Minha namorada deu o cu pela primeira vez para outro

Um conto erótico de Fernando
Categoria: Heterossexual
Contém 3351 palavras
Data: 27/01/2026 23:59:21

Comecei a contar nossa história em outros contos anteriores, mas darei um breve resumo neste início. Namorei uma garota chamada Isabelle. Ela era maravilhosa, de dar inveja a qualquer homem: magrinha, branquinha, alta, perfeitinha, com carinha de inocente, o sonho de qualquer um. Eu fui o primeiro namorado dela, mas havia um grande problema: meu pau é bem pequeno. Bem pequeno mesmo. Como não conseguia satisfazê-la na penetração, deixei que ela perdesse a virgindade com outro homem. Após ela sentir o prazer de uma relação sexual, começamos a ter mais aventuras, nas quais eu a deixava transar com outro homem, em uma viagem nossa.

Desde então, entramos em sintonia e começamos a compartilhar mais aventuras nesse sentido: ela aceitando ser satisfeita por outros homens, e eu sentindo prazer em ver aquela mulher maravilhosa sentir o prazer que ela merecia. Apesar de fazê-la gozar no sexo oral, ela gostava mesmo era de meter.

Contudo, a vida de recém-chegada à faculdade atrapalhava um pouco nossas fantasias de extravasar, e não conseguíamos colocar em prática nossos desejos. Mas, nas vezes em que estávamos juntos, Isabelle sussurrava ao meu ouvido o quanto queria dar o cu pela primeira vez. Ninguém acreditaria que uma garota tão maravilhosa como ela, namorando um cara há anos, ainda era virgem do seu lindo rabo. Qualquer um já teria comido aquele rabo maravilhoso que Isabelle tinha. E não era por menos. Ela tinha perdido a virgindade há pouco tempo, e sua curiosidade de experimentar outras coisas aumentava junto com meu desejo de vê-la fazendo essas coisas.

Conversa vai, conversa vem, Isabelle comentava cada vez mais sobre esse desejo de dar o cu, dizendo que as amigas dela comentavam que era uma delícia e trocavam dicas entre si. Eu enfiava o dedo no cu dela durante nossas conversas e perguntava o que ela queria sentir ali. Eu só conseguia ouvir ela suplicando no meu ouvido:

— Quero sentir um pau bem gostoso, amor...

— Quer? Fazendo o quê?

— Comendo meu cuzinho sem dó.

Eu dedava o rabo dela com mais intensidade e via o quanto ela ficava excitada. Ela estava doidinha para dar o cu. Eu precisava achar um jeito de fazer isso acontecer. Lembrei-me de um amigo de um amigo meu, ao qual darei o nome de Roberto, que tinha fama de comedor. Eu já o havia conhecido em um churrasco, e realmente o cara era boa pinta. Pensei em conversar com ele e, quem sabe, satisfazer minha amada namorada. Como ele era amigo de um amigo, seria mais fácil manter o sigilo e deixar as coisas menos estranhas, já que era difícil encontrá-lo. Antes mesmo de conversar com a Isabelle, resolvi planejar tudo para fazer acontecer e deixar a decisão final com ela.

Chamei o Roberto pelo Facebook e pedi o número dele para conversar. Ele, sem entender muito, acabou passando o número, e começamos a conversar por telefone. Não abri o jogo de cara, mas comecei a perguntar se ele topava participar de algumas aventuras com uma mulher bonita que eu conhecia, sem revelar que se tratava da minha própria namorada. Como ele não dizia não para uma buceta, mostrou interesse, e o convidei para conversarmos pessoalmente. Pessoalmente, revelei que minha namorada queria experimentar fazer um ménage, sem contar nossa história por completo, e perguntei se ele topava, tudo em sigilo. Roberto, obviamente, aceitou, se sentindo sortudo ao saber que a mulher com quem ele iria transar era a Isabelle.

À noite, comecei a pegar a Isabelle, e quando a coisa esquentou, retomei o assunto de ela dar o cuzinho, enquanto dedava a bucetinha dela e comentava. Ela, prontamente molhadinha, voltou a dizer que estava louca para dar o rabo, e eu comecei a provocá-la mais. Ao perceber o quão sedenta ela estava, resolvi colocá-la contra a parede e dizer que poderíamos sair com alguém para matar essa vontade. Como nas outras vezes, ela relutou, dizendo que não sabia se era uma boa ideia, mas, no fundo, estava louca para dizer sim. Comentei que havia achado a pessoa certa e que poderíamos viver essa aventura em um apartamento da minha família que estava vazio, perfeito para termos uma aventura a sós. Isabelle começou a se interessar mais, perguntando quem era o rapaz, mas eu resolvi deixar como surpresa para deixar as coisas mais emocionantes.

— Você não queria sentir um pau de verdade comendo esse seu rabo?

— Eu estou louca para sentir amor.

— Então vamos, amor, a oportunidade perfeita.

Depois de algumas palavras, Isabelle finalmente aceitou. Era óbvio, pois no fundo ela estava louca para transar. Meu coração acelerou ao pensar naquele momento, que finalmente iria acontecer. Combinei com o Roberto para que acontecesse no próximo final de semana, sem enrolação. No dia anterior, passei no apartamento vazio e deixei algumas coisas por lá, como bebidas e camisinhas, deixando tudo pronto para o nosso sábado. Enquanto isso, Isabelle estava apreensiva, mas eu tinha certeza de que, no fundo, ela estava morrendo de vontade e não via a hora.

No fatídico dia, Isabelle foi para a minha casa, e iríamos de lá juntos. Ela estava com uma roupa que valorizava todo o seu corpo, com um top que deixava um decote aparente e uma saia um tanto curta, de salto alto, toda produzida. Eu mesmo estava encantado ao ver minha namorada tão bem produzida, esquecendo o fato de que ela estava se preparando para transar com outro logo em seguida. Meu coração acelerava, e no carro eu não conseguia parar de beijá-la, ainda encantado com o jeito que ela estava. Ao chegarmos ao apartamento, eu e Isabelle começamos a beber um pouco para quebrar o nervosismo enquanto esperávamos Roberto aparecer. Eu começava a provocá-la, beijando seu pescoço e alisando seu corpo, para deixá-la com o máximo de tesão possível quando Roberto chegasse, para que ela não ficasse tão nervosa e ansiosa para transar logo.

E finalmente aconteceu: Roberto havia chegado e estava subindo. Ao abrir a porta, meu coração acelerou, e nos reapresentamos um para o outro. Isabelle não se lembrava muito bem de Roberto, mas sabia que já o havia visto em algum lugar. Ela estava sentada no sofá e Roberto logo se sentou ao seu lado, se aproximando da minha namorada. Sentei-me na cadeira à frente do sofá, de frente para os dois, já preparando o terreno para ver minha namorada ser dominada em questão de minutos. Começamos a conversar para quebrar o gelo e a estranheza inicial, mas todos nós sabíamos o motivo de estarmos ali. A conversa estava fluindo bem e logo o clima começou a ficar mais agradável, pois estávamos em maior sintonia. Mas, papo vai, papo vem, o que Roberto queria era transar com minha namorada, e ele não demorou a olhar para Isabelle e perguntar:

— Então, Isa, seu namorado comentou comigo que você estava a fim de ter experiências novas. É isso mesmo?

E Isabelle, tímida e com tesão acumulado escondido naquele rosto angelical de menina delicada, respondeu:

— Sim... a gente queria tentar umas coisas novas...

Enquanto isso, Roberto se aproximava mais dela, e logo perguntou:

— E que tipo de coisa você queria experimentar?

— Queria ter uma noite inesquecível hoje.

Enquanto isso, Roberto aproximava a mão direita do pescoço de Isabelle, enrolando o dedo no cabelo dela de leve, cada vez mais perto do rosto dela.

— Então hoje a gente vai ter uma noite inesquecível, Isa.

Quanto mais ele se aproximava do rosto dela, mais reação ela tinha, ficando com a boca aberta após a última frase, como um convite para que ele a beijasse. E aconteceu. Roberto começou a beijar Isabelle no sofá mesmo, com a mão no pescoço dela, fisgando minha namorada. Percebi que o beijo foi ficando mais intenso e que eles provavelmente estavam se beijando de língua. Ele parou de beijá-la na boca e logo foi beijando o pescoço dela, que sussurrava de tesão ao sentir os beijos de outro homem. Roberto inclinou o corpo, e Isabelle começou a deitar encostada no encosto lateral do sofá, enquanto ele ia para cima dela, beijando-a intensamente, cheio de tesão.

