A primeira vez que traí meu marido foi quando ele ainda era apenas meu namorado. Tudo aconteceu por influência da minha melhor amiga, que me convidou para um ménage com o namorado dela.
Nós já éramos amigas muito antes de termos nossos namorados. Fazíamos tudo juntas: mesma escola, mesma faculdade, até as roupas eram praticamente iguais. Sempre fomos muito parecidas fisicamente, baixinhas com cabelo longo e liso, brancas, magrinhas, mas com o corpo em dia por causa da academia. Brincávamos até que perderíamos a virgindade juntas, o que acabou não acontecendo.
Mas voltando ao assunto: um dia ela me contou que ela e o namorado queriam fazer um ménage. Disse que já tinham feito com outro homem e que agora queriam uma mulher. Até então, ela não tinha me convidado, parecia mais que estava testando minha reação. Achei estranho, mas confesso que fiquei curiosa.
Eu nunca tinha feito nada com outra mulher, embora eu e essa amiga já tivéssemos nos beijado de brincadeira algumas vezes. E, a princípio, ficou só nisso. Acontece que água mole em pedra dura… pouco a pouco essa ideia começou a ficar mais presente na minha cabeça. Cheguei até a sugerir algo parecido ao meu namorado, mas ele recusou na época. Inclusive, brigamos por causa disso.
Com o tempo, toda vez que eu ia à casa dessa amiga, percebi que o namorado dela passou a estar sempre lá. “Coincidentemente”. A gente conversava, bebia, assistia a filmes, e, aos poucos, eles começaram a trocar carícias e a se beijar na minha frente. Quando as coisas esquentavam eu apenas me despedia numa boa e ia embora. Até que um dia veio o primeiro convite: "Fique e assista, o que você acha?" Eu aceitei.
Foi estranho e excitante, eu ficava rindo sem graça enquanto ela gemia com o namorado. E por algumas vezes ela tentava se aproximar de mim, mas eu escapava. Apesar de estar interessada em tudo aquilo, eu não me sentia pronta. Quando eles terminaram a gente ficou conversando e surgiu a proposta de chamar o meu namorado e fazermos um troca de casais. Isso me pareceu mais interessante e eu não ficaria com a sensação de trair meu namorado.
Na semana seguinte tentei de todas as formas abordar esse assunto com ele, mas eu morria de vergonha. Até que em um momento a gente conversando sobre sexo eu perguntei se ele comeria a B. (minha amiga). Se ele fosse solteiro, e ele disse que sim. E quando me fez a mesma pergunta eu disse que também daria pro namorado da B. Só que no segundo em que eu propus a troca ele surtou. Me chamou de vagabunda e brigamos feio. Estava tão chateada com ele pela hipocrisia, pela briga e pela ofensa que eu falei em terminar. E tempo depois ele me pediu perdão e implorou para desculpar a atitude dele. Eu disse que desculparia, mas iria transar com meus amigos sem ele.
E no outro dia foi exatamente o que eu fiz. Ele aceitou contando que fosse apenas uma vez e que ninguém ficasse sabendo. Então no dia ele me levou até a casa de B. Ficou no carro esperando tudo enquanto eu fui finalmente fazer o A3. Estava completamente nervosa, mas decidida.
Indo para parte que importa, não teve "cerimonia" nada de vinho, de filmes. Já entrei e quando B. me perguntou se eu estava pronta, eu já dei um beijo nela. Eu iria assumir a responsabilidade de tudo a partir dali e eu fui pra cima dela como uma Leoa. Beijei ela inteira, coloquei os seios dela na minha boca e senti o namorado dela passando a mão no meu corpo.
Quando já estávamos completamente nus os dois estavam me chupando, uma hora ela ia pra minha flor e ele pro meus seios e boca e outra hora eles invertiam. Antes mesmo de tocar no pau do R. (Namorado dela) eu já recebia várias mensagens do meu namorado. Nem me importei, eu tinha convidado ele. Naquele momento ele poderia estar ali comendo minha amiga na minha frente e estaria tudo bem, mas ao invés disso ele escolheu me chamar de Vagabunda, bom eu ia ser mesmo uma, em questão de minutos.
Quando R trouxe seu pau na direção do meu rosto eu olhei pra B. Esperando ela falar algo, talvez eu estivesse com medo desse momento, mas ela apenas disse: "Fiquem a vontade, hoje você vai fazer meu homem gozar". Eu comecei a rir e ele segurou minha mão, me beijou mais uma vez olhou no fundo dos meus olhos e perguntou: "Você prefere fazer amor ou trepar?" eu não tinha entendido e B. me perguntou se eu queria que ele me comesse com força ou com carinho.
