## Aula Prática: O Teste Surpresa
A semana que se seguiu àquela terça-feira foi uma tortura psicológica e física. Eu andava pela casa com o saco pesado, azul de tanta vontade, lembrando da minha mãe nua no sofá e da minha tia demonstrando onde fica o ponto G. Minha mãe mantinha a distância física, mas o olhar... ah, o olhar continuava lá. Analítico. Predatório. Maternal de um jeito distorcido que fazia meu pau acordar instantaneamente.
Eu tava esperando a terça-feira seguinte como um náufrago espera um barco, mas a dinâmica mudou antes disso. Foi numa quinta à noite, apenas dois dias depois da "aula teórica".
Tava no meu quarto tentando estudar pro último semestre da faculdade, mas a cabeça tava na Júlia (que tinha desmarcado nosso encontro de sábado por causa de uma prova) e, inevitavelmente, na minha tia. De repente, a porta do meu quarto abriu sem aviso.
Não era minha mãe. Era minha tia.
Ela entrou fechando a porta atrás de si com um clique suave na tranca. Usava um vestido preto justo, curto, desses que sobem quando a pessoa anda, e um salto alto que fazia *tec-tec* no piso de taco. O cheiro do perfume dela invadiu o quarto instantaneamente - algo doce, forte, noturno.
"Tia? Aconteceu alguma coisa? Não era só semana que vem?" perguntei, girando na cadeira gamer.
Ela sorriu, encostando na porta. "Mulheres são imprevisíveis, sobrinho. Primeira lição da noite: nunca espere que as coisas sigam um cronograma perfeito. Se você quer conquistar alguém, tem que estar pronto pro inesperado."
Antes que eu pudesse responder, minha mãe entrou também. Ela tinha a chave mestra, claro. Minha mãe tava diferente. Usava um robe de seda vermelho que eu nunca tinha visto, amarrado frouxamente na cintura. Por baixo, dava pra ver que tava sem nada.
"A gente decidiu adiantar o cronograma," minha mãe disse, caminhando até a minha cama e se sentando. Cruzou as pernas, o robe abrindo e revelando a coxa até a virilha depilada. "Vimos que você ficou muito... ansioso na terça. E ansiedade demais atrapalha a performance."
"Então hoje é aula prática?" perguntei, sentindo meu pau endurecer instantaneamente dentro da cueca samba-canção.
"Hoje é um teste," minha tia corrigiu, caminhando até mim e girando minha cadeira pra eu ficar de frente pra ela. Ela abriu as pernas do meu lado, apoiando uma mão na minha coxa. Aliança de ouro brilhava no dedo dela - um detalhe que eu sempre via, sabia que ela era casada com o Tio Marcos, mas que naquele momento parecia brilhar mais forte, dando um ar de proibido ainda maior pra coisa toda. "Se passar, ganha prêmio. Se falhar, ganha punição."
"Que tipo de teste?"
Minha mãe se levantou da cama e veio até nós. "Primeiro, vamos estabelecer as regras dessa nova fase. Regra número um: Eu sou sua mãe. Você não me toca. Nunca. Nem um dedo. Eu posso fazer o que eu quiser com você, posso te tocar onde eu quiser, mas suas mãos ficam longe do meu corpo a menos que eu explicitamente mande. Entendido?"
Engoli em seco. "Entendido."
"Regra número dois," minha tia continuou, passando a unha pintada de vermelho no volume da minha cueca. "Eu sou casada. Sou mulher do seu tio. Teoricamente, sou intocável também. Mas... pra fins didáticos, eu posso ser tocada. Porém, só como recompensa. Você só coloca a mão em mim se merecer. Se conquistar o direito."
"E como eu conquisto?"
"Demonstrando controle," minha mãe disse. "Demonstrando que aprendeu o que a gente falou sobre ritmo, sobre leitura corporal, sobre não ser um afobado que goza em dois minutos."
Minha tia se afastou um pouco e começou a tirar o vestido. Zíper nas costas descendo devagar. O vestido caiu aos pés dela, revelando um conjunto de lingerie preto rendado - cinta-liga, meia fina, calcinha minúscula e um sutiã que mal cobria os mamilos duros.
