Trabalho provisório III (final)

Um conto erótico de Davil
Categoria: Grupal
Contém 1286 palavras
Data: 28/01/2026 08:47:32

Os últimos cinco dias da campanha foram uma espiral de entrega total. Marcos não me dava trégua: todas as tardes, depois do trabalho no posto, ele me levava para cantos isolados da rodovia, motéis baratos ou até mesmo para o escritório da agência depois do horário. Ele adorava me humilhar verbalmente enquanto me usava. “Olha só pra você, Larissa… uma menininha de 18 anos virando a maior puta da BR.” Eu respondia gemendo, concordando, pedindo mais.

Uma tarde, ele me levou para uma pedreira abandonada nos arredores da cidade. O sol já estava baixo, o ar quente e poeirento. Mandou eu tirar tudo e ficar de quatro sobre uma pilha de areia grossa. A areia arranhava meus joelhos e minhas mãos, mas eu nem liguei. Ele abriu a calça, esfregou o pau grosso na minha cara e mandou eu abrir a boca. Chupei com fome, babando, engasgando enquanto ele segurava minha cabeça e socava fundo na garganta. Depois me virou de bruços, empinou minha bunda e começou a bater – tapas abertos, ritmados, que faziam minha pele arder e minha buceta escorrer. Cada tapa vinha acompanhado de um “quem manda nessa bucetinha, vadia?” e eu respondia gritando “Você, Marcos! Você manda!”

Ele cuspiu no meu cuzinho ainda sensível do dia anterior e enfiou dois dedos, abrindo caminho. Gritei de dor e prazer misturados. Quando achou que eu estava pronta, posicionou a cabeça grossa na entrada e forçou devagar. Eu soluçava, mas empinava mais, querendo tudo. Ele entrou até o talo com um empurrão final, as bolas batendo na minha buceta. Começou a foder com força, tirando quase todo e socando de novo, o som molhado ecoando na pedreira vazia. Gozei duas vezes só com o cuzinho sendo arrombado, o corpo tremendo na areia quente. No final ele gozou dentro, jatos quentes enchendo meu ânus, e me mandou ficar de quatro enquanto o sêmen escorria pelas coxas. “Não limpa. Quero você chegando no hotel assim, cheirando a porra.”

Naquela mesma noite Rafael apareceu no quarto com a câmera já ligada. Me fez deitar de costas, pernas abertas, e filmou closes do cuzinho vermelho e inchado, ainda vazando o gozo de Marcos. “Conta pra câmera o que ele fez com você hoje.” Narrei tudo com detalhes, voz rouca de tanto gemer: os tapas, a areia nos joelhos, o pau entrando no cu sem dó. Enquanto falava, Rafael lambia minha buceta lisinha, depois enfiou o pau devagar no meu cuzinho dolorido. Doía muito, mas eu adorava a dor – chorava baixinho, gozava de novo, apertando ele dentro de mim. Ele gozou na minha boca, me mandando engolir tudo enquanto filmava meu rosto lambuzado.

No décimo segundo dia veio a festa que mudou tudo. Marcos me avisou de manhã: “Hoje à noite tem chácara. Meus amigos querem conhecer a promotora ninfeta.” Fui vestida como ele mandou, só com uma calcinha fio dental preta, salto alto e uma camisa regata sem sutiã que não escondia nada. Chegamos à chácara já tarde. Era um grupo de dez homens, todos entre 40 e 55 anos, trabalhadores rurais, caminhoneiros, alguns pequenos empresários da região, alguns conheci das cantadas no posto. Todos sabiam quem eu era – a “putinha do Marcos”.

A música sertaneja tocava alto, cerveja gelada circulava. Marcos me apresentou como “minha putinha particular” e mandou eu servir as bebidas nua. Tirei a camisa na frente de todos, fiquei só de calcinha e salto. Eles aplaudiam, assobiavam, mãos já passeando pela minha bunda, apertando os peitinhos. Marcos sentou numa cadeira de plástico no centro do quintal e mandou eu sentar no colo dele de frente. Abriu a calça, tirou o pau pra fora e me fez sentar devagar, sentindo cada centímetro me abrir. Fodia devagar enquanto os outros olhavam, alguns já se masturbando.

