Depois de relaxar um pouco, fui ver como estava Yana.
A cena era linda. Yana nua na banheira relaxando, um espetáculo de novinha. O melhor, minha! Minha submissa, minha escrava por vontade.
Fico alguns minutos admirando.
Chamo Yana para fazer os curativos como havia orientado Ox.
Passo o antisséptico, as pomadas e faço os curativos. Entrego um robe e a chamo para tomarmos o café da tarde.
Enquanto Yana termina seu café, vou ao quarto de hóspedes e deixo tudo preparado para que se vista e possamos ir para o clube mais tarde, mas antes vamos jantar.
Já tinha providenciado as reservas, um excelente restaurante mexicano.
Vou ao meu quarto me vestir para sairmos. Minhas roupas estão separadas e impecáveis, Rita realmente se esmera sempre.
Me distraigo ao me vestir. Camisa, calça, sapatos, blazer, perfume, óculos. Nem noto a presença de Yana a me observar da porta.
Como ela havia me dito, ela se interessou e leu bastante sobre submissão. Estava nua, de joelhos e com as mãos para trás. Linda. Seu semblante a me contemplar dizia: "Ordene-me!".
Caminho até Yana e digo:
- De pé vagabunda! Hora de se arrumar para sairmos! A propósito, está liberada para falar.
Yana se levanta e caminha me seguindo uns 5 passos atrás.
Entramos no quarto de hóspedes.
Separado para ela um corpete de couro preto, cinta liga, meias de seda, uma bota cano longo até a altura das coxas, uma mini saia de couro verde, uma calcinha de couro com uma fenda atrás que protege a buceta mas deixa a bunda e o cu livres (hoje os mamilos e a buceta terão descanso para cicatrizar), o choker, o plug dourado G e um Irresistible da Givenchy.
Me viro para ela e ordeno:
- Vista-se cadela! Só não vista a saia, o choker e o plug, isso eu faço.
Yana atônita por não ter visto eu escolher estas roupas, responde:
- Sim Senhor meu dono...
Delicada e feminina como é, vai se vestindo como num balé sensual. Fico excitado.
Yana termina de se vestir como o ordenado.
Desabotoo minha calça, coloco o caralho pra fora e mando:
- Vem puta safada, mama teu dono!
Ela se abaixa e chupa como se sua vida dependesse do ato.
Para quem era virgem há algumas horas, Yana aprende rápido. Não quero gozar agora, mando que pare e ordeno:
- Mãos na parede e empina a bunda!
Yana:
- Vai me usar agora Senhor?
Dou um tapa no rosto dela e digo:
- Escrava inútil! Se vou ou não te usar, isso é só da minha conta... Seja uma vagabunda obediente e faça o quê eu mandei!
Os olhos de Yana brilham, não pela dor do tapa, não pela humilhação, é fascínio, ela realmente ama ser tratada dessa forma.
Yana se posiciona como o ordenado.
Vou para trás dela com a choker. Suavemente coloco a coleira na minha cadelinha.
Não resisto a aquela bunda linda. Separo as nádegas e entro a seco mesmo. Yana geme abafado. Empurro a pica bem fundo no cu dela e digo:
- Vai puta, agora você pode falar, gritar...
Yana:
- Vem meu dooooooonnnnoooooo... Machuca sua propriedade! Me faz sofrer! Aaaaaaaaahhhhhhhh... S-s-soooouuuuu TUUUUUUAAAAAAAAHHHHHHHH!!!
Fodo o cu dela rápido, forte e fundo. Não é o momento para gozar... Vou guardar para o clube.
Tiro de uma vez só e Yana pergunta:
- Meu dono... Fiz algo errado? Não encheu meu cu de porra?
Dou um tapa forte na bunda e digo:
- Quem decide quando, onde e como vou gozar sou eu... Abre a porta da bunda!
Pego o plug G. É o dobro do tamanho que ela estava usando. Posiciono a ponta na entrada do cu e empurro numa única estocada! Yana choraminga. Acaricio sua bunda e digo:
- Vista a saia! Vamos aproveitar o melhor Macho com tequila fora do México que você vai experimentar! Anda puta!
Continua...
Dedico este relato a Natyyyy (https://www.casadoscontos.com.br/perfil/292997), minha linda cuzeira, confiram os relatos dela.