"Caralho..." sussurrei.
"Foco," ela estalou os dedos na frente do meu rosto. "Isso aqui," apontou pro próprio corpo, "é a distração. Seu objetivo hoje é manter a ereção máxima, sob estímulo intenso, mas sem gozar até a gente permitir. E enquanto isso, você tem que narrar pra gente o que você faria se estivesse com a Júlia ou qualquer outra mulher. Passo a passo."
Minha mãe tirou o robe. Completamente nua. O corpo maduro, preservado, curvas que eu conhecia de vista mas que agora tavam ali, expostas pra ser parte da minha "educação". Ela veio por trás da cadeira e começou a massagear meus ombros, os peitos dela roçando nas minhas costas.
"Tira a roupa," minha mãe ordenou no meu ouvido.
Levantei trêmulo e tirei a camisa e a cueca. Meu pau saltou pra fora, batendo na barriga, duro feito rocha, veias parecendo cabos de aço. Vinte e três centímetros de pura necessidade.
"Lindo," minha tia comentou, se ajoelhando na minha frente, mas sem tocar. Ficou cara a cara com a cabeça do meu pau. "Agora senta de volta."
Sentei. Minha mãe continuou atrás de mim, as mãos agora descendo pro meu peitoral, beliscando meus mamilos de leve. Minha tia tava entre as minhas pernas abertas.
"O cenário é o seguinte," minha tia começou, a voz rouca. "Você tá no sofá com a menina. O clima esquentou. O que você faz?"
"Eu... eu beijo ela."
"Errado," minha mãe sussurrou, mordendo o lóbulo da minha orelha. "Muito genérico. Descreva. Onde você põe a mão? Qual a pressão do beijo? Como você respira?"
Fechei os olhos tentando concentrar, mas era foda. Minha mãe tinha descido uma mão pro meu abdômen e tava roçando os dedos nos pelos da minha virilha, perigosamente perto da base do meu pau. Minha tia tava soprando ar quente na cabeça dele.
"Eu... eu coloco a mão na nuca dela," comecei, a voz falhando. "Puxo de leve pra perto. Beijo devagar, sem língua no começo. Só os lábios."
"Bom," minha tia aprovou. Ela passou a língua nos lábios, umedecendo o batom vermelho. "Mas só falar não basta. Mostra. Imagina que minha boca é a boca dela."
Ela se aproximou, mas não beijou minha boca. Beijou a cabeça do meu pau. Um beijo lento, úmido, os lábios envolvendo a glande apenas o suficiente para criar vácuo e soltar com um estalo suave.
*Ploc.*
Meu quadril deu um solavanco involuntário pra frente.
"Opa," minha mãe repreendeu lá de trás, e senti a mão dela apertar meu peito com força, as unhas cravando levemente. "Controle, filho. Você não avança. Você convida. Se você empurrar o quadril assim numa menina que ainda não tá pronta, ela trava. Relaxa o músculo."
Tentei relaxar, mas era impossível. Minha tia tava com o rosto a centímetros do meu pau de novo.
"Continua," ela mandou. "Você beijou a boca. E agora?"
"Eu... eu desço pro pescoço," falei, ofegante. "Passo a mão pelas costas dela. Sinto se ela tá arrepiada."
"Isso," minha tia disse. Ela lambeu a lateral do meu pau, uma lambida longa, da base até o topo, pegando bem naquela veia que minha mãe tinha apontado na semana anterior. "E se ela tiver arrepiada? O que isso significa?"
"Que ela... tá gostando. Que tá excitada."
"Então você pode avançar um pouco mais," minha mãe sussurrou. A mão dela desceu do meu peito e finalmente envolveu meu saco. Ela não apertou com carinho; apertou com firmeza, pesando as bolas na palma da mão, puxando a pele pra baixo. "Mas e a mão boba? Onde ela vai?"
"Eu... desço pro quadril. Por baixo da blusa, se der."
"Demonstra," minha tia desafiou. Ela se levantou um pouco, ficando de joelhos, o rosto na altura do meu, mas o corpo dela colado nas minhas pernas. O cheiro dela era inebriante. "Onde você toca? Lembra da regra: você só toca se fizer certo."
