EU, MINHA IRMÃ E NOSSA MÃE NOS AFUNDANDO NO PECADO - XXIII

Um conto erótico de O PERVERTIDO
Categoria: Heterossexual
Contém 17083 palavras
Data: 28/01/2026 13:39:00

Antes de começar a escrever, quero agradecer a todos que estão acompanhando meus relatos e que estão deixando seus comentários e suas estrelas. Apesar que não ligo muito para elas, mas é gostoso ser incentivado. Não esperava que eles teriam tantos leitores e fico feliz por estarem gostando de lê-los. A partir desse se dá início a uma nova etapa desse nosso relacionamento porque como vocês leram no final do anterior a Tata apertou o botão vermelho e disparou uma bomba atômica naquela casa.

Também decidi que a partir do próximo farei um resumo dos acontecimentos ano a ano para que não fique tantos relatos com momentos repetitivos. Dessa forma explicarei sobre as mudança e evoluções na nossa casa a cada início relatando os momentos mais picantes.

Espero que continuem acompanhando e curtindo essa nova fase das nossas relações.

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Depois que a minha irmã mostrou suas armas, ou melhor! Falou de suas intenções deixando a nossa mãe sem reação por pelo menos imaginar que não poderia argumentar sobre aquela revelação que nos pegou de surpresa. A minha cabeça parecia que ia explodir e naquele momento a melhor coisa a se fazer era sair pra dar uma esfriada e orar pra que estivesse tudo em paz quando retornasse. E ir dar uma volta no shopping foi a melhor opção onde andei pelos corredores, tomei um sorvete e comi um lanche tentando achar argumentos para uma provável abordagem das duas. E como esperado também recebi uma mensagem da dona Sara preocupada por eu não estar em casa. Mas respondi que estava bem e que precisava pensar no que a Tata falou e de como ficaria a nossa relação depois daquela revelação. Ela apenas falou pra não demorar que estava preparando a nossa refeição. Como já estava anoitecendo eu fui pra casa e encontrei a minha mãe na cozinha com um semblante triste e de quem havia chorando muito em seu quarto. E ao puxar assunto ela me olhou e pediu pra não tocar naquele assunto que quando estivesse em condições conversaria comigo. E depois pediu pra chamar a minha irmã que ao se juntar a nós podia ver a sua cara de arrependimento pelo que fez naquela tarde e com certeza queria muito me dar uma explicação. O clima na mesa estava pesado e não demorou pra minha mãe se levantar e subir não descendo mais permanecendo em seu quarto. A Tata tentou falar da sua atitude e eu também falei que conversaríamos na segunda e ela concordou. Não foi fácil nossa convivência e diante do que se passou vou tentar fazer um bom resumo de forma que possam imaginar e entender o que passamos até nos entendermos. Dessa forma esse não será tão picante como os anteriores, mas torço pra que curtam por ser mais uma explicação dos acontecimentos.

Na segunda ao ser acordado já podia ver com mais clareza a cara de decepção da mamãe e diante do bom dia apenas sentei na mesa e tomei o meu café esperando ela tocar no assunto, algo que demorou para fazer devido a sua dor de mãe em ouvir que a filha era apaixonada pelo irmão. Mas como mencionei ela não podia atirar nenhuma pedra porque ela como mãe dormiu com o seu filho. Eu a olhava e orava pra ela se abrir e por pra fora toda aquela angústia que sentia pra ver se eu conseguia reverter logo aquela situação, só que eram manhãs e noite vendo o seu silêncio e a sua dor, como também via a da minha irmã. Já com a Tata eu sabia que podia conversar com ela e por mais que ela achasse que eu a condenaria eu não podia porque na verdade aquilo tudo era culpa minha, e eu só queria consola-la e achar um jeito de ficarmos novamente bem. E naquela segunda depois que a mãe voltou pra papelaria onde se esforçava pra manter um ambiente tranquilo como se estivesse tudo bem eu fui almoçar e ao entrar não encontrei a minha irmã, e deduzi que estaria no seu quarto evitando me encarar. Mas eu subi, fui no banheiro e em seguida bati na porta do seu quarto.

- Tata! Posso entrar...

- Pra que Samuel? Pra me falar um monte como daquela vez...

- Não irmãzinha! Eu não tenho o direito de te condenar pelo que fez porque o maior culpado nessa história sou eu! E se não vai mesmo abrir o mínimo que tenho que fazer é te pedir perdão e esperar a sua magoa passar. E não se preocupa que vou te deixar sozinha e vou comer algo na padaria. Mas se resolver conversar comigo estarei te esperando sendo aquele irmão que sempre fui pra você irmãzinha! Em seguida eu pedi perdão mais uma e me preparei pra sair, mas quando estava descendo as escadas ela me chamou e quando eu voltei ela me abraçou me pedindo perdão, mas eu a interrompi pedindo pra se acalmar.

- Como me acalmar Samuca, se eu sempre estrago tudo?

- Você não estragou nada Tamires! Já falei que o maior culpado desse situação fui eu por não ter cumprido com o nosso acordo e eu sei o quanto você me ama!

- Mas se eu não falasse isso pra mamãe estaríamos todos bem e cada uma tendo o seu tempo com você até que achássemos a melhor maneira de dizer isso pra ela.

- Tata! Você apenas antecipou esse problema! E mesmo se déssemos um tempo pra achar esse momento ela iria agir da mesma forma! Só foi complicado porque eu não esperava ver você revelando isso naquele momento. Mas agora só precisamos esperar e ver como ela vai agir e reagir com a gente, mas principalmente com você!

- Mas e você Samuca? Ela também não está falando com você?

- Não irmãzinha! E na papelaria é apenas sobre o serviço e nada mais. E não repita que é culpa sua porque não é Tata! Mas e no almoço, como ela te tratou?

- O único problema é que ela não fala nada Samuca! Do restante apenas fala pra fazer algo na casa e nada mais. Ficamos o meu almoço inteiro conversando e depois de acalma-la pedi apenas pra ela ser paciente, e se a dona Sara tocasse no assunto que era apenas pra ela defender o amor dela por mim porque ela não podia condena-la devido a todo o nosso envolvimento. E que me falasse caso surgisse uma nova novidade entre as duas.

- Tata! Agora eu preciso ir...

- Samuca e quanto a nósEu sei o que esta imaginando, mas vamos dar só um tempinho pra fazermos algo porque não acho certo devido a nossa mãe estar nesse rolo também. Mas se está preocupada sobre o que sinto por você pode ficar tranquila que ainda a amo como irmã e como a minha mulher! E só nos resta orar pro meu plano se concretizar e assim eu poder ter aquela noite como esperado por nósMas quem vai ser a primeira na sua vida?

- Você sempre vai ser a primeira Tata! Você pode achar que eu ame mais a mamãe, mas amo as duas nas mesmas proporções e a diferença é que você é a minha irmã e ela a minha mãe. Então não faça disso uma disputa e apenas seja a minha mulher no seu tempo e deixa a mamãe ser a outra no tempo dela. Ela parecia ter entendido como seria realizado as nossas relações e me deu um abraço e um leve beijo na minha boca. Após essa conversa a minha irmã respeitou o tempo da minha mãe aguardando ela chama-la pra conversar o que demorou e nesse tempo já começou a surgir aqueles comentários entre os irmãos da igreja onde não faltavam perguntas pra saber se estávamos bem. E eu não entendia o porque a minha mãe não conversava comigo sobre essa situação, mas após duas semanas eu descobri que ela apenas esperava o momento certo e foi num sábado em que a minha irmã foi dormir na amiga dela que ao pedir pra minha mãe eu interferi e falei que ela podia por ter em mente que eu era o homem da casa e responsável por ela. Minha mãe apenas me olhou e subiu tomar o seu banho ficando novamente aquele silêncio. E naquela sábado após a Tata ir pra casa da sua amiga a minha mãe pediu para que eu fosse pra casa que ela ia conversar com uma irmã amiga dela e que no final de tarde estaria em casa para preparar a nossa refeição. Foi mais uma tarde tensa onde cheguei a imaginar que ela estava me evitando, mas ao retornar tomou o seu banho, vestiu algo discreto e desceu para preparar a nossa refeição que ao sugerir em pedirmos algo ela não concordou e foi pra cozinha permanecendo aquele silêncio. Eu já não estava mais suportando aquela situação e quando me chamou pra jantarmos e eu entrei na cozinha dei início a uma discussão calorosa a fazendo chorar diante da minha atitude.

- Mamãe! Pode deixar que eu mesmo me sirvo!

- Porque esta agindo assim filho? Eu...

- Porque pelo que entendi voltamos a ser como éramos, apenas mãe e filho! Então não tem necessidade de continuar me servindo. Ela me olhava com lágrimas nos olhos tentando rebater, mas eu não a deixava ter razão e só ia piorando a nossa noite a sós naquela casa até que ela explodiu e falou tudo o que pensava e sentia.

- Ao concordar em deixar a sua irmã dormir na casa da amiga você não se comportou como filho...

- Não mamãe! Mas como aquele homem que você concordou que eu fosse quando comecei a ajudar na papelaria e a ter responsabilidade pela Tata. Mas se acha que eu não mereço mais ocupar essa posição nessa casa eu vou entender e deixar que você assuma o controle de tudo, e serei apenas seu suporte para alguma eventualidade. Nesse momento ela se sentou e chorando diante das minhas atitudes veio a sua primeira pergunta dando início a uma discussão calorosa.

- E o que o meu filho quer que a sua mãe faça nesse momento?

- Que converse mamãe! Apenas converse comigo e com a Tata pra resolvermos essa situação...

- Conversar com a Tata? Conversar o que Samuel? Você esqueceu o que ela disse naquela tarde? E você ainda quer que eu converse com ela? Ela não se conformava da sua filha revelar que também me amava e que queria fazer parte daquele relacionado como nas histórias bíblicas. Eu sabia que naquele momento eu precisava apenas domar a dona Sara porque com a minha irmã já tinha me acertado depois das suas atitudes em relação a todo aquele rolo.

- Não esqueci mamãe! Mas você já se colocou no lugar dela?

- Pelo jeito você já conversou com ela? Novamente tive que omitir a verdade em relação a minha relação com a Tata e falei apenas que tinha, mas que em respeito a minha irmã não falaria o que havíamos conversado porque ela tinha que ter essa conversa com ela.

- Mamãe! Eu sei que não esperava uma atitude dessa, mas se não conversar pra saber sobre esse amor que ela falou que sente por mim, não vamos chegar a lugar nenhum e essa casa vai perder totalmente aquela alegria que vínhamos cultivando. Ela me ouvia e parecia não acreditar que eu defendia a Tata, e ainda a forçava para que a ouvisse para poder entender sobre aquele amor.

- Samuel! Você acha que é fácil para uma mãe ouvir da própria filha que ela ama o irmã como homem? Sua angústia era enorme e aquilo me corroía por r dentro. E minha vontade era falar que ela não podia condena-la porque uma mãe amar o filho como homem também não era certo, mas precisava achar palavras para amenizar as respostas e as perguntas.

- Mamãe! Eu sei que não é certo e ela deve ter os seus motivos pra chegar a esse amor. Mas estamos falando dela e de você, só que nessa história tem mais um e você parece não se importar com os meus sentimentos! Nesse momento ela me olhou e pude perceber o seu sofrimento aumentar. – Eu sei que está tudo de pernas pro ar, mas eu sinto a sua falta e você me dá a entender que o que tivemos foi passageiro e agora somos novamente uma família normal.