Depois de uns minutos ele me levantou e me colocou de quatro no chão de cimento. “Quem quer primeiro?” Um caminhoneiro barbudo, corpulento, foi o primeiro. Enfiou na minha buceta sem preliminares, socando forte enquanto batia na minha bunda. Gozei rápido, gritando. Outro veio por trás, enfiou no cuzinho já aberto. Os dois me fodiam ao mesmo tempo, um na frente, outro atrás. Eu gemia alto, babando, gozando sem parar. Marcos filmava tudo com o celular, dando ordens: “Mais forte, arromba ela!”

A noite virou uma sequência de rodízio. Chupei pelo menos sete paus diferentes, engolindo porra de todos. Fui comida em pé, encostada uma árvore da chácara; deitada numa mesa de madeira, pernas abertas pra quem quisesse; de quatro no capim, com dois ao mesmo tempo. No auge, Marcos me pegou no colo, me encostou numa árvore e me comeu o cuzinho em pé, socando com força enquanto os outros gozavam no meu rosto e nos peitos. Eu gritava alucinada, gozando tanto que minhas pernas tremiam. No final, deitada no chão, coberta de porra, sêmen escorrendo da buceta e do cu, Marcos se ajoelhou e gozou na minha boca mais uma vez. “Boa menina. Bebe tudo.”

Voltei pro hotel de madrugada, corpo dolorido, cheirando a sexo e cerveja. Rafael me esperava com banho quente preparado. Enquanto ele me lavava, comentava as marcas vermelhas da bunda, na buceta inchada, no cuzinho aberto. Depois me comeu devagar na banheira, sussurrando que eu era perfeita, que ele amava ver eu sendo usada assim.

No último dia da campanha, Rafael me levou pra jantar num restaurante chique da cidade – o primeiro lugar “normal” em duas semanas. Eu usava um vestidinho curto, sem calcinha por ordem dele. Durante o jantar, ele colocou a mão debaixo da mesa e me masturbou devagar até eu gozar mordendo o guardanapo pra não gritar. Depois, no carro, ele parou num mirante deserto.

— Larissa… e se você ficasse aqui? Tenho um apartamento bom no centro. Pago tudo: aluguel, contas, roupas, viagens. Você só precisa continuar sendo minha… e de quem eu quiser. Posso trazer os amigos, eu assisto, filmo, cuido de você. Você sabe que sou casado, mas vira minha amante oficial, mas nunca vai deixar de ser a putinha que eu amo.

Olhei pra ele, coração acelerado. Aceitei na hora. Beijei ele com fome, subi no colo dele no banco do motorista e montei, sentindo o pau dele me encher devagar. Fodemos ali, com a cidade brilhando lá embaixo, eu gozando no colo dele enquanto sussurrava “sim, quero ser sua”, tinha muito tesão no Marcos, mas estava começando a me apaixonar pelo Rafael.

Morei naquele apartamento por um ano. Marcos aparecia sempre: às vezes só pra me foder rápido no sofá, outras pra trazer dois ou três amigos e me usar a noite inteira. Rafael adorava assistir, filmar, às vezes participar no final, limpando minha buceta com a língua depois que os outros gozavam dentro. Descobri que Marcos nunca foi sócio da agência – era apenas um gerente antigo com muitos contatos. Rafael era o verdadeiro dono da operação na região.

Dois anos depois, Rafael se separou da esposa e casou comigo numa cerimônia discreta. No dia da lua de mel, ele me levou pra uma suíte de hotel e trouxe quatro homens que eu nunca tinha visto. Passamos a noite toda em orgia: eu sendo fodida em todas as posições, gozando sem parar, enquanto ele assistia e gravava. No final, só nós dois na cama, ele me abraçou e disse:

— Você é minha pra sempre. Mas nunca vou deixar de te dividir. É assim que eu te amo.

Hoje, casada com Rafael, continuo a mesma Larissa: corpo firme, buceta lisinha, cuzinho treinado pra receber qualquer pau. Vivo entre a vida “normal” de esposa e as noites de entrega total. Marcos ainda aparece de vez em quando, trazendo novos “amigos”. E eu? Eu amo cada segundo. Ser usada, dominada, desejada por muitos… virou minha maior liberdade. E nunca mais quis voltar atrás.

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