Ensinei meu marido a ser corno (e gostei). (3)

Um conto erótico de Maura (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 3454 palavras
Data: 28/01/2026 14:13:51

Parte 3.

Saímos na sexta-feira bem cedo, por volta das 6h30 da manhã em direção ao sítio. O casal havia nos avisado para levar pouca roupa, apenas roupas de verão, e roupas de piscina. A Gracielle deu dica de que eu levasse roupas muito simples e provocantes. A ideia era deixar os homens bem excitados o tempo todo.

Quando entramos na S.U.V. reparamos que eles já estavam bastante à vontade. Sidônio de bermuda bege, camiseta preta com o silk da imagem da boca colorida com a língua de fora, símbolo dos Rolling Stones, e chinelos Rider. Era mesmo o protótipo do tiozão de folga. A Gracielle, com uma camisetinha regata de malha fina amarela, bem cavada, que deixava ver seus lindos seios livres por baixo. E um shortinho curto de malha preta. Exibia as lindas pernas desnudas e calçava sandálias brancas de borracha. Eu e o Mancini estávamos mais sóbrios. Pois éramos os convidados e fizemos mais cerimônia. Eu de camiseta normal canelada cor de cenoura, mas sem sutiã, e shortinho curto e folgado de cor verde musgo.

O Mancini estava de bermuda cargo cinzenta e camiseta branca com estampas de folhinhas pretas bem pequeninas. Eu de sandália rasteirinha de couro e ele de sapatênis preto.

O tal sítio não era mesmo longe, e mesmo com um trecho de estada de terra subindo a serra, que obrigava a ir mais devagar, levamos apenas uma hora e vinte minutos. Chegamos bem cedo ao local, por volta de 7h50. Levávamos compras de supermercado, comidas e carnes para churrasco, bebidas, e diferentes tipos de refresco.

Ao chegar, ajudamos o Sidonio e Gracielle a descarregar e arrumar as coisas na despensa e na geladeira. A casa estava toda arrumada e limpa. Já tinha cerveja gelada quando chegamos. Em seguida, o Sidônio disse que poderíamos trocar de roupa e ficarmos mais à vontade.

A casa tinha dois quartos, um para cada casal, com cama de casal, e apenas um banheiro comum entre os dois quartos. Sala, cozinha, dispensa, e varanda na frente da casa, que dava para o pátio com a piscina. Era uma casa simples mas bem construída.

Não trocamos de roupa, apenas colocamos sandálias de borracha. O Sidônio disse que iria preparar as carnes para o churrasco. Me ofereci para ajudar mas eles disseram:

— Vocês são visitas, peguem uma cerveja na geladeira, uns amendoins torrados e vão dar uma volta, conhecer o sítio, e nos deixem preparar tudo, pois já estamos bem habituados a isso. Era já perto das 8h15.

Eu e meu marido pegamos duas latinhas de cerveja e um saquinho de amendoim torrado sem casca, e saímos da casa, fomos fazer um reconhecimento do local.

Passamos pelo pátio com a piscina situada bem no meio, que devia ter uns 20 m por 12 m. Andamos pelo jardim onde havia um belo caramanchão coberto com uma enorme buganvília florida que fazia ótima sombra, onde havia bancos de madeira para sentar-se e relaxar. Depois, caminhamos por uma estradinha de uns 200 metros que seguia na lateral da casa com ligeiro aclive, margeada por uma alameda de eucaliptos, que ia até a beira de um lago, que ficava num platô um pouco mais elevado do terreno. Na verdade, verificamos que se tratava de uma represa, planejada e construída, onde desaguava uma nascente que brotava de uma pequena elevação de pedras, e que com isso formava um lago artificial de uns 200 metros de diâmetro. Esse lago tinha um escoadouro, num canal projetado, formando tipo um mini riachinho, que margeava a estradinha ladeada de Eucaliptos e chegava até perto da casa. Depois, fazia uma curva por trás da casa, e a água enchia uma cisterna de concreto que filtrava tudo e alimentava toda a parte de irrigação do sítio, e onde uma bomba elétrica enchia as caixas d´água. Vi placas de energia solar sobre o telhado da casa, o que devia fornecer a energia necessária.

Notava-se o planejamento cuidadoso, o carinho e o zelo em todos os detalhes, as cercas pintadas com telas de arame circundando toda a área, a grama bem aparada, tudo muito cuidado.

Chegando à beira do lago, vimos que havia gansos e patos nadando, e vez por outra pulavam peixes na água. Ficamos ali admirando a paisagem. Soprava uma brisa. Falei:

— Que lugar lindo! É encantador!

