Aceitei ser corno: tesão, dor e vingança (parte V)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 3048 palavras
Data: 27/01/2026 15:24:23

Os dias seguintes foram de muito sexo entre Lucélia e eu. Apesar de ter visto vídeos e relatos sobre maridos que liberam a companheira, jamais pensei que pudesse sentir tanto tesão passando por tal situação. A gozada que dei dentro de sua boceta quando estávamos carro foi algo que jamais senti. Dizem que alguns homens podem vivenciar a experiência de terem multiorgasmos, isso ainda é estudado, mas o que ocorreu ali foi totalmente diferente de outras gozadas minhas, pois além de mais forte, quando parecia que estava acabando vinham mais jatos de porra e ondas prazer que me fizeram dar um grito gutural que espantou e depois arrancou risos de minha garota.

Passamos a falar mais abertamente sobre sexo. Contei a Lucélia que achava excitante nos vídeos quando uma hotwife xingava o marido, fazia comparações, o deixava com ciúmes. Ela disse que se eu quisesse poderia fazer o mesmo, mas que sempre seria uma forma de aumentar o prazer de ambos, pois também achava delicioso me imaginar sentindo prazer enquanto ela fodia ao lado, mas só ali, no momento.

Lucélia me contou algumas de suas experiências antes de me conhecer que me deixaram alucinado, como ter ido a uma balada sem calcinha e exibido a bocetinha por baixo da saia rodada para que muitos caras vissem; a de ter punhetado e levado dedadas de um amigo do Giba na cozinha da casa dele enquanto o trouxa berrava vendo um jogo na TV, de ter transado com 2 caras ao mesmo tempo em mais de uma ocasião.

Estava pronto para vê-la dando para outro, mas muitas dúvidas surgiram, por ser a 1ª vez que a veria levando mesmo rola na boceta de um desconhecido, havia o risco de ser uma experiência frustrante, pois, não raramente, as mulheres têm encontros sexuais insatisfatórios, e apesar de Lucélia gozar com certa facilidade, eu queria vê-la com um comedor de verdade que a detonasse mesmo e me fizesse sentir um corno total.

Conversamos muito e após quebrarmos a cabeça, decidimos conhecer uma casa de swing em Rio Preto, não para transar lá, mas para quem sabe ver se pintava um cara realmente experiente na “arte” de comer uma mulher comprometida e que interessasse a Lucélia.

Pesquisei sobre algumas casas de swing em Rio Preto e região e havia uma bem interessante, pois tinha um bar amplo, pista de dança, mesas para conversar e a putaria mesmo só rolava no 2º andar.

Depois de acertarmos isso, deixamos para o outro final de semana, pois Lucélia iria visitar sua filha em Franca.

Na semana seguinte, comecei a ficar tenso, pois no sábado, provavelmente, veria Lucélia, meu amor, dando para outro e a partir daí não teria mais volta.

No sábado, nos aprontamos com calma. Lucélia colocou um vestido vermelho que marcava o corpo e tinha um bom decote. O batom era da mesma cor da roupa. Apesar da maquiagem e do estilo fatal, seu jeito de ninfeta estava presente, ela tinha completado 19 anos, mas como disse anteriormente, aparentava menos.

Pouco depois de entrarmos na casa e irmos nos sentar numa mesa, onde pedimos algo para beber. Notamos que havia muita gente mesmo olhando para Lucélia. Os motivos eram óbvios: ela era linda e bem nova (carne fresca). Isso fez com que logo um casal na faixa dos 28 anos viesse conversar com a gente. Se naquela noite, nossa intenção fosse fazer um swing, talvez desse pé, pois a mulher era uma morena clara, muito linda de rosto e corpo, e o cara também era boa-pinta, mas como naquela primeira vez o objetivo era de eu apenas vê-la com outro, declinamos e passamos a conversar e observar o movimento. Além de outros casais, vieram alguns caras sozinhos, mas nada que a animasse.

Uma coisa que aprendi na minha 1ª ida a uma casa de swing é que quem vai achando que só encontrará divas ou deuses gregos, acaba se decepcionando. Sim, existem pessoas muito bonitas, mas também tem gente feia e fora de forma, mas todo mundo (ou quase) acaba encontrando alguém que lhe agrade.

Após umas 3 conversas com caras e de ter dançando com 2, surgiu Henrique, uma cara de 30 anos, moreno claro, alto e magro. Não era extremamente belo, na verdade, tinha menos presença que o carinha para quem Lucélia pagou um boquete e eu vi, mas ao contarmos nossa história, vimos que o mesmo tinha uma grande experiência com casais e demonstrou ser gente boa. Passamos a beber os 3,

Num dado momento, Henrique tirou minha namorada para dançar e foram para a pista. Meu coração saltou, pois, pelo jeito, iria rolar. Ele a apertou bastante e após umas 3 músicas, voltaram para a mesa. Seguimos conversando e bebendo sem exageros, até que quando ele foi ao banheiro, perguntei a Lucélia se queria transar com o nosso novo amigo. Sua resposta foi com uma voz de mimosa:

-Não vejo a hora! Além dele ter experiência com casais, senti que é dotadão quando estávamos dançando. Você vai ser corno, amor... – disse passando a mão em meu rosto.

