Minha Esposa Fudeu Com O Garoto Que Ela Viu Crescer - PARTE 2

Um conto erótico de incestuozzy
Categoria: Heterossexual
Contém 2304 palavras
Data: 27/01/2026 03:48:43

# O Teatro do Corno: A Consagração da Puta e da Aprendiz

Dirigi de volta para casa com as mãos suando no volante de couro do meu sedan importado. O vídeo do Gustavo destruindo minha esposa e confessando ter arrombado minha filha rodava em loop na minha cabeça, projetado na minha retina. Cada "plap" da pele dele batendo na dela, cada gemido da Laura chamando ele de "dono", cada menção à Aninha sendo usada como marmita... tudo isso funcionava como gasolina num incêndio. Eu estava duro. Uma ereção dolorosa, latejante, que brigava com o cinto de segurança. Mas eu precisava compor o personagem. Eu precisava do terror antes do êxtase.

Estacionei na garagem. O carro do lado, o SUV que eu comprei para a Laura levar as crianças na escola, parecia zombar de mim. A "mãe de família" do 302. Respirei fundo, forcei meu pau a baixar (sem sucesso) e trincaram os dentes. Eu precisava parecer o marido traído, furioso, o patriarca ofendido. Aquele homem que eu nunca fui, mas que a sociedade esperava que eu fosse.

Entrei em casa batendo a porta da frente com uma violência calculada. O estrondo ecoou pela sala de estar com pé direito duplo, fazendo os cristais na cristaleira vibrarem.

— LAURA! — gritei, a voz rasgando a garganta. — VEM AQUI AGORA, SUA VAGABUNDA!

O silêncio que se seguiu foi pesado. Ouvi passos rápidos no andar de cima, tropeços. Ela desceu as escadas pálida, ainda usando um robe de seda que tentava cobrir o corpo que, horas antes, estava exposto e aberto para o vizinho. O rosto dela estava lavado, mas eu via o inchaço nos lábios, o "bico" de quem chupou algo grosso por tempo demais.

— Amor? O que foi? O que aconteceu? — ela tentou, a voz trêmula, os olhos arregalados de pânico. Ela sabia. No fundo, a culpa sempre sabe.

Eu não respondi. Caminhei até ela como um predador. Tirei o iPad da minha pasta — o iPad que eu tinha confiscado virtualmente — e o joguei com força na mesa de centro de vidro. O aparelho deslizou e parou na beirada.

— Não se faça de sonsa, Laura! — rugi, chegando perto o suficiente para sentir o cheiro dela. Ela tinha tomado banho, claro. Cheirava a sabonete caro de lavanda. Mas, para o meu nariz doente, o cheiro de *kiboa* e sêmen do Gustavo ainda estava lá, impregnado nos poros dela. — Eu sei de tudo! Eu vi tudo!

Ela recuou até bater as costas na parede fria da sala.

— Viu... viu o quê? Do que você está falando? — ela chorava agora, lágrimas de crocodilo, lágrimas de quem foi pega.

— Eu vi você com ele! — Avancei e agarrei os ombros dela, chacoalhando-a com uma força que eu raramente usava. — Eu vi o moleque do vizinho! O Gustavo! O amigo do nosso filho! Eu vi você de quatro naquela cama, sendo arrombada por um garoto de 18 anos! Eu vi você chamando ele de dono! Eu vi você falando da nossa filha!

A menção à Aninha foi o golpe final. As pernas da Laura cederam. Ela escorregou pela parede até o chão, cobrindo o rosto com as mãos, soluçando compulsivamente. O medo dela era palpável. Ela via a vida dela desmoronando: o divórcio, o escândalo no condomínio, a perda da guarda, a vergonha pública.

— Pelo amor de Deus... me perdoa... eu não sei o que deu em mim... foi um erro... eu sou doente... — ela balbuciava, misturando desculpas esfarrapadas. — Ele... ele me forçou um pouco... eu fiquei confusa...

— FORÇOU? — gritei, fingindo uma indignação moral suprema. — Você estava implorando! Você pediu pra ele gozar dentro! Você disse que eu sou um corno inútil que só serve pra pagar as contas! É isso que eu sou pra você, Laura? Um banco? Um caixa eletrônico pra você sustentar sua vida de puta enquanto dá pro vizinho?

Eu andava de um lado para o outro, chutando almofadas, derrubando um vaso decorativo de propósito só para fazer barulho. O terror nos olhos dela era o afrodisíaco mais potente que eu já tinha provado. Ela achava que eu ia matá-la. Ela achava que eu ia expulsá-la de casa com a roupa do corpo.

— Eu vou acabar com você, Laura! — ameacei, apontando o dedo na cara dela. — Vou mostrar esse vídeo pra todo mundo! Pra sua mãe! Pro clube! Vou botar no grupo do condomínio! Todo mundo vai ver a "Dona Laura" levando tapa na bunda e lambendo a porra do Gustavo! E a Aninha... meu Deus, a Aninha! Você deixou aquele animal tocar na nossa filha! Você é um monstro!

