Eu sigo Léo até o quarto dele, com o coração acelerado de excitação e o corpo queimando de desejo. Uma grande cama box de casal ocupa boa parte do cômodo, assim como um guarda-roupas com uma porta de espelho. Na hora, eu me pergunto se é para aquela cama que Léo leva as meninas que ele fica, ou mesmo se foi ali que ele dormiu com a ex-mulher durante 3 anos. Nada disso importava realmente, porque naquele momento ele era meu.
A lâmpada do quarto ficou apagada e a única iluminação vinha da luz da cozinha entrando pela porta aberta e do luar entrando pela janela.
Léo volta a me tomar nos braços e me beijar, apertando meu corpo contra o seu, enquanto eu acaricio sua nuca e pescoço. Ele nos guia para a cama, sem interromper o beijo, deitando-se devagar e me puxando com ele. Eu me deito ao seu lado, me apoiando em seu corpo e, ainda preso aos lábios dele, desço minha mão até seu pau e começo a punhetá-lo devagar. Ele começa a ofegar na medida em que vou aumentando o ritmo. Eu não quero fazê-lo gozar tão cedo então diminuo os movimentos.
Nossos corpos seguem entrelaçados, dividindo calor. Cada roçada de pele me fazendo arrepiar. Eu inspiro fundo em seu pescoço e sinto seu cheiro, uma mistura de loção pós-barba, sabonete de banho e… algo mais… algo só dele e que mexia com meus sentidos.
Interrompendo nossos beijos por um momento, Léo segura meu rosto em sua mão e encara minha boca. Sua expressão é uma mistura de desejo e admiração. Ele passa o polegar em meus lábios como se os massageasse, depois insere o dedo devagar na minha boca. Eu deixo que ele massageie minha boca por dentro com o dedo, olhando para o sorriso safado que ele abria.
- Deixa eu sentir essa boquinha gostosa no meu pau de novo… - ele sussurra pra mim na penumbra e meu pau pulsa de tesão com aquele pedido feito com uma voz tão carregada desejo.
Eu inclino minha cabeça em direção a seu pau que ainda seguro em minha mão e beijo a cabeça babada com delicadeza. Depois começo a massageá-la com minha língua. Léo geme baixinho com sua voz grave. Eu sinto vontade de provocá-lo, de colocá-lo no limite do tesão. Quando coloco seu membro na boca, faço isso lentamente e mantenho um ritmo vagaroso, estimulando aos poucos. Ele acaricia minha nuca e movimenta o quadril com suavidade, aproveitando sem pressa.
- Isso… desse jeito, vai… cê mama gostoso demais, moleque. - ele diz com a voz falhando. Ao ouvi-lo, sinto meu pescoço formigar e as orelhas esquentarem de orgulho. Quase como uma resposta involuntária do meu corpo, eu mudo de posição na cama, me apoiando nos joelhos, deixando minha bunda exposta e levantada. Era como se eu já estivesse chamando por ele.
Léo percebe esse movimento e desliza uma mão por minhas costas até chegar na bunda e aperta com força. Eu abro um pouco mais as pernas, empinando levemente, mas continuo mamando seu pau. Sinto seus dedos alisarem meu anel, massageando em movimentos circulares. Meu próprio pau baba com aquela sensação.
Em certo momento, Léo se levanta, ficando de joelhos no colchão na minha frente. Eu continuo de quatro, mamando e sentindo suas mãos alisarem minha bunda e roçarem minha entrada. Em um impulso de tesão, eu volto a avançar seu pau para dentro da minha garganta, mas dessa vez consigo segurar por alguns segundos. Léo solta um gemido alto e grave sentindo seu membro ser todo engolido pelo calor da minha boca.
- Caralho! - ele urra, estalando um tapa na minha bunda.
Eu solto um gemido alto e engasgo no pau. Quando ele escapa da minha boca, meus lábios estão melados de baba e eu sinto os olhos marejados. Léo sorri para mim e diz:
- Se eu soubesse que era bom assim, tinha te botado para mamar antes.
Eu devolvo o sorriso e, sem desviar os olhos dele, abocanho suas bolas. Enquanto movimento seu saco na minha boca, Léo segura minha nuca com uma mão e com a outra volta a segurar minha bunda. Eu seguro meu pau com força, mas não movimento a mão. Com o nível de tesão que eu estava, talvez eu gozasse na hora se começasse a bater uma.
- Vira aqui pra mim… - Léo sussurra depois de algum tempo, segurando minha cintura e me guiando para que eu virasse de costas para ele. Eu me posiciono de quatro na frente dele e arqueio as costas, deixando minha bunda bem levantada - Que rabão, hein! - ele exclama, segurando as duas bandas e abrindo.
Sinto meu cuzinho totalmente exposto para Léo e, quando ele volta a me massagear com os dedos, eu abro ainda mais as pernas para aproveitar. De repente, sem qualquer aviso, sinto algo quente e úmido acariciar meu anel. Um gemido escapa da minha boca e eu olho para trás para ver Léo com o rosto enterrado na minha bunda, movimentando a cabeça bem devagar como se estivesse me beijando.
Aquilo realmente me surpreende, mas não tenho tempo para raciocinar pois a sensação da língua de Léo turva meus sentidos. Eu o sentia aumentar e diminuir seus movimentos, arrastando a língua ao redor do meu buraco e depois pedindo entrada. Em alguns momentos sua língua deslizava por aquela parte sensível entre meu saco e meu cu, o que enviava uma onda de arrepios por todo meu corpo. Sem que eu me dê conta, já estou gemendo alto e rebolando na boca de Léo. Ele estala outro tapa no meu rabo e eu enterro meu rosto no colchão.
Naquela hora, me ocorre o pensamento de que toda aquela habilidade de Léo talvez fosse ele reproduzindo o que aprendeu linguado as mulheres que ele ficava. Aquela conclusão me faz sorrir involuntariamente por entre os gemidos.
Léo também trabalha com seus dedos, alternando com a língua. Ele introduz vagarosamente um dedo no meu anel, deslizando para dentro com a lubrificação de sua saliva. Depois introduz outro, e mais um. Ele estava me relaxando, me preparando para recebê-lo.
Depois de alguns minutos brincando com meu rabo, Léo se levanta e posiciona o pau na porta do meu cuzinho. De início, apenas dá umas pinceladas e bate de leve na minha entrada, me fazendo piscar para ele. Eu olho para trás, mordendo os lábios para suprimir meus gemidos, e vejo mais uma vez aquele sorriso safado no rosto de Léo. Ele se inclina sobre mim, me abraçando, e beija meu pescoço. Seu pau lateja esfregando-se entre minhas nádegas.
- Eu tava louco pra te comer já faz tempo, sabia? - ele sussurra ao pé do meu ouvido e eu sinto minha pele formigar. - Cê vai me dar gostoso hoje? - ele pergunta e eu respondo movimentando meu quadril e fechando minha bunda ao redor de seu pau. Ele dá uma risadinha e morde minha orelha, de leve. Em seguida, se levanta, estende o braço comprido até um criado-mudo ao lado da cama e retira uma camisinha e um saquinho de lubrificante da gaveta.
Enquanto encapa o pau, Léo volta a inserir os dedos no meu cuzinho, tentando abrir a passagem. Eu mantenho minha posição com as pernas abertas e a bunda bem empinada para ele. Logo ele lambuza a pica e meu cu com o lubrificante, deixando bem empapado.
Eu sinto Léo voltar a se inclinar sobre mim e encaixar a cabeça do pau na minha entrada. Ele começa a pressionar devagar. Eu me abro para recebê-lo mas, conforme a pressão aumenta, a dor faz meu corpo ficar tenso. Eu ainda não tinha muita experiência, mas estava com muita vontade. Aos poucos, tento relaxar, abraçar aquele pau pulsante e envolver a cabeça, resistindo ao reflexo de piscar. Quando finalmente o sinto deslizar para dentro de mim, aperto os dentes com força para sufocar um grito do fundo da garganta. Léo ofega de tesão:
- É apertadinho, mano! - ele sussurra e continua entrando devagar. Acho que seu pau tinha chegado na metade quando eu estendo a mão para trás e seguro seu quadril.
- Deixa assim um pouquinho. - Eu gemo com a voz fraca. Léo obedece e fica parado enquanto eu me acostumo com ele dentro de mim. Lentamente eu sinto meu anel se acomodar ao redor daquele pau e começo a me movimentar para frente e para trás, engolindo mais um centímetro dele a cada volta. Léo se mantém imóvel, olhando para mim com a boca semi aberta e respirando fundo como se estivesse segurando a vontade de me agarrar pela cintura e começar a me foder.
Mas ele não se segurou por muito tempo.
De repente, sinto aquelas mãos quentes apertando meu quadril e Léo toma o comando dos movimentos. Suas estocadas são lentas, no início, mas ele logo começa a aumentar o ritmo conforme percebe minha recepção. Para mim, a dor começa a se entrelaçar com o prazer e os meus gemidos altos que preenchem o quarto refletem essa mistura.
Eu mantenho minhas costas arqueadas e deixo que Léo me penetre mais fundo e mais forte. Seu pau me invade, escorregando pelas paredes sensíveis do meu buraco, me trazendo aquela sensação de preenchimento. Em pouco tempo, meu corpo para de oferecer qualquer resistência a Léo e seu membro é totalmente engolido dentro de mim. O som obsceno de carne batendo em carne ecoa pelo quarto.
Todo meu corpo está queimando e suando de tesão, mas ainda assim sinto minhas costas e nuca arrepiarem. Quando Léo diminui a velocidade das socadas por alguns segundos, eu começo a mexer meu quadril para cima e para baixo, mastigando seu pau com meu cu.
- Isso, rebola nessa pica, safado! - ele diz, estalando mais um tapa na minha bunda, o que me faz gemer e aumentar a voracidade dos movimentos. De repente, ouço Léo soltar um som do fundo da garganta, como um rosnado, e ele agarra minha cintura com força, me deixando imóvel. Em seguida ele dá uma risadinha e diz: - Para um pouco, se não vou gozar. - Ele então se inclina sobre mim e me envolve em um abraço. Eu sinto seu peito quente e suado deslizar por minhas costas enquanto ele beija meu pescoço e volta a sussurrar - Ainda quero te comer mais um pouco.
Ao ouvir aquilo meu cuzinho pisca involuntariamente, mordendo o pau de Léo. Ele geme no meu ouvido, em seguida me libera do abraço e empurra minha nuca com a mão, pressionando meu rosto contra o colchão. Sem tirar a pica de dentro, ele se levanta, ficando agachado na cama atrás de mim e começa a meter de cima para baixo.
Eu sinto o saco do Léo bater em minha bunda enquanto seu pau entra e sai de dentro de mim. Já não sinto mais dor, meus gemidos abafados contra o lençol são de puro prazer. Quando levanto os olhos, no espelho do guarda-roupas eu tenho a visão daquele homem grande encaixado em mim, me invadindo e me alargando com voracidade enquanto eu me abro pra ele. Minha bunda balança, surrada pelos golpes de suas estocadas.
Depois de um tempo, Léo volta a guiar meu corpo para mudarmos de posição. Quando ele tira temporariamente o pau de dentro do meu cu, sinto aquela sensação estranha de vácuo, mas logo ele me coloca deitado de barriga para cima, levanta minhas pernas e se encaixa de novo dentro de mim. Enquanto seu membro desliza outra vez pelas bordas do meu anel, Léo me olha nos olhos. Logo ele está metendo novamente naquele ritmo intenso, segurando minhas pernas para mantê-las bem abertas.
