Loirinha ninfeta no culto do pastor coroa - Um conto de Rebeca

Um conto erótico de Rebeca
Categoria: Heterossexual
Contém 1946 palavras
Data: 28/01/2026 07:01:40

Oieee... Rebeca aqui. Como vocês estão?

Deixa eu me apresentar. Tenho 21 anos, sou loira... um belo par de coxas e seios durinhos. Dizem que sou esnobe, mas gente boa...rsrsrs... Tenho 1,68m e 75 kg. Amo animais, gosto de dançar e provocar.

Junto com minhas amigas, Alicia e Karol, quero trazer contos picantes e bem sensuais. Espero que gostem!

Bem, o conto de hoje está relacionado a vez que arrumei um “namoradinho” que me levou pro culto. Na verdade, nunca gostei de estudar e usava meus dotes para conseguir as coisas. Eu estava tinha acabado de completar 1.6. Precisando de nota na escola, aceitei a proposta de Marquinhos.

— Que legal, Rebeca. Vai ser bom pra nós dois. Eu te ajudo com as notas e você me ajuda com meus pais. Eles ficam pegando no meu pé por ainda não namorar.

— Mas, cara. Você sabe que não vai rolar nada além de ficarmos de mãos dadas, né? E isso, só quando estivermos na sua casa.

— Relaxa, Rebeca. Vamos fazer do seu jeito. Você tem que usar uma roupa comportada perto deles.

Marquinhos me convidou para um culto que aconteceria no próximo fim de semana. Planejamos tudo e no sábado a noite, lá estava eu em frente de casa esperando por ele e seus pais.

— Espero estar comportada. HAHAHA

Falei sozinha e dei risada. Eu usava um vestido preto coladinho que dava destaque aos meus seios e contorno para minha raba. Um perfume adocicado e meu batonzinho vermelho. Segurando minha bolsinha de couro.

Parada na porta de casa, alguns carros passavam e buzinavam. Teve até um engraçadinho que parou e perguntou quanto era o programa. Mas, logo dei um fora nele.

Foi então, que um Civic prata parou. Marquinhos desceu e ficou de boca aberta ao me ver.

— Caramba! Você está demais.

Fechei a cara e ele entendeu. Entramos no carro. Julia e Pedro estavam no banco da frente.

— Então esta que é minha nora? — perguntou Pedro sorrindo.

Julia parecia não ter ido muito com minha cara.

— Tivemos que fazer um baita desvio do nosso compromisso. Vamos, estamos atrasados.

Seu Pedro usava óculos, pele morena, cabelo curto com alguns fios grisalhos. Notei que usava um terno social preto. Julia, era morena, usava um longo vestido branco.

No banco de trás, fiquei em silêncio. Porém, notei os olhares vindo de Pedro pelo retrovisor. De vez em quando, ele se virava.

— Vocês estudam juntos, então?

— Sim, senhor. — respondi secamente.

Ele olhou para meus seios e passou a língua nos lábios.

— Entendi.

— Pai, está preparado para o culto?... Rebeca, meu pai é o pregador desta noite.

Fiquei sem entende nada.

— O que quer dizer?

— Quer dizer que meu marido está pronto para guiar o rebanho que foi lhe ofertado.

“Que mulher maluca.” — pensei e sorri.

— Deve ser uma baita responsabilidade.

— Sim, querida. Esperei 52 anos por este momento.

A viagem seguiu até o local do culto. Lá, diversas pessoas pareciam se vestir iguais. Os homens de terno, as mulheres de vestido com longos cabelos. Eu só pensava se aquilo tudo me renderia uma boa nota. Quando saímos do carro pude analisar o coroa.

A calça social marcava sua rola que, nitidamente, estava apontando para a direita. Puta que pariu!! Que piru gostoso ele guardava ali.

— O que foi? — ele me perguntou olhando para a calça.

Sorri sem graça e ele percebeu o que era. Rapidinho, mexeu na calça e se ajeitou.

Algumas pessoas se aproximaram cumprimentado a família. Eu, bem, fiquei de lado fascinada no coroa. Por fim, entramos no recinto. Mais uma surpresa. Os bancos de madeira eram separados por um longo corredor. As mulheres ficavam de um lado e os homens, de outro.

— Venha, Rebeca. Temos lugar reservado.

Segui minha “sogra” e nos sentamos em frente ao palco. Em pouco tempo, as luzes se abaixaram e Seu Pedro apareceu com um microfone. Que visão!

De onde sentamos, pude ver que o coroa tinha uma barriga saliente e pensamentos me ocorreram.

“Vontade louca de dar uma mamada nele. Olha só, que tamanho de cacete.”

De vez em quando, Seu Pedro me pegava olhando na direção de sua calça. A pregação seguia até que ele falou:

— Alguns de vocês ainda não experimentaram o que é realmente viver. — Olhou pra mim. — Aqui tem o leite da vida. Vocês só precisam mamar!

Me deu uma baita vontade de rir. Mas fiz um carinha de safada e sorri.

— Quem quiser... é só falar comigo!

Minha buceta estava pegando fogo. Teria que dar um jeito naquilo. O culto prosseguiu. Até que Seu Pedro entregou o microfone para outro pastor.

— Agora! Vamos seguir com o pastor Cristiano.

Seu Pedro ficou de lado e me encarou. Passei a língua nos lábios e sorri. Mal pude acreditar que minha “sogra” nem desconfiou da minha vontade.

— Preciso ir no banheiro. — falei baixinho para ela que fez um sinal para o marido que logo entendeu.

Me levantei e fui perto do palco ao encontro do coroa.

— O que foi?

— Preciso ir no banheiro!

Saímos andando. Ele me levou até os fundos que ficava atrás do palco. Passamos por uma porta e vi que tinha dois banheiros, um masculino e um feminino.

— Pode ir, querida!

Entrei no banheiro e fiquei pensando no que fazer. Perdida em meus pensamentos, nem vi que estava demorando até que escutei ele batendo na porta.

— Está tudo bem?

Sai do box, sem graça. Ele na porta me olhando.

— Ah, sim. Está sim! Só estava pensando no que o senhor disse.

— O que eu disse?

Me aproximei dele e fiz cara de sonsa.

— Que o senhor tem o leite da vida. Que precisamos só mamar.

Ele arregalou os olhos.

— Si... si... sim. Isto é....

Resolvi arriscar.

— To doidinha pra mamar.

Ele olhou em volta.

— Melhor voltarmos.

— Pensei que quem quisesse mamar era só pedir para o senhor.

O coroa riu.

— Você é namorada do meu filho. Pra mim, é como se fosse minha filha.

Passei a mão na calça dele até o saco e apalpei.

— Me dá leitinho, papai!

Ele segurou meu braço com força, me puxou e saímos andando.

“Fudeu. Agora to perdida.”

Foi ai que saímos por uma porta ao lado. Percebi que estávamos indo até o estacionamento. Para nossa sorte, ninguém nos viu. Ele abriu a porta traseira do carro e me jogou no banco.

— Calma, o que está fazendo?

Na parte de trás, havia um muro e, do lado, algumas vans.

— Quer mamar, putona?!? Vem então.

O coroa abaixou o zíper. A rola saltou, a cabeça brilhando com a luz do luar. Me ajeitei no banco, precisei apenas me apoiar nas coxas do coroa.

GLUB, GLUB, GLUB

— Caralho, loirinha. Você chupa meu filho assim?

GLUB, GLUB, GLUB

— Tá gostando da minha rola?!? 16cm não deve ser nada pra você.

GLUB, GLUB, GLUB

Ele puxou meu cabelo e me deu um beijo molhado. Fiquei extasiada com aquilo. Batia uma punheta frenética pro coroa que enfiava toda língua na minha boca.

— Tira minha calça, Rebeca. Não podemos deixar ela molhada.

Conforme eu tirava a cala dele, minha bucetinha foi ficando mais molhada.

— Isso! Boa garota! Continua mamando!

GLUB, GLUB, GLUB

Fiquei ali por uns minutos até que ele me tirou.

— Puta que pariu! Levanta.

Obedeci. O coroa me beijou de novo, passou a mão na minha bunda e apertou.

— Que delicia de rabo. Tá até soltando feromônio, gatinha. Você é muito cheirosa. E esses peitões?!?

Ele beijou meu pescoço e desceu. Sugou meus seios com vontade.

— UI!! SEUUU PEDROOOO!! UINNN!

— Tá gostando, puta?

— AINNN!

Ele me virou, subiu meu vestido com certa dificuldade expondo minha bunda.

— Puta merda. Sem calcinha? Veio preparada, hein. Abre as pernas que vou meter é no seco mesmo.

Mal ele sabia que minha xota estava lubrificada de tanto tesão.

O cacete encaixou e foi entrando com facilidade.

— Está molhadinha, é? Está no jeito pra levar pau do pastor!

PLAU, PLAU, PLAU

Em poucos minutos, Seu Pedro me comia no estacionamento.

— Fica de 4, vamos!

Meio sem jeito, me posicionei sob o banco com o rabo pra cima.

