Oi, eu sou o MasoquistaLixo. O que eu escrevo é o que realmente acontece comigo. Não sou escritor, não sei contar história direito, então peço paciência, ou me xinga à vontade porque eu gosto kkk.
Eu até tenho um emprego formal, mas gosto e preciso de dinheiro, então estou sempre fazendo alguma coisa por fora pra complementar minha renda e dar um dinheirinho a mais pra eu conseguir comprar minhas coisinhas e fazer meus passeios e ajudar meus pais. Na verdade, no ano passado eu terminei o curso de direito e estou trabalhando numa firma de advocacia. Não sou advogado, pois ainda nao passei no exame da oab, mas vou adquirindo algum conhecimento. E como o salario é ruim, sigo fazendo meus bicos. Normalmente eu trabalho em eventos, como atendente (como no Rock in Rio) ou nos bastidores. Trabalho também nos estádios de futebol, quando tem jogo ou show, Maracanã ou no estádio nilton Santos. No Carnaval também a função que trabalho nos eventos sempre varia, depende do que estão precisando naquele momento. Na produção do evento nos camarotes , no atendimento. E nesse Carnaval não está sendo diferente. Vou trabalhar, quer dizer, estou trabalhando desde novembro, na produção de um grande camarote. Ajudando na obtenção de documentos, profissionais de montagem e pra trabalhar no evento. Trabalhar nos bastidores é o melhor. Você tem oportunidade de ver vários famosos, muita gente bonita, ficar sabendo e presenciar as melhores histórias sem contar as várias oportunidades de fuder gostoso, de fazer alguma sacanagem, sempre dá pra mamar alguém, dar pra alguém ou até comer alguém kkk, lembrando que eu não sou gay, eu gosto de mulher, só que como já expliquei em contos anteriores, eu tenho tesão no cú, e gosto de algumas coisas mais fortes e talvez bizarras, que minha esposa não curte, e nem sabe, e além disso, buceta eu tenho em casa, então na rua eu quero a sacanagem extrema mesmo, quero cú, quero ganhar mamada, ou mamar, ou dar o meu cú, ou ser humilhado, fistado, estuprado, tudo de diferente.
Mas voltando, Nesse período antes do Carnaval, enquanto estão sendo feitas as montagens, não tem nenhum famoso nem gente bonita kkk, mas tem muito trabalhador gostoso doido pra comer um cuzinho, eu doido pra dar.
Agora que já estamos mais proximos do começo do carnaval, os trabalhos vão até tarde, até depois do horário comercial, inclusive, tem muitas pessoas, muitos produtores que desse período até o fim do carnaval ficam direto aqui no sambódromo, dormem aqui, ou em conteiner habitacional, são vários instalados aqui, ou em alguma salinha do seu camarote, com sofa cama ou colchão mesmo. E aqui o que não falta é salinha secreta nos camarotes que são usadas para fechar grandes negócios, já que muitos grandes empresários usam o evento como desculpa para se encontrar com outros grandes empresários ou representantes de chefes de estado, de modo que não levantam suspeitas sobre os negócios que estão sendo tratados ou discutidos, tem muito sigilo no meio empresarial, mas essas salinhas secretas também servem como "matadouros", rsrsrs, muitas são verdadeiras suítes, aí já viu né, o sexo rola solto.
Mas não são só os empresários que tem essas regalias, os peões que trabalham também tem seus espacinhos secretos, sem o luxo claro, mas dá pra fazer umas brincadeiras gostosas. Quase todos os espaços tem salinhas pro pessoal que tá trabalhando descansar ou pra ficar pra tomar conta quando os eventos terminam, só pra constar, os eventos dos camarotes não tem nada a ver com os desfiles das escolas de samba, em quase todos, mesmo com os desfiles terminando naquele determinado dia os camarotes continuam tendo shows e festas, então normalmente quem está num camarote nem vê os desfiles, porque toda hora tem alguem cantando ou um DJ tocando.