Ela se arrastou até meus pés, agarrando minhas pernas, o robe abrindo e revelando um vislumbre das coxas que horas antes tremiam ao redor dos quadris do garoto.

— Não! Por favor! Comigo faça o que quiser, me mata, mas não expõe a gente! Não conta pra ninguém! Eu faço qualquer coisa! Eu paro! A gente muda de casa! Eu juro, eu juro por tudo! Eu sou um lixo, eu sei, mas não acaba com a nossa família!

Fiquei olhando para ela ali, rastejando, humilhada, destruída pelo medo. O cenário estava perfeito. O marido traído, a esposa arrependida. Era o clichê. Era o script.

E então, eu quebrei o script.

Começou com um riso baixo. Um som gutural, que subiu pela minha garganta e escapou como um engasgo. Laura parou de chorar por um segundo, olhando para cima, confusa. O medo nos olhos dela mudou de "ele vai me bater" para "ele enlouqueceu".

Eu continuei rindo. O riso aumentou de volume, virou uma gargalhada histérica, seca, cruel. Eu ria tanto que tive que me apoiar no sofá.

— Você... você acha mesmo que eu ligo? — consegui dizer entre as gargalhadas, limpando uma lágrima do canto do olho.

Ela piscou, atordoada.

— O... o quê?

Parei de rir abruptamente. Meu rosto ficou sério, mas não com raiva. Com uma calma gélida e perversa. Me agachei na frente dela, ficando olho no olho.

— É brincadeira, Laura. — soltei, com um sorriso torto.

Ela ficou paralisada, o cérebro tentando processar a informação.

— Brincadeira...? Como assim?

— Eu disse que é brincadeira essa minha raiva. Esse teatro todo. — Passei a mão no cabelo dela, o mesmo cabelo que o Gustavo tinha puxado com tanta violência. — Você acha que eu fiquei ofendido? Você acha que eu me senti desrespeitado?

Aproximei meu rosto do dela até nossos narizes quase se tocarem.

— Eu assisti ao vídeo cinco vezes antes de vir pra casa, Laura. E sabe o que eu fiz na quinta vez? Eu bati uma punheta no carro. Eu gozei pensando em você engasgando com o pau daquele moleque.

O queixo dela caiu. O choque foi tão grande que ela parou de chorar instantaneamente.

— Você... você gostou? — ela sussurrou, incrédula.

— Gostei? — Levantei, caminhando até o barzinho da sala e servindo uma dose de uísque para mim. — Laura, eu *amei*. Eu sempre soube o que você era. Essa pose de dondoca, de mãe de família... sempre foi uma máscara. Eu via como você olhava para os homens. Eu via como você ficava "acesa" quando a gente ia naqueles jantares chatos e algum garçom novinho te atendia.

Tomei um gole do uísque e apontei o copo para ela.

— Eu sempre quis te ver assim. Sendo usada. Sendo tratada como o pedaço de carne que você é. Ver você chamando um moleque de 18 anos de "dono"... ver você agradecendo por levar tapa na cara... foi a coisa mais excitante que aconteceu nesse casamento em vinte anos.

Ela ainda estava no chão, mas a postura mudou. O medo deu lugar a uma confusão, e depois, lentamente, a algo mais sombrio. Uma aceitação.

— E... e sobre o que eu disse de você? — ela perguntou, testando o terreno. — Que você é um corno inútil?

Sorri abertamente.

— Foi a melhor parte. Porque é verdade, não é? Nesse cenário, eu sou o corno que paga a conta. Eu sou o otário que comprou essa casa pro Gustavo vir aqui foder as minhas mulheres. E eu adoro isso. Adoro saber que meu dinheiro serve pra manter o conforto da puta do vizinho.

Caminhei até ela de novo e estendi a mão.

— Levanta.

Ela segurou minha mão e levantou. O robe estava aberto, revelando os seios pesados, os mamilos duros pelo frio do ar condicionado e pela tensão.

— E a Aninha? — ela perguntou, a voz mais firme agora, mas ainda receosa. — Você... você ouviu o que ele fez com ela?

Senti meu pau pulsar violentamente dentro da calça.

— Ouvi. E ouvi o que você vai fazer amanhã. — Encarei os olhos dela. — Você acha que eu devia proteger ela? Mandar ela pra um convento? Chamar a polícia?

Ela mordeu o lábio, desviando o olhar.

— Ela... ela gosta, amor. Ela é igual a mim. Desde pequena... ela sempre foi muito "dada". O Gustavo... ele só "acordou" ela.

— Exatamente! — Segurei o queixo dela, forçando-a a me olhar. — A Aninha já nasceu com a vocação. Ela é sua filha, caralho! O sangue de puta corre na veia dela. E sabe o que uma boa mãe faz? Uma boa mãe ensina. Uma boa mãe orienta.

— Você quer que eu... que eu deixe?