Senti um tesão enorme ao ouvir aquilo. Quando Henrique voltou, conversamos mais um tempo e decidimos ir para um motel. Na parte de cima, havia vários tipos de ambientes para fazer sexo, mas, sem dúvida, seria mais prazeroso em um local mais tranquilo.

Lucélia perguntou se poderia ir no carro dele e eu os seguiria, lá entraríamos os 3. Meu ciúme foi a mil quando vi os dois já se beijando antes de saírem.

Já no quarto do motel, conversamos um pouco, mas achei que a coisa estava meio parada. Resolvi deixar os 2 um pouco a sós, pois além do ambiente do quarto, tinha a hidro e um outro com cadeiras, mesa e um frigobar. Abri uma cerveja long neck. Dei um tempo, a conversa parou e logo ouvi o som de beijos.

Esperei mais um pouco e fui até eles, onde vi uma cena excitante. Lucélia ainda estava de vestido, mas já alisava suavemente o pau do cara, enquanto se beijavam. Estavam sentados na beira da cama. Eu me sentei num puff erótico vermelho e vi de perto a mãozinha pequena dela deslizando pela rola morena de cabeçona roxa de Henrique. Tinha um ótimo dote 19 ou 20 cm, grossona e era meio encurvada para cima.

Lucélia passou a punhetá-lo olhando em meus olhos e segurando um sorriso de travessa. Logo, tombou a cabeça para o colo dele e ainda me encarando, colocou sua linguinha para fora e passou na ponta da pica com toda calma, fazendo giros, depois abocanhou e ainda emitiu um “huummm” como quem demonstra estar apreciando algo saboroso. Seguiu-se então um boquete que eu conheço bem, mas Henrique quis partir para a ação, fez com que minha namorada ficasse em pé, abriu o zíper na parte de trás das costas dela, e logo, ela estava só de calcinha e sutiã pretos, contrastando com sua pele branca. Ele olhou admirado para aquele corpo de ninfeta e balbuciou meio que perdido:

-Caramba, amigo, tua mina é linda e gostosa de mais.

Em seguida, ele a deitou na cama, passaram a se beijar. Depois, Henrique começou a beijar o corpo de Lucélia, mamou seios e após um bom tempo chegou a sua bocetinha e sorriu admirado por ver tamanha perfeição rosada com pelos aparados no formato de retângulo.

Deram início a um 69 e nesse momento, meu pau já estava explodindo, tanto que tirei a calça e fiquei só de cueca, indo para mais perto da cama, onde vi, a centímetros do meu rosto, minha namorada tentando engolir o máximo que dava daquela vara grande e grossa. Também via o cara chupando a bocetinha dela e de vez em quando passando a língua em seu cuzinho pequeno.

O 69 durou um bom tempo, até que finalmente decidiram trepar. Henrique se levantou para pegar uma camisinha no bolso de sua calça, e nesse momento, Lucélia ficou de joelhos na cama, me puxou e me deu um longo beijo que tinha o cheiro e o gosto do pau do cara.

Sabendo que eu topava umas provocações, ela me disse com voz baixa e desafiadora:

-E bom se acostumar, porque vira e mexe minha boca vai estar com gosto assim. – Depois sorriu de maneira cúmplice.

Já de camisinha, Henrique puxou Lucélia como se fosse sua, a beijou, depois se deitou sob ela. Eu me ajoelhei do lado da cama para ver o momento em que outra pica entraria na garota da minha vida. Foi tudo natural, mas uma imagem que jamais esquecerei, ele ajeitou a pica na entrada da bocetinha dela e a cabeçona roxa foi entrando devagar, depois a base até pouco mais da metade, em seguida, começou a bombar de maneira cadenciada. Fiquei completamente zonzo de tesão, era inexplicável ver a mulher que amava se entregando a outro e com uma naturalidade tamanha que parecia que já se conheciam.

Henrique ficou com as mãos apoiadas na cama, assim podia olhar para o rosto de Lucélia. Ela colocou as mãos entre o rosto e o pescoço dele e se beijaram enquanto fodiam. Quase foi à loucura de tanto tesão e ciúme.

-Você é maravilhosa, garota. Que bocetinha apertada e linda. – Disse Henrique com voz embargada de tanto tesão.