A quantidade de gente trabalhando aqui no sambódromo nesse período de carnaval é muito grande, pra quem não conhece pode parecer exagero, mas isso é uma indústria enorme, são dezenas de empresas fazendo instalações de todos os tipos e montagens de estruturas e até obras, pra você ter idéia entram e saem daqui todos os dias entre 6.500 e 7.000 funcionários, é uma verdadeira indústria. E eu acho que você consegue imaginar que com tanta gente num mesmo lugar, em muitos momentos isso realmente se torna a festa da carne.
E normalmente, nesses eventos aqui do rio de janeiro, são sempre as mesmas empresas, vez ou outra entra uma empresa de penetra, mas geralmente são as mesmas, não sei se é porque são grandes e tem maior poder de barganha de preço, se é pelos contatos, mas com certeza tem muita politica envolvida, muitas empresas são de vereadores, de deputados, de comandantes do CB e etc. Então agente tá sempre encontrando conhecidos, o que por um lado é bom, porque você já sabe com quem pode ou não contar, com quem pode ou não fazer um determinado tipo de brincadeira, e principalmente quem está aberto a libertinagem rsrsrs, mas é bom também quando tem gente nova, afinal, figurinha repetida não completa álbum.
E já no início dos trabalhos, em novembro ainda, as empresas contratadas começaram a trazer seus epuipamentos e a colocar seu pessoal pra trabalhar, e de uma dessas empresas chegou uma pessoa nova pra trabalhar na montagem do camarote que estou trabalhando, um marceneiro, contratado de uma empresa que está fazendo a parte de decoração e mobiliário, logo que a empresa dele trouxe seus funcionários e equipamentos nós fomos apresentados, mas com a loucura que fica o serviço aqui, eu ainda não tinha notado ele, ainda não tinha olhado pra ele com atenção, até que eu o vi sem camisa, de cara pensei comigo, "Putz, quel o nome desse gostoso? Ah sim, Roberto." O Roberto era um Moreno, alto, bonito e sensual rsrs. Dever ter por volta de uns 40 anos. 1,80m de altura, deve pesar uns 90kg, forte, cara de macho de verdade, de cavanhaque no rosto e peludo feito um urso. Os braços fortes de quem a anos faz trabalho braçal. Ao ver o cabra já pensei logo, "esse deve ser bruto! Tenho que dar pra ele!", "Mas como? Como vou chegar nesse cara?"
Bom, naquele momento eu ainda não sabia como, mas eu não tinha pressa, eu sabia que em algum momento eu conseguiria trocar uma idéia com ele e começaria a tatear o terreno pra saber se seria possível uma brincadeira ali (mentira! Tinha pressa sim, tava doido pra dar).
Uns dois ou tres dias depois, esbarrei com o Marcelinho, um dos produtores de outro camarote, colega de outros carnavais e que gosta das sacanagens, que já veio me perguntando da expectativa pra esse carnaval, se eu já tinha arrumado alguém ou se já tinha algum "alvo" rsrsrs.
- Que isso! Tá cedo ainda pra isso!
- Tá cedo o que? O trabalho comendo solto, gente pra caramba aqui, já tem até festinha rolando à noite nos cantinhos e você quer me dizer que ainda não se mexeu pra nada? Quer enganar quem?
- Rsrsrs, Eu ainda não coloquei nada pra frente, só estou de olho por enquanto.
- Então tá dando mole! Já tem gente de olho no teu camarote kkkk
- Fala sério, não tem nada de novo lá e nada que valha a pena.
- Tu é sujo hein seu fdp. Acha que ningúem tá sabendo do peludo que tá trabalhando lá.
- Caralho, vocês não perdem tempo.
- Você que tá querendo ficar pra trás.
