Irmãos enfrentam dilema íntimo durante pandemia parte 6

Um conto erótico de Damian
Categoria: Heterossexual
Contém 1878 palavras
Data: 04/01/2026 09:57:34

Na manhã seguinte, acordei depois das três horas da tarde, o corpo ainda tremendo e hipersensível do orgasmo avassalador de ontem – cada músculo latejando com um eco de prazer que me fazia questionar minha própria identidade, como se aquele êxtase prostático tivesse desbloqueado camadas ocultas de desejo e vulnerabilidade. Percebi que Sarah não estava mais em cima de mim; ela havia mudado de posição durante a noite enquanto eu dormia profundamente, agora deitada de conchinha comigo, seu corpo nu colado ao meu, o calor de sua pele irradiando como uma chama proibida. Meu pau, semi-ereto e pulsante, roçava próximo à abertura da sua buceta, deixando-a molhadinha com pré-gozo que escorria devagar, misturando-se à umidade dela – uma sensação explícita e erótica que me excitava mesmo no resíduo do cansaço, refletindo sobre como nosso laço taboo nos transformava em algo primal, inseparável. Ela dormia pesado, respirando profundamente, o peito subindo e descendo em um ritmo sereno que contrastava com a intensidade de nossos atos.Levantei com cuidado extremo para não acordá-la, os lençóis suados se desgrudando da minha pele sensível, e fui para o banheiro tomar um banho. O chuveiro cascateando água quente por todo o meu corpo me fazia sentir cada gota como se fosse um toque gostoso de Sarah – escorrendo pelos ombros, peito, pau latejante e cu ainda sensível, enviando arrepios que misturavam dor residual e prazer latente. Lavei os resíduos do meu orgasmo que grudavam na pele – sêmen seco na barriga, lubrificante pegajoso nas coxas –, e usei uma chuca para tirar o lubrificante do meu cu, a água pressionando as paredes internas me fazendo gemer baixo, o prazer inesperado me pegando de surpresa. "Hmm… isso é gostoso!!! Como se estivesse limpando não só o corpo, mas abrindo espaço para mais explorações, mais reflexões sobre o que eu desejo de verdade", murmurei para mim mesmo, a voz ecoando no azulejo úmido, o corpo tremendo levemente com a sensação.Terminei o banho, me enxuguei com uma toalha macia, vesti uma cueca boxer leve que abraçava meu pau ainda sensível e um short de tactel folgado, sentindo-me exposto e excitado ao mesmo tempo. Fui para a cozinha, preparei café preto forte, pão torrado com manteiga derretendo e suco de limão fresco, o aroma cítrico preenchendo o ar como uma âncora na normalidade de nosso mundo isolado. Sentei-me à mesa e comecei a comer devagar, saboreando cada mordida enquanto refletia sobre a confissão da noite anterior – sobre Steve, sobre minha bissexualidade recém-despertada, e como Sarah havia me aceitado sem julgamentos, fortalecendo nosso laço além do sangue e do desejo.Alguns minutos depois, ouvi os passos leves de Sarah vindo pelo corredor, o som suave dos pés descalços no piso frio anunciando sua presença. Ela usava uma camisola fina e transparente que deixava seus seios pequenos e pontudos visíveis, os mamilos endurecidos pressionando o tecido como convites explícitos, e sua buceta molhada traída por uma mancha úmida que escorria pelas coxas internas, o cheiro sutil de excitação feminina se misturando ao aroma do café. Ela me olhou com um sorriso sonolento e malicioso, os olhos brilhando de lembranças recentes. "Bom dia, flor do dia! Como você tá se sentindo? Olha, eu nunca tinha visto alguém ter um orgasmo tão insano como o que você teve ontem – nem em vídeos pornô daqueles bem explícitos, com gemidos guturais e corpos convulsionando. Foi algo incrível te levar ao ápice, te ver se entregando como uma putinha safada, jorrando sêmen como nunca... me excitou pra caralho só de assistir e guiar!!!", disse ela, a voz carregada de excitação pura, os olhos semicerrados enquanto tocava o dedão do pé no meu pau sensível sob o short, pressionando levemente, enviando choques de prazer misturado a desconforto."Hmmm… para… manaaa… por favor, eu ainda tô muito sensível! Isso não é legal, caralho... parece que cada toque é uma faísca no meu corpo todo, me deixando louco de novo!!!", implorei, gemendo involuntariamente, o rosto corando de vergonha enquanto meu pau latejava traidoramente, pré-gozo escorrendo de novo.Ela deu uma risada leve e provocante, o som ecoando como uma melodia erótica que me fez ficar ainda mais vermelho, as bochechas queimando. "É normal, mano... você teve um orgasmo muito intenso, daqueles que te deixam o corpo todo em chamas por horas, reflexivo sobre cada sensação. Não demora muito pra você voltar ao normal – mas enquanto isso, vou adorar te ver assim, vulnerável e excitado!!!", respondeu ela, piscando maliciosa, sentando-se ao meu lado e pegando uma xícara de café, os seios balançando levemente com o movimento.Olhei pra ela com alívio genuíno, o coração aquecido pela aceitação incondicional. "Olha, obrigado por não me julgar ontem, em ambas as situações – o orgasmo e a confissão sobre Steve. Você tem sido uma irmã incrível, mana... sem nem como te compensar por isso tudo, por me fazer sentir seguro nesse taboo que estamos vivendo!!!", disse com um sorriso saliente, algo malicioso em mente, esperando ver sua reação, reflexivo sobre como nosso desejo mútuo nos impulsionava para mais.Ela mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando de excitação ao captar a insinuação. "Bem… eu sei como, na verdade. Você podia me fazer uma massagem íntima hoje, daquelas que me deixam tremendo e implorando... o que você acha? Quero sentir seus dedos, sua boca me explorando de novo, me levando ao limite como você prometeu!!!", propôs ela, a voz rouca e explícita, a mão escorregando por baixo da mesa para roçar minha coxa, enviando arrepios.Sorri triunfante, percebendo que ela pensara na mesma coisa que eu, o tesão reacendendo como uma fogueira. "Pode deixar... vou te fazer ter o melhor orgasmo da sua vida, melhor que aquele primeiro – amanhã você vai tá tão sensível e excitada que vai me pedir mais, e eu vou fazer você gozar até desmaiar, squirting como uma fonte descontrolada, nos perdendo nesse prazer pecaminoso que é só nosso!!!", respondi, a voz baixa e possessiva, os olhos fixos nos dela, reflexivo sobre como aquilo nos unia ainda mais.Ela sorriu triunfante, os olhos cheios de promessas, e terminamos o café rapidamente, a tensão sexual pairando no ar como uma névoa densa. Fomos pro quarto dela, onde eu já havia preparado tudo enquanto ela dormia – velas acesas tremulando na penumbra, incenso de lavanda criando um aroma relaxante, óleo de massagem aquecido na mesinha de cabeceira, a cama com lençóis frescos convidando para a entrega total. Ela ficou surpresa e extremamente excitada, os olhos arregalados de desejo ao ver o setup. Tirou a camisola com pressa, revelando o corpo nu e perfeito – seios pequenos implorando por toque, buceta rosada já inchada e molhada –, e se deitou na cama de peito pra cima, as pernas ligeiramente afastadas, expondo tudo para mim.Peguei o óleo de massagem, quente e escorregadio, e passei por todo o corpo dela, as mãos deslizando pela pele suave como seda. Comecei a massagear seus seios pequenos, apalpando com as duas mãos, apertando os bicos endurecidos entre os dedos, chupando e lambendo os mamilos com a língua quente e faminta, mordiscando levemente para intensificar o prazer. Ela gemeu freneticamente, o corpo arqueando: "Hmmm… nossa… isso… é… hmm… tão… bom, Damy... seus dentes no meu mamilo me deixam louca, como se cada chupada fosse uma promessa de gozo!!!".Continuei massageando, seguindo o caminho pela sua barriga lisa e trêmula, passando pelas coxas internas, roçando de leve na buceta sem tocar diretamente, o que a fez gemer de frustração pura, as unhas cravando nos lençóis. "Hmm… vai… logo… pra… lá… manooo… tô… muito… excitada, caralho... minha buceta tá pulsando, implorando pelos seus dedos!!!", implorou ela com uma voz chorosa, os olhos suplicantes, reflexiva sobre a tortura deliciosa da expectativa.Voltei a subir pela sua perna, devagar e torturante, até a sua buceta, massageando bem os lábios inchados e úmidos, circulando ao redor do clitóris protuberante sem pressionar ainda, os fluidos dela escorrendo pelos meus dedos. Seus gemidos ficaram cada vez mais intensos, ecoando no quarto: "Ahhhh… ahhhh… ahhhh!!! Por favor, me toca direito... tô enlouquecendo aqui!!!".Então, comecei a massagear seu clitóris com uma leve pressão e movimentos circulares precisos, o polegar deslizando no nervo sensível, fazendo-a tremer que nem doida, o corpo convulsionando em ondas preliminares. "Hmm… é aí mesmo… foi bem no local… certo… hmmmm!!! Tá me levando ao limite, mano... seu toque é viciante!!!", gemeu ela, as coxas se contraindo ao meu redor.Tirei o dedo do clitóris por um momento, só para inseri dois dedos dentro da sua buceta apertada e quente, massageando o ponto G com firmeza, curvando-os para pressionar o local exato, enquanto começava a lamber primeiro o clitóris, sugando-o como um doce proibido, depois a fenda da sua buceta, a língua explorando cada dobra úmida. Ela convulsionou de prazer, as mãos agarrando meus cabelos: "Hmm… uai... sua língua é tão… quente… tá me levando às alturas, me fazendo questionar se isso é real ou um sonho erótico!!!".Acelerei as lambidas, adicionando um pouco mais de intensidade, conseguindo lamber sua buceta e seu cu ao mesmo tempo, a língua traçando caminhos explícitos e proibidos, dando a ela arrepios insanos pelo corpo todo, os pelos eriçados como se estivesse em choque elétrico. Ela gemeu guturalmente, os sons vindos do fundo da alma: "Uhhh… uhhh… uhhh!!! Caralho, isso é sujo e delicioso... me faz sentir como uma vadia sua, implorando por mais!!!". Acelerei ainda mais as lambidas, sugando com voracidade, fazendo ela arquear as costas violentamente, convulsionar de prazer e se tremer toda, gemendo alto o suficiente para ecoar pelo apartamento inteiro: "Ahhh… uhhh... hmm… ahhh!!! Tá vindo, Damy... não para, me faz gozar forte!!!". Ela soltou um squirt insano, jatos quentes sujando a cama e meu rosto, os olhos revirando enquanto perdia a consciência, desmaiando de êxtase puro, caindo com força na cama, o corpo inerte e trêmulo.Sentei na cabeceira da cama e puxei sua cabeça para o meu colo, os cabelos suados entrelaçados nos meus dedos. Uns minutos depois, ela acordou meio desorientada, os olhos vidrados, sem conseguir se mexer por causa do orgasmo devastador. "Ai… hmm… não… consigo… me… mexer!!!", murmurou, pânico surgindo nos olhos, o corpo paralisado como se estivesse em um transe pós-orgásmico.Acalmei-a com um cafuné suave na cabeça, meus dedos se entrelaçando em seus cabelos úmidos, traçando padrões reconfortantes. "Você teve um orgasmo mais insano que o seu primeiro – daqueles que te consomem por completo, te deixando reflexiva sobre o quão profundo o prazer pode ir. Talvez você não consiga se mexer por algumas horas... relaxe e não se preocupe, eu vou estar aqui do seu lado o tempo todo, te protegendo como sempre!!!", respondi, a voz baixa e carinhosa, beijando sua testa suada.Ela pegou no sono de tanta exaustão, respirando profundamente, o peito subindo pra cima e pra baixo em um ritmo hipnótico, sua vagina rosada com o clitóris e os lábios meio inchados e pulsando ainda, escorrendo resquícios de squirt. Levantei com cuidado e me deitei ao seu lado, abraçando-a pela cintura fina, meu corpo sentindo o calor excitante e relaxante do corpo dela colado ao meu – seios pressionados contra o peito, buceta úmida roçando minha coxa. Então, peguei no sono também junto com ela, nossos corpos entrelaçados em um abraço que transcendia o fraternal, um laço de amor, desejo e aceitação total, onde o taboo era nossa liberdade secreta.

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