Meu marido concordou:

— Realmente muito bem cuidado. Um luxo. Não produz nada, mas em compensação deve ter um belo custo de manutenção.

Concordei, e disse:

— É o prazer deles. Feito para isso. Tem o direito de desfrutar.

Eu, já instruída pela Gracielle, aproveitei para falar:

— Amor, eu queria combinar uma coisa com você.

Meu marido me olhou, pouco atento, sem parecer muito interessado. Certamente ele achava que eu ia pedir para ele não abusar da bebida ou não comer demais.

Devia achar que são esses cuidados típicos que sempre temos que alertar para os maridos. Parece que eles nunca se atentam. Todos os maridos se parecem. Quem é casada sabe. Eu continuei:

— Você precisa me prometer que não vai ceder à tentação, se a Gracielle tentar seduzir e dar para você.

— Como é que é? - Ele reagiu de imediato. Me olhava intrigado. Parecia assustado.

Falei:

— Sabe aquela conversa que nós tivemos no motel, que você me falou que alguns homens têm fantasias de cuckold, e gostam de ver a esposa com outro homem?

Mancini me olhava muito admirado, franzindo a testa. Ele respondeu:

— Sim, claro que me lembro, por quê?

Eu falei em tom de voz bem baixo, como se temesse ser ouvida:

— A Gracielle me contou ontem de noite. O Sidonio é assim. Por isso ele se diz tão liberal. A Gracielle o chama de corninho, na intimidade, e me confessou que ele deixa a esposa dar para os amigos. Contou que ele adora assistir.

Percebi que na mesma hora, meu marido ficava inquieto. Ele não esperava aquela conversa, e reparei que o pau dele ficou duro, fazendo volume na frente da bermuda. Ele teve que ajeitar com a mão. Nem deu para disfarçar o movimento. Ele perguntou:

— Sério isso? Foi ela que contou?

Eu expliquei:

— Sim, ela me disse que se casou com ele, pois se gostam muito, se dão muito bem, mas ele já não consegue mais apagar o fogo dela, já não tem a mesma potência de jovem, então, ele chama um amigo para ajudá-lo nisso. E satisfazer a esposa.

— Caramba! Que história! Quando soube disso?

— Ela me ligou ontem. Me avisou, para não levarmos um susto. O Sidonio queria contar antes, mas ficou com receio de você não aceitar vir para o sítio. É para você não se assustar se o Sidonio revelar isso.

Na hora, o Mancini me fez uma pergunta, que poderia parecer óbvia:

— Acha que ele pensou em mim, para isso? – Ele exclamou.

Aproveitei para dizer:

— Não creio. Ela me falou que o Sidonio só estava procurando um jeito para contar isso a você, para não esconder nada entre nós, mas ficou meio receoso, pois não sabia o que você pensaria. Ela me contou porque sabe que eu não ia fazer juízo deles.

Ele comentou:

— Agora eu entendi as brincadeiras deles. Queriam nos contar. E assumir.

Eu falei:

— Acho que sim, eu a tranquilizei, e falei que podia deixar que eu contava para você. Como estou fazendo. Sei que não vai discriminar o casal por isso. Mas não quero você envolvido com ela. Por favor. Ela é soltinha, safadinha, e gosta da fruta, tem muita libido, e o esposa permite. Já olhou interessada para o meu marido, que eu notei.

Reparei que meu marido disfarçava mais ainda o pau duro, colocando uma mão por cima. Certamente ele fantasiou com a amiga. Ele perguntou:

— Acha que eles podem ter convidado a gente para vir, pensando nisso?

Respondi com voz firme:

— Não sei. Acho que não. Eles simpatizaram mesmo conosco, querem nossa amizade, e gostam da nossa companhia. Estão querendo ser amigos de verdade e ter toda sinceridade, sem se esconder de nada. Mas a Gracielle já falou que acha você um gostosão, então, não quero que você se deixe envolver se ela se interessar. Ela pode beber umas cervejas e ficar animada e soltinha para o seu lado, sentar-se no seu colo. E o marido corninho dela, se gosta de ver a esposa com outro, vai incentivar. Eu vou ficar incomodada.

Notei que o meu marido ficava animado com aquilo, mas também meio murcho e desanimado com o que eu disse. Ele falou:

— Tudo bem. Foi ótimo você me avisar. Eu ia ficar bem assustado se ela viesse com intimidades para o meu lado, e na frente de todos. Estamos aqui na casa deles, somos convidados, temos que ter muito respeito. Claro que eu não faria nada.