Ainda conversamos por mais alguns minutos sobre outros assuntos, nos despedimos e cada um seguiu de volta pra seu trabalho. Mas essa conversa ligou um sinalzinho de alerta em mim, percebi que o pessoal já estava começando a brincar e eu tava de bobinho na história kkk, "Eu tenho que dar um jeito, tenho de encontrar um caminho pro meu ursinho!".
Enquanto eu almoçava sentado no chão (lá não tem refeitório, a maioria dos trabalhadores almoçam ali mesmo, alguns sentados no chão do camarote em reforma, alguns improvisam uma mesa com uma tábua ou qualquer coisa que esteja disponível), vi o Roberto sentado usando a mesa da serra giratória como apoio pra marmita, e como eu estava em um plano mais baixo, pois estava no chão, pude ficar observando ele com as pernas abertas. Eu não tenho certeza, mas parecia que ele estava apenas de bermuda, sem nada por baixo, ou a cueca estava rasgada, mas dava pra ver o saco e a cabeça do pau. Já dá pra imaginar como eu fiquei né, tive até dificuldade pra comer de tanta água que me deu na boca.
Enquanto eu manjava a rola dele, me veio a idéia de fazer exatamente isso, ficar manjando a rola dele, mas pra ele perceber que estou olhando, talvez dê certo e se ele vier com alguma gracinha essa pode ser a abertura que eu preciso, claro que pode dar muito errado, mas é um risco que estou pronto pra assumir.
E foi isso que comecei a fazer, toda vez que o via eu fazia toda questão de pra onde quer que eu fosse, passar por ele e dar aquela olhada pro pau do rapaz, mesmo sabendo que eu corria o risco de levar uma surra (não que eu não goste, mas eu prefiro quando é com fins sexuais). Eu olhava nos olhos dele e baixava o olhar na direção do pau do gostoso.
Claro que não demorou muito pra ele perceber e começar a me evitar e com isso eu tive que ser um pouco mais invasivo. Esperei a hora certa e passei a ir atrás dele no banheiro. Na primeira vez não tive sorte, tinha mais gente lá dentro aí fui direto pro reservado. Na segunda vez fiquei esperando pra ir na boa, quando realmente não tivesse ninguém no banheiro. Já eram umas 17:30, mais ou menos. Assim que ele entrou eu fui atrás, parei no mictório bem ao lado dele. Ele nem olhou pra mim. Eu não quis nem saber, comecei a olhar, coloquem a cabeça por cima da divisória de olhei mesmo. Ele se assustou. "Qual foi porra! Tá maluco seu viado!".
Foi a primeira vez que ouvi a voz do meu peludo, e adorei, voz de macho nordestino.
- Foi mal, desculpa. Nem percebi que tava olhando!
- Tá doido!? Tava esticando pescoço pra ver meu pau.
- É que parece gostoso.
- Ihhh caralho!! Vou meter o pé daqui antes que te dê uma porrada!
- Não esquenta não, eu gosto.
Ele me deu uma olhada que eu não consegui identificar do que seria, virou e foi embora, mas aquela piroca gostosa não saiu mais da minha mente. Cabeça média, corpo comprido e grosso no meio, exatamente como eu gosto rsrsrs...
No dia seguinte eu fiz exatamente a mesma coisa, passei por ele e dei uma olhada pro seu pau, mas agora eu dava uma mordiscada no lábio, e percebia que ele ficou meio sem graça. Na terceira vez na hora que eu mordisquei meu lábio ele meteu a mão no pau e deu uma apertada. Porra, será que ele tá me dando uma brecha? Comecei a esperar ele ir no banheiro pra ir atrás e tentar descobrir o que aquilo significava.
Mas com minhas tarefas não dava pra ficar vigiando o cabra o tempo todo, então resolvi deixar ao acaso. Depois de uma hora mais ou menos, eu tava concentrado lendo uns documentos que precisava mandar pro Corpo de Bombeiros, quando um barulho tirou minha concentração, apesar de ser barulhento o tempo todo, com coisas sendo serradas, marteladas, quebradas, o povo falando, mas alguma coisa caiu perto dos meus pés, eu olhei pra baixo e vi que era um matelo, e já tinha alguém se agachando pra pegar, e vi que era o meu peludo favorito. Ele pegou o martelo, olhou pra mim, colocou o martelo na cintura e foi direto pro banheiro, sem falar nada.
Na hora fiquei pensando, será que vou atrás dele ou não? Dane-se, fui. Ele tava no mesmo mictório, eu parei no do lado, e não falei nada, primeiro tentei perceber se não tinha mais ninguém ali, e vi que aparentemente o banheiro estava vazio, com excessão de nós dois. Eu aproveitei e levantei o pescoço e dei aquela olhadinha no "martelo" do Roberto. O pau dele tava lindo, aquela urina clarinha saindo, todo lisinho, com certeza ele depilou. Ele terminou, deu uma sacudida rápida e depois ficou com ele ali pra fora, deixando que eu o apreciasse por alguns segundos, guardou o pau dentro da bermuda, ele olhou pra mim e disse: "Cara, o que que tu quer afinal? Eu não sou viado não porra!"
- Calma, eu sei que você não é viado, eu também não sou!
- Porra! Tu não é viado o caralho, tá aí toda hora olhando pro meu pau!
- Não sou não, eu só gosto de dar o cú!
- E isso não é ser viado caralho?
- Não, viado gosta de homem, eu só gosto de pau.
- Maluco do caralho você! Bem que me falaram..
- Quem te falou o que de mim?
- Me falaram pra tomar cuidado com você que tu é doido.
- Eu não sou doido, só gosto de gozar.
- Quer saber? Faz o seguinte, para com essa porra, não quero essas brincadera pra cima de mim não, entendeu?
- Ta bom, desculpa, não faço mais.
Na verdade eu não tinha entendido era porra nenhuma, uma hora parecia que tava afim, derrepente mudou do nada, e eu que sou maluco kkkk
Uns dois dias depois disso, sem fazer mais nenhuma brincadeira, eu já tavaa ficaando um pouco mais tarde no sambodromo, até que lá pelas 19 horas eu ja tava me arruamddo pra ir emboraa mas anate fui no banheiro, to lá, fazendo meu xixi, quando sinto uma mão passar na minha bunda, na hora eu me aassustei, virei e vi qe era o peludo que parou no mictorio ao lado olhou pra mim botou o pau pra fora e começo u a mijar.
- E aí, como é que agente faz?
- Como que agente faz o que?
- Tu não quer dar o cu?
- Quero, claro!
- Então vê um lugar e me fala amanhã
- Tá bom.
Nem acreditei que ele tinha mudado de ideia. Agora era só ajeitar as coisas, o horário, e o local. Lugar não falta, mas é claro que temos que ter cuidado pra não ser pego. Pode ser dentro do próprio camarote, pode ser em algum outro, ou pode ser também nas estruturas do próprio sambódromo, como nas subestações que tem debaixo de cada setor, e lá é um bom lugar, não é muito apertado, ninguem nunca entra ali, só é perigoso pro causa da eletricidade, mas basta não colocar a mão onde não deve.
Quando foi no dia seguinte eu preparei um bilhetinho e quando tive oportunidade dei pra ele.
"20h, subestacao setor xx" (Não coloquei aqui qual foi o setor pra não dar problema.)
Cheguei na subestação um pouco antes das 20h, o coração batia forte, meu cu já piscava de ansiedade. O lugar era escuro, com cheiro de poeira e óleo de máquina, fios por todo lado, mas dava pra se virar — tinha espaço suficiente pra uma rapidinha sem luxo. Eu já tinha feito chuca em casa, passado lubrificante no cu, e tava só de bermuda folgada, sem cueca, pronto pro abate kkk. Esperei uns minutos, achando que ele ia furar, mas aí ouvi passos e a porta rangeu. Era o Roberto, ainda com a roupa de trabalho suja de serragem, cavanhaque suado, olhando pros lados pra ver se tava limpo.
- Chegou, hein?
Ele não respondeu nada, só fechou a porta atrás dele, e veio pra cima de mim. O cara era bruto mesmo, daqueles que não perde tempo com conversa fiada. Pegou minha nuca com a mão peluda dele e me empurrou pra baixo, me forçando a ajoelhar no chão sujo. "Vai, viadinho, mama logo essa porra antes que eu mude de ideia." Porra, aquela voz nordestina grossa me deixou louco. Ele abriu o zíper da bermuda, botou o pau pra fora, já meio duro, grosso no meio como eu tinha imaginado, cheirando a suor do dia inteiro de trabalho braçal. Não era lavado, tinha aquele cheiro forte de macho que me dá nojo e tesão ao mesmo tempo.
Eu não hesitei, abri a boca e enfiei a língua na cabeça, lambendo devagar, sentindo o gosto salgado de suor e um resto de mijo. Ele gemeu baixo, "Isso, chupa meu pau seu viado." Segurei o pau com uma mão e comecei a chupar de verdade, babando tudo, tentando engolir o máximo que dava, ele era comprido, batia na garganta e me fazia engasgar. Ele ria, "Tá gostando, né? Engole mais, porra!" Ele agarrou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca, empurrando fundo, me sufocando, até as lágrimas escorrerem pelo meu rosto. Eu tossia e babava no chão, mas tava adorando ser tratado como uma puta barata. Chupei o saco peludo dele também, enfiei as bolas na boca, lambi tudo, até que ele puxou minha cabeça pra trás e cuspiu na minha cara. "Levanta viadinho. Vira de costas."
Meu pau tava duro pra caralho, mas eu me esforcei ao máximo paara não tocar nele, eu queria gozar sem me masturbar (isso é muito bom). Levantei, abaixei a bermuda até os joelhos, e me encostei na parede fria da subestação, empinando a minha bundinha branca e ridícula pro meu urso. Ele colocou a camisinha e cuspiu na mão, passou no pau, depois cuspiu direto no meu cu, abrindo minha bunda com os dedões grossos de marceneiro que ele tem. "Relaxa esse cu, viadinho, que eu vou te arrombar." Ele encostou a cabeça e empurrou devagar até ela entrar toda, mas quando chegou na parte maais grossa do pau ele meteu com força, centímetro por centímetro, esticando minhas pregas. "Ai meu cu porra, você tá me arrombando!" Doía pra caralho, uma dor aguda que virava prazer, eu gemia fino, "Ai meu cu, ai meu cu... soca mais!" Ele ria e batia na minha bunda com a mão aberta, deixando marcas vermelhas, enquanto bombava forte, me prensando contra a parede.
O vai e vem era bruto, o pau grosso dele preenchendo tudo, batendo fundo na barriga, eu sentia a pressão e o suor dele pingando nas minhas costas. Ele segurava minha cintura com força, me puxando pra trás a cada estocada, falando "Toma pau no cu, seu viadinho! É isso que tu queria, né?" Eu respondia "Sim, soca mais, me fode como uma puta!" Ele acelerou, batendo mais forte na bunda, até que gozou, pulsando quente, enchendo a camisinha de porra (como eu queria que fosse dentro do meu cuzinho). Tirei o pau dele devagar, sentindo o ar entrar no meu cuzinho aberto. Ele deu um tapa final na minha cara, "Gostei, viadinho. Agora eu vou embora que minha mulher tá me esperando." Guardou o pau e saiu, me deixando ali, parado. Quando ele saiu continuei imaginando ele me comendo, dedando meu cu e tocando punheta até gozar.
O Carnaval ainda nem começou, e o Roberto não foi o único que me usou nesses dias. Teve mais, muito mais... Continua...
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