- Samuel! Na fala isso! O que vivemos juntos foi muito envolvente e eu também sinto as sua falta em todos os momentos em que estamos sozinhos. Desde ao acordarmos, na papelaria, durante a noite e principalmente quando estamos sozinhos. Mas filho! Eu não sei o que fazer depois de saber que a Tamires tem esse sentimento por você além de também querer ser a sua mulher. Isso está errado! Você não querer se casar e ter a sua família ainda vai Samuel! Mas ela! Ela ainda é nova e um dia pode querer engravidar e isso não vai poder acontecer. Filho! Não é tão simples assim o que ela propôs!

- Mamãe! Como eu disse se não conversar não vai conseguir resolver e ela não é mais criança e ela também sabe muito bem o que quer pra sua vida. Não falo em relação ao que falou, mas do seu modo de agir e pensar no dia a dia. E depois de um tempo nesse assunto ela me olhou e me fez uma pergunta que eu suspeitei que parte do que sentia era ciúmes da minha irmã.

- Samuel! Estamos aqui debatendo e mesmo você não mostrando a sua intenção, vejo que está defendendo ela. Então diante dessa situação quero que seja sincero como sempre foi. Então me responda! Você ficaria com ela assim como ficou comigo, levando em consideração que ela ainda é virgem? Porque se essa relação não der certo ela vai ser julgada pelos membros da igreja e pode sofrer muito com esse seu desejo. Sua pergunta me paralisou e novamente precisava ser maleável na resposta porque não tinha como enfeitar muito. Mas mesmo imaginando o que eu falasse isso não mudaria em nada aquela situação e fiz o que me pediu.

- Ficaria mamãe! Se essa for a solução pra poder viver ao seu lado como seu homem, ficaria! Você pode achar que estou louco e que isso é um absurdo e fora dos padrões sociais, mas seria o Abraão dessa casa caso você concordasse e se o que a Tata falou for realmente verdade. Não sei como seria nossas vidas caso parássemos com esse relacionamento, mas tenho certeza que não seria como antes pelo que vivemos juntos. Mas estou vendo que essa é a melhor solução que está vendo e como filho vou aceita-la e respeita-la, mas como homem sentirei muita saudades dos nossos momentos. Então o que você decidir eu aceitarei por ser seu filho mamãe. Ela sabia que pararmos de nos relacionar como homem e mulher nos afastaria também como mãe e filho e era isso que a atormentava, e que ela deixou claro pelo que falou em seguida.

- Não diga isso Samuel! Eu sei que romper nossas relações também nos afastara como mãe e filho! E eu sinto a sua falta também meu amor! Mas eu não sei o que fazer e...

- Eu já te falei mamãe! Conversa com a Tata! Ela chorava mais ainda até que se acalmou e no fim comemos um pouco e depois foi cada um pro seu quarto. E ao amanhecer e ela me acordar, ela me surpreendeu durante o nosso café falando que pensou e que ia fazer o que havia pedido, e que só não me abraçava por saber que ela não resistiria em ficar só no abraço. Os dias se passavam e a situação era a mesma, mas após aquela conversa eu conversei com a minha irmã para que ficasse preparada e também dei uma orientação do que achava que tinha que falar. Em relação ao seu amor por mim a orientei pra manter a confirmação e explicar o porque se apaixonou usando dos ensinamentos, do ciúmes em relação a nossa mãe e pela convivência que tínhamos. E falei que assim como a nossa mãe queria saber sobre seus sentimentos, que ela também tinha o direito de saber do amor dela comigo e que se tivesse coragem pra perguntar se já tínhamos dormindo juntos, e assim por diante. O duro que essa conversa não acontecia, os meus momentos com a dona Sara ainda era distante, mas com a Tata nos abraçamos com beijos curtos sem usar a língua naquele início de confusão, mas aos poucos íamos nos entregando e já nos tocávamos com mais intensidade onde a fazia gozar. E vendo que a conversa não saia em um dos cultos falei com um irmão da igreja que queria muito pescar e como era o seu passatempo preferido já marcou de irmos no próximo sábado na chácara de um conhecido dele, só que iríamos na sexta a noite e voltaríamos no domingo. E diante da situação já confirmei e ao comunicar a minha mão percebi que ela não gostou, mas também não questionou. A pescaria foi mais pra aliviar a cabeça e deixa-las sozinhas torcendo pra chegarem a um acordo porque já iam pra dois meses essa situação e eu não estava mais aguentando toda aquela situação. Mas Deus é bom e a conversa saiu! A primeira a me contar foi a minha irmã e depois de uns dias minha mãe me acordou assim que a minha irmã saiu e repetiu o que já tinha ouvido, mas com as suas opiniões. Seguindo o meu conselho a Tata manteve a calma e após se desculparem e fazerem aquela encenação de que estava tudo bem a minha mãe perguntou do seu amor por mim e assim por diante para que ela pudesse entender o que realmente se passava naquela casa. E a Tata vendo que não ia ser fácil manteve o que disse e falou que tudo começou dela querer saber do meu distanciamento da igreja, das minhas opiniões sobre o incesto na religião e aquela minha ladainha toda. Como previsto a dona Sara não concordou de eu ter falado isso pra ela e que aquilo não era motivo pra ela se apaixonar pelo irmão. Mas a resposta foi naquele padrão onde falou que ela concordava que não era, só que a mudança da nossa mãe sendo mais liberal comigo mexeu com ela e foi a partir daí que começou a me abraçar mais, conversar mais e ser mais carinhosa mesmo sabendo que era errado, o que lhe fazia me ver de outra forma por também ter pensamentos diferentes dos meninos da igreja. Minha mãe não concordava e diante da situação minha irmã olhando nos olhos dela perguntou se só por que ela era irmã que não podia ter esse relacionamento deixando a dona Sara sem respostas, mas confirmou que ela também estava errada e que tentou de tudo pra se afastar de mim, mas que o que passou a sentir era muito forte e que infelizmente ela foi fraca se deixando levar pelo pecado. Diante dessa afirmação teve mais acusações e contradições até que a Tata a deixou numa situação que sua vontade era de sair correndo.

- Mamãe eu entendo sua paixão pelo Samuel porque a minha pode não ser igual a sua, mas não ser correspondida pelo seu amor as vezes dói muito. Mas vendo você falar do seu sentimento e pelo que já me falou queria que você não me escondesse nada porque na sua situação eu desconfio que esse relacionamento não ficou só nesses momentos como você e o Samuel me falaram! Estou errada em desconfiar disso mamãe? Ela me falou que nesse momento seu coração disparou e a sua culpa veio a tona onde começou a chorar fazendo a Tata fazer o mesmo por ver que poderia ouvir o que já sabia da boca dela. E depois de uns minutos naquela tensão e sentindo o remorso pelo que fez e escondeu dela, ela revelou mais uma vez os nossos momentos pra Tata e a sua reação foi de desespero e vergonha.

- Me perdoa Tamires! Mas você está certa e no direito de dar a sua opinião pelo que fiz com o seu irmão...

- Não vou te condenar mamãe! Porque o seu remorso e a sua consciência já está de condenando. E também percebi que se vocês se separarem vão sofrer muito e eu só queria entender se o que fizeram foi tão intenso a ponto de se apaixonarem desse jeito, porque você já foi casada e já pôde descobrir como é poder sentir a sensação do prazer carnal mamãe! E imagino que o Samuel por nunca ter ficado com nenhuma menina pôde descobrir esse prazer com uma mulher muito mais experiente do que as meninas da igreja.

- Filha, eu sei que pode achar nojento, mas isso é algo que faz parte da minha intimidade...

- Engraçado mamãe! Você não teve vergonha em falar da sua intimidade pro Samuel quando você podia conversar comigo e agora fala que não pode falar da sua intimidade pra sua filha! Ouvir a minha mãe resumindo o que aconteceu entre as duas me deixava tenso e ao perguntar se ela falou da sua intimidade ela com lágrimas nos olhos me respondeu que sim, e que não escondeu os seus sentimentos quando estávamos juntos fazendo a tata chorar ainda mais e ela a se sentir cada vez mais culpada. E pra encerrar ela falou o que a minha irmã decidiu fazer pra não atrapalhar a nossa relação, algo que eu também já sabia e que foi apenas uma ameaça segundo a Tata. Eu ouvia tudo e depois dela descarregar tudo, ela me olhou e novamente me fez ter que pensar no que responder pra ela.

- Olha Samuel! Eu até acho estranho essa sua tranquilidade mesmo depois de saber desse amor da sua irmã. E pelo jeito nem conversou com ela sobre isso, ou conversou filho? Eu a olhava e entre voltas e voltas na resposta eu a deixei mais tranquila e também fiquei sabendo da sua decisão em relação a Tata.

- Acho que nesses momentos a sinceridade é a melhor solução e é isso o que acho mamãe! Em relação a Tata eu conversei sim com ela e fiquei sabendo mais sobre o seu amor por mim, e no fundo ela tem razão quanto a me amar como homem porque sabemos que nós dois não estamos em condições de critica-la sobre esse seu amor. E quanto a tranquilidade é só impressão porque eu não vejo a hora de isso se resolver.

- Eu também Samuel! E mesmo ainda querendo muito continuar a nossa relação eu me sinto culpada em relação a sua irmã. E pra ela ter essa ideia é porque realmente te ama muito Samuel! Mas isso é totalmente fora dos padrões um homem ter duas mulheres ainda mais no mesmo teto. E você aceitaria um relacionado assim filho? Porque falamos dessa situação, mas nunca perguntei a sua opinião sobre o que ela deseja com você.

- Mamãe! Isso é sem dúvida fora dos padrões! Mas se for pra ver as duas felizes e estando as duas de acordo eu viveria esse relacionamento como Abraão...

- É sério que aceitaria viver esse relacionamento...

- Deixa eu acabar de explicar mamãe! E é sério o que estou falando! Eu posso não estar demonstrando, mas eu sinto a sua falta! Parece que tem um vazio dentro de mim e se você decidir em terminar essa relação eu vou sofrer muito e não sei se conseguiria viver dentro dessa casa ao lado das duas por saber que por minha culpa eu as fiz sofrer. Eu sei que ainda está tudo em análise pra saber o que vamos fazer, mas essa é a minha opinião. Quanto ao que acho sobre o amor da Tata, é sem dúvida uma revelação que me pegou de surpresa, mas que conversando com ela eu pude me colocar no seu lugar por estar sentindo o mesmo nesse momento em relação a você mamãe. E se isso acontecer com certeza o meu amor de irmão vai poder faze-la feliz assim como eu te fiz. Mas o que você decidiu na conversa com ela mamãe?

- Eu pedi um tempo pra analisar Samuel, porque já fizemos algo totalmente proibido e aceitar essa relação com ela é piorar ainda mais essa situação e afundarmos ainda mais num pecado que eu aceitei cometer com você, mas que não acho justo ela fazer parte.

- Tudo bem mamãe! Já estamos a dois meses nessa situação e esperar mais um não será problema! Mas você já sabe o que o que penso disso tudo e não vai ser fácil você tomar uma decisão! Porque de acordo com o que decidir nossas vidas continuará como antes tendo apenas um pecado a mais, ou ficaremos naquela situação onde sofreremos por estarmos juntos na mesma casa tentando ser uma família normal como tinha que ser, mas que não é mais mamãe! Ela novamente me olhou com lágrimas nos olhos e agora era ela que tinha que decidir e diante da sua resposta podia ver seu medo diante de uma futura separação.

