hotel. Ela não queria ir embora, queria ficar aqui, e cada vez que eu falava em sair ela me beijava, me jogava na cama, no sofá ou no tapete e me comia como uma loba esfaimada, e me bebia como se tivesse acabado de sair de um deserto do Marrocos.

Nesse momento, eu já estava de pau duro, não só pelas memórias que estava repassando em minha mente e contando para a Gina como também pelo corpo da própria Gina, colado no meu, quente e macio, com espasmos intermitentes. Seus seios fartos e macios, livres de sutiã, apertavam meu peito passando um calor e uma intensa agitação. Quando pensava em soltar o abraço e encerrar a conversa, Gina me beijou!

Foi um beijo intenso, cheio de desejo e pecado, nervoso, como se tivesse sido difícil decidir ... gostoso, lambido, chupado! Ela pegou minha mão direita e enfiou dentro de sua bermuda de lycra e me fez chegar até a calcinha: encharcada, escorregadia, completamente molhada com sua excitação! Enfiei a mão dentro da calcinha e ela abriu um pouco as pernas, pedindo o toque. Masturbei a mulher por alguns instantes enquanto ela rebolava na minha mão e gemia ... interrompeu o beijo para gritar seu orgasmo, seu prazer, seu gozo e sua redenção parecida com a da filha!

- Agora tu me faz tua, me faz feliz e prazerosa como tu fez com minha filha. Traição com o marido dela, traição com o meu, também.

E arrancou sua roupa com violência, deitou no chaise-longue e me chamou para fodê-la, para fazer com ela tudo que eu tinha feito com a filha. E eu fiz!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Carlos Contista a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários