Rosa inspeciona os filhos

Da série Rosa
Um conto erótico de O Libertino
Categoria: Heterossexual
Contém 2521 palavras
Data: 28/01/2026 02:16:09

Aquela casa, em seus domingos de sol filtrado pelas persianas de madeira, exalava um perfume de lavanda e segredos bem guardados. Vamos voltar um pouco no tempo em nossas narrativas, para um tempo em que Enzo e Emily já não eram mais as crianças que batiam portas; eram jovens, herdeiros de uma linhagem onde a moralidade era uma veste que se despia no hall de entrada. Eles circulavam pelos corredores com a naturalidade de quem convive com o sagrado e o profano: não era raro cruzar com Rosa, a mãe e respeitada professora, atravessando a biblioteca nua, adornada apenas por uma coleira de couro cru, carregando a bandeja com o café do pai com a espinha ereta de uma servidora de casta.

Eles conheciam os ruídos — o estalo seco do chicote contra a carne, o tilintar das correntes no quarto principal — e viam as marcas de posse no pescoço da mãe como medalhas de uma guerra que ela ganhava ao se entregar.

Naquela manhã de sábado, porém, a voltagem mudou. O café da manhã fora servido sob um silêncio denso, carregado por uma conversa apimentada entre o pai e Rosa, iniciada ainda na madrugada. O Mestre, sentado à cabeceira com a autoridade de um patriarca, observava os filhos com um olhar que misturava julgamento e curiosidade predatória.

— Rosa — disse o pai, a voz grave cortando o ar — seus filhos atingiram o auge da forma. Eles carregam o nosso sangue, mas também a nossa sede. Quero que você faça uma inspeção. Quero saber se a pureza que eles exibem no mundo é apenas a casca de uma vadiagem que ainda não floresceu.

Rosa levantou-se. Ela usava apenas um robe de seda sobre a pele nua, a coleira de metal brilhando sob a luz da copa. Havia um nervosismo elétrico na sala; Enzo e Emily se entreolharam, uma tensão sexual e familiar que fazia os pelos dos braços se arrepiarem.

— Fiquem de pé — ordenou o pai.

Rosa, com a postura de uma sacerdotisa que conhece a anatomia do desejo, deu um passo à frente. O robe que a cobria roçava levemente suas coxas, e o metal da coleira tilintava conforme ela movia a cabeça.

— Enzo — disse ela, a voz baixa e aveludada, mas carregada de uma autoridade que ele nunca ouvira antes. — Abaixe o shorts.

Enzo hesitou por um segundo, mas deslizou o tecido para baixo. Rosa ajoelhou-se diante dele, as mãos cruzadas atrás das costas. Ela aproximou o rosto a milímetros do membro do filho, que pulsava com um vigor involuntário.

— Mestre... — Rosa relatou, sem desviar os olhos do que via. — O seu filho é robusto. Não é uma peça de exibição vã, mas um instrumento de peso. O pau é firme, de uma carne densa que promete resistência. O saco é grande, pesado, carregado de uma semente que clama por ser despejada. E os pelos... são fartos, másculos, exalando aquele cheiro de bicho jovem que ainda não foi domado.

Ela levantou o olhar, fixando-os diretamente nos olhos de Enzo. Um sorriso cúmplice e perturbador surgiu em seus lábios.

— Você tem um belo dote, meu filho. Há muito poder guardado aí. Use-o bem.

Em seguida, ela se deslocou para Emily. A filha estava com os lábios entreabertos, mordendo o seu dedo indicador levemente.

— Emily, é a sua vez. Tire o shorts.

A menina obedeceu, revelando a intimidade jovem sob a luz matinal. Rosa fez um sinal, e ela se sentou, abrindo duas pernas. Rosa inclinou-se, sentindo o calor que emanava das coxas de Emily.

— Mestre, a menina é o meu reflexo, mas com a urgência da juventude. A bucetinha é rosada, delicada, mas já exibe os sinais da inflamação do desejo. Os pelos estão aparados. O cheiro é doce, como um fruto que está prestes a rachar de tão maduro.

Rosa aproximou o nariz da fenda de Emily, aspirando profundamente, o que fez a filha estremecer e apertar os dedos contra as pernas. Rosa então olhou para o rosto da menina e disse:

— Emily, ouça bem: da próxima vez, quero você completamente depilada. Lisinha.

A tensão na sala era quase insuportável, um arco esticado ao limite. O cheiro de sexo e de medo misturava-se ao aroma do café. O marido, sentado com as pernas cruzadas, saboreava a cena como quem aprecia uma safra rara. Ele viu o suor escorrer pelo pescoço de Enzo e o tremor nas mãos de Emily.

— Satisfeito, Mestre? — Rosa perguntou, levantando-se e voltando ao seu posto de submissão ao lado da poltrona dele.

— Muito — respondeu o pai, com um riso curto e seco. — Agora, podem ir. Tenho assuntos mais... urgentes com a mãe de vocês agora.

Os dois se vestiram apressadamente, fugindo da sala com o coração martelando, enquanto Rosa já se desfazia do robe, preparando-se para a recompensa por ter sido a perfeita inspetora daquela manhã.

* * *

Enzo e Emily entraram no quarto dele e fecharam a porta com um clique que pareceu ecoar como um tiro no silêncio do corredor. Por alguns segundos, nenhum dos dois conseguiu dizer nada; o ar entre eles ainda vibrava com a voltagem do que acabara de acontecer na copa.

Enzo sentou-se na beira da cama, os cotovelos nos joelhos, tentando controlar a respiração que ainda saía pesada. Emily caminhou até a janela, abraçando o próprio corpo, sentindo o atrito da pele ainda sensível sob o shorts que acabara de vestir.

— Aquilo foi... — Emily começou, a voz falhando, uma risada nervosa escapando antes que pudesse terminar a frase.

— Eu não conseguia nem me mexer — confessou Enzo, passando a mão pelo rosto suado. — Mamãe ficou tão perto que eu senti o calor da boca dela perto de mim.

Emily virou-se para o irmão. O pálido do rosto dera lugar a um carmim que subia pelo pescoço.

— Você viu o que ela disse para mim? Que quer que eu me depile toda. Ela falou com uma autoridade, uma coisa que... sei lá.

— E você vai fazer? — Enzo perguntou, erguendo os olhos, notando o brilho diferente nas pupilas da irmã.

— Vou — sussurrou Emily, e o deboche habitual dela fora substituído por uma entrega que ela mal conseguia esconder. — O pior é que, enquanto ela falava, enquanto ela sentia o meu cheiro... eu não senti vergonha. Eu senti uma coisa aqui embaixo, uma pulsação que eu nunca tive antes.

Enzo soltou um riso curto, balançando a cabeça.

Os dois ficaram em silêncio, ouvindo um ruído abafado vindo do quarto dos pais — o som de algo metálico batendo na cabeceira da cama e um gemido de Rosa que não era de dor, mas de uma submissão plena e satisfeita.

— Amanhã no café, nada vai ser igual — disse Enzo, olhando para a porta.

— Amanhã no café — Emily corrigiu, com um sorriso de lado — eu vou estar lisinha, como mamãe ordenou.

* * *

Assim que os passos dos filhos ecoaram escada acima, o silêncio tornou-se pesado, quase sólido. O marido permaneceu sentado, observando Rosa, que ainda estava de joelhos, a respiração curta fazendo a coleira subir e descer ritmicamente contra sua garganta.

— Aproxime-se, Rosa — ordenou ele, a voz num tom de barítono que ela conhecia bem. Era o tom que precedia a entrega total.

Ela rastejou até ele, parando entre suas pernas. O marido segurou o queixo da esposa com força, forçando-a a olhar diretamente em seus olhos.

— Você estava vibrando, não estava? Eu vi o brilho nos seus olhos enquanto descrevia o dote do seu filho e a fenda da sua filha. Você esqueceu, por um momento, que é a mãe deles, e agiu como a minha cadela de caça farejando a nova geração.

Rosa sentiu um calor úmido percorrer suas pernas. Ela não baixou o olhar.

— Sim, Mestre — confessou ela, a voz num sussurro carregado de luxúria e culpa. — Eu gostei. Gostei de ver a potência dele e a promessa dela. Gostei de sentir o cheiro da juventude deles e imaginar o que será deles. Foi o ápice da minha servidão.

O marido soltou um riso sombrio.

— Uma confissão corajosa. E confissões desse tipo exigem um castigo à altura da sua... animação.

Ele a conduziu para o quarto, onde uma estrutura de ganchos de aço estava fixada no teto. Com a habilidade de quem domina cada centímetro daquele corpo, ele prendeu os pulsos de Rosa acima da cabeça, deixando-a na ponta dos pés. Em seguida, ele ajustou uma mordaça de anel que mantinha sua boca aberta, impedindo qualquer fala, mas permitindo que ele visse cada detalhe de sua língua ávida.

— Você vai ficar assim, exposta, enquanto eu decido qual dos instrumentos do baú vai acalmar esse seu ímpeto maternal distorcido — disse ele, passando a mão pela barriga dela até chegar à sua intimidade, que já transbordava. — Se você gostou tanto de inspecionar a pureza deles, agora vai aprender o peso de ser a minha servidora absoluta.

Ele pegou a palmatória de prata e, com golpes lentos e precisos, começou a castigar as coxas de Rosa. A cada estalo, ela arqueava o corpo, os olhos revirando de prazer e dor. Ele não tinha pressa. Entre um golpe e outro, ele a penetrava com os dedos, lembrando-a de que, por mais que ela se sentisse poderosa inspecionando os filhos, ela era, antes de tudo, o objeto dele.

— Diga-me, Rosa — ele retirou a mordaça por um segundo —, quem é a verdadeira vadia desta casa?

Ela não conseguia responder. Ele sabia disso. Mas insistia.

— Quem é a verdadeira vadia desta casa?

Rosa respondeu com um som animalesco. Ela continuou assim, pendurada, exposta como carne pendurada no açougue, até que o marido a retirou, deitou na cama e a fodeu, com toda fúria.

* * *

A manhã de domingo nasceu com uma claridade impiedosa, mas o clima dentro daquela casa não tinha nada de celestial. Na cozinha, o cheiro de café fresco misturava-se ao odor metálico de uma expectativa elétrica. Rosa já estava em seu posto, ao lado da cadeira do marido, vestindo apenas uma combinação de seda preta e sua coleira de estimação.

Quando Emily entrou na copa, o tempo pareceu desacelerar. Ela usava uma camisola curta de algodão, estampada com um personagem de desenho animado — um contraste infantil e perverso com a aura de luxúria que a cercava. Emily caminhou com uma confiança nova, os pés descalços fazendo pouco barulho no piso de granito. Sem dizer uma palavra, ela se sentou na cadeira de frente para o pai e, com um movimento deliberado e lento, abriu as pernas, deixando a camisola subir até o ventre.

O silêncio foi absoluto. Ali, sob a luz matinal, Emily revelou-se: estava perfeitamente depilada, lisa, lisinha, exatamente como Rosa ordenara.

— Rosa — disse o marido, a voz vibrando com um prazer contido —, parece que a estagiária seguiu as instruções da professora. Faça as honras. Quero o relatório completo.

Rosa levantou-se com uma agilidade felina. Ela aproximou-se da cadeira de Emily e ajoelhou-se entre as pernas da filha. A proximidade era tão grande que Emily podia sentir o hálito de Rosa contra sua pele nua. Rosa não a tocou; manteve as mãos presas atrás das costas, mas inclinou o rosto até que seu nariz quase roçasse a fenda rosada de Emily.

— Mestre... — começou Rosa, a voz rouca de uma excitação que ela mal tentava esconder. — O trabalho foi bem feito. Não restou uma sombra, nem um único fio de resistência. A pele está macia, vulnerável, exposta como um sacrifício. O cheiro... mudou. Sem a proteção dos pelos, o aroma do desejo dela está mais nítido, mais pungente.

Rosa moveu o rosto milimetricamente, inspirando profundamente o calor que emanava de Emily. A filha arqueou levemente o corpo, as mãos apertando as bordas da cadeira, os olhos fixos no teto para não vacilar diante da inspeção da mãe.

— Veja como ela pulsa, Mestre — continuou Rosa, descrevendo cada detalhe da anatomia da filha com uma precisão cirúrgica e obscena. — Os lábios estão entreabertos, o clitóris está inchado e brilhante sob a luz. Ela não é mais uma menina; é uma mulher, um convite aberto.

Enzo, que entrara na sala logo após a irmã, observava tudo do batente da porta, o shorts de pijama visivelmente marcado pelo vigor matinal. Ele estava hipnotizado pelo descaramento da irmã e pela dedicação da mãe em despi-la verbalmente.

— Emily — disse o pai, levantando-se e caminhando até ela. Ele não olhou para o rosto da filha, mas sim para o "trabalho" que Rosa acabara de descrever. — Você provou que sabe obedecer a uma ordem direta. Boa menina. Agora, quero que você fique exatamente assim, hoje, nesse figurino.

O marido tocou apenas na coleira de Rosa, puxando-a levemente para trás, enquanto ela mantinha o olhar fixo na intimidade exposta de Emily.

O foco, então, deslocou-se para Enzo. O rapaz permanecia estático no batente, a respiração curta e o volume sob o tecido do pijama denunciando que a cena o havia levado ao limite. O pai, saboreando o poder de ter os dois herdeiros sob seu jugo erótico, recostou-se na cadeira.

— E você, Enzo? — a voz do patriarca era um comando de aço. — Gostou do que a sua mãe revelou sobre a sua irmã?

Enzo apenas assentiu, a garganta seca demais para articular palavras.

— Pois bem. Já que o clima é de transparência, mostre-nos como o seu corpo reagiu a essa aula prática. Abaixe isso. Agora.

Enzo obedeceu, deslizando o pijama e expondo sua virilidade plenamente desperta. O pau, robusto e latejante, apontava para o teto com uma insolência jovem. Rosa, atendendo ao comando silencioso do marido, deslizou pelo chão até parar diante do filho. Ela não o tocou, mas aproximou o rosto o suficiente para sentir o pulsar da carne.

— Mestre... Ele está magnífico. A pele está esticada ao máximo, a cabeça está roxa e brilhante, transbordando uma urgência que é pura força. É um instrumento de comando, Mestre. Forte, reto e impiedoso. — descreveu Rosa, os olhos brilhando de uma admiração proibida.

Enzo tremia, os olhos fixos nos da mãe, sentindo a aprovação dela como um combustível para sua própria luxúria. O pai deu um riso seco de satisfação.

— Chega de exibições por hora. Vistam-se e subam.

Os dois deixaram a copa, mas o silêncio do corredor principal estava carregado. Emily caminhava à frente, a camisola de desenho animado balançando e revelando, a cada passo, a nudez impecável que Rosa tanto elogiara. No meio do caminho, ela parou e virou-se para o irmão, que ainda tentava acalmar os batimentos cardíacos.

Emily lançou-lhe um olhar de puro deboche e admiração, aquele brilho de quem já não reconhece mais as barreiras da moralidade comum.

— Sabe, Enzo... — ela sussurrou, encostando-se na parede e cruzando os braços, o que fez a camisola subir ainda mais — a mamãe tem toda a razão sobre você.

Enzo parou, encarando a irmã depilada e provocante. Emily sorriu, os olhos descendo por um segundo para o volume que ainda marcava o pijama do irmão.

— Eu nunca tinha visto de tão perto. Você é realmente robusto, como ela disse. É um pau de respeito, irmãozinho.

Ela deu uma risadinha deliciada com o choque no rosto dele e entrou no quarto, batendo a porta e deixando Enzo sozinho no corredor com o eco do elogio e a certeza de que, naquela casa, a inocência havia sido enterrada definitivamente naquela manhã de domingo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive olibertino a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários