Era um sábado de manhã ensolarado, daqueles que fazem você se sentir viva e cheia de energia. Acordei cedo, animada com o convite que Gabriel tinha me feito na noite anterior. Gabriel é moreno, com pele bronzeada que brilha ao sol, olhos cor de mel que parecem capturar a luz, e um corpo que eu conheço de cor, depois de tantas noites juntos. Transamos há anos, sempre com aquela química explosiva, e hoje, ele me convidou para uma trilha. "Vamos subir a Pedra da Urca?", disse ele, com aquela voz rouca que me dava arrepios. "É uma vista incrível, e eu conheço um atalho que vai tornar tudo ainda mais especial."
Eu aceitei na hora, claro. Quem não aceitaria? Gabriel é o tipo de homem que faz o coração acelerar só de pensar nele. Passei a manhã me preparando: shorts curtos que destacavam minhas pernas torneadas, uma blusa leve que grudava no corpo suado, tênis confortáveis e uma mochila com água e frutas. Meu cabelo castanho estava preso em um rabo de cavalo, e eu me sentia poderosa, sexy. Chegamos ao ponto de encontro no Parque Nacional da Tijuca, no Rio, por volta das 9h. O ar já estava quente, e o cheiro de mata atlântica me enchia os pulmões.
Gabriel estava lá, esperando, com uma bermuda cargo, uma camiseta justa que mostrava seus braços definidos e uma mochila nas costas. Ele me deu um abraço apertado, e eu senti o calor do seu corpo contra o meu. "Pronta para a aventura, Cat?", perguntou ele, piscando. Eu ri, tentando disfarçar o nervosismo. "Sempre pronta", respondi, e partimos.
A trilha começou fácil, subindo por caminhos de terra batida, cercados por árvores altas e o som de pássaros. Conversamos sobre tudo e nada: lembranças da adolescência, como aquela vez que fugimos para a praia à noite, filmes que assistimos juntos, sonhos que compartilhamos. Gabriel contava histórias engraçadas, e eu me pegava rindo alto, sentindo aquela conexão profunda que só dez anos de amizade podem construir. Ele era charmoso, atencioso, e de vez em quando, nossos olhares se cruzavam de um jeito que fazia meu estômago revirar. O sol batia forte, e logo eu estava suando, minha blusa grudando na pele, revelando o contorno dos meus seios. Gabriel notou, eu vi pelo jeito que ele olhou, mas não disse nada. Só sorriu, com aqueles olhos cor de mel brilhando.
Depois de cerca de uma hora caminhando, chegamos a um ponto onde a trilha se dividia. A Pedra da Urca estava à vista, imponente, mas Gabriel parou e disse: "Ei, Cat, lembra daquela vez que a gente se perdeu na floresta quando era moleque? Eu conheço um atalho. Passa por uma cachoeira escondida. É mais selvagem, mas vale a pena. O que acha?" Seus olhos brilhavam com malícia, e eu senti um arrepio. "Vamos nessa", respondi, sem hesitar. Meu coração acelerou. Algo me dizia que essa aventura ia ser mais do que uma simples trilha – ia ser uma lembrança quente, como tantas outras que tínhamos.
O atalho era mais íngreme, estreito, com raízes e pedras espalhadas. Gabriel ia na frente, me ajudando a pular obstáculos, suas mãos fortes segurando minha cintura. O ar ficava mais úmido, e logo ouvimos o barulho de água corrente. "Estamos chegando", disse ele, virando-se para mim com um sorriso. E então, ali estava: uma cachoeira pequena, mas perfeita, escondida no meio da floresta. A água caía de uma altura de uns cinco metros, formando uma poça cristalina cercada por pedras lisas e vegetação densa. O lugar era isolado, mágico, como se fôssemos os únicos no mundo.
Paramos ali, ofegantes da subida. Gabriel tirou a mochila e se aproximou de mim. "Não é incrível?", perguntou, seus olhos fixos nos meus. Eu assenti, sentindo o calor subir pelo meu corpo. Ele se aproximou mais, e antes que eu pudesse pensar, suas mãos estavam na minha cintura, me puxando para perto. "Cat, você é linda", murmurou ele, e seus lábios encontraram os meus. O beijo foi intenso, urgente, como se ele estivesse esperando por isso há dias. Minha língua dançou com a dele, e eu senti seu corpo duro contra o meu. Suas mãos deslizaram para baixo, apertando minha bunda, e eu gemi baixinho.
"Gabriel...", sussurrei, mas ele me calou com outro beijo. "Vamos entrar na água", disse ele, com a voz rouca de desejo. Eu hesitei por um segundo, mas o olhar dele me convenceu. Começamos a nos despir ali mesmo, na margem. Tirei minha blusa, revelando meu sutiã preto rendado, e ele fez o mesmo, mostrando seu peito musculoso, coberto por uma leve camada de pelos escuros. Seus shorts caíram, e eu vi o volume em sua cueca, já endurecido. Meu coração batia forte enquanto eu tirava meus shorts e calcinha, ficando nua diante dele. Gabriel me olhou com fome, seus olhos cor de mel percorrendo meu corpo: meus seios firmes, minha barriga lisa, minhas coxas grossas e o triângulo escuro entre minhas pernas.
"Você é perfeita", disse ele, tirando a cueca. Seu pau saltou livre, grosso e longo, já latejando. Eu senti um calor entre as pernas, minha boceta ficando molhada só de olhar para ele. Entramos na água juntos, rindo como crianças, mas logo o riso virou gemidos. A água estava fresca, mas nossos corpos queimavam. Gabriel me puxou para ele, suas mãos explorando meu corpo. Ele beijou meu pescoço, mordiscando suavemente, enquanto seus dedos encontravam meus mamilos, beliscando-os até ficarem duros como pedras.