Olhei pro corpo dela. Aquela lingerie preta, a pele bronzeada, os peitos quase pulando pra fora. Minha mão tremia.
"Eu colocaria a mão... aqui," apontei pra cintura dela, na curva logo acima do quadril, onde a pele estava exposta entre a cinta-liga e o sutiã. "Acariciando com o polegar. Sentindo a pele quente."
"Sem apertar?" ela perguntou.
"Sem apertar. Só deslizando."
"Pode fazer," ela permitiu. "É sua primeira recompensa."
Estiquei a mão e toquei a cintura da minha tia. A pele era macia, quente. Senti ela estremecer de leve sob meu toque. Deslizei o polegar devagar, subindo um pouco em direção às costelas, descendo em direção à calcinha. Enquanto eu fazia isso, minha mãe apertou meu saco com mais força e começou a masturbar o eixo do meu pau com a outra mão.
O contraste era insano. A delicadeza que eu tinha que ter com a tia na frente, e a pegada firme, possessiva da minha mãe atrás.
"Muito bem," minha tia disse, a respiração ficando um pouco mais pesada. "Mas agora a menina quer mais. Ela começa a se esfregar em você. O que você faz?"
"Eu... eu trago ela pro meu colo?"
"Não," minha mãe respondeu seco no meu ouvido. "Muito cedo. Se você trouxer pro colo agora, com esse pau duro desse jeito, vai ficar roçando nela e você vai gozar na calça antes de tirar a roupa. Você precisa de atrito controlado."
"Então o que eu faço?"
"Você provoca," minha tia disse. Ela pegou meu pau da mão da minha mãe. O toque dela era diferente - unhas longas arranhando de leve a parte de baixo, a palma macia na parte de cima. "Você usa a coxa. Coloca a perna no meio das pernas dela."
Ela se moveu, levantando uma perna e passando por cima da minha, montando na minha coxa esquerda, mas sem sentar no meu colo. A buceta dela, coberta só pela calcinha fina de renda, pressionou contra o músculo da minha perna.
"Sente isso?" ela perguntou, começando a rebolar devagar. "Isso é atrito seguro. Você sente o calor dela, ela sente a firmeza da sua perna, mas o pau fica livre. Livre pra ser... trabalhado."
Enquanto ela se esfregava na minha coxa, ela começou a masturbar meu pau com as duas mãos. Movimentos rápidos, curtos, focados na cabeça.
"Aaaahhh..." gemi, jogando a cabeça pra trás e encostando no ombro nu da minha mãe.
"Não fecha o olho!" minha mãe ordenou. "Olha pra ela. Contato visual é essencial pra manter a conexão. Se você fechar o olho, parece que tá transando sozinho."
Abri os olhos com esforço. Minha tia me encarava com um sorriso devasso, mordendo o lábio inferior, enquanto as mãos dela faziam meu pau pular.
"Tá gostoso, sobrinho?"
"Tá... tá muito bom, tia."
"A menina tá molhada," minha tia narrou, a voz ficando falhada enquanto ela se esfregava com mais força na minha coxa. "Você sente a calcinha dela encharcada na sua perna. O que você faz?"
"Eu coloco a mão... na buceta dela," arrisquei.
"Como?"
"Por cima da calcinha. Com a palma da mão inteira. Pressionando."
"Faz," ela autorizou.
Levei a mão trêmula até a virilha dela. A renda tava quente e úmida. Pressionei a palma da mão contra o monte de vênus dela e senti a anatomia ali embaixo. Ela soltou um gemido alto e parou de masturbar meu pau por um segundo, empurrando o quadril contra minha mão.
"Isso... assim," ela sussurrou. "Pressão constante. Mulher gosta de sentir que tem algo ali."
"Mas não esquece do principal," minha mãe sussurrou, voltando a assumir o controle do meu pau, agora com um ritmo frenético. "Você tá excitando ela com a mão, mas seu pau tá aqui, pulsando, querendo atenção. Você não pode gozar. Segura."