Em poucos minutos, ele tirou a camiseta, revelando um corpo musculoso com tatuagens, e Isabelle logo alisou o peitoral dele, louca para sentir aquele homem. Ele voltou a beijar o pescoço de Isabelle, puxando o top para cima e deixando-a de sutiã. Então, ele apertou os seios da minha namorada por cima da roupa íntima e beijou as regiões próximas, sinalizando seus próximos passos. Isabelle não quis perder tempo e começou a ajudá-lo, tirando o sutiã e deixando aqueles peitinhos maravilhosos à disposição de outro homem. Meu pau já estava endurecido assistindo àquilo na minha frente, vendo as roupas jogadas no chão e aqueles peitinhos branquinhos à disposição de outro homem. Roberto logo aproveitou e começou a mamar nos seios de Isabelle, chupando um e brincando com o outro, apertando os biquinhos, do jeito que ela gostava. Era nítido o tesão que ela estava sentindo naquele momento. Ela amava que chupassem seus seios e mordiscassem seus mamilos. Ele se acabava nos seios da minha namorada, até que começou a beijar o corpo dela em direção à barriga, indo para onde realmente queria.

Ao se aproximar da cintura, ele passava as mãos nas coxas de Isabelle, que estava deitada de lado no sofá com as pernas abertas entre o corpo do rapaz. Ele beijava a barriga branca dela, enquanto passava as mãos nas coxas. Ele colocou as mãos por dentro da saia de Isabelle até chegar às alças de sua calcinha e logo a puxou. A calcinha era preta, contrastando com o corpo de Isabelle. Eu consegui enxergar a marca molhada da calcinha, de tão molhada que a bucetinha dela devia estar. Em poucos segundos, a calcinha estava no chão, e apenas a saia escondia a buceta sedenta de Isabelle. Ele levantou a saia de Isabelle para cima, tendo total visão daquela buceta depilada, e, sem cerimônias, aproximou o rosto e começou a chupar a vagina da minha namorada, que logo gemia de prazer, sem pudor, ao sentir a língua de outro homem em seu órgão.

Ele lambia aquela buceta com prazer, percebendo quão molhada ela estava e notando que Isabelle estava morrendo de tesão naquele momento. Ele levava uma das mãos e brincava com a buceta dela, enquanto fazia movimentos circulares com a língua, explorando cada canto. Eu só conseguia ouvir os gemidos de Isabelle, que estava louca de prazer, com a cabeça para trás, deitada no sofá. Eu já não estava aguentando de tesão, e meu pau doía de tão duro dentro das minhas calças. Roberto começou a dedar Isabelle enquanto lambia sua buceta e logo disse:

— Que bucetinha maravilhosa, Isa! Tá toda molhadinha, do jeitinho que eu gosto...

Então, Roberto parou de chupar minha namorada e começou a tirar o cinto, sinalizando que era sua vez. Isabelle não quis ficar para trás e, ao se sentar novamente, colocou as mãos em direção ao botão da calça de Roberto, ajudando-o a desabotoá-la e a ficar de cueca. Eu conseguia ver o pau dele duro, marcando a cueca, cheio de tesão pela minha namorada. Ele ficou em pé, enquanto Isabelle ficou sentada no sofá, de frente para ele, com a altura do rosto na cintura dele, pronta para chupar aquele cacete. Ela levou as mãos à cintura de Roberto e logo abaixou a cueca do rapaz. Em segundos, aquele cacete escapou, todo duro, quase batendo no rosto de Isabelle. Era um pau grande, provavelmente com cerca de 17 centímetros, e eu conseguia ver os olhos de Isabelle brilhando na cabeça daquele cacete, ela estava louca para senti-lo.

Logo, Isabelle começou a colocá-lo na boca, com dificuldade para chupá-lo, e Roberto gemia de prazer ao sentir aquela boquinha deliciosa abocanhar seu cacete, explorando todo o seu membro com aquela língua safada e sedenta. Isabelle chupava o pau dele devagar, quase como se estivesse admirando aquele pau grande, que o namorado dela não tinha e que ele só teria quando estivesse com outro homem. Ela não conseguia colocar todo o cacete na boca, mas tentava até onde dava, enquanto Roberto se esbaldava de prazer, olhando aquele rostinho inocente de Isabelle se acabando naquele pau. Ela parava de chupar para punhetar o pau dele, lambendo o corpo daquele cacete e chegando até as bolas, dando leves chupadas, como uma vagabundinha sem pudor. Minha namorada já estava virando uma profissional nisso; até então, ela só havia chupado o pau do rapaz que conhecemos naquela viagem dos contos anteriores.