- Eu sei filho! E não sei se essa nossa conversa me ajudou ou piorou a minha situação com essa decisão! Mas quanto a sofrer eu também estou sofrendo e minha vontade é de te abraçar e sentir o seu corpo, mas isso é algo que não consigo controlar e sabemos o que pode acontecer. E eu também sei que nós dois desejamos a mesma coisa, mas eu não ficaria bem depois! Isso foi um resumo da conversa e do que se passava em nossa casa. Estávamos todos ansiosos com o que poderia acontecer, mas quando a minha mãe saiu da papelaria pra preparar o almoço eu mandei uma mensagem pra minha irmã falando daquela conversa para que ela soubesse agir dependendo do que conversassem porque naquele momento ela me apoiava e eu fazia o mesmo com ela. E diante dessa cumplicidade para tentar salvar aquele plano do satanás nossos momentos juntos na hora do almoço que eram de conversas e carinhos foi pegando fogo e naquela semana na hora do meu almoço ao entrar percebi que a minha irmã estava no andar de cima e ao subir meu coração acelerou ao perceber que estava no banheiro. Eu desci e quando estava preparando o meu prato ela desceu vestida com a legging verde e o top, e podia ver que estava de calcinha. Mas vê-la naquela roupa e sentindo o perfume do sabonete me deixou paralisado a deixando sem reação ao me ver naquela situação até que eu quebrei o gelo a deixando mais aliviada.

- Me desculpa irmãzinha! Fazia tempo que não te via assim e é por isso que tive essa reação...

- Assim como irmãozinho...

- Sensual Tata! Você está diferente e confesso que estranhei te encontrar de banho tomando devido a forma que estávamos nos relacionando...

- Eu sei disso Samuca! Mas eu venho pensando e pensando, e eu sei que sofre por estar afastado da mamãe, mas eu também sofro por estarmos afastados. E como eu disse eu sinto muito a sua falta como o meu homem! Então queria te pedir se me daria pelos menos mais um dia como antes me fazendo sentir novamente como a sua mulher. Aquilo me deixou sem chão e vendo ela toda produzindo para mim eu só tive uma reação. Coloquei o prato em cima da mesa e fui até ela a abraçando e olhando em seus olhos me declarei mais uma vez pra ela.

- Tata! O que eu prometi eu não vou deixar de cumprir! Eu sei que essa situação está complicada devido a essa espera da mamãe nos dar uma resposta, mas te ver assim foi muito bom e você tem razão quanto a deixarmos de nos amar...

- Mas e a mamãe...

- Não pense na nossa mãe nesse momento! Como eu disse eu amo as duas e se fosse pra parar com tudo ela já tinha falado algo. Mas você me fez relembrar nossos momentos e se é isso que deseja nesse momento, eu também desejo e vamos pro seu quarto porque na sua cama podemos nos cobrir com algo pra você não passa esse friozinho que ainda persiste em fazer. E também quero ficar com a minha irmãzinha do começo e apenas curtir um momentos mais sensual.

- Pensei que queria ver a sua putinha, já que faz tempo que não fode ela bem gostoso!

- Eu sei que você adora se fazer de uma nesses momentos, mas na próxima você me espera como daquela vez com batom vermelho e prometo que vou te foder bem gostoso irmãzinha. Ela me deu aquele beijo e me puxou pro seu quarto onde já ficou de quatro em cima da sua cama que ao ver aquela calcinha marcando a legging pude ver que ela estava com uma calcinha mais comportada. E me olhando com um sorriso mais tímido e feliz por eu estar com ela apenas explicou o porque da posição, e após ouvir coloquei o celular pra despertar uns vinte minutos antes de eu sair pra não me atrasar e a minha mãe ficar desconfiada.

- Não precisa ficar preocupado irmãozinho! Apenas fiquei de quatro pra você tirar a minha calça porque assim não perdemos tempo e você pode admirar novamente a minha bunda como sempre fez. Ela conseguiu elevar o meu astral, mas não podíamos enrolar muito. Então eu me aproximei me ajoelhando e segurando na sua cintura fui puxando a aquela calça liberando a sua bunda podendo ver uma calcinha diferente! Era de cotom com desenhos de bichinhos e aquelas novidade me encheu de tesão.

- Adorei te ver com essa calcinha irmãzinha! E fico imaginando o porque comprou desse modelo.

- Se gostou de me ver com essa calcinha, vai gostar ainda mais se eu também estiver com o sutiã. Se não fosse essa confusão você já teria me visto com o conjunto, mas quem sabe você ainda não me vê meu homem!

- Eu vou adorar minha mulher! Em seguida passei a beijar a sua bunda enquanto alisava a sua bucetinha até que comecei a puxa-la liberando o seu cuzinho e aquela bucetinha que ao toca-la pude sentir ela lisinha e toda melada. E lembrando do tempo a tirei rapidinho e comecei a chupa-la podendo vê-la se contorcer e gemer de prazer, além de novamente eu poder me imaginar tirando a sua virgindade. Será que a nossa mãe ia concordar com aquela situação? Bom! Se ia ou não, isso não me interessava mais porque ia fazer a pressão que fosse preciso pra ela aceitar. E seu desejo e tesão era tanto que logo gozou me fazendo sentir aquele sabor que era só dela na minha boca. E quando eu me levantei, ela se virou ficando de frente pra mim, e sem perder tempo foi abrindo a minha calça a abaixando com a cueca liberando o meu pau que sem perder tempo o segurou levando na sua boca me fazendo recordar daquela sensação gostosa podendo sentir ela engolir e chupar o meu pau até que pedi pra ela parar porque se gozasse podia atrapalhar aquele nosso momento. Mas ela ficou de joelho em cima da cama e me deu aquele beijo guloso cheio de tesão me fazendo aquele pedido.

- Eu queria muito sentir o seu pau dentro da minha bucetinha meu homem! E pelo que vejo isso não vai acontecer...

- Tata! Eu também desejo muito poder te dar esse prazer e chego a concordar com você. Mas se caso a mamãe realmente não concordar eu vou te dar esse noite caso realmente deseje mesmo sabendo que sua vida mudara totalmente por não ser mais virgem e por ter que esperar o momentos certo pra morarmos juntos. Então não me responda nada agora e apenas me de essa resposta depois que a mamãe revelar a sua decisão. Em seguida eu me deitei e ela sentou no meu pau encaixando a sua bucetinha nele onde começou a desliza-la sobre ele até que gozou mais uma vez, e enquanto ela se recuperava eu inverti a posição e comecei chupando seus peitinhos até chegar na sua bucetinha toda melada onde apenas provei mais do seu gozo a fazendo soltar um gemido segurando a minha cabeça e travando as suas pernas no meu corpo até que ao aguentou mais por estar sensível. Em seguida peguei o gel, a posicione de lado na cama pedindo apenas para abrir a sua bunda com a sua mão para que eu pudesse lubrificar aquele cuzinho, e depois de fazer o mesmo no meu pau eu me encaixei atrás dela, e com a sua ajuda comecei a enfiar o meu pau nele, mas sem pressa porque queria que ela sentisse cada pedacinho dele preenchendo novamente o seu cuzinho. E percebendo a minha intenção ela relaxou e apenas mexia o seu quadril de leve enquanto eu a masturbava e brincava com os seus peitinhos.

- Que saudades que estava desse momento irmãozinho! Se sentir o seu pau assim no meu cuzinho já é gostoso, fico imaginando senti-lo na minha bucetinha! Enfia o dedo como daquela vez e me faz gozar gostoso! Como sempre abusávamos da sorte e sentir o meu dedo sendo esmagado naquela grutinha quente e melada era de fazer perder a cabeça e percebia ela se entregando cada vez mais até que soltou aquele gemido anunciando que gozou gostoso e eu fiz o mesmo em seguida ouvindo o celular esguelhando avisando que eu não tinha mais tempo.

- Eu tá amo Tata! E sempre vou te amar independente da situação que estivermos vivendo. Mas agora eu preciso me arrumar pra voltar.

- Eu também te amo Samuca! E eu sempre vou ser sua e vou respeitar suas decisões independente de como estivermos vivendo nessa casa, e esperar o momento certo pra ficarmos juntos como falou. E obrigada por esse momento tão gostoso ao seu lado meu amor!

- Até a mamãe se decidir teremos mais porque não é justo você sofrer por minha causa e só te peço que não demonstre essa felicidade na frente da mamã porque ela não pode desconfiar de nada irmãzinha! Ela me deu aquele beijo e falou para eu ficar tranquilo. A noite ela cumpriu com o prometido e durante as refeições continuávamos sem falar muito, e a mamãe após organizar tudo não mudou sua atitude subindo cedo pro seu quarto e pra não levantar suspeitas fazíamos o mesmo logo em seguida. Já estávamos quase no fim do terceiro mês e nada dela dar a sua resposta e parecia fugir das situações que nos colocavam em risco até que num dos almoços em que estava transando com a minha irmã eu falei o que pretendia fazer, e que essa minha atitude podia revelar se a nossa mãe realmente sentia falta dos nossos momentos ou se ela tinha conseguido realmente se controlar nos dando uma resposta que seria a que ela realmente pretendia, ou também podia fazê-la se decidir sobre suas intenções mediante os seus verdadeiros sentimentos.

- Tata! Vou te falar uma coisa e se me ama realmente vai confiar em mim e me ajudar nessa ideia absurda que tive e vou te falar agora. Ela me olhou tensa por imaginar que seria algo que abalaria aquela casa e quase sem respirar deu a sua opinião.

- Eu nunca vou deixar de te amar Samuca! E acho que qualquer coisa que decidir fazer pra acabar com essa angústia não vai ser pior do que já passamos e estamos passando por causa desse nosso amor e do seu com a mamãe. E se é para ajudar a resolver eu vou te apoiar e ajudar se for preciso.

- Pode ficar tranquila que não é algo que nos prejudique! Mas pra saber se a mamãe mudou mesmo eu vou me afastar uma semana dela sendo mais frio e se ver que ela não demonstrou nem uma atitude nesse tempo eu vou deixar uma mensagem pra ela explicando sobre a minha atitude que é de sair dessa casa como já havia mencionado e acredito que isso possa dar um choque nela, e fazê-la falar sobre sua decisão. Pude ver lágrimas nos seus olhos pelo medo de eu não voltar.

- E se ela não for atrás de você Samuca...

- Ela vai Tata! Por mais que se sinta culpada ela vai porque eu vou deixar claro que eu fui embora por causa das duas, só que mais dela para fazer uma pressão psicológica e poder ver o que ela realmente sente por mim hoje.

- Mas você tem saudades de ficar com ela ainda Samuca?