— Que visão divina! Puta que pariu!

PLAU, PLAU, PLAU

— AINNNN! UINNN! SEU PEDROOO!! OINNN!!

Eu gemia como uma cachorra. Nem me importava mais se alguém me pegasse sendo a puta do pastor.

— Receba meu cajado, cadela! Vou enfiar até os ovos!

PLAU, PLAU, PLAU

Realmente, ele me comia com maestria. Foi ai que ele parou e saiu.

— Levanta. Quero ver você cavalgar!

Logo, ele estava sentado no banco e eu quicando.

— UINNN! AINNN! ASSIMMM, AIIIN PAPAAAIII!

— ISSO MINHA FILHAAA!! OHHH! Pula na minha pica!

PLAU, PLAU, PLAU

Ficamos naquela safadeza por alguns minutos até que ele me mandou sair. Logo, ele fechou a porta do carro, me puxou e me beijou. Levantou uma das minhas pernas e encaixou de novo na minha xota.

— Vou te pegar no colo, filhinha!

— ESPERAAA OHHHH! UINNNNN!

Ele me ergueu do chão, segurando minhas coxas e fez eu subir e descer. Vi estrelas naquela posição. Minha buceta descia engolindo todo o cacete grosso do coroa.

— Sua meretriz! Piranha! Vadiaaa! Veio só pra me atentar! Agora, tome rola!

PLAU, PLAU, PLAU

Escutamos alguns passos. Rapidinho, Seu Pedro me levou até a parte de trás de uma das vans e ficamos em silêncio.

— Então, irmã... também reparei. Como eles aceitam isso?

— Não sei como o pastor Pedro consegue usar uma calça daquelas.

Pelas vozes, era duas mocinhas conversando.

— Vou te falar uma coisa. A Judith me disse que ele não é brincadeira, viu. O pastor tem um varão que deixa qualquer uma caidinha na tentação. HAHAHA

Logo, elas saíram e continuamos na nossa safadeza.

— Quer dizer, então... que o senhor tem se metido com as irmãzinhas? Velho safado.

Ele me soltou no chão, me virou e me deu um tapa na bunda.

— Tá achando que tenho rola só pra minha esposa, biscate? Vai bota as mãos na parede e empina!

O coroa abriu minhas pernas.

PLAU, PLAU, PLAU

— UINNN..OHNNN! CARALHOOOOOO!

Ele tapou minha boca com a mão.

— Tá querendo me fuder, porra?!?

PLAU, PLAU, PLAU

Lá estava eu, sendo serva do pastor.

— Loirinha, que delicia de mulher...putaaaa!! OHHHNN!

— UINNN! OHHNNN!!

Comecei a gemer descontroladamente até sentir os primeiros espasmos na xota.

— CARALHOOOO! TO GOZANDDDO PORRA!!!

Me contorci toda e cai ajoelhada. O coroa ficou com o pau na mão me olhando.

— Gostou, vadia?

Eu nem conseguia falar.

— Você ainda quer leitinho?

Balancei a cabeça que sim. Abri a boca e coloquei a língua pra fora. O coroa bateu uma punheta, segurou minha cabeça e disse:

— Receba, meu leiteee!! OHHH!! AINNN!

Minha língua ficou quente com o esperma dele. O coroa gozou tanto que escorria pelo meu queixo.

— Engole, filha!

Obedeci e ainda passei o dedo no queixo e lambi.

— Boa, garota! Assim que se faz. Não pode desperdiçar nenhuma gota de leite do varão.

Ele bateu com a rola mole na minha cara e deixou parada.

— Dá uma chupada no saco do sogrão!

A rola dele estava na minha cara. Chupei o saco com gosto.

— UINNN! OHNNN!! GOSTOSA DO CARALHOOO!! OHHH!!

PLAU, PLAU, PLAU

Ele bateu com a rola na minha cara.

— Vamos! Hora de voltarmos.

Nos vestimos e saímos de lá. Quando chegamos perto da entrada, as pessoas começaram a sair.

— Que beleza, hein. Aonde vocês estavam? — Julia parecia furiosa.

— Bem... eu...

— Oi, pastor! Quanto tempo.

— Oi Judith... tudo bem, minha filha?

Enfim, ficamos lá por mais algum tempo e fomos embora. Claro que cobrei o Marquinhos de me ajudar nas tarefas da escola..rsrsrs..e fui mais algumas vezes no culto do pastor Pedro!

Enfim, se gostaram, deixem alguma mensagem e me digam: Algum de vocês gostaria de ser meu pastor e dar leitinho do varão para mim?

Bjinhos e até a próxima.

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