Eu sempre fiz com carinho, mas ali, naquele momento eu queria sentir a força daquele homem. Não sei se foi a raiva do meu namorado ou o tesão, mas sei que respondi: "Quero ser sua vagabunda!" e ele perguntou se eu tinha certeza e eu respondi:
- "QUERO SER UMA VAGABUNDA! ME TRATA IGUAL PUTA!!"
E tomei um tapão no meio do rosto, e antes que eu entendesse o que aconteceu o pau enorme dele estava dentro da minha boca. Eu estava chupando aquela rola enorme e pensando que nunca tinha apanhado na cara. Mas ele gemia e falava pra que eu continuasse a mamar ele e eu fiz.
Depois de chupar bastante minha flor esta pulsando de tesão e eu já não aguentava mais queria dar e queria muito, nem esperei mais nada virei de quatro pra ele, olhando nos olhos da B. e ele fez o resto. enfiou tudo. Socou com força. Eu comecei a gemer como nunca gemi na vida. Ele puxava meu cabelo, batia na minha bunda me chamava de cachorra, de safada e eu sorrindo e gritando, gozei!
Gozei mais rápido que eu me lembre, acho que ele não meteu por nem 3 minutos eu já estava gozando. E naquela sensação maravilhosa eu chamava minha amiga pra me beijar, ela participou muito pouco. Curtiu mais assisti o homem dela trepando comigo do que interagir comigo e para mim estava maravilhoso.
Fui fodida de quatro, depois de ladinho, de frente, cavalgando nele, sentando. Aquele homem não gozava por nada. Eu já tinha perdido as contas de quantas vezes eu gozei naquele pau. estava toda suada, então já esgotada sai de cima do pau dele me ajoelhei no chão e respirei um pouco, estava com o coração acelerado e quase passando mal.
Pedi pra B. pegar o pau dele, bater uma punheta nele enquanto eu o chupava ajoelhada. E foi assim que ele gozou. Com a namorada punhetando seu pênis e comigo, a cachorra, mamando e pedindo porra. Quando ele começou a gozar, senti o primeiro jato vir no meu rosto e ele gemendo, quando B. veio rapidamente e enfiou o pau dele na boca dela. e sugou tudo como se estivesse puxando um refrigerante no canudo. Ele segurou minha cabeça ao lado da dela, mas ela não soltou o pau dele. Quando terminou ela engoliu.
Foi a primeira vez que ela engolia a porra de alguém, me contará assim que terminou. As coisas simplesmente aconteceram. Eu havia feito um ménage, sido tratada feito uma putinha, levado tapa na cara, tudo pela primeira vez, e ela engolindo leite do macho dela. Quando terminamos fui ver o celular e minha surpresa não foram as mensagens do meu namorado pedindo pra participar, mas o fato de que já havia se passado 2 horas. Eu levei 2 horas transando sem nem perceber.
Respondi pro corno que tinha terminado, e que iria embora. Mas assim que vi o namorado da B. saindo do banheiro, todo molhado se secando, aquele corpo musculoso com o pau agora não mais duro eu comecei a ficar excitada de novo. Pedi pra ele me abraçar e ficarmos nós 3 deitados um pouco. Estava processando todos aqueles sentimentos. E ele foi super carinhoso comigo.
Depois eles ainda disseram que a proposta da troca de casal ainda estava de pé, mas agora eu não queria.
Quando encontrei com meu namorado foi estranho. eu sentia o cheiro de sexo em mim. a gente não se falou direito aquele dia, mas quando transamos depois de um tempo eu só pensava no R. , não sei se ele percebeu ou não , mas em dado momento ele me mandou chama-lo pelo nome do namorado da minha amiga. E eu passei e transar dessa forma.
Esse ménage se repetiu várias vezes por um ano inteiro. Meu namorado participou de algumas, mas um dia B. e R. se separam por R. ter ido trabalhar longe. Nessa época B. ficou sendo a "namorada do casal" posso dizer que a longo prazo meu namorado também se deu bem. Mas nossa relação finalmente funcionou quando entendemos que nós dois curtíamos ter um relacionamento afetivamente fechado e sexualmente aberto.
A gente se casou, B. Foi nossa madrinha, mas parou de ser amiga do casal depois que ela também se casou. Uma aventura tem data pra começar e terminar, é uma folha só no livro da vida .