Eu o toquei também, minha mão envolvendo seu pau, sentindo-o pulsar na minha palma. Era quente, veias saltadas, e eu comecei a masturbá-lo devagar, para cima e para baixo, enquanto ele gemia no meu ouvido. "Cat, você me deixa louco", disse ele, e me virou de costas, pressionando seu corpo contra o meu. Senti seu pau duro contra minha bunda, e ele começou a se esfregar, provocando. Uma mão desceu entre minhas pernas, e seus dedos encontraram minha boceta, já encharcada. Ele me tocou com habilidade, circulando meu clitóris, inserindo um dedo, depois dois, me fodendo com os dedos enquanto a água caía ao nosso redor.
Eu arqueei as costas, gemendo alto, o som ecoando na floresta. "Gabriel, por favor...", implorei, e ele me virou, me levantando um pouco para que eu pudesse envolver minhas pernas na sua cintura. Seu pau roçou minha entrada, e eu senti a cabeça grossa pressionando. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, me preenchendo completamente. A sensação era incrível: a água fria contrastando com o calor do seu corpo, seu pau me esticando, me fazendo sentir viva. Ele começou a se mover, devagar no início, depois mais rápido, suas mãos segurando minha bunda, me guiando.
Eu o cavalgava, meus seios balançando na água, e ele chupava meus mamilos, mordendo levemente, me fazendo gritar de prazer. "Sua boceta é tão apertada, Cat", gemeu ele, suas estocadas ficando mais profundas. Eu sentia cada veia do seu pau dentro de mim, roçando pontos sensíveis que me faziam tremer. A água nos lambia, e eu gozei primeiro, um orgasmo intenso que me fez cravar as unhas nas suas costas, meu corpo convulsionando ao redor dele. "Ah, Gabriel, sim!", gritei, ondas de prazer me inundando.
Ele não parou, continuando a me foder na água, mais selvagem agora, até que sentiu seu próprio clímax chegando. "Vou gozar dentro de você", disse ele, e eu assenti, querendo sentir tudo. Ele explodiu, jatos quentes de porra enchendo minha boceta, me fazendo gozar de novo, mais forte. Ficamos ali, ofegantes, a água lavando nossos corpos, mas o desejo ainda queimava.
Saímos da água, pingando, e Gabriel me levou para uma pedra grande e plana ao lado da cachoeira. Era lisa, aquecida pelo sol, perfeita para o que viria. Ele me deitou ali, meu corpo nu exposto, e começou a me beijar de novo, descendo pelo meu pescoço, meus seios, minha barriga. Sua língua traçou um caminho até minha boceta, ainda latejando do orgasmo anterior. Ele me abriu as pernas, e sua boca encontrou meu clitóris, chupando, lambendo, me fazendo contorcer. "Deliciosa", murmurou ele, inserindo a língua dentro de mim, me fodendo com ela enquanto seus dedos brincavam com meus mamilos.
Eu gemia, minhas mãos no seu cabelo, puxando-o mais para perto. "Gabriel, me come", implorei, e ele se levantou, seu pau duro de novo, pronto para mais. Ele me virou de bruços na pedra, minha bunda para cima, e entrou em mim por trás, de uma vez só. A posição era perfeita: ele me segurava pelos quadris, estocando fundo, seu pau batendo contra meu ponto G a cada movimento. Eu sentia tudo: o som da pele contra pele, o cheiro de sexo no ar, o suor misturando-se à água da cachoeira.
"Fode-me mais forte", gemi, empinando a bunda para ele. Gabriel obedeceu, suas bolas batendo contra mim, seu pau me esticando ao máximo. Ele alcançou ao redor, tocando meu clitóris, me levando ao limite. Gozei de novo, minha boceta apertando seu pau, leite escorrendo pelas minhas coxas. Ele gemeu, acelerando, até gozar dentro de mim outra vez, enchendo-me com sua porra quente.
Mas não paramos. Gabriel me virou, me colocando de quatro no chão macio da floresta, ao lado da pedra. A terra estava fresca, coberta de folhas, e eu me sentia selvagem, animal. Ele se ajoelhou atrás de mim, seu pau ainda duro, e entrou de novo, na posição de cachorrinho. Era sujo, erótico, perfeito. Suas mãos apertavam minha cintura, me puxando para trás enquanto ele empurrava para frente. "Sua bunda é incrível, Cat", disse ele, dando um tapa leve, me fazendo gritar de prazer.
Eu rebolava contra ele, sentindo seu pau profundo, roçando minha próstata interna. Ele me fodia com força, seus gemidos ecoando, e eu tocava meu clitóris, acelerando meu prazer. "Goze comigo", implorei, e ele fez, seus jatos quentes me enchendo enquanto eu convulsionava, gozando intensamente, meu corpo tremendo todo.
Ficamos ali, exaustos, deitados no chão, nossos corpos entrelaçados. Gabriel me beijou suavemente, e eu sorri, satisfeita. "Isso foi incrível", disse ele. Eu concordei, sentindo aquela conexão profunda que só dez anos de amizade e paixão podem trazer. Voltamos a nos vestir, rindo das nossas aventuras, e continuamos a trilha até o topo da Pedra da Urca. A vista era de tirar o fôlego, mas nada comparado ao que tínhamos vivido na cachoeira.
Desde aquele sábado, Gabriel e eu nos tornamos ainda mais próximos, se é que isso era possível. Aquela trilha reforçou o que já sabíamos: nossa amizade adolescente havia evoluído para algo selvagem, apaixonado, e eu, Cat, nunca me senti tão viva ao lado do meu amigo moreno de olhos cor de mel.
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