Eu começo a me punhetar e Léo olha para aquilo com uma expressão que mistura desejo e estranhamento. Eu me estico para beijá-lo e ele retribui com ardor. Gotas de suor de seu rosto caem no meu e o cheiro de seu corpo suado invade minhas narinas, mas eu só aumento a intensidade do beijo, chupando sua língua e mordendo seus lábios. De repente, eu começo a sentir aquela sensação familiar e abrasadora crescer no meu corpo, deixando meus músculos tensionados e minha respiração entrecortada.
- Eu vou gozar! - eu aviso com a voz gemida e Léo levanta o corpo para observar a cena. Meu corpo todo se contorce e eu solto um gemido alto e longo quando o clímax me atinge e meu pau explode um jato quente e branco em minha mão, esguichando metade no abdômen de Léo e a outra metade caindo sobre mim.
Eu tento recuperar o fôlego depois do êxtase, mas Léo continua metendo. Ele segura meu rosto com a mão e sussurra:
- Deixa eu gozar nessa boquinha, deixa?
- Deixo… - minha voz sai por um fio. Neste exato momento, o corpo de Léo fica tenso e seu rosto se contrai em uma expressão de prazer. Com um urro, ele tira o pau de dentro de mim rapidamente e, de forma desajeitada e apressada, arranca a camisinha. Mas ele não consegue chegar à minha boca a tempo e seu pau explode um jato grosso de porra que atinge minha barriga, meu peito e meu rosto. Ele me deu um banho de leite!
Eu me aproximo e envolvo seu pau com a minha boca, limpando as últimas gotas que ficaram, enquanto o corpo de Léo estremece com a sensibilidade.
Ofegante, ele se joga ao meu lado na cama, olhando para o teto. Eu olho para ele e não consigo me segurar:
- E aí? Matou a curiosidade? - eu pergunto, sorrindo.
Ele solta uma gargalhada, mas não responde.
Nós ficamos ali por um tempo, dividindo aquela risada, recuperando o fôlego e esperando nossos corpos se acalmarem. Então eu passo a mão por meu rosto e depois olho para baixo, para meu peito lambuzado com a mistura do esperma de Léo e do meu.
- Preciso tomar um banho - eu digo e Léo me indica onde fica o banheiro. Ele diz que vai se banhar depois de mim.
- Tem uma toalha limpa no box - ele informa enquanto eu saio do quarto.
Minutos depois, enquanto a água morna escorre pelo meu corpo, eu não consigo parar de sorrir pensando no que acabou de acontecer. Não vou mentir que, além de Léo ser uma delícia, existe uma sensação de poder incrível que vem com ficar com um cara “hétero” como ele. A gente se sente a pessoa mais gostosa do planeta fazendo o cara se entregar desse jeito, principalmente quando é a primeira vez. Mas apesar de tudo isso, eu me preocupei com como minha amizade com Léo iria se alterar dali para frente.
De repente, Léo surge na porta do banheiro, totalmente nu.
- Tem espaço pra mim aí? - ele pergunta, sorrindo, bem-humorado. Na luz branca do banheiro, eu consigo ver melhor os contornos de seu corpo magro e bem desenhado. Meus olhos caem direto para o pau amolecido balançando entre as pernas dele.
- Chega aí. - eu digo, sentindo o coração acelerar e dando espaço para Léo entrar no box comigo. O lugar era estreito, principalmente porque nós dois somos altos, mas conseguimos nos posicionar embaixo do chuveiro juntos.
Tomar banho juntos, para mim, é um ato muito íntimo, mas Léo parece tratar com naturalidade. Ele puxa assuntos aleatórios enquanto ensaboa seu corpo tranquilamente. Eu tento não olhar para seu pau, mas não consigo agir com a mesma naturalidade, principalmente depois daquela transa. Meu desejo começa a se reacender.
Em certo momento, Léo se estica para colocar o sabonete de volta no suporte da parede e seu corpo fica atrás do meu naquele espaço apertado. Em um impulso ousado, eu dou um passo para trás e roço minha bunda em seu pau, movimentando o quadril com suavidade. Léo percebe minha intenção.
- Safado… - ele diz, já sorrindo com malícia.
