A minha primeira vez foi de quatro

Um conto erótico de feminive
Categoria: Heterossexual
Contém 1665 palavras
Data: 04/01/2026 13:05:56

Capítulo 6

Eu sei que sou esquisita, sempre fui ruim em demonstrar as coisas. Sexualmente, os poucos homens que passaram por mim reclamavam que eu era uma tábua, sem iniciativa, que parecia que não estava gostando de nada. Era comum ouvir que pareciam estar me abusando, porque eu ficava quieta, parada, sem reagir muito. A verdade é que eu sou egoísta mesmo. Gosto de ser servida, de não precisar fazer esforço, só receber. Em troca, ao menos, eu estou sempre disponível a qualquer hora que o cara quiser, sem reclamar. Tem quem odeie isso, tem quem ache perfeito.

Eu estava ali agora, pronta, nua, em pé no meio do quarto, sem me cobrir. Sentia o corpo inteiro vibrar, acesa por dentro, insana de um jeito bom. Não havia problemas na cabeça, só aquela ansiedade quente de ver como era o pau dele, o que eu ia fazer com aquilo. Eu ainda não sabia direito, mas tinha uma ideia de como começar: ficar parada e deixar que ele viesse.

Ele estava pouco à vontade, eu via. Sempre que eu abria os olhos — quando sentia uma breve ausência dele —, ele parava um segundo, olhando pra porta trancada, como se tivesse medo de alguém entrar, de ser pego. Meu irmão lá fora, talvez. Ele se despiu sem graça, roupas caindo no chão devagar. O pau médio, sem pelos, diria que bonito, duro ali na minha frente.

Quem me visse diria que minha cabeça tombou um pouco de lado, analisando ele em pé como um cão que não entende o que vê, olhos pesados, sem expressão. Empatia nunca foi meu forte. Eu não ligava pro desconforto dele, pro medo. Só queria que ele fizesse logo que eu precisava. Fiquei quieta, esperando, e ele rindo para mim como um tonto.

— Você quer que eu te chupe, ou prefere me comer logo?

Falei isso, talvez com um sorriso no rosto, não lembro direito. Meu corpo estava elétrico, estranho, vibrando inteiro por dentro. Eu sei que a forma como narro ou as palavras que uso não mostram isso, mas eu estava muito excitada, querendo ele dentro de mim logo, curiosa pra saber como era aquilo de verdade, o pau real, quente, pulsando.

Ele veio me beijar de novo, boca afobada no meu pescoço, língua querendo entrar na minha boca outra vez. Eu não queria beijo agora. Agarrei o pau dele com as duas mãos, firme, sentindo ele duro, quente, a pele macia esticada em cima das veias que pulsavam. Me ajoelhei devagar no chão do quarto, o pau na altura dos meus olhos, dependurado, a cabeça rosada brilhando um pouco já.

— Posso?

Perguntei baixinho, olhando pra cima. Aquela pergunta deixou ele excitado na hora. Os olhos dele escureceram, a respiração acelerou, o pau deu um pulinho na minha mão, endurecendo mais, como se respondesse sozinho. Ele assentiu rápido, mão no meu cabelo preso, puxando de leve o rabo de cavalo.

Eu me aproximei, curiosa como nunca. O cheiro era forte, pele quente misturada com suor da tarde, estava sujo, algo que estranhamente me deixou mais molhada entre as pernas. A textura era suave na ponta, a cabeça lisa, macia, mas o resto firme, veias salientes que eu sentia na palma. Encostei a boca devagar, língua saindo pra lamber a cabeça primeiro, provando o gosto salgado, um pouco amargo, pré-gozo escorrendo na ponta. Era estranho, novo, mas bom, me fazia querer mais

— Seu pau tá fedendo — avisei sem me importar muito com o seu desconforto.

Comecei uma expedição inteira nele. Lambi da base até a ponta, devagar, sentindo cada centímetro, a pele se movendo um pouco quando eu subia. Coloquei na boca, só a cabeça no começo, chupando suave, língua rodando em volta. Ele gemeu baixo, mão apertando meu cabelo. Eu tentei mais fundo, engolindo o que cabia, mas não sabia direito o ritmo, ia rápido demais às vezes, dentes roçando sem querer, ou parava pra lamber as bolas, que eram lisas, sem pelos, cheirando mais forte ali.

Ele gemia estranho em alguns momentos, um som meio dolorido, reclamava baixinho “devagar, aí dói um pouco”, quando eu chupava forte demais ou usava dente. Eu ajustava, tentava de novo, curiosa com cada reação, vendo o pau pulsar na boca, ficando mais molhado com minha saliva, gosto misturando tudo. Era como explorar algo vivo, quente, que respondia a cada toque meu.

De repente, ele empurrou minha cabeça pra trás, bruscamente, pau saindo da boca com um som molhado. Respiração pesada, olhos fechados, mão apertando a base do pau como se segurasse pra não gozar ali mesmo.

— Não… ainda não.

Eu era uma pessoa feliz. Impressionante como um pau na boca de uma mulher faz um sorriso aparecer.

