Quando fui embora depois da minha primeira vez com ele — meu futuro marido — senti uma mistura de saudade e curiosidade queimando no peito. A cidade das minhas primas parecia um mundo novo: liberdade, novos olhares, risos, festas e conversas longas. Mas dentro de mim, algo permanecia: meu coração ainda pulsava pelo homem que havia me dado meu primeiro beijo verdadeiro, meu primeiro toque intenso, meu primeiro orgasmo.
Foi nesse meio tempo que Dudu apareceu. Um conhecido confiável, da equipe de som automotivo que eu adorava acompanhar. Íamos juntos para o posto curtir som, conversar, rir… e, sem perceber, algo começou a crescer entre nós. O jeito como ele me olhava, os toques casuais, os sorrisos provocantes… tudo despertava um desejo que eu ainda não tinha experimentado.
Em dois encontros rápidos, nos deixamos levar. Cada toque, cada beijo roubado, cada gemido silencioso me fazia estremecer. Ele me explorava de forma firme, segura, mas intensa. Meu corpo respondia antes da mente, minhas pernas tremiam, minha respiração se acelerava, minha pele se arrepiava. Mas, quando tudo terminava, o arrependimento chegava junto. Meu coração sabia que pertencia a outro.
Foi então que decidi conversar com ele — meu futuro marido. Meu coração batia acelerado, mãos trêmulas, e eu contei que havia perdido a virgindade com ele, mas não mencionei Dudu. Para ele, aquilo ainda era apenas amizade com outro rapaz. Senti medo de perdê-lo, mas também alívio por me abrir parcialmente. Meu coração estava certo de quem realmente importava, e prometi a mim mesma não me afastar dele de novo.
Depois de terminar com meu ex, finalmente nos assumimos oficialmente. Cada encontro, cada toque, cada olhar era intenso. Em abril, começamos nosso namoro, e tudo se transformou. Sem segredos, sem distância, eu dormia na casa dele praticamente todas as noites, e cada fim de semana era uma explosão de prazer que parecia não ter fim.
Ele tinha controle total — e eu adorava. Cada comando seu era um convite à entrega total. Um olhar firme, uma palavra baixa, e meu corpo reagia antes mesmo da mente entender. Eu me tornava completamente submissa, arqueando, tremendo, implorando com o corpo por cada toque, cada beijo, cada carícia.
De manhã, ele acordava antes de mim e já me puxava para cima dele. Beijos intensos na boca, mordidas suaves no pescoço, mãos firmes explorando cada curva do meu corpo, segurando meus pulsos, minha cintura, minhas coxas. Eu gemia alto, corpo arqueado, cada toque arrancando suspiros que nem eu sabia que podia fazer.
O ritmo dele era firme, seguro, mas sempre me guiando com perfeição. Ele sabia exatamente onde me tocar, como me provocar, como me fazer delirar sem pressa. Cada empurrão, cada movimento, cada pressão me deixava sem fôlego, completamente entregue. Eu não precisava falar; ele entendia meus gemidos, minhas respirações entrecortadas, cada reação do meu corpo.
Dormíamos juntos todo dia, e a rotina só aumentava o desejo. À tarde, ele me puxava para o sofá, para a cama, para qualquer canto da casa. Eu me curvava para ele, obediente, submissa, arqueando, gemendo, querendo mais a cada instante. Cada toque nos deixava ofegantes, cada beijo roubado, cada mordida, cada deslizar de mãos me fazia implorar por mais.
Mesmo nos momentos cotidianos, o desejo nos perseguia. Eu me arrumava para a escola no banheiro, nua, me ensaboando, e ele aparecia de repente, me puxando para perto, me beijando com urgência, mãos explorando cada centímetro. Eu gemia, arqueava, rindo entre suspiros, sabendo que não havia como escapar do prazer que ele provocava.
À noite, quando finalmente nos deitávamos, exaustos, corpos colados, respiração pesada, gemidos misturados, ele ainda encontrava formas de me dominar. Um beijo profundo, mãos firmes segurando meu cabelo, empurrões calculados, comandos sutis, cada toque pensado para me fazer perder completamente o controle. Eu permanecia submissa, arqueando para ele, implorando silenciosamente por mais.
Cada orgasmo era mais intenso que o anterior, cada gemido nos deixava mais próximos, mais famintos, mais conectados. Eu sentia o corpo dele em cada fibra do meu ser, e minha mente desaparecia, totalmente tomada pelo desejo e pela entrega.
No quarto, na sala, no sofá, no banheiro, cada momento cotidiano se transformava em provocação, em exploração, em entrega. Ele adorava me ver rendida, obediente, arqueando sob seu toque, gemendo a cada movimento, a cada beijo profundo, a cada pressão firme.
E mesmo quando a escola me chamava no dia seguinte, eu ia de manhã, ainda sentindo o corpo pulsar, a mente confusa entre desejo e saudade, mas esperando ansiosamente pelo fim do dia para estar novamente nos braços dele, submissa e entregue.
Cada toque, cada comando, cada gemido compartilhado transformava meu corpo e minha mente. Descobri que submissão não é fraqueza — é entrega, prazer, confiança. Com ele, o amor e o desejo coexistiam de forma intensa, sem limites, tornando cada dia, cada encontro, cada toque, um mergulho completo no prazer e na entrega total.
E assim, entre suor, gemidos, risos e carícias, descobri que o prazer com ele não tinha limites. Que a submissão podia ser sexy, intensa e completamente viciante. Que o amor verdadeiro e o desejo absoluto podiam coexistir de uma forma que transformava cada dia, cada noite, cada instante em pura entrega, prazer e êxtase sem fim.