- Eu? Por quê? - Me faço de inocente, me virando para encará-lo. Na hora, Léo se inclina para frente e me dá um beijo. Eu retribuo quase que no reflexo, sentindo-o me puxar pela cintura para colar nossos corpos um no outro.
A água escorre por minhas costas enquanto Léo me beija com intensidade. Meu pau começa a endurecer, pressionando o dele que também já dá sinal de vida. Eu interrompo o beijo por um segundo para sorrir para ele. Então agarro seu membro e começo a punhetar.
- Quer gozar de novo? - eu pergunto em um sussurro. Léo apenas sorri e acena com a cabeça em resposta. Eu continuo com os movimentos, sentindo a carne pulsar e crescer na minha mão.
Então, Léo faz outra coisa que me surpreende. Ele segura meu pau e começa a bater uma pra mim também. Seu toque é firme, mas os movimentos são meio desajeitados. Devia ser a primeira vez dele batendo uma para outro pau. Ainda assim estava muito gostoso, principalmente junto com aquele beijo delicioso dele.
O ritmo de nossas respirações começam a ficar mais ofegantes conforme seguimos nos estimulando. Em certo momento, eu seguro os dois paus em minha mão, colando-os um ao outro e punhetando-os ao mesmo tempo. Os dois são quase do mesmo tamanho, mas o meu é um pouco menor e um pouco mais grosso. A sensação daquele membro quente esfregando no meu enquanto os dois são masturbados me coloca no limite do tesão. Mas Léo parece gostar ainda mais daquilo. Ele começa a gemer bem alto e agarra meu cabelo, fechando os olhos e aproximando a boca do meu ouvido.
- Isso… desse jeito, tá gostoso…- ele diz, com a voz trêmula e eu aumento o ritmo. De repente, seu corpo todo treme e ele parece prender a respiração. Então seu pau pulsa e jorra porra quente, lambuzando o meu. Um segundo depois, sinto meu próprio corpo ser tomado pelo clímax e meu esperma derrama pela minha mão, se misturando com o de Léo e sendo lavado pela água corrente.
Ficamos os dois parados por alguns segundos, os corpos colados e ofegantes. Eu olho para Léo e ele curva os lábios em um sorriso trêmulo, mas seus olhos carregam um certo choque. Ele tinha acabado de gozar esfregando seu pau no de outro cara e eu podia quase imaginar os questionamentos borbulhando em sua cabeça naquele momento. Talvez eu tenha mostrado que o que ele tinha era mais que "curiosidade".
Quando terminamos o banho e voltamos para a sala para nos vestirmos, Léo me convida para passar a noite. Eu considero a possibilidade, mas recuso porque não gosto de dormir fora de casa. Então ele oferece uma carona até minha casa.
No caminho até minha casa, conversamos sobre coisas aleatórias, mas confesso que o pensamento de mamar Léo naquele carro enquanto ele dirigia passou pela minha cabeça (haha). Mas isso não aconteceu… pelo menos, não naquela noite.
Ainda fiquei com Léo mais duas vezes depois daquela, mas com o tempo nossa amizade começou a esfriar. Primeiro porque parei de pegar carona com ele para casa, depois porque ele começou a ficar estranho comigo, distante, como se estivesse com medo das pessoas desconfiarem que a gente ficava, já que depois ele pediu para eu não contar para ninguém. Eu também comecei a me envolver com outras pessoas e perdi um pouco a paciência com Léo e aquela coisa de “sigilo”, então nos afastamos. Apesar de tudo, foi bom pelo tempo que durou e eu nunca esqueci, principalmente aquela primeira transa.
Hoje em dia, sempre que eu vejo uma tatuagem de serpente, lembro do gosto dos lábios de Léo e de seu sorriso safado.
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É isso haha
Nossa, que tesão do caralho foi relembrar essa história pra escrever!
Faz uns 7 anos que isso aconteceu então alguns detalhes eu fui acrescentando, mas tentei ser o mais fiel possível ao que eu me lembro.
Valeu aí quem leu e me contem o que acharam!
Até a próxima!
