Sacanagem na piscina com o papai da minha amiga - Um conto de Alicia

Um conto erótico de Alicia
Categoria: Heterossexual
Contém 2191 palavras
Data: 28/01/2026 19:46:27

Olá, meus queridos!

Alicia aqui mais uma vez com um conto bem safadinho. Sou uma morena de 1,65m e 78kg, solteira e com muito fogo por coroas gordinhos. Tenho 20 anos e já aprontei muito nesta vida..hahaha

Pois bem, se leram os outros contos do perfil, sabem que estou escrevendo contos com Rebeca e Karol. Espero que estejam gostando e com muito tesão.

O que vou relatar aqui aconteceu quando eu tinha 1.6 @nos . Já curtia uma boa safadeza e queria experimentar algo novo. Tentar seduzir o papai de alguma amiga. Vamos a mais um conto.

Bem, meus pais sempre foram muito protetores e sempre me proibiram de dormir na casa de “estranhos”. Para eles, qualquer lugar era perigoso demais para uma garota como eu. Porém, como sempre levava Ana para dormir em casa, eles pegaram confiança e me deixaram ir passar um fim de semana com ela.

— Que legal, Alicia. Vamos nos divertir muito. — Ana toda entusiasmada parecia feliz. — Lembra de trazer uma peça de biquini. Já falei com papai e ele vai preparar a piscina pra gente. Torcer pra não chover.

Ainda era quinta-feira, mas na minha cabeça, planejava o que poderia rolar.

— Pode deixar, Ana. — Conversávamos no celular naquela noite. — Está tudo no jeito aqui.

Chegado sábado de manhã, minha mãe me levou até a casa da minha amiga. No portão, Ana me esperava toda animada. Despedi da minha mãe e entramos. A casa era bem grande com corredores laterais que devam para os fundos.

— Papai está lá nos fundos. Vamos deixar as coisas no quarto e vamos pra piscina. Temos que aproveitar esse Sol.

— E sua mãe?

— Ela foi pra casa da minha avó. Volta só amanhã a tarde.

Era tudo que eu precisava ouvir. Teria tempo para aprontar. Se bem que ainda não conhecia Ricardo, o pai dela, porém estava no cio naqueles dias e precisava chupar uma rola a qualquer custo.

No quarto, coloquei meu biquini preto e uma tanga. Meus seios quase saiam e minha bunda estava enorme naquele biquini minúsculo. Ana chegou no quarto e riu.

— Nossa, Alicia. Você já é uma mulher, praticamente. Com a roupa da escola a gente já percebe..HAHAHA... mas, agora...

— Deixa disso, Ana. Vamos!

Ana era uma jovem branca, loirinha de olhos azuis, porém seu corpo era magrinho. Nada de mais.

— Pai, esta é a Alicia que te falei.

Para minha surpresa, Flávio era totalmente diferente da filha. Era um gordinho musculoso, diferente. Branquinho com olhos azuis, rosto lisinho e um sorriso que me deixou molhadinha.

— Prazer, mocinha. Sou Flávio.

Fiquei de boca aberta. Flávio estava com um short curtinho, bem colado. Sua barriga era peluda e suas coxas ainda mais.

Estendi a mão e o cumprimentei. O coroa tinha a mesma altura que eu.

— Oi, Seu Flávio. Alicia a seu dispor.

Ele soltou uma gargalhada.

— Estava dando os últimos retoques aqui. E a piscina está liberada.

Flávio tinha preparado um lanchinho e alguns drinks.

— Pode beber. Não tem nada alcoólico.

Ele não tirava os olhos dos meus seios e Ana notou.

— Pai, pára com isso. Vai deixá-la sem graça.

O coroa botou a mão no meu ombro.

— Que nada. Alicia sabe que chama atenção, não é?

— Aff... vou pra piscina! — disse Ana correndo e se jogando na água.

Dei um sorrisinho e mostrei meu lado de putinha.

— Se isso aqui chama atenção. — Coloquei a mão na tanga. — Olha só isso.

O coroa só faltou me agarrar.

— Puta que pariu, hein! Que filé! — ele estendeu a mão. — Dá uma voltinha pra eu ver.

Girei, parei de costas para ele e dei uma empinadinha.

— Que acha?

— Uma tentação. Uau!

Ele olhou para a piscina. Ana estava boiando com a barriga para cima.

— Quero ver o que mais você tem.

O coroa puxou minha tanga expondo minha bunda. Antes que eu pudesse dizer algo, ele me agarrou e falou baixinho:

— Se ficar de gracinha. Vai acabar se ferrando!

Dei uma reboladinha e senti o piru dele roçando e crescendo.

— Não sei do que está falando.

O celular dele tocou sob o balcão. Flávio deu um tapa na minha bunda.

— Vai lá, amor. Depois, dou o que você quer!

Ele atendeu o celular e vi que o short estava maior. Deixei o safado de pau duro e fui pra piscina.

— Nossa, Ana. Essa água está muito boa.

— Alicia, está vendo aquele quartinho?... Lá temos uma jacuzzi. Muito boa também!

Fui até a beirada da piscina. Logo, Seu Flávio se aproximou e ficou na minha frente.

— Também posso entrar? — perguntou Flávio já tirando o short.

De onde eu estava podia ver nitidamente a rola marcando na sunga branca. Ele me deu um sorriso e ajeitou a sunga.

— Me dá licença, Alicia. Vou saltar!

O coroa se jogou na água e ficamos rindo da sua performance. Ana veio até mim e também encostou na beirada. Logo, Seu Flávio veio entre nós e ficou no meio.

— Vocês nem imaginam como eu precisava relaxar. HAHAHA

— Alicia, vamos apostar corrida até o outro lado?

Aceitei já me posicionando à frente de Seu Flávio.

— Vamos começar daqui.

Eu queria que ele visse meu rabo quando eu mergulhasse. Dito e feito. Fiz questão de jogar a bunda bem pro alto quando mergulhei. Quando voltamos ao lado de Seu Flávio, ele parecia desconcertado.

— Ana, esqueci... Vocês passaram protetor solar?

— Não, papai. Verdade... vou lá buscar. Tenho um no meu quarto.

Ana saiu e Seu Flávio se aproximou.

— Que foi aquilo? Você faz academia?

— Sim, por que?

— Tem um belo par de coxas. E esses peitos?!? Olha o tamanho disso. Nem sei porque está usando biquini. Só está tampando os bicos. HAHAHA

— Tem razão. — falei e tirei a parte de cima.

— Eita! Deixa eu dar uma chupada antes que ela volte.

O coroa me puxou pela cintura e caiu de boca. Parecia querer me devorar.

— AINNN!! UINNN! ASSIM NÃO..AHNN!

Ele parou.

— Delicia! Coloca logo essa porra antes que Ana te veja assim.

Obedeci fazendo cara de puta.

— Vou mergulhar.

Rapidinho, estava entre as pernas do coroa. Claro, já abaixei a sunga e soltei a rola dura. Peguei nela e punhetei devagarzinho. O cacete duro apontava para o alto, a cabeça rosadinha e o sacão pendurado. Voltei pra superfície.

— Nossa, Alicia! Assim você me mata!

Tomei ar e mergulhei novamente. Desta vez, não perdi tempo e chupei o saco do coroa que até tremeu. A rola dele se ajeitou no meu rosto. Uns 15cm rola grossa.

“Que tesão de macho.”

— Papai, cadê ela?

Subi e Ana se assustou.

— Ah tá. Aqui está o protetor. — falou Ana indo até a espreguiçadeira. — Papai, vem passar nas minhas costas.

O coroa me olhou todo vermelho e sussurrou:

— Sua piranha, quase ela nos pega! Estou de pau duro... como vou sair daqui?

— Ana, deixa que eu passo. — falei saindo da piscina.