Eu concordei:

— Tem toda razão, temos que deixá-los à vontade, respeitar o jeito deles serem, e evitar estragar nossa camaradagem. Eu gosto muito deles, são gente do bem. Mas são também bastante liberais, e isso é bom, pois podem nos ajudar e nos esclarecer de muita coisa, dessa vida liberal.

Meu marido, disse:.

— É bom ter noção disso, pois mesmo sabendo que são liberais, eu não imaginava nada do que está me dizendo.

Percebi que ele ainda estava excitado. Eu cheguei mais perto, quase beijando, me encostando, e falei ainda mais baixo:

— E tem mais. Hoje, mais tarde, deve chegar um convidado, um amigo do casal, que é uma espécie de amante fixo da Gracielle. O preferido dela.

— Quem disse? Como você sabe? – Mancini perguntou admirado.

— A Gracielle me contou ontem que o Sidonio estava com medo de você ser preconceituoso, machista, e achar estranho, se visse o amigo beijando a esposa dele na boca, e passando a mão nela na frente dele. Ela contou que eles dois tem muita intimidade na frente do marido.

— Se eu não fosse avisado, certamente não ia entender nada. – Me respondeu ele.

Expliquei:

— Eu assegurei para ela que ia avisar você. Por isso estou falando agora. Eu disse que você é liberal também, e não ia achar ruim.

O meu marido ficou pensativo por algum tempo e eu notei que tentava disfarçar sua excitação, ainda com o volume na frente da sua bermuda. De repente, ele falou:

— Acho que eles podem fazer o que quiserem. Estão no próprio sítio. A vida é deles, eu não me importo. Mas, você tem razão em me alertar. Eu ia achar estranho.

Ele deu uma ligeira pausa, para enfatizar:

— Se eles nos convidaram para o feriado, já tendo o amante combinado de vir, pode até ser que eles tivessem alguma intenção a mais. Vai saber.

Eu falei:

— Acho que eles querem apenas, ser como são, sem disfarçar, e poder ficar à vontade conosco. Eles querem que a gente seja mesmo amigos, com intimidade, sem esconder nada. Somos sérios, e sabem que podem confiar. Por isso eu avisei. Vai que a Gracielle pensa em fazer você participar. Ela é tentadora, meio safadinha, e você pode querer se animar. Sei que é um pouco tarado também. Ela é muito bonita e sensual, e já sabemos que é muito liberal.

Ele não ia perder a oportunidade de me provocar, e falou com jeito maroto:

— Verdade, amor. Ela é muito linda também, e bem gostosa. Sacanagem você proibir. Se você mudar de ideia e aceitar, eu posso tentar ajudar no fetiche do casal. Amigos são para essas coisas. – Ele riu malicioso, dizendo isso só para me provocar.

Eu falei:

— Quer dizer que você já gostou da ideia né? Que safado! Nem pense nisso, seu sem-vergonha. Já está com a cabeça de baixo imaginando loucuras. Estou vendo o seu circo armado aí na virilha. Trate de se comportar. – Falei, rindo, para não ser uma coisa muito agressiva.

Ele riu e eu depois disse:

— Sabe... vou contar uma coisa. Nem que você também me deixasse ficar com outro, eu não liberava você, seu safado.

Mancini rindo, achando boa a conversa, falou:

— Ah... magoei!

Dei risada e respondi:

— Safado! Tarado. Já queria, é? E ia me deixar ficar com outro?

Nessa hora, ouvimos o Sidonio assobiar alto, nos chamando. Paramos a conversa, e pegamos o caminho de retorno.

No trajeto, vi o Mancini tentando ajeitar o pau na cueca, e falei:

— Esse negócio não abaixa mais? Congelou?

Ele riu e respondeu:.

— Depois do que você me contou, minha cabeça fica só pensando na situação. É complicado e excitante. Não posso controlar.

— Safadinho mesmo né? – Eu disse. Ele só sorriu.

Logo voltamos para a casa onde o casal já nos esperava.

Sidonio falou:

— Temperei as carnes e acendi a churrasqueira. Logo mais o braseiro está uniforme, sem labaredas, e colocamos os espetos no alto para assar girando bem lentamente. E poderemos ficar na piscina, esperando.

A Gracielle nos serviu mais duas cervejas bem geladas e nos sentamos em poltronas de vime, na varanda da casa, de frente para o pátio da piscina. Pouco depois, ali na frente de todos, eu disse a ela:

— Olha, Graceille, eu já contei para o Mancini, viu?

Gracielle virando-se para mim, perguntou:

— Contou o quê, Maura?

— Que vocês são cúmplices liberais, e o Sidonio deixa você ter um amante. – Respondi.

