Taylor Swift – Férias Selvagens no Caribe (Era 1989)

Um conto erótico de Henrique Thoreau
Categoria: Heterossexual
Contém 895 palavras
Data: 27/01/2026 22:26:25

Era o verão de 2014. Taylor Swift tinha acabado de lançar o álbum 1989 e estava no auge: loira platinada, corpo esguio e bronzeado perfeito, pernas longas que pareciam não acabar nunca, e aquele sorriso angelical que escondia uma fome insaciável. Depois da turnê exaustiva, ela decidiu desaparecer por duas semanas em uma ilhazinha remota do Caribe, longe dos paparazzi, dos contratos e da imagem de “namoradinha da América”.Ela alugou uma casinha de praia isolada, mas o que ela realmente queria era se entregar completamente. Sem regras. Sem limites.No primeiro dia, ela caminhou pela praia de biquíni minúsculo branco que mal cobria os mamilos rosados e a bucetinha depilada.

Os pescadores da vila a viram de longe. Eram homens negros, fortes, de pele reluzente pelo sol e pelo sal, corpos esculpidos por anos puxando redes e remando contra o mar. Tinham de 18 a 60 anos, mas todos pararam o que estavam fazendo quando a viram.Taylor sorriu para eles, um sorriso lento e safado. Ela se aproximou do grupo que consertava redes na sombra de um coqueiro.

“Vocês têm algo gelado pra me oferecer?” perguntou ela, com aquela voz doce e rouca ao mesmo tempo.

Um deles, um homem de uns 45 anos chamado Marcus, com músculos grossos e uma cicatriz no peito, respondeu com um sorriso largo:

“Tenho algo bem quente, loirinha. Quer provar?"

”Ela riu, jogou o cabelo para trás e se ajoelhou na areia quente, bem na frente deles. Sem dizer mais nada, puxou o short de Marcus para baixo. O pau dele saltou, grosso, preto, já meio duro, com veias pulsando. Taylor lambeu os lábios e engoliu a cabeça inteira sem hesitar, gemendo alto enquanto chupava como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo.Os outros pescadores se aproximaram, formando um círculo ao redor dela. Eram uns 12 homens. Jovens com paus retos e pesados, velhos com cacetes grossos e tortos, todos babando de tesão ao verem a estrela pop mais famosa do mundo de joelhos, com a boca cheia de rola preta.Ela chupava um enquanto masturbava dois com as mãos, depois trocava, engolia até a garganta, babava, engasgava, mas nunca parava. “Mais… me deem mais…” gemia entre uma chupada e outra.Marcus a puxou pelos cabelos loiros e a colocou de quatro na areia. Rasgou o biquíni dela com as mãos grandes.

A bucetinha rosada e molhada se abriu para eles como uma flor. Ele meteu de uma vez, até o talo. Taylor gritou de prazer, as unhas cravadas na areia.Enquanto Marcus socava forte, batendo as bolas pesadas contra a bundinha dela, um jovem de uns 19 anos chamado João se ajoelhou na frente dela e enfiou o pau na boca dela de novo. Outro homem mais velho, de barba grisalha, se posicionou atrás e cuspiu no cuzinho apertado dela.“Vai devagar no começo…” Taylor sussurrou, mas logo gemeu alto quando sentiu a cabeça grossa forçando a entrada. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, até estar todo dentro do cu dela. Taylor tremia inteira, os olhos revirando, saliva escorrendo pelo queixo enquanto era fodida nos dois buracos ao mesmo tempo.Os outros não aguentaram esperar. Um se deitou debaixo dela e chupou os peitinhos dela, mordendo os bicos duros. Outro esfregava o pau enorme nas costas dela, deixando rastros de pré-gozo. Um terceiro se masturbava vendo tudo e gozou forte nas costas dela, o jato quente escorrendo pela pele bronzeada.Durante os próximos dias, Taylor virou a puta oficial da vila.De manhã, acordava com dois ou três pescadores já na cama dela, metendo nela enquanto ela ainda estava sonolenta.

À tarde, ia até o píer e se oferecia para quem quisesse: era chupada por um, cavalgava outro, levava rola no cu enquanto chupava um terceiro. À noite, organizavam “festas” na praia: Taylor deitada numa rede, pernas abertas, sendo passada de mão em mão como uma boneca sexual. Eles gozavam dentro dela, na boca, no rosto, nos cabelos loiros que ficavam grudentos de porra.Um dia, um grupo de cinco homens mais velhos, todos acima dos 50, a pegaram sozinha na casa. Colocaram ela de quatro no chão da sala, amarraram as mãos dela nas costas com uma corda de pesca e se revezaram fodendo a buceta e o cu dela sem parar por horas. Quando terminavam, gozavam no rosto dela e mandavam ela lamber tudo do chão. Taylor obedecia, lambendo a porra misturada com areia, gemendo como uma cadela no cio.No último dia, antes de voltar para os Estados Unidos, ela chamou todos os 12 pescadores para a praia ao pôr do sol. Deitou de costas na areia, abriu as pernas bem abertas e disse:“Quero que todos gozem dentro de mim. Um por um. Até eu transbordar.”Eles obedeceram. Um depois do outro, enfiaram seus paus grossos e negros na bucetinha dela, socando forte até gozar lá dentro. Quando o último terminou, Taylor estava com a buceta inchada, vermelha, escorrendo porra branca e grossa pelas coxas. Ela passou os dedos na mistura, levou à boca e lambeu devagar, olhando nos olhos de cada um deles.“Vou sentir falta disso…” sussurrou, com um sorriso safado.E assim, Taylor Swift voltou para a turnê 1989, com o corpo marcado por mordidas, arranhões e o gosto de dezenas de homens negros ainda na boca… mas com um brilho nos olhos que ninguém conseguia explicar.

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