- Tenho Tata! Meu amor e desejo pelas duas é tão grande que eu sofro se não as tê-las ao meu lado. Mas espero que você tenha superado o seu ciúmes porque só assim poderemos viver como Abraão viveu sem ter conflitos entre as duas. E também seu aniversário está chegando e não queria que estivéssemos nessa situação. Ela me abraçou e falou que ainda tinha, mas que já conseguia controla-lo. E quanto a minha ideia que iria apoiar e se caso a nossa mãe a questionasse que seria firme falando que a minha saída foi por falta de respostas dela sobre toda aquela situação e por ter se afastado de mim, mas que também se sentia culpada por eu ter saído de casa. Os dias se passaram e mesmo me distanciando mais ela parecia brigar com algo em sua mente, mas numa sexta feira eu liguei pro meu ti Bene e falei que ia passar uns dias no sul que ao perguntar o motivo apenas falei que estava com alguns problemas amorosos e que precisava esfriar a cabeça. Ele ficou preocupado, mas não me fez perguntas e no sábado como sabia que teríamos a ausência da nossa mãe por procurar passar mais tempo fora da nossa casa e assim poder evitar de ter que conversar e assim por diante. E após ela sair eu me despedi da minha irmã que chorou muito por medo de eu não voltar e em seguida deixei um envelope onde estavam duas folhas com as explicações sobre o motivo de eu ir pro sul. E de quebra pra evitar dela insistir em falar comigo deixei o meu celular, mas levei o meu antigo onde comprei um chip e depois passei o número pra minha irmã. Na carta fiz aquele drama onde me culpava pela situação, falei dos nossos motivos, do meu amor por ela , da saudade que sentia dela e no fim que eu sair de casa seria a melhor solução porque assim ela e a minha irmã podiam viver em paz. E também deixei uma observação pra que ela não crucificasse a minha irmã porque se fosse pra culpa-la que ela era muito mais pelo que vivemos juntos. Fui daquele jeito e quando cheguei e pude conversar com o meu tio falei do meu amor sem revelar quem eram elas e como sempre me deu aqueles conselhos pedindo pra ser paciente e não fazer besteira sem antes colocar tudo a limpo pra saber se a relação teria mesmo que acabar. Depois falei que se caso a minha mãe ligasse pra ele ou pros meus avós, era por eu ter esquecido o meu celular em cima da minha cama e que só percebi na rodoviária, que não dava mais pra ir buscá-lo e que depois eu ligaria pra ela. Meu domingo foi de alegria pelos meus avós, mas de muita angústia por minha parte. E como eu esperava meu tio ligou pra minha mãe que estava todo preocupada e falou que eu estava bem e que iria ligar pra ela assim que desse. A noite eu mandei uma mensagem pra Tata falando que ela podia mandar mensagens naquele número e que ligaria pra ela na segunda pra saber da nossa mãe e dela. E como prometido dei um jeito de ficar sozinha próximo do wi-fi e primeiro mandei uma mensagens perguntando se estava sozinha que ao confirmar eu já liguei e foi aquele desespero, e depois de me falar um monte e que me amava ela falou da reação da minha mãe, e que ela só se acalmou depois que o meu tio ligou pra ela. Mas que no domingo às duas conversaram muito e a Tata vendo o desespero da minha mãe se sentiu culpada e pediu desculpas por ter se declarado e que ela ia desistir da sua ideia pra que eu e ela pudéssemos ser felizes novamente. Mas que ao ouvir isso a minha mãe também pediu dizendo que ela era mais culpada do que a minha irmã e que a minha ausência a fez sentir como ela estava errada ao seu sentimento porque não me ver em casa a fez sentir um vazio e um aperto no coração. Conversou novamente sobre o amor que a Tata sentia por mim e que pelo jeito eu só ia ser feliz vendo as duas felizes e que ela precisou sentir a dor da perda pra ver o quanto me amava e que ela precisava de uma semana pra resolver de vez tudo isso. Eu não liguei pra ela e ela também não me ligou fazendo isso somente na sexta ligando no celular da minha avó pedindo pra falar comigo. Pedi licença pra ela e fui me sentar num banco que tinha na frente da casa e assim podia conversar sem me preocupar. Meu coração estava a mil e meu corpo parecia que ia explodir pelo que sentia naquele momento. E assim que me acomodei e falei que ela podia falar pude sentir o seu desespero pela sua voz.

- Porque você fez isso Samuel? A troco do que resolveu sair da sua casa! Eu falei que ia dar uma resposta...

- Mamãe! Depois de toda essa enrolação e do seu desprezo nesses três meses você queria que eu fizesse o que? Eu falei que se a sua decisão fosse de pararmos eu não conseguiria mais ficar ao lado das duas. E a sua atitude me fez sentir isso! Não só eu, mas a Tata também está sofrendo com ela. Eu não sei se ainda sente a mesma coisa por mim, mas eu não me esqueci de um momento nosso nessa casa e nos nossos passeios. Então se for pra viver desse jeito a melhor solução é eu deixar as duas viverem as suas vidas, e assim a Tata pode achar alguém melhor do que eu porque o que eu fiz realmente é passivo de condenação mamãe! Naquela ligação me fiz de culpado pelos meus atos, mas deixei claro que não me arrependia devido ao amor que senti e vivi com ela nesse período de relacionamento. No fim nós dois choramos e depois de se acalmar um pouco ela voltou a falar.

- Filho! Eu sei que erramos e eu também não me arrependo pelo que vivemos durante esse período juntos. Peço desculpas por não ter te procurado pra conversar como antes porque só descobri a falta que você me faz quando cheguei em casa e fiquei sabendo que tinha ido pro sul e não sei se realmente esqueceu, ou se não levou o seu celular de propósito. E pra te deixar mais tranquilo, após me acalmar e refletir mais sobre toda essa nossa situação, eu conversei muito com a sua irmã e me acertei com ela por vê-la se culpando da sua saída dessa casa. Mas expliquei que eu era mais culpada do que ela e também pude ver o quanto ela te ama ao falar que deixaria seu amor de lado pra ver a nossa felicidade...

- Felicidade mamãe! Que felicidade! Passamos três meses numa tensão sem poder ver essa felicidade que acabou de mencionar. E ainda eu te pergunto! Depois de tudo isso você ainda sente a mesma coisa por mim? Porque se sente você foi muito fria nesse tempo pra esconder esse sentimento como escondeu. Você me via sofrendo e mesmo assim não se importava...

- Me desculpa Samuel! Eu me importava sim com você! Eu sei que te fiz sofrer, mas eu também sofria quieta e te ver nessa casa evitando de termos contato não era fácil filho. E eu me importo sim com você Samuel! Mas você precisa também entender a minha situação como mãe porque não é fácil aceitar essa situação mesmo eu estando totalmente errada. E se você está decidido a seguir com essa ideia, lembre-se que vamos sofrer muito, mas eu não vou culpar você por essa situação e orar pra você se estabilizar na sua vida meu amor. Mas eu gostaria muito que viesse embora pra conversarmos e quem sabe não chegamos a uma solução pras nossas vidas! Eu esperava essa decisão dela, mas não tinha tanta certeza dela acontecer e ficava imaginando se caso a minha irmã soubesse como estaria agindo. Fiquei mais de meia hora no telefone com a minha mãe e no fim falei que iria pegar o ônibus no sábado a noite e que no domingo conversaríamos, mas que dependendo da sua atitude naquela conversa eu sairia de novo e que dessa vez não voltaria atrás.

Pessoal! Isso foi um resumo dos acontecimentos após a Tata revelar a sua intenção! As conversas foram bem tensas e os dias também, mas se fosse relatar tudo seria páginas só de drama familiar. Espero que tenha ficado bem explicado essa parte até a minha saída e o pedido da minha mãe para que eu voltasse. E pensando após falar com ela lembrei daquela manhã em que sai e ao voltar ela estava em desespero achando que ia embora. Mas será que ao voltar a sua reação seria a mesma? Só saberia quando eu voltasse pra minha casa e confrontasse a dona Sara. Mas ver o seu desespero no telefone me deixou mais calmo e confiante numa vitória naquele plano sem noção do satanás. Em seguida respirei, limpei meus olhos e depois de me acalmar eu entrei entregando o celular pra minha vó, dei um tempinho e depois fui pegar o meu celular e falei que ia dar uma volta. Fui até uma praça onde sentei num banco e pensando peguei o celular e mandei uma mensagens pra minha irmã abrir os áudios usando o fone de ouvido. Falei que ia voltar pra casa e que durante a nossa conversa dependendo do que íamos ouvir que era pra ela se comportar e agir como se não soubesse de nada e demonstrar reações de que nunca havíamos feito nada sendo apenas irmãos normais. Em seguida me mandou uns áudios e falou que pelo jeito teríamos uma surpresa o que me deixou um pouco mais aliviado. Naquela noite eu me deitei e decidi que se ela rompesse a nossa relação eu faria de tudo pra ficar com a minha irmã como havia prometido caso ela não se importasse de deixar tudo para trás e começar uma vida nova e cheia de obstáculos. No sábado conversei mais com o meu tio e depois fui até a rodoviária e comprei a passagem de retorno ao dilúvio. E ao embarcar a noite meu coração já batia acelerado devido a ansiedade e o medo do que aconteceria naquela conversa. O retorno foi longo e cheguei na minha casa por volta das dez horas com o coração quase saindo pela boca. E quando eu abri a porta com a minha mãe aparecendo pra ver quem era ela correu me abraçar com lágrimas nos olhava e dando aquela bronca.

- Espero que essa seja a primeira e a última vez que tenha uma atitude como essa Samuel! Você não sabe o que eu passei nessa semana tentando imaginar se voltaria mesmo ou se seguiria a sua vida longe de nós duas.

- Eu não estava mais aguentando aquela tensão mamãe! E só voltei porque você falou que conversaríamos pra resolver nossas situações.

- E vamos meu amor! Que saudades do seu abraço filho! Podia sentir que por ela naquele momento faríamos mais do que um abraço apertado. – Mas eu não estou sozinha e a sua irmã também sentiu a sua falta, e com certeza também espera ganhar um abraço seu Samuel! E prometo que hoje vamos dar um jeito de resolver tudo isso filho! Ela falava com um sorriso meigo, mas seu coração estava disparado e ela apenas tentava esconder seu nervosismo. Em seguida falei que era o que mais desejava e a soltei indo abraçar a minha irmã que ao meu ver também me abraçou com lágrimas nos olhos colocando seus sentimentos do momento naquele abraço.

- Que cara é essa Tata?

- Me desculpa Samuca! Mas é que ainda me sinto culpada pela sua saída dessa casa...

- Filha! Já conversamos sobre isso e acho que com a volta do seu irmão podemos colocar uma pedra em cima dessa assunto. Deixa ele subir pra tomar um banho e descansar, e enquanto isso você me ajuda a preparar um almoço pro homem dessa casa. Ao ouvir isso meu coração disparou e a minha irmã me olhou sem entender, mas vendo que realmente teríamos surpresa naquele domingo. E pelo que vestiam dava pra ver que a dona Sara estava se esforçando e tentando ajeitar toda aquela bagunça porque ela estava vestida com aquele vestido que comprou naquela viagem e que ao descer e ver a reação da minha irmã, em poucas palavras explicou a história daquele vestido e assim a minha irmã perguntou se podia vestir o que havia ganhado sem uma blusinha por baixo o que lhe foi permitido, mas não deixaram de usar um sutiã por baixo. Mas eu tomei uma banho tentando imaginar a atitude de minha mãe na minha chegada. Fiquei uns vinte minutos naquele banho e depois vesti uma bermuda e uma camiseta, e desci indo pra cozinha. Me acomodei numa cadeira e enquanto tomava um café e elas cozinhavam eu pedi desculpas porque sabia que com a minha saída elas tiveram que dar muitas explicações. E enquanto preparavam o almoço elas ia explicando como fizeram pra tentar manter tudo em segredo e diante das explicação das duas podia acreditar que elas conversaram muito e entraram num acordo sobre nossas relações. Assim eu pensava! E quando tudo ficou pronto arrumaram tudo na mesa e a minha mãe me serviu como sempre fazia com o meu pai deixando a Tata um pouco enciumada, mas ali ela ainda era a minha mãe! Almoçamos onde falei da viagem, que havia deixado o celular de propósito e que conversei muito com o meu tio sobre a minha vida amorosa a deixando tensa, mas expliquei que não tinha dado nomes e que apenas não sabia o que fazer pra resolver por amar muito as mulheres daquela casa que ao ouvir isso minha mãe quase engasgou.

- Fala que isso é apenas uma brincadeira Samuel! Você não falaria isso pro seu tio...

- Claro que não mamãe! Mas em relação a amar as duas isso eu não estou mentindo porque assim como sentiram a minha falta eu também senti das duas. E eu não sou louco pra falar sobre o que aconteceu nessa casa pro tio Bene! Mas ele me ajudou muito nas nossas conversas. Ela respirou aliviada e continuamos aquele papo mais pra descontrair do que pra lavar roupa suja. No fim até demos risadas de certos assuntos o que ajudava a descontrair ainda mais aquele ambiente. Mas terminamos e enquanto as duas ajeitavam a cozinha eu me sentei na sala e fiquei mexendo no celular que havia deixado e depois de um tempo elas aparecem e novamente pintou aquela tensão no ambiente quando a nossa mãe puxou o assunto.

