Chegou a manhã da segunda-feira, meu último dia de viagem e, portanto, meu último dia com Klara, minha prima e puta. Acordei já ansioso, pensando no que poderíamos fazer durante o dia. Tomei um banho, me arrumei, perfumei, depois fui olhar o celular e tinha uma mensagem dela.
"Estou te esperando aqui."
Era uma localização bem afastada, mas num lugar conhecido: a entrada de uma trilha famosa para uma cachoeira que caia numa caverna linda. O passeio era pago e dispensava um guia se quiséssemos. Eu não poderia pegar o carro, pois meus pais tinham planos para o último dia também, então pedi uma moto emprestada ao meu primo.
Preparei uma mochila com roupas extras, roupas de banho, camisinhas, lubrificante e minha carteira. Saí dali quase voando, na ânsia pela companhia da minha prima.
Quando cheguei, ela veio ao meu encontro e deu um selinho, disse que tinha dispensado o guia e que a trilha só teria nós dois por um bom tempo, já que era segunda. Antes de começar, passei na lojinha do pessoal que cuidava do local e comprei algumas besteiras para comermos e bastante agua.
Era um caminho rapido, mas chato de fazer, já que não intenção de deixar as coisas mais "desafiadoras" eles deixavam alguns pontos de subida escorregadia e pouco espaço.
- Klara, me responde uma coisa. - Ela parou e me olhou, aguardando a sequência - no dia em que tirei sua virgindade, você já estava sem calcinha. Aquilo foi planejado?
Ela começou a rir muito, e bem alto. Eu apenas encarava, tentando emplacar um olhar de desconfiado.
- Não exatamente, mas sim. Eu lembro de uma das suas viagens aqui, quando eu te achava apenas um menino inocente e comportado, que você foi tomar banho naquele chuveiro antigo do lado de fora da casa da vó.
- Nossa, eu fiz apenas porque achei que não havia ninguém em casa.
- Eu imagino. Não sei o que queria lá, mas cheguei bem na hora e te vi peladinho. De lá pra cá pensei em você de forma maliciosa algumas vezes.
Eu apenas acenava calado, tentando não interromper, mas com meu ego nas alturas.
- Aí, quando você se afastou da igreja, começou a postar foto com namoradas e em bares ou festas, comecei a pensar que já não era tão inocente.
- Não respondeu minha pergunta ainda. - Interrompi querendo apressar as coisas.
- Calma, eu sei. Eu me afastei da igreja porque não me sentia bem lá. Conversava com a Duda sobre os boquetes que ela pagava e essas conversas me excitavam. Eu me tocava e me sentia mal, por achar que era um pecado ou algo do tipo. Me afastar daquele lugar foi uma redenção.
Eu pensava em interromper outra vez, mas ela estava bem focada em me explicar tudo.
- Quando soube que vocês viriam, comentei com minha mãe que voce parecia ter ficado mais bonito. Esse comentário desencadeou a briga dela comigo, junto com os insultos. Ao mesmo tempo, me ascendeu um desejo de fazer aquilo com você. O dia na praça seria um teste, queria ver se você cairia e estar sem calcinha ia me ajudar a te provocar. Acabou que deu mais certo que o esperado.
Eu parei quando terminei de ouvir tudo, já estava excitado de saber daquilo.
- Entendi, Klara. Você disse que seria minha puta, certo? Hoje eu vou te usar como tal, então esteja preparada.
O sorriso sacana tomou conta do rosto dela imediatamente após ouvir isso. Lentamente nos aproximamos e ela me beijou.
- Será que você iria longe o bastante para eu não esquecer mais?
Eu me afastei dela e sentei numa pedra que estava logo atrás de mim, Klara ficou parada na frente de uma parede de pedra, estávamos a 1 metro de distância, aproximadamente. Era o ponto mais espaçoso que teríamos antes da cachoeira.
Eu abaixei os shorts e a cueca, até o joelho, felizmente, as sombras das árvores próximas cobriam as pedras, que não estava tão quente. Klara começou a se abaixar, imaginando que iria chupar meu pau, mas eu freei seu movimento de imediato.
- Nada disso. Quero que tire a roupa pra mim. Lentamente. Me dê um show.
Klara estava com um shortinho legging apertadissimo. Não fosse a cor, daria pra ver claramente o formato da bucetinha. Além disso usava um top de academia e um tênis de corrida. Apropriado para nossa aventura.
Ela virou de costas primeiro e me mostrou a bunda, deu alguns tapas nela e apertou, então desceu o short até os joelhos e ficou de frente pra mim. Eu estava me masturbando, assistindo aquela gostosa fazer um strip pra mim. Por cima da calcinha do biquíni, ainda com o short no joelho, ela massageava e mordia os labios me olhando. Depois de um tempo e uns gemidos, ela terminou de tirar o short. Então, num movimento lindo e tesudo, tirou o top, deixando a mostra os peitos lindos que tinha. Ela apertava e massageava ambos, dando leves beliscões nos mamilos. Assim que terminou de tirar o top, me entregou e ficou ali parada, rebolando para mim.
- Falta a calcinha!
- Certeza, primo? E se alguém me vir?
- A cachoeira tá bem perto, você vai até lá peladinha. E se alguém vir, vai dizer que é minha puta e que estou te levando pra foder.
Eu me masturbava sem parar ainda, lentamente, apenas admirando aquela linda mulher. Minha prima, então, afastou de lado a calcinha, esfregou dois dedos no grelinho e enfiou na minha boca. Estava bem melada e tinha um gosto incrível. Eu estiquei a mão em seguida e comecei a tocá-la, no ritmo da minha própria punheta. Klara gemeu gostoso e rebolou enquanto eu a masturbava. Por fim, terminou de tirar a calcinha e ficou de costas pra mim, se agachou e começou a se esfregar no meu pau.
Ela fazia pressão quando a cabeça ficava na entrada da pepeca, mas não forçava a entrada, apenas gemia um pouco mais alto. A visão dela de costas sarrando a buceta em mim era tentadora. Eu estava todo arrepiado, meu pau completamente duro e melado por nossos sucos.
Eu dei um tapa forte na sua bunda e ordenei que levantasse. Foram mais 5 minutos de caminhada até a caverna e, chegando lá, parei de me conter.
Empurrei Klara na primeira parede que vi, deixando-a de costas pra mim. Arranquei de vez minha roupa de baixo e enterrei a pica na sua bucetinha. O eco do gemido dela nas paredes eram deliciosos de ouvir. O som do mato ao nosso redor parecia se calar pra ouvir tal sinfonia.
- Lembra que você queria que eu te pegasse igual uma putinha aquele dia?
Klara acenou que sim.
- Agora você tá pronta pra ser puta de verdade, gostosa.
Joguei a mochila no chão e prendi seus braços pra trás, Klara mantevesse submissa em todo momento. Eu as vezes fechava os olhos para me concentrar na sensação de ter meu membro entrar e sair daquele buraco quente, apertado e umido. Mas depois abria bem eles para enxergar aquela delícia sendo fodida por mim.
Com a mão que estava livre, apertava a bunda, afastava as vezes as nádegas para olhar melhor minha pica fodendo-a e batia, dava tapas mais e mais fortes.
- Minha priminha gostosa. Por mim eu te sequestrava e te mantinha presa pra ser minha bonequinha.
- Quer me comer, primo? Pra sempre?
- Claro. Você é minha putinha não é?vou sempre te querer. Eu te adestrei, cadela, você é perfeita.
Klara gritou de prazer enquanto gozava me ouvindo dizer aquelas sacanagens. Pós orgasmo, eu me abaixei para pegar lubrificante, lambi um pouco seu anelzinho e depois cuspi nele. Lubrifiquei meu pau e enterrei no cuzinho dela, que gritou de dor naquele momento.
- Achou mesmo que eu não ia meter nesse rabo gostoso? Ontem não deu pra aproveitar muito, mas hoje eu vou te rasgar.
Aos poucos, a dor dela pareceu passar, depois vieram os gemidos de prazer. Klara gostava da coisa, dava pra ver. Eu nem conseguia dizer mais nada naquele momento, apenas aproveitava. Mal consegui avisar que ia gozar e logo enchi aquele cuzinho de porra. Fiz questão, mais uma vez, de observar meu sêmen escorrer dela, de forma suave e linda. Do cu, para a buceta, para as pernas, para o chão. Assim que finalizei ela se sentou no chão, meio arenoso, mas com bastantes pedregulhos.
Depois de recuperados, entramos na água e namoramos mais lá dentro. Gozei na bucetinha da minha prima debaixo da queda d'água, meio escondido do mundo. Ali éramos só nós, nadando agarrados e entrelaçados.
Fizemos um piquenique, vimos alguns observadores de vida selvagem passar para tirar fotos de pássaros, tiramos fotos nossas em momentos íntimos, para ficar registrado tudo. No meio da tarde, depois de eu ter uma leve soneca, me acordei com ela chupando meu pau.
- Falta só uma coisa pra sua puta fazer. Quicar nesse pau gostoso.
Logicamente, eu estava duro e com tesão. Tinha acordado com fome e tinha minha puta para me saciar. Ela sentou lentamente e começou a rebolar quando tudo estava dentro. Eu olhava bem aqueles peitos lindos pulando e sua buceta me engolindo.
Foi o orgasmo mais rapido que tive com ela, que também me acompanhou. Klara olhava nos meus olhos enquanto gemia de tesão, apertava meus ombros e contraia a buceta que abraçava minha rola.
Eu poderia dormir outra vez depois daquilo.
Ficamos mais um tempo deitados, engatados pelos nossos sexos e pensando na vida, desfrutando aquele clima maravilhoso. Depois de vestidos, voltamos a trilha mais lentamente, paguei ao pessoal do parque a entrada e voltamos para casa dela de moto.
Chegando lá, Klara me beijou pela última vez naqueles dias. Um beijo demorado e pouco tímido, sem a preocupação de que algum vizinho ou meus tios vissem.
A partir dali, mantivemos contato sempre. Fizemos sexting algumas vezes, ela me perguntava das garotas com quem eu ficava e me prometia coisas ao nos reencontrarmos. Inclusive, Eduarda, sua amiga, adorava me mandar nudes e falar sacanagem também.
Infelizmente, pelo menos até agora, não pude voltar a provar minha prima, sempre nos desencontramos quando eu ia a sua cidade. Mas, quem sabe num futuro próximo. Eu sei que casado ou não, disposto ou não, terei aquela buceta sempre que quiser, por muito tempo ainda...