— Vem…

Eu me levantei devagar, chamando ele pra perto da cama com a voz baixa, quase um sussurro. Avaliei a situação rápido na cabeça: eu não fazia a menor ideia de qual posição ficar, de como as coisas aconteciam de verdade. E tinha certeza que, se eu ficasse de frente pra ele agora, ele ia querer ficar me beijando de novo, perdendo tempo com língua e saliva, quando eu queria era sentir logo o principal.

Então fiz a posição que eu conhecia, a única que parecia certa para aquele momento. Subi na cama de quatro, joelhos e mãos no colchão, bunda empinada pro alto, costas arqueadas um pouco, olhando pra frente pro cabeceira branca. O corpo tremia por dentro de ansiedade, o molhado já escorrendo pelas coxas.

— Vem… — chamei de novo, voz mansa, sem olhar pra trás.

Ele veio afobado, subindo na cama atrás de mim, o colchão afundando sob o peso dele, as mãos grandes apertando meus quadris magros com força, dedos cravados na pele como se tivesse medo de eu evaporar dali. A respiração dele já pesada no meu pescoço, quente, úmida, misturando com o ar da tarde que entrava pela fresta da janela. Entrou de uma vez, fundo, sem preparar mais, sem ir devagar, a ponta dura forçando caminho, esticando tudo que eu não sabia que dava pra esticar. Doeu no começo, uma ardência forte que rasgou por dentro, que fez meus olhos se encherem de lágrimas escorrendo pelos cantos sem eu piscar, eu mordi o lábio inferior até sentir gosto de sangue, pra não soltar som nenhum.

Mas aí veio o resto, devagarinho no começo, depois como uma onda que não parava de crescer: o preenchimento real, quente, pulsando dentro de mim como algo vivo, o pau dele quente, veias latejando contra as paredes, o peso dele inteiro em cima das minhas costas, esmagando um pouco, mas de um jeito que me fazia sentir ancorada, presente. O atrito das estocadas rápidas, descoordenadas, batendo fundo toda vez, sem ritmo certo, só força bruta, coxas dele colando nas minhas com suor, o som molhado do impacto ecoando baixo no quarto vazio.

Foi mágico. Uma explosão incrível, nova demais pra minha cabeça aguentar, como se o mundo inteiro tivesse se reduzido àquele movimento, àquela pressão que subia e descia. Cada pirocada afobada dele mandava ondas de prazer que subiam pela barriga, apertando o ventre como uma contração profunda, fazendo os seios pequenos formigarem inteiro, os bicos endurecendo doloridos, sensíveis, como se dedos invisíveis os pinçassem, um arrepio que corria pelas costas, da nuca até a base da coluna, arrepiando a pele, descendo pelas pernas até a sola dos pés que se contraíam no lençol amassado, curvando os dedos involuntariamente.

Era uma alegria imensa, do tamanho do universo, uma vontade louca de gargalhar alto, de abrir a boca e soltar um riso histérico que ninguém ia entender, porque aquilo era perfeito, preenchia cada vazio que eu carregava; o silêncio da casa, a ausência do pai, o julgamento da mãe, a solidão da escola, tudo sumia numa felicidade boba, quase infantil, que borbulhava no peito e queria explodir. Eu, de quatro, passiva, só recebendo forte, sem mexer quase nada, sem rebolar, sem gemer alto, só deixando que ele usasse como quisesse — quanto mais ele ia ruim, rápido demais, sem ritmo, sem técnica nenhuma, mais aquela paz quente tomava conta, preenchendo o vazio todo de uma vez, me deixando tonta, mole, desejada de um jeito torto, inteira pela primeira vez na vida.

O som das coxas dele batendo na minha bunda, seco e ritmado como um tapa repetido, o cheiro de suor misturado com o perfume dele e o ar fresco da tarde, o quarto claro com a luz do sol batendo na parede branca — tudo virava uma coisa só, louca demais pra ser real, uma felicidade que subia pelo peito e queria explodir em gargalhada alta, mas eu segurava quieta, só sentindo, os músculos internos apertando sozinhos em volta dele, o molhado escorrendo pelas coxas, me sentindo viva, elétrica, formigando da cabeça aos pés.

Mas ele gozou cedo.

Menos de um minuto, talvez menos, o corpo dele tremendo inteiro contra o meu, gemendo alto no meu ouvido como um animal ferido, enchendo tudo quente dentro mim, pulsos rápidos que eu sentia lá no fundo. Parou de repente, ofegante, saindo devagar, o pau amolecendo, deixando um vazio imediato que ardia um pouco.

Eu sentei na cama, pernas cruzadas no lençol bagunçado, muda, olhando pra ele sem saber o que fazer. O corpo ainda pulsando forte por dentro, os seios sensíveis e formigando, as costas arrepiadas como se vento frio tivesse passado, a sola dos pés ainda contraída, latejando baixinho, o prazer no meio do caminho, interrompido, o molhado escorrendo pelas coxas, quente e pegajoso. Ele ajeitando a roupa rápido, cara vermelha, suor pingando da testa, sem olhar nos olhos, murmurando algo que eu não ouvi.

Eu só fiquei ali, quieta, esperando ele falar algo, ou ir embora, ou o que viesse. O vazio voltando devagar, mas com um gosto novo na boca: eu queria mais, logo, melhor. Aquela alegria imensa ainda ecoando por dentro, querendo gargalhar de novo, mas eu segurei, olhos pesados nele, sem expressão.

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