Eu tava no limite. A sensação da buceta da minha tia na minha mão, o cheiro de sexo no quarto, a mão experiente da minha mãe me levando pra beira do abismo.
"Tô quase..." avisei, desesperado.
"Para!" minha mãe comandou.
Instantaneamente, tudo parou. Minha mãe soltou meu pau. Minha tia parou de rebolar e tirou minha mão da virilha dela.
Fiquei ali, peito subindo e descendo, o pau pingando pré-gozo, doendo de tanta pressão acumulada.
"Respira," minha tia disse, calma, como se não estivesse gemendo segundos atrás. "Inspira pelo nariz, solta pela boca. Pensa em algo broxante. Pensa... sei lá, no Tio Marcos lavando o carro de sunga."
A imagem mental foi horrível, mas funcionou pra baixar a adrenalina um pouco.
"Controle," minha mãe disse, passando a mão no meu cabelo suado. "Você foi bem na leitura corporal, mas quase perdeu no físico. Se fosse a Júlia ali, você teria gozado na calcinha dela antes de tirar o pau pra fora. Isso seria um desastre."
"É difícil pra caralho," reclamei.
"Ninguém disse que ia ser fácil conquistar mulher bonita," minha tia riu, se levantando e ajeitando a calcinha. "Mas você ganhou pontos. Tocou direito, leu os sinais."
"Qual o prêmio?" perguntei, esperançoso.
Minha tia olhou pra minha mãe. Um olhar cúmplice, cheio de significados que eu não peguei na hora.
"O prêmio é a fase dois do teste," minha mãe disse, se afastando e indo até a porta do quarto. Ela trancou de novo, conferindo se tava bem fechada. "Sexo oral."
Meu coração disparou. "Vocês vão...?"
"Não," minha tia cortou, rindo. "Você não entendeu. A aula de hoje é sobre dar prazer, não só receber. O prêmio é você aprender a chupar uma mulher como um homem de verdade. E adivinha quem vai ser a modelo?"
Ela apontou pra si mesma.
"Mas... você é casada. O tio..."
"Seu tio não me chupa direito há anos," ela disse com um desdém casual, subindo na minha cama e ficando de joelhos no colchão. "Ele tem pressa. Você... você vai aprender a ter paciência. E eu vou te guiar em cada lambida."
Minha mãe veio até mim, pegou minha mão e me levou até a cama. "Lembra da regra, filho. Eu olho, eu oriento, eu corrijo. Você executa. E sua tia avalia."
"Senta ali," minha tia apontou pro pé da cama. "Eu vou sentar na sua cara. É a melhor posição pra você ter controle e eu ter conforto."
Engoli seco, o pau latejando dolorosamente, e me posicionei. Minha tia veio engatinhando pela cama como uma felina, a lingerie preta destacando cada curva. Ela parou sobre mim, um joelho de cada lado da minha cabeça. A visão era... divina. A buceta dela ali, a centímetros do meu nariz, coberta apenas por uma tira fina de renda molhada. O cheiro era almiscarado, forte, inebriante.
"Tira a calcinha com a boca," minha mãe instruiu, sentada numa cadeira ao lado da cama, as pernas cruzadas, assistindo como se fosse um filme cult. "Sem usar as mãos."
Segurei o quadril da minha tia - permissão implícita - e levei a boca até a lateral da calcinha. Menti os dentes na renda e puxei devagar. Ela levantou o quadril pra ajudar. A calcinha desceu, revelando tudo. Lábios perfeitamente desenhados, depilação estilo "pista de pouso", um brilho intenso de lubrificação natural.
"Primeira lição de oral," minha tia disse, segurando meu cabelo e guiando meu rosto. "Não vai direto no clitóris. Nunca. É sensível demais. Começa pelas coxas. Beija a virilha."
Obedeci. Beijei a parte interna da coxa dela, sentindo o gosto salgado da pele, o perfume misturado com suor. Ela suspirou.
"Isso. Agora sobe. Lambe os lábios por fora. De baixo pra cima."
Passei a língua, longa e plana, começando perto do períneo e subindo por toda a extensão da fenda dela, sem focar no "botãozinho". O gosto era forte, ácido e doce ao mesmo tempo. Gosto de mulher adulta, experiente.
