Corno submisso e humilhado

Um conto erótico de Kasalmar
Categoria: Heterossexual
Contém 761 palavras
Data: 01/01/2026 13:38:12
Assuntos: Corno, Heterossexual

Ser corno é um estado de espírito. Sou um corno manso e submisso, desde que éramos namorados, inclusive, outro cara a descabaçou quando ainda namorávamos e depois que comeu bastante a largou e eu aceitei de volta. Ele a comeu até o início do nosso casamento.

Minha esposa aguardava, ansiosamente, o novo amante em nossa casa e me deu quase três semanas de jejum de sexo para recebê-lo com energia. Mandou-me depilar seus pelos pubianos em forma de coração e comprou uma calcinha minúscula, escrito “Mete gostoso”.

Faltando apenas uma hora para ele chegar, minha safada tomou um banho caprichado e mandou que eu passasse um óleo aromático em seu corpo. Fiquei excitado e tentei possui-la, mas ela impediu:

- Sinto muito, mas hoje sou do meu macho alfa, você será um mero espectador e empregado.

Vestiu a minúsculo calcinha e calçou um salto alto. Arrumei a cama para os dois, coloquei dois bombons em cima do travesseiro e aromatizei o nosso quarto. Uns vinte minutos depois, a campainha tocou, ela falou para eu atender. Fiquei impressionado com a beleza do rapaz, trinta e poucos anos, moreno, sarado. Apertou minha mão e perguntou por minha esposa.

- Ela está te esperando.

Ela já estava de pé na sala o aguardando. Os olhos da minha esposa brilharam quando o viu.

- Você está deliciosa – ele disse.

Beijaram-se bem diante de mim. Ele tirou sua blusa, ela foi se abaixando e chupou o pau dele, que era o dobro do meu com volúpia.

- Olha, corno, que pauzão, bem maior do que o teu.

Seu amante, completamente nu, a pegou pelos braços e a levou para a nossa cama.

- Vem assistir, corno – disse ela.

Sentei-me no canto do quarto e fiquei observando o seu macho alfa, que puxou sua calcinha para o lado e enfiou a língua no meio de suas pernas. Minha esposa urrava de prazer. Ela também começou a chupá-lo, fazendo um delicioso 69. Submisso, fiquei em meu canto tocando uma punheta.

Finalmente, ele tirou sua minúscula calcinha para vir por cima, quando pegou a camisinha, minha esposa o interrompeu:

- Espera um instante. Corno, faz sua função.

Acostumado a ser humilhado, peguei a camisinha para colocar no pau do seu amante, mas, novamente, fui impedido por ela.

- Assim não, coloca com a boca.

Sentindo-me humilhado, obedeci. Coloquei a camisinha em seu amante com a boca. Ela continuou:

- Agora pega o pau dele e coloca na minha buceta.

Assim o fiz. Peguei o pau do seu macho e enfiei nela.

Minha esposa urrava de prazer, com aquele macho em cima dela. Ela começou a cavalgar e ele a colocou de quatro. Eu me masturbava, olhando aquela cena. Gozamos os três juntos e ficaram abraçados, durante algum tempo. Fiz meu serviço de corno manso, tirei a camisinha do pau de seu amante.

Ficaram abraçados durante algum tempo, mas logo retomaram as carícias. Antes que ela ordenasse, novamente, coloquei outra camisinha no amante da minha mulher com a boca e voltei para o meu lugar. Ela começou cavalgando em seu amante, que sugava seus seios e depois, colocou-a de quatro, dando fortes estocadas. Colocou-a de ladinho na cama e foi enfiando em sua bundinha bem devagar (lugar vetado para mim, só os amantes que comem).

- O pau dele está em minha bunda. Coloca a mão para conferir, corno.

Coloquei a mão e verifiquei que seu pau estava todo enterrado em sua bunda. Minha esposa gemia, em um misto de dor e prazer. Tirou o pau e foi por cima dela, enfiando em sua buceta. Enquanto metia com força, trocavam calorosos beijos. Novamente gozaram e ficaram abraçados.

Tirei a camisinha do seu amante e ela ordenou:

- Serve um champanhe para a gente, corno.

Servi a bebida, em um balde de gelo, coloquei nas taças. Os dois se sentaram na beira da cama para brindar. Enquanto bebiam e seu beijavam, completamente nus, fiquei deitado no chão para os dois apoiarem os pés sobre mim, o máximo da submissão e humilhação.

Coloquei as toalhas no banheiro e algumas camisinhas. Foram tomar um banho juntos e trancaram a porta, deixando-me do lado de fora. Com o ouvido colado na porta ouvi os risinhos e gemidos de prazer. Após saírem do banho, fizeram um lanche, servido por mim, e trocaram carícias.

Despediram-se com um longo beijos. Submisso e obedecendo a minha esposa, ajoelhei-me e beijei os pés do macho alfa, agradecendo por ter dado prazer à minha esposa.

Tive o prazer de lamber aquela buceta inchada e vermelha, maltratada por outro homem e enfiei apenas a cabeça, enquanto ela me chamava de corno.

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Comentários

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E aí o casal vai ser um marido corno e bicha

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Só falta o marido fazer boquete no macho da mulher dele.

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Sensacional. Tens muita sorte. Tua gata é maravilhosa demais. Leiam as minhas aventuras.

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Parabéns. A melhor parte para nós,cornos, é a submissão.

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