Gracielle sorriu, e perguntou:

— Você está tranquilo com isso Mancini?

Meu marido confirmou:

— Claro que sim. Acho muito corajoso da vossa parte. Com certeza. Me admira bastante o Sidônio ser tão liberal.

O Sidônio explicou:

— Amigo, hoje, eu não dou mais conta sozinho desse avião. Me casei com essa deusa, insaciável da Gracielle. Não sou egoísta. Quando nos casamos sim, eu até conseguia aguentar, mas aos poucos fui percebendo que a Gracielle merecia e precisava mais. Ela é bem fogosa mesmo. Eu adoro ser o corno cúmplice da minha esposa mais gostosa. E safada.

— Inacreditável! Não podia imaginar. – Meu marido exclamou.

Sidonio completou:

— Fico contente de poder contar isso a vocês. Não tenho problema com isso. Acho que você também não. Não é, amigo?

Reparei meu marido, embaraçado, tentando disfarçar a ereção, se ajeitando na poltrona, e respondendo, procurando deixar o amigo à vontade:

— Nada contra. Até admiro esses relacionamentos modernos. Casais liberais. Cabeça aberta...

Gracielle sorriu satisfeita, e exclamou:

— Ah, que bom, Mancini! Ótimo saber que você é assim, mente aberta, e liberal também. E pelo visto, também é sem preconceito.

Meu marido sorriu, me olhou, deu uma piscadinha, e disse:

— Aqui, nenhum preconceito. Mas a questão é que eu tenho uma esposa muito ciumenta.

Percebi o movimento sutil e esperto dele de buscar apoio na Gracielle para me influenciar e liberá-lo. Entendi que ele tinha esperança de pegar a esposa do amigo, e eu não o culpava por isso. A amiga era uma novinha deliciosa.

Eu disse, fazendo continência:

— Lá em casa, eu é que sou o lado forte da relação, eu comando. Centralismo democrático total, ou, a ditadura do gineceu. Sou eu que decido. Eu mando e ele obedece. Ele não sai da linha. Se eu falo, ele fica mansinho.

Eles riram, percebendo que eu estava brincando.

O Mancini quis explicar fazendo piada:

— Eu sempre estou de boa, me entendo muito bem com a Maura. Dificilmente brigamos. Ela sempre tem razão! Repararam?

Ele disse rindo, ironizando, e nós também rimos. A Gracielle endossou:

— Assim que deve ser. Aqui em casa, também, o meu marido é mansinho, meu corninho querido bem mansinho, e me obedece sempre. Eu o amo de paixão. Nunca temos atritos.

O Mancini olhou meio intrigado com o jeito dela falar “corninho”, e confirmou:

— Mas nós também nunca temos atritos. Eu sou até muito liberal com a Maura. Não interfiro. Ela se veste como gosta e eu não regulo para onde vai e o que faz. É bem dona do nariz dela.

A Gracielle, alegre, respondeu, meio de gozação:

— Adorei saber isso. Mulher dominadora, assim, com um marido também liberal, fica bem mais fácil levar adiante uma relação. Então, acho que vou chamar você de “Mansinho”, e não de Mancini. Posso?

Demos boas gargalhadas, com aquelas gozações, e isso acabou aliviando o clima.

Grazielle colocou a mão no ombro do meu marido e divertida, repetiu:

— Posso chamar você de Mansinho? Você não acha ruim?

— Se for só entre nós, por amizade, sem problema. – Ele falou.

Ela comentou:

— É um jeitinho fofo de chamar, e fica carinhoso. “Mansinho”, melhor até do que corninho, o que você acha, Maura?

Vi que o Mancini se arrepiava com o toque da mão dela alisando suavemente o ombro dele, e sem-graça, respondeu:

— Sei que não tem maldade vindo de você.

Eu disse:

— Acho muito carinhoso mesmo. Meu “Mansinho”.

O Sidonio na mesma hora, rindo, perguntou:

— Você também já é o corninho da Maura, Mansinho?

Rimos um pouco, pois o Sidonio, brincando, provocava.

Percebi que meu marido ficou meio embaraçado. Negou com a cabeça e respondeu:

— Não, nada disso. Corninho que nada, meu...

Sidonio questionou:

— Mas, por quê? Vocês não gostam de relacionamento liberal?

Mancini, ainda sem graça, respondeu:

— Não pensamos nisso ainda. Acho que não estamos preparados. Como disse, a Maura é ciumenta.

Gracielle comentou:

— Ainda não pensaram? Mas nada impede, né? E podem se preparar. Pelo menos já fantasiaram isso?