- Samuel! Acho que agora podemos resolver essa situação porque mesmo conversando muito com a sua irmã eu queria ouvir o seu lado disso tudo filho. Como disse conversamos muito e não escondemos nada uma da outra, inclusive vou começar esse assunto falando dela porque depois de pensar e orar muito eu me lembrei que ela não queria namorar ainda e você concordou dando a sua opinião dela não ficar comprometida com ninguém e namorar após se formar. Isso me deixou encucada e ao falar desse assunto com a sua irmã ela falou que na época ainda não tinha esse sentimento, mas que isso a ajudou a tê-lo por não ter compromisso com alguém. E o que eu quero saber é se a sua atitude foi em relação aos estudos ou os dois estão mentindo em algum detalhe? Já nesse início de conversa percebi que ela ia especular tudo e tentar entender todo aquele rolo.

- Quanto a minha decisão eu mantenho e não somente pelo estudo, mas por não concordar das meninas casarem tão novas. E concordo com ela sobre isso ter ajudado em ter essa paixão por mim porque ela não tinha compromisso com ninguém. Mas se hoje você acha que eu me equivoquei com essa decisão eu peço desculpas mamãe!

- Em certo ponto eu concordo por também achar que elas não deveriam casar muito novas filho! E vou manter a sua decisão porque como eu disse você ainda é o homem dessa casa além de ainda também ser responsável pela sua irmã. E aproveitando e por sabermos sobre o amor dela por você, eu quero que exponha o seu também Samuel! Ela não estava facilitando e precisava ser preciso sem enrolar pra responder.

- Mamãe! Como já falamos, fomos pegos de surpresa! Eu tenho um carinho muito grande pela Tata e quando conversei com ela pude ver como ela estava sofrendo por me amar e por ter falado desse amor naquele domingo. Hoje não tenho mais certeza sobre o nosso relacionamento diante de toda essa bagunça amoroso nessa casa. Mas o que eu te falei eu mantenho que se for pra vê-las felizes deixando nossa casa cheia dessa felicidade eu não me importaria de ser o Abraão dessa casa e ter as duas como minhas esposas. Porque só de saber que sou amado por dias mulheres maravilhosas eu tenho certeza que posso me apaixonar também pela Tata e faze-la feliz. Mas isso são as minhas palavras e o que eu posso oferecer as duas. Só que quem vai decidir é você mamãe! Se ela queria ver a Tata ouvindo a minha opinião ela conseguiu mesmo eu omitindo o que realmente sentia por ela. Podia ver a apreensão da minha irmã quando a minha mãe perguntou se ela deixaria de ter uma família pra viver esse amor comigo por gaguejar e chorar ao responder.

- Mamãe assim como o Samuca eu mantenho o que falei pra você e se for um desejo dele compartilhar desse amor como disse pra ver a nossa felicidade eu abro mão de ter uma família pra viver também ao lado dele. Após sua resposta mamãe explicou das consequências de alguém descobrir, de estarmos indo totalmente contra os princípios morais diante de tudo que se passava naquele casa e no fim sobre a questão religiosa. E diante do debate eu apenas deixei claro que só saberiam se alguém contasse ou se não respeitássemos os termos para prosseguimos com tudo aquilo. E terminando esse debate sobre a minha irmã eu também a fiz se abrir em relação ao seu amor por mim.

- Mamãe, já que não temos nada a esconder pelo que falou no início dessa conversa eu queria que agora que sabe do amor da Tata e da minha intenção com ela se você ainda sente aquele amor por mim? Mas não como filho e sim como homem! Porque até agora eu não entendi o porque não querer dar a sua resposta se você só tinha duas opções! Ou aceitasse tudo ou acabasse com tudo! Porque você sabe o que eu sinto por você porque nunca escondi esperando apenas uma decisão sua. Novamente eu via lágrimas nos seus olhos e ela apenas olhava pra minha irmã por saber que a machucaria com a sua resposta.

- Mamãe! Não precisa ficar com medo ou vergonha de responder! Acho que na atual situação falar a verdade é a melhor solução e se me lembro essa conversa e pra acertarmos toda essa bagunça.

- Eu sei filha! Mas eu só não quero te magoar mais diante do que vou responder e você sabe o que vou dizer filha!

- Então não segure essa angústia e fale pra ele ouvir porque é pra isso que estamos reunidos. Ela me olhava e conforme esfregava os dedos um no outro ela despejou o que sentia.

- Samuel! Você não tem ideia de como eu briguei pra poder voltar a ser como era antes! O motivo de eu demorar pra responder era esse! Eu queria lutar contra esse amor e foi por isso que me distancie de você, mas ver você nessa casa perdido me deixava muito mau filho! E não vou esconder que quando deitava sentia a sua falta ao meu lado! Me desculpa filha! Mas o que o seu irmão me fez sentir nesse tempo foi algo que eu jamais imaginei sentir um dia. E se a Tata é realmente apaixonada por você ela sabe o que estou sentindo.

- Mamãe! O único detalhe na sua resposta é que eu nunca senti o que você sentiu...

- Nossa! Me desculpa Tata! Mas o que eu falei em relação ao seu irmão é verdade e eu ainda o amo como meu home também. Só que a única coisa que eu não consigo aceitar é viver essa vida onde teríamos que nos relacionar escondidos, onde os dois não teriam uma vida normal como teria que ser além de estarmos vivendo na mesma casa, e se leram a fundo a história, Sara e Hagar tiveram conflitos e Hagar foi expulsa. Ficou aquela silêncio e a primeira a quebrar o gelo foi a Tata.

- Mamãe! Eu sei da história toda! Mas se está decidida em vivermos como eles nessa casa acho que não deveria comparar eles com a gente. Eu sei que o que vou falar é totalmente errado, mas pior do que já tá não vai ficar e não estou tentando forçar uma situação porque no fundo somos uma família e continuaremos sendo! E apenas seremos mais do que mãe e filhos se formos levar esse relacionamento pra frente! Eu vejo como está sofrendo e o que já fizeram, e mais as minhas atitudes não vão mudar em nada mesmo deixando de viver isso porque o remorso vai nos perseguir. Mas isso é apenas a minha opinião sobre nossas vidas! Eu concordei com a minha irmã e depois de mais explicações e pra dar um respirada eu fui fazer um suco e também dar uma espairecida nas ideias que pareciam estar me ajudando muito naquela momento. E após tomarmos o suco e falarmos mais algumas coisas a minha mãe jogou a bomba no meu colo.

- Diante de tudo o que falamos vejo que estamos preso a esse relacionamento meus amores. Mas agora que já colocaram tudo pra fora mesmo eu não dando a minha resposta, queria saber como você lidaria com as suas duas esposas nessa casa Samuel? Nessa hora até a Tata me olhou com os olhos arregalados porque era uma respostas que a interessava muito.

- Bom mamãe! Se isso acontecer o que mais espero das duas é respeito uma com a outra no papel de mulher porque como você já me disse nunca deixaremos de ser mãe e filhos. Não aceitaria uma disputa por tempo e atenção dentro dessa casa e até fora dela! Nossas relações seriam divididas por dias, mas esse detalhe pode ser ajustado até nos adequarmos a ele. Também tem detalhes que como homem da casa eu vou pedir as duas, mas isso eu vou ajustando...

- Filho! Eu ainda acho loucura essa sua ideia, mas a minha preocupação é com a sua irmã! Ter você como homem sem poder celebrar uma união ainda sendo virgem...

- Mamãe! Eu não me importo com casamento e apenas quero ser feliz com o meu irmão ou meu homem se assim você permitir...

- Você me deixa cada vez mais sem saída Tamires! Mas se eu permitir essa relação como vai ser com a sua irmã Samuel! Como eu disse, ela ainda é nova é virgem! Então quero saber como vai trata-la por ela ainda ser inexperiente? Nessa hora eu quase dei risada, mas tive que me conter e olhando pra minha irmã a deixei de olhos arregalados e o da dona Sara mais ainda.

- Bom mamãe! Mesmo ainda não estando definido essa nossa relação eu vou ser sincero com as minhas intenções. Se a Tata me ama como ela nos disse podemos encurtar fazes dessa união e assim não temos que namorar e nos conhecer. Então começaríamos mais adiantados e assim que ela se acostumar com meus toques em seu corpo, a ensinarei beijar e explicarei sobre as sensações que ela vai sentir durante nossos beijos. A sua primeira vez se caso acontecer mesmo, porque ela pode mudar de ideia, será numa data que ela escolher. E se tivermos mesmo esse momento, e após ele, ela ainda estiver mais envolvida comigo vou lhe dar o prazer que eu lhe dei mamãe...

- Filho...

- Deixa eu terminar mamãe! O prazer que ela vai sentir na sua primeira vez vai ser inesquecível! Mas eu quero que ela tenha o mesmo que eu te dei, ou melhor! Vou tratar as duas como minhas esposas e por isso terão o mesmo prazer ao meu lado. Isso é um resumo das condições ditas as duas! Minhas irmã nem respirava por saber que ela já sabia como era esse prazer e tinha que manter esse segredo pra minha mãe não perceber. Já a minha mãe me olhava assustada por saber o que faria com a sua filha sem saber que ela tinha uma putinha ao lado dela e que adorava ser fodida bem gostoso. E depois de eu falar e a Tata ouvir da minha boca que eu deixava a nossa mãe desesperada de tanto gozar, ela se fingindo de inocente apenas deixou a dona Sara mais tensa e nervosa com o assunto.

- Mamãe! Quanto a primeira vez eu tenho informações e eu sei como vai ser! Mas o que você sentiu que pelo jeito é algo pervertido...

- Tamires! Acho que em relação a esse assunto podemos conversar uma outra hora porque não me sentiria bem falando dele com você na frente do seu irmão...

- Tudo bem mamãe! Acho que vou precisar de mais orientações pra poder também ser a esposa do Samuca. Mas também estou curiosa sobre esses detalhes que disse que vai ajustando com o tempo e queria saber se você poderia explicar melhor sobre eles? Eu olhei pra minha mãe e vendo seu desespero eu joguei essa bomba nas mãos dela, mas diante da minha resposta a minha irmã já imaginou o que seria.

- Tata, esses detalhes tem a ver com a nossa convivência e também com liberdade sem nos sentirmos culpado. E se você vai aceitar todos esse termos pra também ficar comigo acho que seria viável a mamãe te explicar sobre o que irei mudar em você sendo o seu homem. Minha mãe respirava fundo e depois de desconversar sobre esse assunto pra poder achar forças pra dizer que eu a fiz usar uma calcinha enfiada na sua bunda e um short e top de cotom, a Tata não tocou mais nesse assunto esperando essa conversa a sós com ela. Juro que queria ver essa conversa, mas não era justo crucificar tanto a dona Sara diante de tantas omissões que fazíamos naquela conversa. As horas passavam, aquela conversa não terminava e ninguém sabia o que ia acontecer depois de encerrada. Mas pra tentar encerrar eu dei aquela pressionada na mamãe.

- Mamãe! Acho que já falamos e tiramos todas as nossas dúvidas sobre essas relações. Porque estamos a um bom tempo conversando e já vai anoitecer...

- Você tem razão filho! Mas só quero fazer mais uma pergunta pra sua irmã. Filha! Diante do que ouviu sobre como vai ser a sua vida você ainda deseja ter esse relacionamento com o seu irmão? E você vai se sentir bem em deixa-lo tocar no seu corpo além de te ensinar a beijar como ele mesmo falou Tamires? Porque eu entendo o seu amor por ele e vi como ficou com a ausência dele nessa casa. Mas eu me preocupo com você porque você pode se arrepender e sofrer muito mais filha! Eu olhei pra minha irmã e ela foi inteligente na sua resposta.