-Então fode ela bem gostosinho, porque eu preciso de picas diferentes, gozar em paus, maravilhosos como o seu e com o meu corninho vendo, dá mais tesão ainda.

-Você gosta de enfeitar a testa do teu corno, é? Então vamos mostrar para ele como é bom deixar a namorada experimentar um macho roludo.

Henrique colocou Lucélia na posição de frango assado e passou a socar com força, arrancando gemidos roucos de minha garota que ficou bem vermelha. O cara tinha uma pegada intensa, acelerava loucamente, depois dava uma estocada firme enterrando o cacete inteiro na bocetinha dela, ficava uns segundos parado, depois voltava a socar furiosamente. Isso a fazia revirar os olhos de tesão.

Nesse ritmo frenético, minha gata não aguentou muito, e para fazer jus a fama de que gozava com facilidade, chegou ao seu primeiro orgasmo berrando, olhando com raiva e mostrando os dentes para ele e depois para mim.

-AIIIIIIIIII! Caralho! Como você mete gostoso, Henrique!

-Isso, goza, minha princesinha, goza no meu pau, solta tudo.

-Tô gozando em outro pau, Elder, olha, olha, olhaaaaaaaaaa!

Foi uma gozada e tanto de Lucélia, se eu tocasse no meu pau, gozaria também. Aquela experiência de corno voyeur estava superando todas as minhas expectativas.

Ele saiu de cima dela um pouco, Lucélia respirou, de repente se levantou veio até a mim toda suada e me beijou cheirando a sexo.

-Agora, você é corno total, amor.

Tive um gesto impulsivo, tomado pelo tesão, simplesmente a coloquei deitada no puff erótico de pernas abertas e chupei sua boceta, cheirando a sexo e suor. O cara estava de camisinha, mas foi muito prazeroso fazer aquilo. Sem que eu notasse, Henrique ficou me pé ao nosso lado, e colocou seu pau na boca de Lucélia, fazendo-a chupar.

Deixei os dois terminarem, pois ele ainda não tinha gozado. Lucélia o empurrou para a cama, Fazendo-o se deitar de barriga para cima. Ela se ajeitou e se sentou no pau dele, de costas para mim. Engoli seco ao ver sua boceta engolindo a rola do cara inteira e seu cuzinho chegando a encostar no saco dele. Minha namorada passou a dar uma cavalgada ao estilo que eu conhecia bem. Quicava forte, depois cadenciada, rebolava com a tora toda dentro de si, voltava a quicar como doida, depois se deitou sobre ele e o beijou novamente.

Apesar de experiente com casais, Henrique se mostrava surpreso com os truques de Lucélia, e repetia.

-Você é demais, demais!

Num dado momento, ele separou bem as nádegas dela e marotamente passou a deslizar seu dedo médio pelo rego dela até chegar ao cuzinho. Nesse momento, Lucélia já gemia alto novamente quicando, toda descabelada e nem se importou em levar uma dedada.

Após mais uns minutos, Lucélia gozou novamente de maneira intensa e tombou de barriga para baixo, me olhando exausta. Henrique tirou a camisinha e fez algo que não tínhamos combinado, se masturbou de joelhos próximo a ela e lhe deu um tremendo banho de porra, nas costas, ombro e bunda. Não gostei daquilo, mas relevei. Já minha namorada, pareceu não se importar.

Lucélia veio até a mim e perguntou:

-Não gozou, amor?

-Ainda não

Lucélia me beijou se sentando de frente para mim, encaixou meu pau em sua boceta, eu avisei que não aguentaria muito. Ela apenas respondeu:

-Xiiiiiiuuuuu! Goza, meu corno, solta todo esse tesão que você está sentindo por me dividir com outro.

Ela exalava sexo, estava suada, descabelada, vermelha, maravilhosamente puta e tinha gozado duas vezes na pica de outro. Não aguentei, a segurei firme pela cintura e a fiz subir e descer do meu pau com uma força que nunca fiz, e gozei estrebuchando como um animal e esfregando meu rosto em seus seios delicados que também cheiravam a sexo. Que gozada!

Tomamos um banho a 3 e após um tempo, voltamos para o quarto, porém dessa vez, Lucélia quis dar para os dois ao mesmo tempo. Foi novamente incrível, ela sentada até o talo no pau do cara e me beijando na boca. Henrique a fodia um pouco de 4 e depois dava lugar para eu comê-la. Ela mamava os dois com desespero. Gozou mais uma vez com ele e uma comigo.

O cara a comeu a fodeu por muito tempo e em muitas posições, só não conseguiu comer seu cuzinho, pois Lucélia dizia que só dava para pessoas especiais, mas deixou o cara bater com a rola e esfregar em seu buraquinho.