Ana deitou de bruços. Seu Flávio ficou nos olhando. Fiquei ao lado da espreguiçadeira, me inclinei ficando praticamente de quatro pro coroa ver.

Ele apenas balançou a cabeça. Claramente, estava batendo uma punhetinha. Foi ai que fiz sinal para que ele se aproximasse.

— Amiga, não precisa massagear tanto. Mas, continua...está muito bom.

Ana permaneceu de olhos fechados enquanto o pai dela se aproximou de mim. Para minha sorte, Ana estava virada com a cabeça para o lado oposto. Passei a mão nas coxas do coroa e logo, abaixei a sunga dele. Ele entendeu o que eu queria quando segurei na rola.

Mamei devagar pra não fazer barulho. Seu Flávio colocou a mão na minha nuca. Enquanto eu chupava, alisava as costas da minha amiga. Foi ai que comecei a bater uma pro coroa e mexi os lábios, falando:

— Goza nas costas dela!

Ele arregalou os olhos e fez que não com a cabeça. Mas puxei a pica dele e o coroa agachou.

— Ana, vou passar protetor no seu bumbum, ok?

— URRUMM! OK!

Punhetei o coroa freneticamente. Foi ai que que veio os jatos. O primeiro foi bem nas costas dela. Logo, os outros, caíram na bunda da minha amiga.

— Que esquisito. Está mais quente!

Seu Flávio foi ligeiro. Se virou se ajeitando e Ana nos encarou.

— O que foi?

— Nada, Ana. Não está bom?!?

Ana passou a mão na bunda e cheirou.

— Credo! Acho que está vencido.

Ela pegou o protetor solar e olhou a data de validade.

— Está mesmo. Que droga! Eu é que não vou ficar com este cheiro. — Se levantou. — Vou lá tomar um banho.

Ana saiu e fiquei ali com Seu Flávio.

— Alicia, sua biscate. Quer me fuder?

— Eu quero! — dei uma piscadinha. — E você?

Ele coçou a testa.

— Não entendi.

Sai saltitando até o quartinho da jacuzzi. Parei na porta e falei:

— Estou doida pra conhecer a jacuzzi.

Entrei e sabia que o coroa viria. Já tirei toda a roupa e ele abriu a porta.

— Puta merda! Que é isso?!?

Eu estava de 4 no chão, comecei a me mover indo até a beirada da jacuzzi.

Como que liga?

PLAFT, PLAFT

O coroa soltou dois tapas na minha bunda.

— Cachorra, safada! Olho esse rabo... foda-se tudo!

Ele se ajoelhou, abriu minhas pernas e meteu a língua na minha buceta.

— UINNN!! ONNN!!

— Vira, amor. Deita e abre as pernas.

O coroa se levantou, verificou se a porta estava trancada, ligou a jacuzzi e voltou se abaixando e abrindo minhas pernas.

— Que delicia de bucetona!

Ele me chupou com dedicação. Senti que queria me fazer gozar, mas eu queria mais.

— Vamos entrar, Seu Flávio! OHHHNNN!

O coroa se levantou, entre na jacuzzi e ele tirou a sunga.

— Eita! Já está assim de novo?

— Morena, chega de enrolação. Fica de 4 pra mim, bb!

Me posicionei e o coroa meteu sem dó. Sua rola entro fácil e deslizava bem gostoso.

— CARALHUUU! ONNHH! QUE PAU GOSTOSO DA PORRAA!! OHHNNN!

PLAU, PLAU, PLAU, PLAU

— Toma piranha! Vou comer você o fim de semana todo!

PLAU, PLAU, PLAU

Ele botou a mão na minha cintura e metia desesperadamente.

— Cadelaaaaa.... putaaaa!

Aquelas palavras só me atiçavam.

— Vai papaiiii! Asssimmm.. meteee! Ainnnn!

O saco batia e fazia barulho espirrando água por todo lado.

PLAU, PLAU, PLAU

— Desde o primeiro momento que te vi, sabia que era biscate! Que buceta gostosaaaa! AHNNN!

