Confissões de mulher casada: colocando chifres no marido

Um conto erótico de Dona Márcia
Categoria: Heterossexual
Contém 858 palavras
Data: 04/01/2026 10:55:33

Este conto é real e aconteceu há 7 anos.

Sou a Márcia, na altura tinha 30 anos. Tenho olhos grandes, lábios carnudos, sorriso bonito, a minha estatura é média, ancas largas, bundinha cheia e arrebitada, pernas bem torneadas, e seios avantajados, mas sem serem exagerados. Não sou convencida, mas sei que por onde passo não deixo nenhum homem indiferente.

Era sábado, eu e o meu marido deixámos os miúdos com os avós e fomos passar o dia num complexo desportivo perto de Cascais, pois adoramos jogar basquete.

Fomos para a quadra jogar. Nesse dia estava sem soutien, e percebi que sempre que jogava a bola na cesta, os meus seios balançavam e os homens ficavam olhando. Não liguei e continuei jogando. O pior é que estava calor e com o suor, a t-shirt foi ficando meio transparente e colada ao corpo, deixando os homens meio tarados. Confesso que ser o centro de atenções me deixava excitada.

No final disse ao meu marido que ia ao banheiro e depois comprar um sorvete, enquanto ele ia entregar a bola na receção e nos encontravamos à saida do complexo.

Estava caminhando à beira da piscina, onde fica o banheiro e um rapaz pára na minha frente. Estava de tronco nu, só de short. Admito que fiquei excitada com o porte físico dele, ficando quase hipnotizada olhando pata ele.

Ele olhando para mim, me elogiou e enquanto passava a mão no meu cabelo, me deu um beijo do nada, bem perto dos lábios. Fiquei espantada olhando para ele, e então o cara entendeu isso como sinal de aceitação e me deu novo beijo, agora na boca e eu retribui. Aí ele me segurou pela mão e me levou para um quarto de depósito de materias que ficava atrás do banheiro.

Continuámos nos beijando, até ele levantar a minha t-shirt e lógico ficar tarado olhando para os meus seios. Nessa altura fiz o que qualquer mulher faria, olhei para baixo e vi o volume no short dele, concerteza era bem dotado, o que me deixou também excitada.

Logo de seguida, sem pedir, como se eu fosse sua mulher, ele começou chupando os meus seios. Ele praticamente mamava neles, dando pequenas mordidas nos bicos os deixando durinhos. Falei para ele não deixar marcas, mas ele nem me ouviu, e chupava com vontade os meus seios.

Quando ele começou puxando o meu short e calcinhas para baixo eu deixei, pois já tinha metido na cabeça que queria dar para ele.

Ele me posicionou então quase de quatro, com as mãos num tampo de mesa, e começou a bolinar a pica bem na entrada da minha buceta, até por fim meter tudo sem dó, provocando uma dor que logo deu lugar a um prazer indescritível.

Ele bombava sem parar, feito um animal enquanto me provocava dizendo coisas, como "agora aguenta a minha rolaque buceta mais apertada". Eu de olhos fechados saboreava o momento, quando sinto um pau roçando nos meus lábios. Era um cara que tinha aparecido do nada. Ao mesmo tempo duas mãos apertavam os meus seios.

Nessa altura percebi que eram três caras que se conheciam e tinham estado a ver-me jogar basquete com o meu marido.

Nisto o rapaz que estava bombando na minha buceta foi parando e percebi que o safado estava gozando dentro de mim. Logo outro se colocou no seu lugar, metendo em mim. Nessa altura o que já tinha gozado, meteu a pica cheia de gala na minha boca e eu excitada chupei, lambi e engoli, enquanto o rapaz que agora me comia, dava mais algumas bombadas e gozava também dentro de mim.

O terceiro cara, estava esperando a sua vez, se masturbando lentamente, e então se posicionou atrás e enfiou diretamente no meu cuzinho, me provocando uma dor extrema, parecendo que me ia rasgar. Fechei os olhos, tentei relaxar, e ao mesmo tempo me tocando com uma das mãos. A dor inicial, foi-se transformando em prazer descomunal. Gemi, pedi mais, mais e mais, sentindo o corpo a tremer, o orgasmo a chegar numa intensidade nunca antes sentida, enquanto os caras que já tinham gozado incentivavam o amigo a me arreganhar, me xingando, me chamando de cadela que dá para qualquer um e de depósito de porra.

Até que de repente o cara baixou a intensidade até parar, pois também tinha gozado. Abro os olhos e já não vejo nenhum dos rapazes.

Tenho gala escorrendo do cuzinho e da buceta e dos lábios também. Encontro um pano num canto e me limpo apressadamente. Puxo a blusinha para baixo e visto o short. Não encontro as calcinhas. Os caras devem-na ter levado para a exibir.

Vou ter apressadamente com o meu marido que estava preocupado com a demora. Ele me dá um selinho, enquanto os três caras ao longe nos observam, sorrindo.

Para sairmos do complexo desportivo temos de passar por eles. O meu coração pula de nervoso,....,evito olhar para eles e aí para o meu espanto o meu marido cumprimenta o cara que tinha metido primeiro em mim.

Perguntei ao meu marido quem era, e fiquei sabendo que era colega de trabalho e se chamava de Joel.

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