Eu estava com o coração acelerado ao ver minha santinha de joelhos mamando outro cara. E, finalmente, chegou o momento tão aguardado. Isabelle parou de chupar aquele cacete e ficou de pé, enquanto voltava a beijar Roberto. Ela parava de beijá-lo para tirar o salto alto e a saia, enquanto Roberto aproveitava o momento para abrir uma camisinha e colocá-la no cacete duro, pronto para comer minha namorada. Ele sentou no sofá, com as pernas abertas e o mastro duro no meio delas, esperando por Isabelle, que se aproximava, sentando-se sobre ele de frente, com os seios voltados para o rosto dele, segurando o cacete de Roberto e direcionando-o para a bucetinha dela, para encaixar corretamente. Aos poucos, ela descia a cintura, encaixando o pau duro dele na buceta dela. Em segundos, ela sentava por completo no pau de Roberto. No momento em que a bunda dela encostou nas coxas dele, Isabelle deu um gemido alto de prazer, sentindo aquele pau arregaçar sua bucetinha apertada. Eu via minha namorada ali, pelada, sentada em outro homem, começando a cavalgar lentamente, sentindo aquele pau abrir sua buceta, pouco usada. Ela gemia cada vez mais, demonstrando muito prazer:

— Ai... ai... que delícia...

— Que bucetinha apertada, Isa, deliciosa — respondia Roberto, com a mão na cintura de Isabelle, acompanhando os movimentos que iam ficando mais rápidos.

Em segundos, Isabelle cavalgava mais rápido no pau de Roberto e gemia como uma puta. Eu estava em êxtase ao vê-la sentar em outro homem daquela forma pela primeira vez, como nos filmes pornôs que eu assistia. Conseguia ver aquela buceta preenchida pelo pau grande de Roberto no vai e vem, com a bunda dela batendo nas coxas dele. Roberto aproveitava a posição para mamar nos peitos de Isabelle, enquanto ela cavalgava e acariciava os cabelos do rapaz. Ele colocava as mãos na cintura dela e logo começava a ditar os próprios movimentos, metendo com mais intensidade naquela buceta, de forma que se ouvia o barulho do impacto dos corpos com a força com que ele estava transando com Isabelle. Nesse momento, ela gemia mais alto e sem parar, e eu tinha certeza de que ela estava tendo um orgasmo com aquele cacete grande entrando cada vez mais fundo nela com força.

Roberto fazia esse movimento de comê-la com mais força espaçadamente, deixando alguns momentos para ela respirar, quando ela o beijava na boca com língua e tudo, louca de prazer por ser dominada por um homem de verdade. Ela saía do colo dele e logo ficava de quatro para o rapaz, ainda em cima do sofá, enquanto ele ficava de pé, colocando uma das pernas de joelho no sofá para ficar bem posicionado para comer aquele rabo branquinho. Ele se aproximava daquela bundinha, que estava pronta para recebê-lo, e pincelava o cacete na bucetinha de Isabelle, provocando-a enquanto dava tapas na bunda. Eu conseguia ver o rosto sedento dela, amando toda aquela situação. Em segundos, Roberto começou a penetrá-la, e ela começou a gemer novamente ao sentir aquele pau entrando nela.

Ele começou a meter nela com força, cheio de tesão, provavelmente sem acreditar que aquela garota maravilhosa estava à sua disposição. Roberto queria aproveitar aquele momento ao máximo e, por isso, tirava o pau da buceta de Isabelle e o pincelava no cuzinho dela. Do jeitinho que a gente queria desde o começo. Eu sabia que um homem convidado a transar com a namorada de outro iria querer explorar cada canto daquele corpo. Ele pincelava a cabeça do pau no cuzinho de Isabelle e logo dizia:

— Eu tô louco pra comer esse cuzinho, Isa. Libera pra mim.

E Isabelle, prestes a realizar sua vontade, provocava o rapaz:

— Você quer comer meu cuzinho, é?

— Quero meter inteiro nesse seu rabo maravilhoso, Isa.

— Come meu cuzinho, então, come!

Nessa hora, eu não aguentei, desabotoei as calças, tirei meu pau pequeno para fora e comecei a bater uma. Eu não acreditava no jeito de putinha que minha namorada estava. Em seguida, Roberto cuspia no cu de Isabelle e começava a forçar a cabeça daquele cacete no cuzinho virgem da minha namorada. Com dificuldade, ele começou a penetrá-lo, e eu conseguia ver aquele cacete enorme entrando no cu da minha namorada, que urrava de prazer naquele momento. Até que, finalmente, Roberto conseguiu encaixar todo aquele pau no cu da minha namorada, que estava perdendo o cabaço do rabo naquele momento. Ele delirava de prazer e começava a se mexer devagar, abrindo aquele cuzinho apertado com aquele pau enorme, e minha namorada provavelmente estava se acabando de prazer.

