Meu foco é atrapalhado por um flash de luz que invade a janela a um metro à minha frente. Olho para o relógio e vejo que já são 18h20, o que exclamou minha preocupação.
- Merda, estou atrasada. Elas vão me matar. Pego minha bolsa e sigo para o banheiro feminino individual do escritório. Quando entro, dou de cara com um grande espelho que reflete a minha imagem. Tranco a porta e, imediatamente, tiro minha roupa. Quando vou tirar a calcinha vermelha, me rendo e observo cada curva e dobra do meu corpo grande e suculento. Passo lentamente as mãos sobre meus seios fartos, de bicos pequenos que, ao toque das pontas geladas de meus dedos, endurecem. Sai um pequeno gemido entre meus lábios e logo após, se abrem, dando a forma de um sorriso malicioso. Sem perder mais tempo, visto o vestido preto que desliza perfeitamente em meu corpo, calço as sandálias e só retoco o batom. Desço as escadas do escritório correndo e, quando chego à rua, faço sinal para um táxi parar.
Entro e digo ao motorista para me levar ao chegar à Riviera Dance, na Avenida Paulista, o táxi para em frente à boate. Eu desço e fecho a porta do carro, estava tão preocupada que saí em disparada para dentro do local, mas meus passos são interrompidos por um grande choque quando esbarro em alguém que me segura pela cintura. Fico sem reação ao ver o homem que está tão colado em mim que posso sentir sua respiração em meus seios, que estão bem próximos de seu rosto. Ele me olha desde os pés até a cabeça; porém, faz uma pausa quando chega em meus seios e noto que, levemente, ele aperta minha cintura e morde os lábios. Não consigo ter reação de empurrá-lo para longe; na verdade, eu não quero.
Ele me solta e faz um sinal com a cabeça, e o sorriso discreto, cheio de malícia, ainda está em seus grandes lábios. Entro na boate e sinto minha calcinha úmida e meus bicos do peito durinhos. Caralho, que tesão ele me deu sem fazer nada, apenas com o olhar e um simples aperto. Enquanto me recomponho, encontro minhas amigas que já estão bebendo e muito bem acompanhadas. Vou para a pista de dança, pois hoje eu quero só dançar e me divertir, mas não paro de pensar no que aconteceu antes e começo a ficar molhada de novo. Penso que preciso me aliviar e vou sentido o banheiro, mas antes de chegar, sinto uma grande mão que me puxa bruscamente para um ambiente menos iluminado. Quando dou conta, é o rapaz com quem eu esbarrei.
Observo-o detalhadamente e noto o quanto ele é alto e forte, mas o que se destaca são seus lábios e olhos, que ficam vidrados olhando para mim. Ele se aproxima cada vez mais até me deixar encurralada no canto da parede; sinto seu dedo levemente tocando meu bico do peito. Penso como isso é bom e minhas pernas falam, mas ele me segura enquanto chega mais perto de mim. Sinto seus lábios e sua língua percorrendo meu pescoço, enquanto seu dedo brinca com meus bicos. Devagar, aquele desconhecido expõe meus peitos e, num só ataque, abocanha-os, chupando e mordendo, deixando-me cada vez mais molhada. Ele desce a mão até chegar à minha buceta, que pinga de puro tesão; ele coloca a calcinha de lado e enfia um dos dedos, e automaticamente solto um gemido tão gostoso. Cada vez que eu me contorcia ou minhas pernas falhavam, ele enfiava mais um dedo e a velocidade aumentava. Porra, eu não vou aguentar, pensava.
Ele sussurra no meu ouvido: "Você só goza quando eu quiser, ok?" Isso me deixa doida, pois ele sabia, no exato momento, que deveria diminuir a intensidade para eu não gozar. Ele pega uma das minhas mãos e enfia dentro de sua calça, arregalando os olhos ao sentir seu pau duro e vibrando de tanto tesão. Penso em colocar na boca e chupar até eu me engasgar, reviro os olhos de prazer ao imaginar essa cena em minha cabeça.
Ele pergunta o que eu estou esperando para não começar a chupar seu pau. Ele me pega pelos cabelos e, na outra mão, segura seu pau, que bate na minha cara e depois desliza pelos meus lábios. Ele introduz meu pênis em minha boca e força até chegar à minha garganta; meus olhos se reviram com o prazer que sinto. Seguro seu pênis com as duas mãos e massageio enquanto chupo a cabeça deliciosa daquela rola. Ele novamente segura minha cabeça, agora com as duas mãos, e soca cada vez mais fundo na minha garganta. Enquanto isso, eu toco meu clitóris e meto os dedos na minha buceta. Cada gemido que ele solta me dá vontade de gozar e fazer ele encher minha boquinha de leitinho.
Seguro meus seios e coloco a rola dele no meio e masturbo enquanto chupo a cabecinha. Ele solta um gemido e junto a frase: “Você é uma puta safada demais. Mama essa rola, mama gostosa.” Intensifico a masturbação e as chupadas, e ele não aguenta, me pega pelo braço e me joga de frente para a parede. Eu empino bem meu rabo e abro as pernas, e levemente olho para trás com olhar de desejo. Ele pega seu pau e desliza várias vezes na entrada da minha bucetinha, chega perto do meu ouvido e sussurra: “Você é o pecado que eu quero comer todo dia.” E levemente enfia seu pau na minha buceta. Eu me contorço cada vez mais à medida que ele se afunda nela; ele solta um gemido alto, aperta minha cintura e, com força e velocidade, fode minha buceta. Somos envolvidos um pelo gemido do outro, pelo som da música e pelos tapas que ele violentamente dava em minha bunda. Ele abriu levemente minha bunda e disse: “E se eu apertar esse botãozinho, o que será que acontece?”
Ele chupou um dos dedos e alisou meu cuzinho; a cada passada, eu revirava os olhos. Na sexta passada, ele enfiou o dedo levemente e eu soltei um gemido de pura loucura. Digo a ele: - Isso me fode, enfia mais um, definhou, vai, por favor. Ele me olha e diz: - Você aguenta, não aguenta? Não preciso dizer nada; meu olhar confirma a pergunta dele. Ele retira o dedo e, logo em seguida, é dia dois e, freneticamente, ele começa a me penetrar pela buceta e pelo meu cuzinho. Quando ele força seu pau na minha buceta, eu grito que vou gozar; ele aumenta ainda mais a velocidade e eu sinto seu pau prestes a explodir. Solto "Gozeeeiiii" num gemido, que afunda minhas unhas nos braços dele, que me seguram contra seu corpo, e logo em seguida sinto a jatada de leite preenchendo cada canto da minha buceta. Ele morde minhas costas e não solta até sair a última gota de porra de seu pau. Penso o quanto estou preenchida e quente com tudo que ele me deu.
Ele sussurra novamente em meu ouvido: "Ainda não acabou, vamos. Quero comer você a noite toda." Nos ajeitamos e ele agarra meu braço, e seguimos para a saída, onde pegamos um táxi, mas não sei para onde ele há de me levar. Porém, quero viver essa loucura deliciosa novamente.