"Mmmm... bom garoto," ela elogiou, as coxas tremendo um pouco ao redor das minhas orelhas, as unhas cravando levemente no meu couro cabeludo.
"Agora," minha mãe instruiu da cadeira, a voz clínica mas carregada de luxúria, "você vai aprender a técnica do alfabeto. É infalível. Quero que você desenhe letras com a língua no clitóris dela. Mas não toca direto nele ainda. Circula."
"Começa com o A," minha tia gemeu, abrindo mais as pernas e pressionando a buceta contra minha boca. "Bem aberto."
Fiz o que mandaram. Minha língua rígida contornou a anatomia dela, desenhando um 'A' imaginário ao redor dos lábios internos. Ela estremeceu.
"B," minha mãe comandou. "O B tem curvas. Aproveita as curvas pra roçar a lateral da língua nos lábios menores."
O gosto dela estava ficando mais forte, mais intenso à medida que a lubrificação aumentava. Eu estava com o rosto encharcado, o nariz afundado nos pelos curtos da virilha dela, inebriado. Enquanto minha língua trabalhava no alfabeto, meu pau estava abandonado, latejando dolorosamente contra o colchão. Eu roçava o quadril na cama tentando buscar algum alívio, mas era inútil.
"C," minha tia pediu, a voz ficando arrastada. "Faz o C bem devagar na parte de cima..."
Quando cheguei na curva do C, passei a ponta da língua raspando levemente no capuz do clitóris. O corpo dela deu um solavanco violento e as coxas dela apertaram minhas orelhas como um torno.
"Aí!" ela gritou, a respiração cortada. "Aí mesmo. Esquece o alfabeto. Fica aí."
"Atenção, aluno," minha mãe disse, se levantando da cadeira e vindo até a beira da cama. "Você achou o ponto. Agora a lição é sobre consistência. A maioria dos homens erra aqui. Eles acham o ponto e começam a acelerar feito loucos. Não muda o ritmo. Mantém. Exatamente. Assim."
Tentei manter o ritmo. Era difícil pra caralho. O cheiro, os gemidos dela, a visão daquela buceta pulsando a centímetros dos meus olhos... meu instinto era devorar, lamber rápido, chupar com força. Mas eu tinha que ser técnico. Tinha que ser controlado.
*Ploc, ploc, ploc.* O som da minha língua batendo na carne molhada dela enchia o quarto silencioso.
"Isso..." minha tia gemia, a cabeça jogada pra trás, as mãos agora segurando meu cabelo com força, guiando meu ritmo. "Não para... não para..."
De repente, senti uma mão quente envolver meu pau.
Minha mãe.
Ela tinha se ajoelhado ao lado da cama, perto do meu quadril. Enquanto eu trabalhava na minha tia, minha mãe começou a masturbar meu pau. O toque dela era firme, possessivo, sincronizado com o movimento da minha língua.
"Recompensa dupla," ela sussurrou no meu ouvido, o hálito quente dela me fazendo arrepiar. "Você tá fazendo um bom trabalho. Merece um carinho."
Eu estava cercado. Boca na tia, pau na mãe. Meu cérebro entrou em curto-circuito. A sensação era avassaladora. Em cima, a buceta da minha tia estava encharcada, escorrendo sucos que eu bebia avidamente. Em baixo, a mão da minha mãe me levava ao limite, o polegar dela esfregando a cabeça do meu pau com uma precisão cirúrgica.
"Ele tá duro feito mármore," minha mãe comentou casualmente com minha tia, como se estivessem trocando receitas, enquanto continuava a me masturbar. "E a veia tá saltando. Acho que ele tá gostando da aula."
"Mmmm... eu tô gostando mais..." minha tia respondeu, a voz embargada. "Sobe... sobe pro clitóris agora. Chupa ele. Faz vácuo."
Mudei a técnica. Fechei os lábios ao redor do botãozinho inchado e suguei suavemente, enquanto a língua batia rápido na ponta.
Foi o gatilho.
Minha tia gritou. O corpo dela arqueou pra cima, saindo da cama, e ela empurrou meu rosto contra a virilha dela com uma força absurda. Eu mal conseguia respirar, nariz amassado contra a carne, boca cheia dela, mas continuei. Sugando. Lambendo. Bebendo.
"Vou gozar! Vou gozar, porra!" ela avisou, as unhas cravando no meu couro cabeludo, quase machucando.
"Não para!" minha mãe ordenou, e ao mesmo tempo apertou meu saco com força, me impedindo de focar na minha própria excitação. "Aguenta firme! Leva ela até o fim!"
Senti os espasmos começarem. A parede vaginal dela contraindo contra minha língua, os fluidos jorrando mais forte. Ela tremeu inteira, gritando o nome do meu tio (o que foi bizarro e excitante ao mesmo tempo) e depois xingando, gemendo, implorando.
Eu suguei cada gota. Cada tremor.
Quando ela finalmente relaxou, caindo pesada sobre meu rosto, eu estava sem ar, tonto, com o gosto dela impregnado na garganta. Ela ficou ali por um minuto, recuperando o fôlego, o peito subindo e descendo rápido.
Minha mãe soltou meu pau.
"Excelente," minha mãe disse, limpando a mão melada de pré-gozo na minha própria coxa. "Nota dez em execução oral. "Júlia vai ter muita sorte," minha mãe completou a frase, cruzando os braços e me observando com um sorriso de satisfação profissional.
Minha tia rolou para o lado, saindo de cima do meu rosto com um suspiro longo e tremulo. O ar fresco do ar condicionado bateu na minha pele, que estava ensopada de suor e dos fluidos dela. Ela caiu no colchão ao meu lado, completamente descabelada, o batom vermelho borrado, o peito subindo e descendo num ritmo frenético. As pernas dela ainda tremiam levemente, reflexo do orgasmo intenso que eu tinha acabado de provocar.
"Caralho..." ela sussurrou, olhando pro teto, os olhos vidrados. "Sobrinho, vou te falar uma coisa séria, de mulher pra homem. Teu tio Marcos nunca, em vinte anos de casamento, me fez gozar só com a boca desse jeito. Nunca."
Eu estava tonto, zonzo de falta de ar. O gosto dela - forte, almiscarado, íntimo - estava impregnado na minha língua, no céu da boca, na garganta. Passei a mão no rosto e senti a umidade.
"Sério?" consegui perguntar, a voz rouca.
"Sério. Você tem um talento natural. Ou teve professoras muito boas orientando."
"As duas coisas," minha mãe interveio, caminhando até a cama. Ela pegou a calcinha da minha tia que estava jogada no lençol e jogou em cima da barriga da irmã. "A técnica foi impecável. A consistência, o ritmo... você ouviu tudo o que eu disse e executou perfeitamente. Nota dez."
Senti uma onda de orgulho misturada com o tesão absurdo que ainda pulsava nas minhas veias. Mas então a realidade do meu próprio corpo gritou mais alto.
Olhei para baixo. Meu pau estava roxo. Latejando violentamente contra a minha barriga. Uma gota espessa de pré-gozo escorria pela cabeça inchada, brilhando na luz fraca do quarto. Doía. Doía fisicamente de tanta pressão acumulada. Eu estava na beira do precipício há quase uma hora, sendo estimulado, provocado, tocado, e agora tinha acabado de ver e sentir minha tia gozar na minha cara.
"Mãe..." chamei, a voz falhando, suplicante. "E eu? Eu tô... eu vou explodir aqui."
Minha mãe parou de sorrir. O rosto dela assumiu aquela expressão pedagógica, quase severa, que ela usava quando eu tirava nota baixa na escola, mas agora misturada com uma luxúria fria. Ela olhou para o meu pau ereto, depois para os meus olhos.
"A aula acabou por hoje, filho."
Arregalei os olhos. "O quê? Como assim acabou? Vocês não vão... eu não posso...?"
"Não," minha tia respondeu, se espreguiçando na cama como uma gata satisfeita, sem fazer menção nenhuma de me ajudar. "O acordo era claro. O prêmio era o oral *nela*. Você ganhou o prêmio. Executou. Fim da transação."
"Mas eu tô morrendo aqui! Isso é tortura!" reclamei, levando a mão ao meu pau num reflexo de desespero.
"Tira a mão!" minha mãe ordenou, um estalo de voz que me fez congelar. "Regra número um: controle. Se você se aliviar agora, vai desperdiçar todo o aprendizado de hoje."
"Que aprendizado? O aprendizado de ficar com dor nas bolas?"
Minha mãe se aproximou, sentando na beirada da cama, bem perto do meu quadril. Ela não tocou em mim, mas a proximidade do corpo nu dela, o cheiro da pele dela, era quase insuportável.
"A lição final de hoje é sobre prioridades," ela explicou, a voz suave mas firme. "Muitas vezes, quando você estiver com uma mulher, o prazer dela vai ser o foco principal. E você, como um amante de elite que estamos construindo, precisa aprender a lidar com a sua própria urgência. Se você gozar agora, vai relaxar. Vai perder essa tensão. Eu quero que você durma assim."
"Dormir assim?" Quase gritei.
"Exatamente. Quero que você passe a noite inteira sentindo essa vontade. Quero que você sinta o cheiro da sua tia na sua cara e não possa fazer nada a respeito. Isso vai criar uma reserva de energia sexual. Amanhã, quando você acordar, sua testosterona vai estar no teto. Sua confiança vai estar blindada."
Minha tia se levantou da cama, as pernas ainda bambas. Ela vestiu a calcinha devagar, num strip-tease reverso cruel, cobrindo aquela buceta que eu tinha acabado de venerar.
"Sua mãe tem razão, lindão," ela disse, vestindo o vestido preto por cima da lingerie. "Pensa nisso como um investimento. Se você aguentar essa noite sem bater uma, na próxima vez... quem sabe a recompensa não seja maior?"
Ela caminhou até mim. Eu estava sentado na cama, nu, derrotado e excitado ao extremo. Ela segurou meu rosto com as duas mãos, as unhas compridas arranhando de leve minha bochecha. Ela olhou para a minha boca, suja dos fluidos dela.
"Não lava o rosto," ela sussurrou, os olhos brilhando com uma malícia pura. "Dorme sentindo o meu gosto. Sonha comigo."
Ela se inclinou e me deu um selinho rápido - salgado, úmido, íntimo - e se afastou antes que eu pudesse tentar aprofundar o beijo.
"Tchau, irmã. A aula foi ótima," ela disse pra minha mãe, piscando, e saiu do quarto rebolando, o som do salto *tec-tec-tec* ecoando pelo corredor até sumir.
Fiquei sozinho com minha mãe.
Ela se levantou, ajeitou o robe de seda, cobrindo o corpo perfeito que tinha me provocado a noite toda. Ela olhou para o meu pau uma última vez - uma olhada longa, apreciativa, quase faminta, mas controlada.
"Você foi muito bem hoje," ela disse. "Tô orgulhosa. Você tá virando um homem perigoso."
Ela se inclinou, mas ao invés de me beijar, ela deu um peteleco leve, quase carinhoso, bem na cabeça do meu pau inchado.
"Ai!" reclamei, o corpo todo dando um solavanco com a sensibilidade extrema.
"Boa noite, filho. Tenta descansar," ela disse com um sorriso irônico.
Ela caminhou até a porta, saiu e, para meu desespero final, ouvi o barulho da chave girando na fechadura por fora. *Click.*
Fiquei ali, sentado no escuro, o silêncio da casa pesando sobre mim. O gosto da minha tia na boca, a imagem da minha mãe nua gravada na retina, e meu pau duro, dolorido, apontando para o teto como um monumento à minha frustração. Eu sabia que não ia dormir. Sabia que ia passar a noite inteira rolando na cama, lutando contra a vontade de desobedecer a ordem delas.
Mas, lá no fundo, uma parte doentia e excitada do meu cérebro já estava contando os minutos para o próximo "teste surpresa". Porque se a aula de hoje tinha sido assim... eu nem conseguia imaginar o que elas guardavam para a próxima fase.
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