Meu marido me olhou sem saber o que responder. Vi que ele não sabia o que dizer. Eu não ia mentir. Sorri, e disse:

— Com eles, nós podemos ser sinceros, amor. Pode dizer que já… fantasiamos…

Gracielle bateu palmas:

— Assim que é bom. Sem medo… Fantasiaram? Me conta aí!

Sidonio comentou com um sorriso:

— Perdão da sinceridade? A Maura é um pedaço de pecado. Gostosa que só… Você não deve dar conta nem da metade desse avião.

Mancini me deu uma nova olhada antes de responder. Parecia embaraçado:

— Isso é com ela, eu falo só pela minha parte. – Ele respondeu.

Gracielle questionou:

— Você gostaria Mansinho? Que mal tem em dividir? Ela bem que merece aproveitar mais.

Mancini, se mexendo na cadeira, inquieto, repetiu:

— Ainda não sei, não acho que é algo que eu decida sozinho.

Sidonio questionou:

— E por que vocês não tentam, para ver?

Nesse momento o Sidonio percebeu que o meu marido estava ficando tenso, e para aliviar, sugeriu:

— Não se preocupe. Tudo tem sua hora. Quando sentir segurança você vai assumir. Vou colocar as carnes para assar. Você vem comigo, Mansinho?

A Gracielle disse:

— Enquanto isso, vou cair na água que está muito calor.

Em seguida ela despiu a camisetinha e o shortinho, ficando apenas com uma tanguinha pequenina cor da pele. Os seios lindos estavam à mostra. Ela perguntou:

— Você vem Maura? Vamos dar um mergulho?

Eu avisei:

— Espere... Vou colocar um biquíni.

Ela respondeu:

— Ah, nem precisa, fica como eu, só de topless. Aqui você pode, estamos somente nós. Privacidade total. E nem precisa de fazer cerimônia que estamos acostumados.

Eu olhei para o Mancini que não tirava os olhos do corpo da amiga, admirando aqueles peitos lindos. A Gracielle insistiu:

— Vai logo, tira essa roupa Maura, e vamos para piscina. Somos só nós aqui...

Perguntei:

— Tem algum problema, amor?

Meu marido ficou um segundo, indeciso, e a Gracielle falou:

— Deixa de ser bobo, Mansinho. É mais privado do que praia de nudismo. Nós adoramos ficar assim à vontade aqui na piscina. Pode liberar...

Para mim ela disse:

— Vai logo Maura, tira esse short e essa camiseta e vamos para a água.

Fiquei olhando, esperando meu marido, que disse:

— Você que sabe.

Respondi:

— Acho que vou experimentar. – Se a Gracielle já está assim, vou ficar igual. - Eu falei. Sabia que ele iria entender que se ele podia ver os peitos da amiga o marido dela também poderia ver os meus.

Ele deu uma olhada para o Sidonio, e finalmente, respondeu:

— Tudo bem. Só estamos nós mesmo, entre amigos. Sem problema.

Eu retirei a camiseta, exibindo meus seios livres e de mamilos salientes. Fiquei de pé e fui despindo o short, abaixando aos poucos, dando umas reboladas para ele passar pelos quadris. Os dois homens me observavam admirados. De boca aberta.

Finalmente o short desceu pelas pernas e eu fiquei apenas de tanguinha. Minha tanguinha, intencionalmente, era bem pequenina, de cor lilás. Eu estava toda arrepiada, e notei que o meu marido até suava de nervoso, de escorrer gotas por suas têmporas. Parecia um pimentão. O Sidonio, ao me ver só de tanguinha, falou admirado:

— Assim que deve ser. Parabéns Maura! Liberdade. Vamos lá, Mansinho, deixa as duas sereias na água e vamos preparar o churrasco. Ou você prefere ficar olhando as duas?

Meu marido se levantou e foi com ele. Vimos os dois se afastarem, os volumes dentro das bermudas revelava a excitação, e se dirigiram para o canto da varanda, onde ficava a churrasqueira. Eu fui com a Gracielle, só de tanguinha, para dentro da piscina. Meus peitos latejavam de excitação.

Continua na parte 4.

e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 403Seguidores: 925Seguindo: 215Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

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Estou adorando a história , espero que esse conto tenha diversas partes e seja bem detalhado, pois está me deixando com muito tesão ao ler , só imaginando quando o amante chegar como será .

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Obrigado. Sim, o conto tem sete partes prontas até agora. Vou revisando e publicando na sequência.

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Foto de perfil de Majases ♠️♥️♠️

Irresistível sequência de trocas e aprendizados que não conseguimos interromper a leitura.

Pega fogo cabaré..

K

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