- Mamãe! Tê-lo como meu homem é o que mais desejo nesse momento! Se vai dar certo ou não eu saberei no início da nossa relação como ele mesmo mencionou como vai ser. E se eu perceber que não vamos ficar bem, eu interrompo a minha relação com ele e deixo os dois seguirem juntos sem me intrometer, e após me formar eu vejo algum rapaz pra formar uma família comigo. Após ela terminar ficou aquele silêncio e parecia que a nossa mãe estava tentando achar um jeito de falar que ia liberar a geral, mas não tinha forças devido ao sentimento de mãe em relação a sua filha.

- Mesmo com tudo que conversamos não é fácil eu aceitar isso Samuel e Tamires! Eu sei que voltar atrás trará muitas consequências, mas eu sei que devo uma resposta aos dois.

- Mamãe! Se está pensando em aceitar essa relação acho que a melhor maneira é deixar acontecer, mas respeitando um ao outro até acostumarmos com essa mudança. Conversaremos individualmente um com outro pra discutirmos se tem algo nos incomodando, ou para ajustar algum detalhe. Ela me olhava seria a pensativa e mesmo não querendo liberar devido a minha irmã, ela sentia falta daquele prazer e queria voltar a tê-lo comigo, só que para isso teria que ceder.

- Tudo bem filha! Eu não posso te reprimir dos seus desejos, se como mãe eu estou fazendo pior. Mas vamos começar como o nosso homem sugeriu e espero que esteja certa desse seu amor e interesse pelo seu irmão. Mas como vai ser o seu tempo com ela filho? Eu posso saber como mãe?

- Claro mamãe! Até nos acostumarmos eu proponho o seguinte! Na parte da manhã eu tenho um tempo com você onde podemos conversar e ter nossos momentos a sós como já fazíamos. Com a Tata usarei o meu horário de almoço e assim vou conversando com ela para que possa sentir o que todas as meninas sonham por ouvirem o que as irmãs que namoram contam a elas e assim ela vai descobrindo se é isso mesmo que ela deseja. Quanto a me servir nas refeições, ela me serve o almoço e você a janta! E durante a noite vocês duas tem que entrar num acordo se eu já posso dormir no seu quarto até a Tata ter certeza se é isso mesmo que ela quer ou se vou dormir no meu até ela se decidir e poder também dormir comigo. Novamente aquele silêncio e minha irmã me surpreendeu!

- Mamãe! Eu não me importo se quiserem dormir juntos até eu me decidir realmente e assim vocês podem também matar a saudade que sentem um do outro. E quando estiver pronta eu durmo com o meu homem também!

- Obrigada filha! Mas acho que hoje vamos dormir cada um em seu quarto porque eu preciso refletir em tudo o que conversamos e me adequar a essa mudança. E se hoje o Samuel é o homem dessa casa amanhã ele vai ser muito mais porque terá que fazer as suas duas esposas felizes aqui dentro. E filha! Pra você não viver o que eu vivi, assim que estiver mais solta diante dessa situação eu vou conversar com você e falar o que o nosso homem pretende mudar em você. E filho! Só estou curiosa de como você vai agir em relação a liberdade aqui dentro?

- Mamãe! Esse detalhe depois eu converso com você e quando tiver aquela conversa com a Tata com certeza você saberá explicar sobre essa liberdade que mencionei. Ela deu um sorriso dizendo que ia orar pra que nada saísse errado a ponto de alguém desconfiar e foi pra cozinha começar a esquentar a nossa refeição, e enquanto isso eu subi pra tomar o meu banho e assim deixava as duas sozinhas para acertem algum detalhe de nossas relações. E quando desci a minha irmã também foi tomar o seu banho voltando vestida com o pijama que havia ganhado da minha mãe mantendo a descrição usando um sutiã e uma calcinha comportada. Mas antes dela descer dei uma provocada na dona Sara.

- Mamãe! Já posso te dar uma abraço como seu homem ou ainda sente que não pode se controlar...

- Samuel! É o que mais desejo nesse momento, mas acho que não é um momento pra brincar porque ainda estou digerindo toda essa conversa que tivemos, mas amanhã conversamos sobre alguns detalhes. Eu pedi desculpas e ela estava certa e precisava deixa-la respirar depois de ser derrotada naquele guerra. E assim que a minha irmã apareceu na cozinha a minha mãe pediu pra ela terminar de preparar a nossa refeição e subiu pra tomar o seu banho nos deixando sozinhos e após ter certeza que estávamos seguros ela não se segurou e me abraçando meu deu aquele beijo seguido de um desabafo.

- Eu não acredito meu homem! Finalmente eu vou ser sua e poder dormir ao seu lado...

- Nem eu acredito que a mamãe concordo Tata! Eu cheguei a pensar que ela voltaria atrás e que mesmo sofrendo viveríamos como uma família normal. E ela não falou nada enquanto eu tomava o meu banho?

- Eu perguntei se ela não estava mesmo chateada comigo por termos essa relação e ela falou que não e que se você for o homem que foi com ela na sua primeira vez que eu vou ser muito feliz e ter que me segurar por ser jovem e querer provar mais do proibido, e que só espera que eu não me arrependa se caso eu descobrir que fui equivocada em relação ao meu amor por você...

- É isso que me faz sentir um pouco culpado Tata!

- Como assim Samuca?

- Ter mentido sobre muitas coisas pra mamãe! Afinal você já provou desse prazer e se deixar transamos todos os dias! Sem dizer que no seu caso só falta você perder a sua virgindade porque do resto já fez praticamente de tudo comigo.

- Eu sei meu homem! E vou ver esse detalhe com a mamãe pra ela não desconfiar e amanhã eu quero ser a sua putinha na sua hora do almoço. Ela me deu outro beijo e pra não levantar mais suspeitas eu fui pra sala a deixando sozinha e quando a minha mãe desceu parando na sala eu engoli seco ao vê-la vestida com a camisola longa que havia lhe dado sem sutiã, que vendo a minha reação apenas fez um comentário me deixando sem ação.

- O que está fazendo sozinho na sala seu meu amor? Pensei que estava ajudando a sua outra esposa e assim poder corteja-la para que ela possa ir se acostumando com o marido dela! E não precisa me olhar assim que eu não estou sendo irônica Samuel! Apenas tentando ser mais flexível com a nossa nova convivência nesse casa. E também imagino que deve estar imaginando o porque de eu estar sem sutiã, mas você já está acostumado a me ver assim e eu sei que vai fazer a sua outra mulher proceder da mesma maneira. Mas confesso que estou curiosa em ver a relação dos dois e espero que não force ela a nada meu amor. Mas vamos encerrar essa conversa e amanhã conversamos mais a vontade. Quando a Tata percebeu que ela estava sem sutiã fazendo aquela cara de surpresa a nossa mãe apenas deu uma resposta a fazendo entender porque ela fazia pior que a nossa mãe.

- Não precisa ficar espantada filha! O seu irmão, ou melhor! O nosso marido já cansou de me ver assim, inclusive foi um pedido dele de eu ficar sem o sutiã, mas como havia pedido conversamos sobre isso em outro momento tata. E vamos comer que eu estou com fome e meu amor, que vai te servir agora? Porque você falou da semana, mas não dos finais de semana!

- Minha nossa! Não vejo a hora de resolvermos todos esses detalhes mamãe! Mas você me serve hoje, e no próximo final de semana, você faz isso no sábado e a Tata no domingo invertendo no próximo final de semana e assim podia diante, tudo bem pras duas?

- Como nosso marido desejar, não é filha? A Tata chegava a respirar fundo ouvindo a nossa mãe se dirigir a mim como marido delas, mas isso me incomodava por ainda perceber s um desconforto na dona Sara.

- Sim mamãe! Quero trata-lo como você e as outras irmãs nos orientam.

- Tata! Eu sei como é essa orientação, mas com o tempo mudaremos algumas coisas, assim como mudei com a mamãe. Ela deu um sorriso e nos acomodamos pra jantar, e pra mudar um pouco o foco da conversa perguntei da papelaria onde ela falou que com a minha ausência ela ficou perdida devido a toda essa situação e que ficou algumas coisas pendentes pra resolver o estoque. Pedi novamente desculpas e falei que com essa mudança em nossa casa que iria me esforçar no máximo pra arrumar a bagunça e melhorar ainda mais as vendas. E após a nossa refeição e conversamos um pouco mais na sala foi como ela havia falado indo cada um pro seu quarto mesmo a Tata repetindo que podíamos dormir juntos porque ela estava bem com a nossa união, mas a dona Sara manteve a sua palavra. Só que ao acordar encontrei outra dona Sara e parecia que estava com o satanás no corpo naquela manhã porque ao aparecer na cozinha a encontro de cabelos molhados vestida com o seu roupão que ao falar bom dia ela não se segurou.

- Bom dia mamãe...

- Bom dia mamãe, Samuel! Ontem você me questionou quanto a me dar um abraço e hoje é só um bom dia! Ela estava de frente pra pia e nem olhou pra ver a minha reação, mas vendo a sua atitude eu tive a minha indo abraçá-la por trás.

- Me desculpa mamãe! Mas foi tantas situações que eu não me preocupei com esse detalhe. Assim que eu abracei ela puxou a sua respiração juntando os meus braços virando o seu rosto trazendo a sua boca na minha que ao sentir nossos lábios ela se virou, me abraçou me dando aquele beijo guloso e cheio de tesão como querendo matar aquela saudade dos nossos momentos onde nossos corpos se uniam como homem e mulher. E após se saciar com aquele beijo ela desabafou.

- Era por isso que evitei seus abraços e algum outro contato com você Samuel! Acho que agora você consegue ver o quanto sofri em ficar longe do seus carinhos e poder sentir esse prazer que me fez deseja-lo todos os dias.

- E se ia aceitar essa bagunça toda mamãe, porque não fez isso antes?

- Porque ela é sua irmã além de ainda ser virgem e nunca ter namorado Samuel! Mas depois conversamos sobre ela porque preciso sentir você novamente e hoje não preciso falar como desejo isso meu amor! E pena que não temos muito tempo porque ainda quero conversar com você filho! Seu prazer já tomava conta do seu corpo e atendendo ao seu pedido a fiz sentir o que tanto desejava.

- Então porque não mostra pro seu homem que você adora sentir o pau dele? Pra quem tá com saudades de transar você me parece um pouco tímida minha mulher! E ela conhecendo das histórias, por já ter lido aqueles relatos e diante da minhas explicações mostrou que realmente não era mais a dona Sara de antes.

- Sua mulher foi pro colégio meu homem e pediu pra que eu te desse prazer como a meretrizes que sou. E enquanto eu a beijava abrindo o seu roupão ela já ia abaixando o meu shorts, mas eu a interrompi fazendo um teste com ela.

- Se é a minha meretriz que vai me dar prazer quero que abaixe o meu shorts ajoelhada! Ela me olhou sabendo o porque do meu pedido, mas se ajoelhou e abaixou o meu shorts junto com a cueca liberando o meu pau o segurando num tesão imaginável por estar praticamente o encarando.

- Eu sei o que tanto desejo meu homem! Mas prometo que terá esse desejo realizado no momento certo.

- Então porque não faz como o seu homem faz com você e apenas dá um beijo na minha virilha só pra eu sentir essa sensação de prazer? Me olhando ela segurou o meu pau o levando mais para um lado e deu aquele beijo me fazendo suspirar fundo a puxando novamente para cima a encostando na pia de costas para mim, e fui tirando o seu roupão a deixando só de calcinha por não estar mais aquele frio e o ambiente estar bem aconchegante. E me encostando nela apenas lhe fiz uma pergunta.

- Me fala qual foi a sensação desse beijo mamãe? Eu restava com tanto tesão que já começava a abusar das palavras e das ações junto dela.

- Você sabe me fazer perder totalmente o pudor meu homem! E com esse beijo senti muita vontade de chupar o seu pau filho! E se você não me puxa acho que teria feito isso. Eu apenas a beijei e em seguida me ajoelhei, e naquele momento eu matava a saudade da sua bunda enquanto a admirava coberta com uma calcinha de renda rosa. Eu separei um pouco as suas pernas e pranchei a minha mão na sua buceta podendo sentir a sua umidade.

- A minha vontade é de fazer e o mesmo com você mamãe! Sou curioso pra saber como é sentir o gosto dos seus fluidos e do seu gozo na minha boca por ter lido muito sobre sexo oral.

- Meu amor! Eu estou explodindo de tesão e desejos por você nesse momento! Mas eu tenho um acordo com você e quero cumprir num momento bem mais apropriado porque além do sexo oral, eu também te prometi o anal! E preciso pesquisar e me informar como ele é feito por ser numa parte do corpo que tem outra finalidade.

- Eu imaginei que isso ia acontecer muito mais pra frente mamãe...

- Assim que eu estiver pronta e surgir uma oportunidade tentaremos buscar esse prazer filho. Mas me faz gozar como sempre fez meu amor! Eu fui abaixando a sua calcinha e comecei beijando a sua bunda, mas queria fazê-la sentir muito tesão então me levantei encaixando o meu pau na sua bunda e falei que ia deixa-la desesperada naquele momento. Em seguida me afastei ajeitei a o seu corpo a deixando com a bunda empinada e falei que ela só ia sair daquela posição quando eu permitisse. Me ajoelhei novamente e após separar melhor as suas pernas eu levei as mãos na sua bunda a deixando bem separada voltando a beija-la a fazendo sentir a minha boca bem próxima do seu cuzinho e da sua buceta me fazendo ter que se segurar no máximo. Seu corpo estava explodindo de tesão e ouvindo ela implorar levei meus dedos na sua buceta que estava peludinha e enfiando eles nela a fiz gozar segurando o seu gemido e agora podia terminar o meu serviço.

- Pronto mamãe! Agora você está pronta pra ter o que pediu e eu quero te ouvir pedindo pra fazer conforme for sentindo o meu pau te tocando.

- Você gosta de ver a sua mãe assim filho? Bem safada e pervertido com o seu pau?

- Gosto de ter você de todos os jeitos mamãe! Mas quando você quer ser safada eu gosto mais ainda! E com aquela bunda arrebitada eu puxei um lado pra deixar o seu cuzinho mais exposto e segurando o meu pau comecei a esfregar a cabeça nele, mas pra ficar melhor deslizei meu pau pela sua buceta o deixando bem melado e voltei pro seu cuzinho cobrando o que havia pedido.

- Isso meu amor! Esfrega esse pau na minha bunda...

- Onde mamãe? Mesmo ela dando a ideia de ser minha puta ela se segurava e até ficava constrangida as vezes, mas vendo eu envolvido no seu jogo acabava cedendo.

- No meu cu filho! Isso está muito bom, mas quero sentir esse pau na minha xana! Enfia ele! Deixa a sua mãe meretriz sentir mais uma vez o pau do seu filho dentro dela! Eu sei que você está louco pra enfiar ele e gozar lá dentro...

- E como estou mamãe! Mas também ansioso pra enfiar ele nesse seu cuzinho...

- Você não tem ideia de como é gostoso sentir o seu pau esfregando no meu cu filho! Se esse prazer é proibido perante os ensinamentos, não me importa mais porque eu não consigo mais me controlar com você meu homem! Mas agora enfia ele como eu tanto o desejo nesse momento! Percebi que por mais que tentasse se controlar sendo apenas aquela dona Sara mãe, ela não conseguia mais e se entregava aquele prazer sem medo.

- Vendo você assim me faz ter alguma, mas vamos acabar logo com isso mamãe! Eu encaixei meu pau na sua buceta que naquele momento parecia que tinha recebido uma descarga elétrica e conforme eu o empurrei quase de uma vez podia ouvir o seu gemido que diante do seu tesão forçava a sua bunda contra o meu pau. E eu fui além com ela naquele momento!

- Mamãe! Eu sei que está envolvida nesse prazer igual eu estou! Então se estiver a vontade pra alimenta-lo ainda mais esse momento quero que enquanto sente no meu pau dentro de você que peça para eu fazer como você leu naqueles histórias! Pode se soltar que você sabe que isso só fica entre nós dois. Ela relutava, mas eu ia pedindo com jeito até que ela se soltou mais uma vez me levando ao desespero com ela junto.

- Me come filho! Me come bem gostoso com seu pau! Mostra pra sua mãe que você é o macho dela nessa casa...

- Minha nossa mamãe! Eu acho que vou gozar...

- Goza meu amor! Enche a mamãe de porra que eu também vou gozar! Ela contraiu seu corpo enquanto tinha espasmos que devido a intensidade daquele orgasmo tive que segura-la enquanto eu também gozava descarregando a minha porra dentro dela. Ela estava com o peito apoiado na pia enquanto eu a segurava pela cintura com ela ainda encaixada no meu pau. E devido ao tempo eu fui me afastando e a levantando, a deixando apoiada na pia de frente pra mim.

- Tudo bem mamãe?

- Tudo filho! Mas não é certo você fazer a sua mãe falar essas coisas...

- Não é mesmo mamãe! Mas quem falou aquelas palavras foi a minha esposa que adora se fingir ser a minha meretriz! Porque fora isso eu a respeito ainda como a minha mãe! Então não precisa ficar constrangida e nem com vergonha do seu filho por ter se comportado como desejava com a minha ajuda. Mas acho que precisamos de um banho mamãe!

- Obrigada meu amor! Mas uma hora eu acostumo com o meu marido e vou aprender a separar os momentos marido e filho! Mas vamos tomar um banho rapidinho porque mesmo querendo mais desse prazer temos nossos compromissos e quero discutir sobre a sua irmã com você. O banho foi rápido e após nos trocarmos descemos e durante o nosso café ela tocou no assunto.

- Samuel! Mesmo tendo concordado com a relação dos dois, eu ainda estou desconfortável com essa ideia filho...

- Mamãe...

- Deixa eu concluir o que estava falando e você da a sua opinião meu amor! Ela repetiu sobre a fato dela ser nova e virgem, dela ser inexperiente e que ela ficou imaginando ela recebendo essa prazer que eu dou pra ela diante dessas situações.

- Mamãe! Eu só vou avançar se for isso mesmo que ela deseja! E quanto ao prazer vai ser como foi com você! Aos poucos e com respeito até ela se soltar e me pedir como você me pede hoje. E não acho justo dar tratamentos diferentes pras minhas mulheres! E isso só vai acontecer se não concordarem em fazer algo como você se expressou no começo mamãe. Mas mesmo me prometendo se não conseguir realizar esse desejo de que falamos hoje, vou entender e continuar te amando do mesmo jeito.

- Espero que ela mude de ideia meu amor! E quanto a liberdade? Você deixou isso pra sua mãe explicar, mas não acho justo já que é algo que o homem dessa casa deseja com as suas mulheres. Então se é para sermos sinceros um com o outro nessa relação queria que você explicasse pra ela e se for o caso eu participo e dou as minhas opiniões. E não é pra falar só de liberdade, mas do que vai comprar e impor pra ela usar. E também quero deixar claro que não vou me interferir na sua agenda porque como homem de duas mulheres você tem que saber administrar o seu tempo com as duas. Eu concordei com ela e assim que tomamos o nosso café e terminarmos de nos arrumar demos aquele beijo antes de abrir a porta e novamente íamos pra papelaria com ela feliz e agora tendo que explicar o motivo da felicidade. Mas foi tranquilo, ela foi preparar o almoço e depois de almoçar com a minha irmã retornou e foi a minha vez com ela me olhando nervosa pedindo pra ser sábio com o que pretendia fazer com a Tata. Mas chegando em casa e por já estar com uma temperatura boa encontrei a minha irmã com o biquíni azul que parecia que ficava cada vez mais justo nela e brinquei com ela, e ela fez o mesmo comigo.

- Por ser um início de namoro não esperava encontrar a minha irmãzinha tão safadinha vestida com esse biquíni!

- A sua irmãzinha adora se mostrar pro homem dela, ainda mais agora que está tudo certo entre nós e a mamãe! Inclusive pude ver a felicidade estampada na cara dela revelando que teve uma manhã intensa com o homem dessa casa.

- Como falei tratarei as duas iguais! E você já sabe o que fizemos juntos e escondidos de você Tata. E a nossa mãe esta realmente apaixonada e envolvida nesse prazer que dou as duas. Mas vou precisar fazer um esquema pra que eu posso descansar e me recuperar porque transar com as duas todos os dias não vai ser fácil e vai chegar uma hora que vou pedir arrego. E só não se esqueça que ao responder a alguma pergunta você tem que fazer de desentendida e tirar dúvidas com a mamãe para que ela não descubra nossas mentiras.

- Mas você vai foder o meu cuzinho agora ou vamos só fazer um oral meu homem?

- Primeiro que chupar seus peitos bem gostoso e depois que você chupe o meu pau porque em seguida vou te colocar de quatro em cima do sofá pra chupar essa bucetinha e esse seu cuzinho antes de enfiar o meu pau nele. Ela me puxou pro sala e foi assumindo o controle onde já foi tirando a minha calça, a minha cueca e a minha camisa me deixando pelado me empurrando no sofá ficando de costas somente pra tirar a tanga do biquíni arrebitando a sua bunda pra me deixar com mais tesão. Em seguida se acomodou no meu colo encaixei meu pau na sua bucetinha onde deslizava o deixando todo melado enquanto eu me deliciava com seus peitos. E enquanto isso ela ia falando da conversa com a nossa mãe.

- É tão gostoso sentir o seu pau na minha bucetinha Samuca! E a mamãe perguntou se eu queria mesmo perder a virgindade com você e eu falei que se isso acontecer que fosse no meu aniversário. Eu imaginei que ela não esperaria muito e apenas quis saber da reação da nossa mãe.

- Eu sabia que a minha esposa não esperaria tanto tempo pra virar uma mulher ao lado do seu homem. Mas e a mamãe? Não questionou por estar próximo?

- Ela tentou me convencer a deixar mais pra frente, mas eu falei que se eu sentisse com você a mesma coisa que ela sentiu que manteria a data! Caso contrário eu esperaria mais ou quem sabe não podia ser apenas uma atração por vê-la muito apegada a você. E confesso que fiquei admirada porque ela me olhou com um olhar tranquilo e apenas falou que ficou feliz com a minha resposta, mas que pelo que ela já sentiu no comecinho do relacionamento com você que eu ia perder a virgindade no meu aniversário, e que se isso acontecer e eu estiver tranquila e feliz que ela vai entender por saber o que você me fez sentir Samuca. Eu lhe dei um beijo e falei pra ela falar caso surgisse alguma pergunta que naquele dia eu a ensinei a beijar apenas com os lábios e que conversando você me deixou alisar a sua bunda, e que você sentiu o meu pau duro tendo uma pequena explicação, e que queria conversar mais com ela sobre essa situação. Ela me olhou feliz da vida me dando mais um beijo se ajoelhando em seguida e como sempre foi curiosa perguntou como havia transado com a nossa mãe que pra ver a sua reação eu falei vendo ela ficar com mais tesão enquanto chupava o meu pau.

- Como sempre curiosa irmãzinha! Mas com a mamãe foi na cozinha com ela quase de quatro apoiada na pia deixando aquela bunda bem empinada igual você deixa a sua pra que eu possa te foder bem gostoso.

- E você fodeu a buceta dela igual fode o meu cuzinho meu homem?

- Fodi minha mulher!

- Que bom! Não ficaria feliz se não a tratasse como disse que nos trataria meu homem! E pra ela ficar assim na cozinha é sinal que está ficando safada igual a filha! E diante dessa situação resolvida e pelo que sente com as suas duas mulheres imagino que queria ficar com as duas ao mesmo tempo, não queria irmãozinho?

- E como queria! Mas você ficaria...

- Eu ficaria porque sou curiosa em ver você com a mamãe, mas sabemos que isso ela não aceitaria. Concordei com ela e pra não perder tempo eu já puxei ela pro sofá a colocando de quatro caindo boca no seu cuzinho e na sua bucetinha que rebolava e gemia pedindo pra chupa-la bem gostoso que estava quase gozando e foi só enfiar um dedo naquela bucetinha que ela explodiu em um orgasmo pedindo pra enfiar logo o meu pau. Até parecia a nossa mamãe, mas ela já estava acostumada a falar assim e com a mamãe eu tinha que envolve-la. Mas eu peguei o gel e após deixar tudo lubrificado posicionei o meu pau e fui forçando até entrar a cabeça e começando o vai e vem vendo ele ir entrando enquanto ela gemia e se masturbava chegando a mais um orgasmo daqueles, e parecia que o meu não vinha a fazendo me perguntar se eu não ia gozar.

- Aguenta mais um pouco Tata...

- Eu já gozei duas vezes e estou quase gozando de novo Samuca! Então vê se goza logo e se for o caso pode foder o meu cuzinho como eu gosto que fode. Eu comecei a acelerar mais socando com mais força e ela não mentiu chegando a mais um orgasmo e dessa vez parecia que ela ia desmaiar, mas seus espasmos eram constantes fazendo o seu cuzinho espremer o meu pau me levando a outro orgasmo naquela dia. E após nos recuperarmos ela falou que desse jeito seu cuzinho não ia aguentar e que ela sabia que com as duas a tendência era eu demorar mais pra gozar. Concordei com ela pedindo desculpas vendo ela dar risada e falando que não se importava e que adorava sentir o meu pau. Depois me limpei, me vesti, comi um pouco correndo e depois daquele beijo eu sai pros meus compromissos. E na papelaria a mamãe me olhava com um semblante de preocupação querendo saber o que rolou no meu almoço, mas na volta pedi que perguntasse a Tata para que as duas pudessem ter um relacionamento de mãe e filha com mais confiança por estarem dividindo o mesmo homem. E ao chegarmos encontramos a minha irmã com um vestido que usava pra ficar dentro de casa e ao nos ver ficou perdida por achar que eu a beijaria, mas no fim eu subi pra tomar o meu banho e como naquele noite passada as duas podiam conversar caso alguém tocasse no assunto e a nossa mãe não aguentando perguntou como foi o primeiro almoço me servindo como homem dela. E mantendo uma calma dos céus ela falou como eu havia orientado e ao comentar do meu pau falou que queria conversar uma hora por ter achado estranho, mas por ter sentindo algo diferente. E vendo seu envolvimento comigo falou que ainda tinha esperança de ser apenas uma ilusão dela, mas que pelo que ouviu seria só o começo. Perguntou o que ela tinha achado do beijo e se não ficou incomodada ao sentir a minha boca por sermos irmão, e se foi difícil deixar eu alisar a sua bunda. E como sempre ela era direta, mas sábia nas respostas. Falou que ficou nervosa com o beijo, mas que ao pegar o jeito depois de babar um pouco como havia sido no nosso primeiro beijo ela falou que gostou e que não vê a hora de me beijar de novo. E quanto a mão na sua bunda que eu ia levando aos poucos tendo uma certa resistência que até imaginou que eu estava tentando faze-la desistir dessa relação, mas que analisando lembrou que se eu era o seu homem como tinham falado no domingo que ela relaxou e deixou podendo sentir uma sensação mais diferente, mas gostosa ao meu lado ainda mais sentindo o meu pau que ela falou que depois conversariam sobre isso. E que se o primeiro dia foi assim pra que ela se preparasse pros próximos. Ela também perguntou porque eu não as beijei quando chegamos e a minha mãe falou que também desejou o beijo, mas que devido ao início de nossos relacionamentos que eu podia ter ficado preocupado e tê-lo evitado, mas que podia ver isso desde que fosse apenas um beijo de saudades e nada mais até nos acostumarmos com aquela situação. Eu ainda tentava ajustar os detalhes e após outro banho demorado cheio de pensamentos em relação as duas, eu desci com um samba canção, mas com vestindo uma cueca por baixo vendo a minha irmã subir pra tomar o seu banho. E enquanto isso mamãe comentou da minha atitude e ficou feliz por não ter forçado como ela imaginou, mas que percebeu que o nosso relacionamento não ia parar por ali, e que era para continuar sendo respeitoso e carinhoso com a minha irmã. E após ela encerrar a conversa lhe dei um beijo suave falando que a amava e que podia ficar tranquila que faria de acordo com as vontades da minha irmã, indo pra sala mexer no note enquanto esperava nossa refeição ficar pronta. E dessa vez a Tata desceu com a camisola bege que havia lhe dado sem o robe, mas novamente com sutiã deixando a minha mãe orgulhosa até começarmos a nossa conversa naquele noite ainda mais após ela aparecer vestida com o lingerie e a camisola com o robe que havia lhe dado de presente deixando a Tata sem reação me olhando surpresa e curiosa.

- Minha nossa mamãe! Eu nunca imaginei ver você vestindo uma camisola desse tamanho...

- Me desculpa filha! Mas eu só vesti ela porque teremos umas explicações do nosso homem após a nossa refeição e porque também acho que não tenho motivos pra esconder o que uso dentro da nossa casa diante dessa nova situação. Filha! Não estou te criticando nem querendo forçar você a nada! Apenas acho que a partir do que decidimos ontem temos que ser transparente nas nossas atitudes dentro dessa casa. E quero deixar claro que sempre seremos mãe e filha, mas que também decidimos sermos esposa do Samuel. E como esposa acho que não devemos nos jugar e apenas nos comportar e se vestir de maneira que nos deixe bem, mas que também agrade ao nosso marido. Mas vamos deixar esses assunto pra depois meu amor!

- Mas mamãe! Você está linda com essa camisola?

- Filha! Obrigada pelo elogio, mas você não tem ideia de como é o lingerie que estou usando. Mas uma hora eu te mostro ele se você não ganhar algo semelhante. Agora vamos jantar que estou morrendo de fome e quero apenas saber onde vai querer comemorar seu aniversário com suas amigas filha! Eu sei que tem outras intenções, mas já falamos delas e precisamos apenas nos preocupar com nossos conhecidos e também suas amigas. Afinal pra todos somos uma família normal constituída de uma mãe com seus dois filhos. Ela concordou e assim jantamos fazendo o ajuste pro seu aniversário e após terminamos e nos acomodarmos na sala começamos nossa última conversa que se analisarmos não era preciso, mas tínhamos que omitir tudo para que a nossa mãe não percebesse nada de errado. E depois de estarmos descontraídos minha mãe deu início naquela conversa pra encerramos o ciclo de dúvidas e de opiniões dentro daquela casa.

- Tata, acho que agora é só esperarmos os dias pra irmos acertando os detalhes do seu aniversário. E assim podemos falar sobre um assunto que o seu irmão deixou pra que eu resolvesse, mas eu tive uma conversa com ele que concordou em explicar sobre a liberdade que foi mencionada na conversa de ontem.

- Mamãe eu acho legal conversarmos sobre nossas relações e convivência que mudou depois de conversamos e você concordar com a nossa relação. Mas você falou que falaria da sua camisola e agora estou curiosa. E como estava! Afinal era uma novidade ela saber desse presente.

- Eu me esqueci de como você é curiosa filha! Mas isso foi um presente do nosso homem após uma de nossas conversas onde me falou o que desejava numa futura esposa. Em seguida ela falou por cima sobre aquele assunto pra que eu pudesse explicar como combinado. Mas adiantou que eu compraria roupas que pediria pra usarem mas deixando de lado toda aquela explicação sobre ficar a vontade. – E depois de ver ao seu lado através do seu computador eu não acreditava que havia deixado ele me mostrar modelos quase peladas onde me mostrava o que desejava que sua esposa usasse. E numa brincadeira fomos pro shopping e ele comprou esse conjunto de camisola e robe e mais o que estou usando por baixo e pra você ter uma ideia melhor vou apenas tirar o meu robe filha. E ao tirar a Tata ficou surpresa por ver parte do sutiã devido ao decote e por ser um modelo bem sensual

- O Samuca te deu ele de presente? Acho que agora vou entender melhor sobre o que querem conversar comigo.

- Não foi fácil escolher, mas diante de como estávamos nos relacionando eu arrisquei em surpreender a mamãe e fiquei feliz por ela ter gostado e aprovado questionando apenas o que está usando por baixo.

- Confesso que estou curiosa mamãe!

- Deixa o seu irmão acabar de explicar filha! Ela me olhou e eu falei tudo de novo o que ela já sabia e adorava fazer ao meu lado. Também expliquei novamente sobre os presentes que se fez de surpresa e demonstrou curiosidade em saber o que ganharia e após repetirmos tudo com a mamãe dando a sua opinião eu fiz a famosa pergunta.

- Isso tudo é o que falei pra mamãe sobre como desejava ver a minha esposa e de como a trataria. E como acabou de ver a mamãe se sentia bem ficando a vontade ao meu lado s m se preocupar com que eu estava vestindo. Então é isso que desejaria de você também porque como percebeu a mamãe pretende continuar com essa liberdade dentro de casa.

- Mas você ficava só de calcinha e sutiã mamãe?

- Também filha! Mas também ficava só de calcinha e dependendo da ocasião pelada...

- Caramba mamãe! Eu nunca imaginei...

- Tata! Você não é obrigada a ficar como eu fiquei e talvez venha a ficar uma ora ou outra. Isso é o que o nosso homem deseja de suas mulheres, mas eu sei que se não se sentir bem em atender a esse desejo dele, ele não vai fazer diferença de você por ter uma opinião diferente. Mas os presentes com certeza te deixaram impressionadas como me deixou e já estava tão envolvido com o nosso homem que após ter usado para agradar onde pude sentir mais do prazer que com certeza você irá sentir com ele, eu quis impressiona-lo e agrada-lo naquele feriado de carnaval que dei um jeito de comprar outro lingerie um pouco mais ousado do que esse depôs do que ele me fez sentir e me proporcionou sem me dar conta que estava cometendo um ato de perversão que se analisar não foi o primeiro filha! Mas não me julgue sem antes ouvir o que o nosso homem vai te dizer quando começar a desejar sentir o que eu sinto hoje com ele.

- Minha nossa mamãe! Cada vez mais eu entendo a relação dos dois e o porque tem mudado tanto! Mas mesmo ouvindo suas explicações acho que só o tempo pra me fazer ficar a vontade mamãe! Mas não vou me incomodar se vir a ficar como descreveu e vou respeitar a sua liberdade mesmo não estando habituada a ela. Sem dizer que estou curiosa em poder ver as modelos no note como você viu mamãe e poder saber mais do gosto do nosso homem. E estou tão feliz por vocês não estarem escondendo nada que e se o Samuca quiser dormir com você ele pode ir sem problema mamãe, que assim que eu estiver mais íntima com ele eu também matarei esse meu desejo. A minha mãe relutou, mas ela convenceu e naquela noite a assim dormimos juntos que sabendo de como eu gostava de vê-la ao meu lado ela dormiu apenas de calcinha, mas na terça a Tata me revelou que percebeu que teríamos uma relação bem envolvente e com muita liberdade. E que apenas quis mostrar que não sentia ciúmes, e que mostrar confiança pra nossa mãe naquele momento era a melhor solução para melhorar nossas relações.

Eu imagino que estão curiosos em saber como foi essa noite e além de também quererem saber a reação da minha irmã quando pode perceber o tamanho daquela calcinha após a nossa mãe se levantar para ir pegar um suco. Mas no próximo eu conto!

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