Ele colocava a mão na cintura dela e aumentava a velocidade aos poucos, penetrando cada vez mais no cuzinho da Isabelle, até começar a se movimentar mais rápido, arregaçando minha namorada. Eu conseguia perceber pela cara dele que ele estava quase gozando ao comer aquele cuzinho apertado, e eu não tinha como julgá-lo por isso. Que cara sortudo, podendo comer o cuzinho de uma gata como a Isabelle. Eu queria poder ter um pau decente para isso. Tive que parar de me masturbar porque estava quase gozando só de ver outro homem transando com a minha namorada, que gemia de prazer loucamente, como uma cadela. Roberto logo dizia:

— Que cuzinho maravilhoso, Isa! Você é espetacular!

— Ai, que delícia! Mete mais, mete, mete mais — respondia Isabelle, louca de tesão, gemendo ao perder o cabaço do rabo pela primeira vez.

Roberto começou a penetrá-la com mais força e estava prestes a gozar. Isabelle gemia cada vez mais, e aqueles gemidos, somados ao barulho dos corpos se batendo, me deixavam louco de tesão, quase me fazendo gozar junto. É possível saber quando o homem está prestes a gozar, e eu via que, pela intensidade do movimento, ele gozaria rápido. E não demorou mesmo. Após alguns minutos de comer o rabo da Isabelle, ele aumentava a intensidade dos movimentos até o momento em que tirava o cacete do rabo da minha namorada, puxando a camisinha e masturbando o pau em direção ao rabo de Isabelle. Em segundos, Roberto urrava de prazer e gozava na bunda de Isabelle. Eu só conseguia ver os jatos de porra que ele jogou na bunda da minha namorada, que, em segundos, ficou cheia de porra, que escorria pelas nádegas, depois de ser totalmente arregaçada por outro homem. Eu não aguentei e acabei gozando na hora, junto com eles, ao ver aquele momento e o rosto de prazer da minha namorada.

Isabelle estava ali, ofegante, após perder a virgindade do cuzinho, mesmo namorando com um cara como eu há anos. Ela precisou de outro homem para tirar sua virgindade anal e satisfazê-la. Os três estávamos ofegantes. Após se limpar e bater um papo rápido, Roberto acabou indo embora sem muita cerimônia, após conseguir o que queria. Ele saiu do local com uma experiência que parecia coisa de filme pornô, em que um cara convida outro para comer sua mulher.

Enquanto isso, eu e Isabelle decidimos dormir naquele apartamento naquela noite, contentes com a experiência que havíamos tido. Ao deitarmos, resolvi conversar com ela sobre o que aconteceu, para criar uma conexão de parceiros, e perguntei:

— Gostou de hoje, amor?

— Eu amei, gato. Fiquei louca de prazer.

— Você gozou no pau dele?

— Gozei duas vezes, amor. Uma quando estava sentada nele e, na hora que ele começou a comer meu cuzinho, eu fiquei louca. No começo doía um pouco, mas depois ficou prazeroso. Gozei sem pudor.

Era tudo o que eu precisava ouvir. Minha namorada estava totalmente satisfeita após perder o cabaço do rabo. O conto ficou grande, mas quis detalhar todo esse momento único de ver minha namorada perder o cabaço com outro. Comentem o que acharam e se querem ler outras aventuras nossas.

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Comentários

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uall que delicia de ler seus contos continue nessa pegada

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Está muito bem narrado, bem escrito, e transmite mesmo a situação desesperadora que deve ser não ter um pau para satisfazer a namorada. A generosidade do namorado, com ela, é fora de série, e o sortudo do comedor ganhou a sorte grande. Essa sua namorada é uma grande mulher. Parceira e cúmplice.

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Caramba, que delícia de relato! Me identifiquei total. Também sou corno e adoro ver minha esposa se divertindo — ela já rebolou em várias picas, mas o cuzinho continua intocado.

Cara, eu sonho com o dia em que vou ver outro homem estourando ele, atolando tudo lá dentro. É uma das minhas maiores fantasias.

Se quiser conhecer minha história e trocar uma ideia depois, tamo aí:

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