— Deixe? — Soltei uma risada debochada. — Eu quero que você *ensine*. A Aninha é uma amadora. Ela chupa bem, segundo o Gustavo, mas ela não tem a técnica, a manha de uma veterana como você. Ela precisa de uma preceptora. Alguém pra mostrar como se serve um macho de verdade.

Os olhos da Laura brilharam. Um brilho sujo, de cumplicidade. Ela entendeu. O marido corno não estava apenas aceitando; ele estava dirigindo a cena.

— Você quer que eu ensine ela a ser... puta? — ela perguntou, a palavra saindo doce da boca dela.

— Eu quero que você transforme nossa filha na maior vadia desse condomínio. Quero que ela supere a mãe. E amanhã... amanhã é a aula prática.

Comecei a andar em círculos ao redor dela, desenhando o plano no ar com as mãos.

— O Gustavo mandou você levar ela amanhã, não mandou?

— Mandou. Ele quer as duas. Mãe e filha.

— Ótimo. Você vai fazer exatamente isso. Mas vamos mudar um detalhe. Eu não vou trabalhar amanhã.

Ela arregalou os olhos.

— Você vai ficar? Mas ele... ele vai ver você! Ele não vai querer fazer nada se o "corno" estiver em casa!

— Calma, sua puta burra. — Falei com carinho, dando um tapinha no rosto dela. — Eu vou me esconder. Vou ficar no closet. Vou deixar a porta entreaberta. Quero ver tudo. Ao vivo. Sem tela de computador. Quero sentir o cheiro. Quero ouvir a respiração dele.

Abracei ela por trás, apertando os peitos dela com força, sussurrando no ouvido.

— Você vai trazer a Aninha pro quarto. Vai dizer pra ela que o Gustavo tá vindo e que a mamãe vai ensinar como deixar ele feliz. Você vai preparar ela. Vai tirar a roupa dela. Vai deixar ela nua na cama dos pais, esperando o macho.

Senti o corpo da Laura relaxar e se entregar à fantasia. Ela esfregou a bunda na minha virilha, sentindo meu pau duro.

— E quando ele chegar?

— Quando ele chegar, você vai tratar ele como rei. Vai se ajoelhar, vai beijar o pé dele se ele mandar. E vai fazer a Aninha fazer o mesmo. Quero ver vocês duas brigando pela atenção dele. Quero ver você com ciúmes da própria filha mamando o pau que você quer.

— Eu vou... eu vou fazer ela engolir tudo... — Laura sussurrou, a voz rouca. — Vou mostrar pra ela que a mamãe aguenta mais fundo.

— Isso! Competição! — Apertei um dos mamilos dela até ela ganir de dor. — Mas tem mais. Eu não vou ficar escondido o tempo todo.

Ela virou o rosto para me olhar, curiosa e assustada.

— O que você vai fazer?

— Quando ele estiver bem entretido... quando ele estiver com uma de vocês na boca e a outra na buceta... ou quando ele estiver arrombando a Aninha e fazendo ela gritar... eu vou sair do closet.

— Meu Deus... ele vai parar. Ele vai assustar.

— Não vai. O Gustavo é arrogante. Ele se acha intocável. Quando ele me ver, sabe o que vai acontecer? Ele vai rir. Ele vai ver o corno assistindo e vai ficar mais excitado ainda. Ele vai querer se exibir. Vai querer mostrar pro "tio" como se fode a família dele direito.

Passei a mão pela barriga dela, descendo até a virilha por cima do robe.

— E eu vou estar lá. De pé. Assistindo. Talvez batendo uma punheta enquanto ele come minha esposa e minha filha. E no final... no final, eu quero limpar ele.

Laura estremeceu.

— Você quer... limpar ele?

— Quero. Quero que vocês duas chupem ele até ele ficar seco, mas quero lamber o que sobrar. Quero ser o lixo de vocês. Quero ser o último da fila. O Gustavo come, vocês mamam, e eu fico com o resto. É o meu lugar, não é?

Laura se virou nos meus braços e me beijou. Um beijo faminto, sujo, com gosto de traição.

— Você é doente, amor... você é mais doente que eu.

— Somos todos doentes, Laura. Essa família inteira tá podre. E amanhã... amanhã a gente vai celebrar essa podridão.

Soltei ela e dei um tapa na bunda dela, forte, imitando o gesto do Gustavo.

— Agora sobe. Vai lá no quarto da Aninha. Acorda ela. Fala que a mamãe precisa conversar sobre o "namoradinho" dela. Começa a preparar o terreno. Fala pra ela que amanhã vai ser um dia especial. O dia da formatura dela.

Laura sorriu, ajeitou o robe e caminhou em direção à escada. O andar dela estava diferente. Não era mais a esposa cansada. Era a puta mestra, indo recrutar a aprendiz. Eu fiquei na sala, terminei meu uísque num gole só e olhei para o teto, imaginando a cena de amanhã. O Gustavo, o rei menino, e suas duas servas. E eu, o bobo da corte, assistindo e aplaudindo o espetáculo da minha própria destruição.

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