No final, Lucélia me mostrou a boceta, estava inchada e vermelha, mas para ambos tinha sido uma experiência maravilhosa. Henrique quis um novo encontro, mas despistamos, pois não queríamos repetir.

Nos dias seguintes, passamos a ter verdadeiras maratonas sexuais. Cada coisa que eu lembrava do cara fazendo com ela, me dava um tesão enorme e tínhamos que trepar.

Numa dessas noites, Lucélia segurou meu rosto com as duas mãos enquanto trepávamos no papai e mamãe, ela pediu que parasse um pouco achei que estivesse desconfortável e perguntei ainda com o pau dentro dela, por que queria parar.

-Elder! Eu te amo. Você não entende, te amo mesmo! Puta que pariu! Nunca imaginei que pudesse encontrar alguém que é bom de cama, protetor, fofo e que aceita um estilo de vida liberal como esse que estamos entrando. Quero ficar com você para sempre e saiba de uma coisa, nenhum homem vai tomar o seu lugar.

Eu a beijei e disse que a amava também. Mas de repente, Lucélia caiu no choro e fiquei sem entender porra nenhuma. Até que me lembrei: sua filha.

-As coisas nunca foram tão boas para mim. Pela primeira vez estou amando e sei que sou correspondida, fico só pensando se tivesse a minha filha aqui, seria perfeito. A gente podia formar uma família, no futuro ter um ou dois filhos, mas nunca conseguirei ficar com ela, nunca. Aqueles filhos da puta do pai dela e a velha têm poder.

Tentei acalmá-la, explicando que apesar de não entender muito sobre leis e toda aquela coisa de guarda, sabia que isso poderia ser revertido. Esse era um ponto que ainda nos daria muitos problemas, mas eu faria o que fosse possível para ajuda-la.

Algo que não explanei muito sobre a minha vida antes de Ouro Belo, é que comecei a cursar faculdade na área de Tecnologia numa das faculdades de grande renome de São Paulo, porém como a mesma era particular, não foi possível continuar pagando. Entretanto, eu tinha uma aptidão nata para a área e durante o pouco tempo em que estudei, vi que estava bem acima dos demais. Creio que foi por isso que fiz amizade com um super nerd que já estava no 2º ano, chamado Jerry e que assim como eu destoava do restante.

Conversávamos por longas horas fora da faculdade, tentando criar projetos. Depois que me mudei, mantivemos contato pela internet e foi quando surgiu o “esboço” do primeiro projeto. Ele me passava algumas dúvidas, eu tentava ajuda-lo e assim foi nascendo uma grande amizade. Jerry era sonhador e dizia que se tornaria milionário antes dos 30.

Voltando à minha vida com Lucélia. Na noite que conhecemos Henrique, o mesmo nos passou o contato de um grupo de swingers que realizava encontros quinzenais em um sítio na região de Rio Preto. Toquei no assunto com ela, pois além de assisti-la, também iria querer transar de vez em quando com uma ou outra. Minha namorada achou que seria uma boa.

Liguei para o contato, seu nome era Lúcio. Conversamos um pouco, contei nossa história e que Henrique havia me passado se contato. Ele me soou meio arrogante e disse que o grupo deles era muito seleto, prezava pela beleza física, discrição, nada de drogas e no caso de álcool, com moderação. Conversamos um tempo e ele pediu uma foto nossa sem mostrar o rosto e não precisava ser nude. Escolhi umas bacanas e mandei.

Pouco depois, o cara disse que tinha gostado do que viu, pois tínhamos o padrão de beleza dos demais. Entretanto, me fez uma pergunta que eu já tinha ouvido outras vezes:

-Essa garota tem mais de 18 mesmo? Por que o rosto está desfocado, mas o corpo e o jeitinho parecem de adolescente. Você precisa entender que nosso grupo tem pessoas importantes, médicos, empresários, se estiver querendo viver alguma aventura com a tua namoradinha de escola, já adianto que é melhor não tentar.

-Amigo, ela tem 19 anos, mas qualquer coisa te mostro a identidade dela antes de entrarmos.

Lúcio ficou mudo por uns instantes, mas depois respondeu.

-Não será preciso, vou acreditar. Deixa eu só falar com minha esposa e mais algumas pessoas e depois te retorno.

No outro dia, Lúcio me ligou e disse que as pessoas tinham gostado da gente e que o próximo encontro, seria dali a 6 dias. Pediu nossos nomes e disse que enviaria um convite personalizado e que só entraríamos no local se o apresentássemos.

Lucélia e eu passamos a nos preparar para uma noite quente, onde ninguém seria de ninguém e eu ficaria impactado com o que veria.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 307Seguidores: 810Seguindo: 12Mensagem Devido a correria, não tenho conseguido escrever na mesma frequência. Peço desculpas aos que acompanham meus contos.

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Começando a esquentar a trama

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