Marcelly nunca imaginaria que perderia a virgindade do seu cuzinho daquele jeito, em uma sala de masmorra com paredes escuras, nua, presa com uma corrente no pescoço, ali cercada por duas perversas senhoras, a coordenadora e vice-coordenadora do curso de agronomia, Amanda e Daniele, elas mandavam e desmandavam em tudo naquela pequena faculdade, nervosa, Marcelly foi ficando cada vez mais assustada quando viu as professoras nuas vestindo cada uma delas um tipo de cinta que tinha preso na frente um grande pênis emborrachado, eram cintas penianas, também conhecidas como strapon, após Amanda e Daniele se prepararem colocando as cintas penianas, cercaram Marcelly, ficando inicialmente Amanda na frente e Daniele atrás, então a coordenadora e pesquisadora chefe Amanda ordenou:
- Fique de quatro como uma cachorrinha, quietinha, abra a boca e prepare o cuzinho aí atrás, alguém já fodeu seu cuzinho, querida?
- NÃO SENHORA, NUNCA! – respondeu Marcelly já chorando e ficando de quatro como foi solicitada, Daniele foi bem devagar encostando o enorme pau emborrachado do seu strapon atrás na bundinha da jovem submissa e falou:
- É como dizem querida, existe uma primeira vez para tudo, apenas relaxe!
No inicio Amanda e Daniele começaram bem devagar, Amanda na frente foi enfiando o pênis enorme do seu strapon no boquinha delicada de Marcelly e fazendo lentamente a jovem engolir tudo, enquanto atrás Daniele foi roçando e empurrando bem devagar o pênis do seu strapon no cuzinho da pobre ali de quatro, na medida que o cuzinho era penetrado, ele ia ardendo, doendo com a grossura do pau enorme de borracha o arregaçando, Marcelly engoliu quase tudo na boca e não conseguia falar nada, a sua senhora a sua frente começou a puxar e enfiar de volta o pênis emborrachado fazendo ela o chupar gostoso, enquanto o cuzinho não parava de doer e arder, até que depois de alguns longos minutos entrou tudo atrás finalmente, então Daniele começou a galopar em Marcelly puxando um pouco e enfiando de volta num vai e vem sem fim num ritmo constante, isso enquanto usava uma de suas mãos para acariciar a bucetinha da jovem e a outra na cintura da coitada se apoiando, a frente Amanda usava uma mão para segurar com força os cabelos de Marcelly mantando a cabeça da jovem erguida e com a outra mão ela acariciava e apertava os seios fartos da serva, lentamente o tempo foi passando ali e Marcelly se tremia toda e revirava os olhos num misto de dor e prazer, no ápice do momento, com trinta minutos, Marcelly gozou forte em jatos melando todo o chão ali embaixo de si, então as suas senhoras removeram os paus e ela caiu deitada sobre a sua própria porra, cansada, exausta, quase inconsciente.
- Boa garota, trinta minutos para a primeira vez, foi excelente! Devagarinho vamos evoluindo isso, ei, venham aqui meninas, podem a levar, dar banho e deixar arrumada, podem a liberar para ir pra casa! – falou Amanda, as suas servas, as mulheres encapuzadas, pegavam Marcelly, a deram um longo banho, a sedarão, depois a vestiram e a deixaram na sua cama, no seu quarto no dormitório feminino como de costume, quando Marcelly acordou, sentiu algo na sua calcinha, ao verificar, encontrou um cartão com uma mensagem:
“Você está liberada para as suas férias escrava, aproveite bem, você tem trinta dias, depois volte, caso contrário, divulgaremos todos os nossos vídeos com você nua na internet, também sabemos de onde veio, podemos visitar sua mamãe e irmãzinha para nos deliciar com seus pezinhos também, mas só se você merecer, seja experta.”
Marcelly terminou de arrumar suas coisas e partiu de ônibus para a sua cidade natal, viagem que demorou três dias, ao chegar em casa, foi muito bem recebida pelos pais, a irmã Sophia que morava perto passou a visita-la com frequência para matar a saudade, aqueles foram dias cheios de alegria e vida onde Marcelly os aproveitou ao máximo.
No final de trinta dias, Marcelly se despediu dos pais e da irmã Sophia e foi voltou de ônibus para a cidade do interior, para a faculdade que lhe esperava, lá foi recebida por um grupo de mulheres encapuzadas que lhe dominaram e a colocaram para dormir, quando Marcelly acordou, estava então nua presa na mesma cadeira de cócegas de sempre ali no conhecido quarto da masmorra, a sua frente as suas senhoras, as professoras Amanda e Daniele, se encontravam sentadas em cadeiras de frente para as solas dos seus pezinhos lindos gostosos, Amanda foi a primeira a falar mostrando uma longa pena branca:
- Sentimos muito a sua falta querida, que bom que voltou! Nenhuma das demais servas tem pezinhos tão lindos e tão sensíveis quantos os seus, vamos iniciar nos deliciando um pouco com cosquinhas!
- NÃAAAO POR FAVOOOR SENHORAS! EU NEM DESFIZ MINHA MOCHILA AINDA, POR FAVOOR DEIXE EU DESCANSAR, A VIAGEM FOI LONGA, POR FAVOOOOR.... AHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAAHAHA... PAREEEM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... – implorou desesperada Marcelly, mas as malvadas professoras começaram cada uma a deslizar uma longa pena de ganso no meio das solas lisinhas rosadas dos pezinhos cheinhos e largos tamanho 36 da jovem, imediatamente Marcelly começar a gargalhar histérica...
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POOOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... ALGUÉEEM ME AJUDAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Foram longos dez minutos, quando pararam as cócegas, Marcelly mal respirou e então a professora Daniele se posicionou perto do seu corpo e elas recomeçaram as cócegas, agora com Amanda deslizando as duas penas nas solas carnudas e largas rosadas dos pezinhos cheinhos tamanho 36 de Marcelly enquanto sua companheira Daniele com as mãos fazia cócegas nas axilas, costelas e barriga da coitada ali presa, novamente Marcelly se acabava gargalhando desesperada:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POOOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA PAREEEEEMMMMMM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... EU NÃAAO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... AGUENTOOO... AHAHAHAHAHA...
Assim se foram mais dez minutos, quando a malvada dupla parou as cócegas, Marcelly mal se recuperou e já recomeçaram, agora invertendo as posições, com Amanda fazendo cócegas nas axilas, costelas e barriguinha de Marcelly enquanto Daniele Deslizava sem piedade as penas de ganso nas solas sensíveis dos pés da coitada que entre gritos implorou, mas foi interrompida pelas gargalhadas que a dominaram novamente:
- NÃAAO POR FAVOR EU NÃAAAO AGUENTO MAAAAAAAAIS... AHAHAHAHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEEEEMMM... AHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Finalmente quando pararam, as professoras deixaram Marcelly descansar um pouco, então Amanda começou a revezar entre lamber, morder, cheirar, beijar e chupar os pezinhos de Marcelly enquanto Daniele começou a lamber e chupar os seios da jovem enquanto acariciava com uma de suas mãos a bucetinha rosada da indefesa aluna ali, os minutos foram se passando e mão de Daniele foi masturbando a bucetinha de Marcelly enfiando os dedos para dentro e a estimulando, enquanto ela usava sua outra mão para alisar e apalpar com força acariciando os seios da jovem, nisso Amanda continuava ali se deliciando com os pezinhos de Marcelly os lambendo e chupando ao máximo, com trinta minutos intensos assim, Marcelly começou a gozar forte em jatos de porra, melando tudo ali de branco, mas isso estava longe de acabar, Daniele agora foi se deliciar com os pezinhos e Amanda foi provocar e atiçar a aluna sua boca e suas mãos, logo começaram a estimular novamente com força Marcelly que foi ao seu limite e com mais trinta minutos, gozou forte novamente e desmaiou cansada.
Algumas horas depois quando Marcelly acordou, ela estava com sua roupa de dormir deitada na sua cama no alojamento feminino na faculdade.
O segundo ano letivo da faculdade foi se mostrando ainda pior que o primeiro, agora Marcelly cursava uma matéria com Amanda e outra com Daniele, eram quatro aulas de cada uma dessas matérias divididas em quatro dias da semana, Amanda dava aulas para a turma de Marcelly nas segundas e quartas nos dois últimos horários da tarde e Daniele dava aulas para a mesma turma nas terças e quintas nos dois últimos horários da tarde também, sempre que acabavam as aulas de alguma das duas, Marcelly ficava na sala esperando todos saírem, depois disso a professora vinha a sua cadeira, a jovem lhe dava seus pezinhos que eram adorados por alguns minutos lambidos e chupados intensamente, depois recebia alguns minutos de cócegas extremas nas solas dos pezinhos:
- AHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHA PROFESSORA PIEDADEEE... AHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHA... – era Marcelly ali sempre implorando...
Quando a professora da vez, fosse Amanda ou Daniele, terminava as cócegas, ela mandava Amanda ficar sentada de joelhos na cadeira e abaixar as calças e calcinha, então tirava da bolsa a cinta peniana, o strapon, a colocava e fodia com força o cuzinho ali de Marcelly que gritava e urrava muitas vezes de dor:
- AAAAAAHHHH... UUUUUUHHHH... HUMMMM... – às vezes de prazer também.
Além disso, de segunda a sexta pelas manhãs, Marcelly trabalhava no laboratório de pesquisa da professora, coordenadora do curso e pesquisadora chefe Amanda, sempre que chegava, ela entrava na sala da professora Amanda, lá a porta era trancada, ela era presa e recebia dez minutos intensos de cócegas nos pezinhos para começar o expediente:
- Hora das cosquinhas querida! – avisava sempre Amanda e começava a fazer cócegas nos pezinhos de Marcelly presa na cadeira a sua frente ali na sala:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... SENHORAAAAHAHAHAHAHAHAHAHA... DEVAGAAAR POR FAVOOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Depois daqueles dez minutos de cócegas, Amanda começava a lamber intensamente os pezinhos de Marcelly, se deliciando com suas solas rosadas carnudas e depois chupando intensamente os dedinhos gostosos, por tempo indeterminado que variada de dez a trinta minutos, quando acabava, fazia mais dez minutos de cócegas nos pezinhos da coitada para finalizar e então a liberava para ir trabalhar, quando Marcelly saia da sala da chefe Amanda ali no laboratório, outras jovens tão bonitas quanto ela entravam revezando numa filinha, uma por vez e cada uma tinha os pés adorados e torturados assim como Marcelly, ela sabia que não era a única, mas tinha certeza que era a proferida ou uma delas.
No final do manhã tocava um sinal no laboratório e todas as mulheres ali saiam para o intervalo do almoço, nesse momento ficavam apenas Amanda e Marcelly no laboratório, a coitada sentada de joelhos com as pernas abertas sobre uma poltrona grande numa área de lazer num canto do laboratório, abaixava as calças, lá a professora colocada a sua cinta peniana, o strapon, com o enorme pau de borracha de 25cm, enfiava tudo no cuzinho de Marcelly e ficava puxando e socando o pauzão num movimento de vai e vem sem fim ali atrás de Marcelly quanto ao mesmo tempo usava suas mãos para fazer cócegas nas solas dos pés da pobre ali, logo Marcelly era fodida analmente enquanto se acabava de rir gargalhando histérica com as cócegas nos pés, tudo ao mesmo tempo por em média trinta minutos:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... AAAAAAH... AHAHAHAHAHAHAHAAHA... HUMMM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA DEVAGAAAA... AHAHAHAHAHAHA... POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Quando Amanda acabava e parava as cócegas nos pés de Marcelly, também tirando o enorme pauzão de borracha do cuzinho da coitada, ela dispensava a jovem que seguia cansada para o dormitório feminino para tomar banho e se trocar, porque horas depois teria aula.
Somando a tudo isso, nas segundas, quartas e sextas, em horários variados que Marcelly nunca sabia quando iria acontecer, ela era capturada pelas mulheres encapuzadas, colocada para dormir e acabava em algum dos quartos escuros da masmorra onde as professoras a torturavam com cócegas e a molestavam de todas as formas possível sexualmente, mas uma última barreira ainda não tinha sido quebrada, isso mudaria logo.
Nas sextas feiras a noite Marcelly visitava a sala das professoras, lá o vidro da porta era fumê, daqueles grossos e disformes que não dá pra ver nada lá dentro, só manchas, a tranca da porta era eletrônica, assim que a jovem entrava, a porta se fechava novamente ao ser encostada, então as professoras já tiraram suas roupas, deixaram Marcelly nua e passavam a noite inteira da sexta juntas e revezando o corpo e os pezinhos de coitada ali a sua mercê que estava totalmente entregue a vontade de suas donas.
As professoras começaram limpando uma mesa e deitando Marcelly nua nela, então se deliciando lambendo e chupando os pezinhos gostosos da jovem ali deitada na mesa, depois a enchiam de cócegas sem piedade nas solinhas sensíveis:
- AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHA... POOOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHA PIEDADEEE… AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA…
Eram muitos momentos revezando entre cócegas e adoração aos pés de Marcelly, depois se divertiam expirando várias posições com Marcelly amarrada e sendo torturada com cócegas, com palmadas de sinta e palmatória na bundinha que ficava vermelha de tanto apanhar, além de experimentarem várias posições enquanto comiam o cuzinho de Marcelly e a faziam chupar seus paus enormes de borracha.
Quando chegava sexta fim de noite, Marcelly era deixava na sua cama no dormitório, apagada, exausta, sem forças. No final de semana a jovem estava de folga e livre para fazer o que quisesse, as regras eram que ela não poderia sair da cidade e ne expor a verdade a ninguém.
No final do segundo ano letivo, antes de sair de férias, Marcelly foi levada a masmorra e lá acordou nua, sem algemas e correntes, deitada numa enorme cama, as professoras sorridentes estavam nuas já usando as suas cintas penianas, os strapon, Amanda foi a primeira a se aproximar e falou:
- Hora de quebrarmos o último tabu, desvirginar, esfolar essa sua xaninha gostosa!
Marcelly sabia que já tinha ido longe demais e não tinha mais volta, ela só fechou os olhos e levantou as pernas as abrindo e esticando pra cima, veio primeiro Amanda, esta encaixou o enorme pauzão de borracha do seu strapon na bucetinha de Marcelly e começou a penetra-la lentamente, enquanto isso a companheira Daniele segurava os pezinhos da jovem pra cima e lambia e se delicia com uma solinha enquanto fazia cócegas no outro pezinho, logo Marcelly foi sendo invadida pelo misto de prazer, dor e desespero enquanto gemia e gargalhava, tudo ao mesmo tempo:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... AAAAAHHAHAAHAHAHAHAHA... HUMMM... UHUHUHUHUHU... AHAHAHAHAHAHAHAHA... HUMMMM... AHAHAHAHAHAHAHA... AAAAAAAAHHHHH... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... MEU DEUUUS... OOHHHH... HUMMMM... NÃAAAO... AHAHAHAHAHAHAHA...
Foram trinta minutos intensos assim, depois as professoras inverterem e recomeçaram, agora Daniele comendo a bucetinha rosada e Amanda segurando os pezinhos pra cima e se deliciando com um e fazendo cócegas no outro, sempre revezando a cada novo minuto, novamente Marcelly se acabou ali naquele misto de sensações:
- AAAAAAAAHHHH... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... OOOOHHHH... DEVAGAAAAR... AAAAAAAI.... AAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAA... PAREEM... AHAHAHAHAHAHAHA... AAAAAAHHHHHHHHHH... HUMMMMM... AHAHAHAHA... UHUHUHUHUHUUHUHU... AHAHAHAHAHAHAHA... HUMMM... AAAAAAAHHHH... AHAHAHAHAHAHAHA...
Depois novamente de longos trinta minutos, as professoras pararam, Marcelly estava exausta e toda gozada, ela foi levada, banhada, arrumada e até escoltada por capangas das professoras até a rodoviária onde pegou o ônibus para sua cidade natal, onde finalmente teria um descanso digno por um mês.
Estranhamente naquele mês de férias na casa dos pais, Marcelly não viu em nenhum momento a sua irmã mais velha Sophia, os pais tinham dito que não a viam fazia um tempo também.
***
- NÃAAAAAAAO... AHAHAHAHAHAHAHAAHAHAAHA... PAREEEEM... AHAHAHAHAHA... NOS MEUS PÉEES NÃAAAAO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POOOR FAVOOOR... PIEDADEEEE... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... – era Sophia nua presa numa cadeira de cócegas desesperada entre as gargalhadas, as professoras Amanda e Daniele estavam ali pessoalmente se deliciando fazendo cócegas naqueles pezinhos finos e longos tamanho 38, tão sensíveis quanto os da irmã Marcelly, havia momentos que uma parava as cócegas e lambia e chupava gostoso o pezinho fininho a sua frente enquanto a outra continuava as cócegas sem piedade no segundo pezinho:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... ME DESCULPEEEEEMM... AHAHAHAHAHAAHAHAHA EU NÃAAO VOU... AHAHAHAHAHAHAAHAHA CONTAR PRA NINGUEEEEM... AHAHAHAAHA ME SOLTEEEM... AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHA...
Como Sophia, a irmã mais velha de Marcelly, tinha sido pega e estava ali na masmorra sendo torturada? É uma longa história que veremos em breve...
- NÃAAAO CÓCEGAS NOVAMENTE NÃAAAAAO... AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHA...
CONTINUA...