— Sobe em cima de mim, Seu Flávio!

O coroa me soltou. Sai da jacuzzi e me deitei no chão com a bunda pra cima.

— Vem, me come!

Logo, Seu Flávio me comia no chão. Eu mal conseguia respirar.

— Assim, putinha?!? Isso que tu gosta?!?

— URRUUMM! AINNN!! UINNN!

Ficamos metendo por um tempo até que ele saiu.

— Fica de 4, vamos piranha!

PLAFT, PLAFT

Me posicionei e ele bateu de leve nas minhas costas.

— Joga a cara no chão! Vou te adestrar é agora!

— Que delicia de mulher... olha só isso!

Lá estava eu, toda entregue ao pai da minha amiga.

— UINN! Ai não, Seu Flávio!

PLAFT, PLAFT

— Cala boca, puta! Acha mesmo que vou ficar sem meter nesse cuzinho?!? Quis entrar na sacanagem comigo. Agora, aguenta piru nesse rabo!

Ele forçou e, mesmo eu tentando impedir, acabei cedendo.

— AINNN! !UINNN!

O coroa só parou quando enterrou tudo.

— Boa, garota. Assim que se faz! Fica quietinha e deixa o papai se divertir!

PLAU, PLAU, PLAU

A cada pirocada, eu via estrelas.

— ONNHHHH! UINNN!! CARALHOOO!! OHHNNN!

— Sua puta maldita. Toma! Toma!

PLAU, PLAU, PLAU

Seu Flávio se virou um pouco e botou o pé direito na minha cabeça.

— Seu lugar é ai. Servindo os machos, cachorra!

PLAU, PLAU, PLAU

— Lambe meu dedão!

Achei ridículo aquele pedido, porém quem está na chuva é pra se molhar.

— ISSSOOOO! ONNHHH!! BOA GAROTAAAA!!

PLAU, PLAU, PLAU

Para deixa-lo ainda mais doido, resolvi contrair o cuzinho.

— EITTA!!! TÁ MESMO QUERENDO VARA, NÃO É?

— Goza papai, enche meu rabo de leiteeeee.. OHNNN!

— NÃO AGUENTO MAIIISSS, ALICIAAAA!! AINNN!! ARGHHHHHHH!!

A rola inchou, o coroa urrava de tesão e enchia meu caneco de leite quente. Eu continuei contraindo o cuzinho como se pedindo por mais. Quando ele se deu por satisfeito, saiu com a rola meia bomba.

— Que cu gostoso! Porra!

Senti a porra descendo pelas minhas pernas e me joguei no chão. Seu Flávio ficou me olhando.

— Está tudo bem?

Fiquei calada. Então, vimos um vulto pelo vidro opaco da porta. Era Ana. Rapidinho, me vesti e me joguei na jacuzzi. Seu Flávio colocou a sunga e foi até a porta.

— Desculpa, gente. Peguei no sono! HAHAHA!

— Tudo bem, querida. Estava aqui mostrando nossa jacuzzi pra sua amiga.

Ana veio e se juntou a mim.

— Vou dar uma saidinha pra comprar algo para comermos. — disse Seu Flávio fechando a porta.

— Papai é muito prestativo, né, Alicia?

Apenas sorri.

— Deixa eu te falar, seu celular tocou. Sua mãe disse que você precisa ir embora ainda hoje porque seus tios chegaram lá de surpresa.

— Ah, não, Ana? Sério?...que droga! Eles sempre fazem isso. Vem de outra cidade e querem me ver. Que saco!

Naquele dia, Ana e Seu Flávio me levaram para casa a tarde. Infelizmente, não tive mais oportunidade de trepar com o coroa.

Bem, espero que tenham gostado da minha história. Não se esqueçam de comentar...rsrsrs... Alguém ai gostaria de me levar para a piscina ou passar um dia comigo na jacuzzi?

Bjos e até a próxima.

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