O Predador Transformou A Feminista Em Puta Submissa - Cap. 04

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 2202 palavras
Data: 28/01/2026 22:04:33

Tomás estava sentado em sua poltrona, a mente a milhão, tentando descobrir como escapar da situação em que se encontrava. Ele e a esposa tinham entrado nesse conflito verbal com aquele homem mais velho, aquele agente da ABIN. Nem Tomás nem Mari pareciam levar o cara a sério no começo, mas agora, sua esposa estava trancada no banheiro com aquele homem, e Tomás era forçado a ficar quieto, repreendido como um garoto enquanto o "tiozão" cuidava dos assuntos de adulto. Nomeadamente, tentar seduzir e foder sua esposa. E Tomás não podia fazer nada a respeito.

Ele confiava na esposa completamente... mas, havia algo naquele homem que parecia entrar debaixo da pele dela. Ele parecia mexer com ela de um jeito que Mari não queria admitir, e Tomás só podia esperar que não fosse algum tipo de atração profunda que ela sentisse pelo agente do governo.

Não, não podia ser.

Mas... César tinha entrado naquele banheiro há quase dez minutos, e ninguém tinha saído desde então. Tomás só podia esperar que Mari estivesse usando sua língua afiada para sair daquela situação, e não para qualquer outra coisa.

Ele não podia se mexer. Não podia fazer nada para impedir o que estava acontecendo. Não só porque não deveria sair do assento devido à turbulência, e não porque havia uma comissária entre ele e o banheiro, bloqueando seu caminho, mas Tomás estava sendo forçado a ficar quieto devido à chantagem de César. Claro, ele cultivava um pouco de maconha. Sabia que era ilegal cultivar em casa naquela quantidade, mesmo que não devesse ser. Era uma maneira de tomar uma posição contra a hipocrisia do governo. Mas infelizmente, César tinha usado suas conexões para mandar um de seus capangas invadir sua casa e expor seu crime. Claro, isso era um crime por si só, mas César sairia impune de qualquer perseguição. Era assim que o governo funcionava. Caras como César sempre se safavam. César tinha colocado a mão na garganta de Tomás, e ele não teve escolha a não ser ceder.

Se ele pudesse apenas falar com Mari e explicar o que César tinha feito, o que César estava fazendo para mantê-lo no assento como um otário... se pudesse apenas falar com ela, ela entenderia totalmente. Ele confiava nela, mas ela tinha um temperamento forte, e se ela achasse que ele a tinha abandonado, ele não sabia o que ela faria. César já tinha inspirado algo estranho nela. Tomás não queria tentar mais o destino.

Um flash de insight veio a ele. Ela ainda estava com o celular. Se ele mandasse uma mensagem explicando, isso poderia cortar as pernas de César. Rapidamente, ele pegou o celular e mandou uma mensagem em pânico para a esposa.

*"Ele tá me chantageando, Mari. Ele sabe da estufa. É por isso que eu não posso ir aí. Não fica brava, por favor."*

Ele enviou a mensagem e ficou batucando os dedos, esperando desesperadamente por uma resposta. Um minuto ou dois depois, seu celular apitou com uma resposta. Ele rapidamente abriu. E quando viu o que foi enviado, seu queixo caiu.

O que ele recebeu foi uma foto. Uma foto de sua esposa... de joelhos... de topless... chupando uma rola absolutamente colossal. A foto foi tirada de cima, por César, sem dúvida. As mãos dele estavam apertando grosseiramente os seios enormes de Mari, imergindo-se na maciez deles. Ele os empurrava juntos, envolvendo-os em torno de seu pau maciço, formando a cavidade macia e perfeita para uma "espanhola". O decote dela estava coberto de umidade enquanto engolia a maior parte do tronco grosso de César. Mas, o pau dele era tão longo que emergia do topo do decote dela, longo o suficiente para alcançar a boca dela, longo o suficiente para ela envolver seus lábios carnudos em volta da cabeça e dar prazer com sua boca casada.

Tomás quase desmaiou. Então leu a legenda, digitada sem dúvida por César.

*"Tarde demais, amigão. Te disse que a vadia tinha uma queda por mim. Mas você devia sentir orgulho. As tetas enormes da sua mulher são ótimas em volta do meu pau. Vou gozar em cima delas. Fazer a cadela ser minha de vez."*

Tomás não sabia o que fazer. Era tarde demais. Sua esposa tinha caído vítima do sedutor astuto, e Tomás não tinha feito nada para protegê-la.

Ele nunca tinha se sentido tão humilhado.

**

César nunca tinha se sentido melhor.

Às vezes na vida, você só tem que saborear os presentes que recebe. E César... como sempre, estava saboreando.

Ele vivia para cenários como este, por muitas, muitas razões. Primeiramente, ele ADORAVA foder esposas de outros homens. Era um deleite sublime roubar a cônjuge de outro homem, seduzi-la, convertê-la de uma esposa "alternativa" e amorosa em seu pedaço de carne pessoal. Apenas invadindo a vida de outro homem de maneira tão brutal, roubando o que é mais precioso para ele, simplesmente por sexo quente e sujo. Sexo com uma esposa gostosa enquanto o pobre coitado do marido fica sentado, congelado, deixando isso acontecer.

Em seguida, ele amava mostrar a vadias arrogantes como ela o seu lugar, atravessando toda a bobagem militante com que elas enchiam a cabeça para desembrulhar a puta por baixo. Hoje de manhã, essa gostosinha estava num protesto na Esplanada com o marido, gritando palavras de ordem sobre qualquer pauta identitária que estivessem defendendo. E agora, ela está de joelhos num banheiro de avião, chupando agressivamente o pau de um dos agentes mais conectados e corruptos do governo. Ele estava provando de todas as maneiras o quanto ela era uma fraude. Em sua tentativa de sedução, ela tinha jogado o casamento e suas opiniões políticas fortes na cara dele, e tudo isso caiu por terra assim que ela ficou cara a cara com o pau gigante dele. E agora, ela estava mostrando a ele o que ela realmente era, o que sempre foi por trás da fachada.

Uma puta completa.

Essas eram duas das razões pelas quais César estava saboreando o momento com um sorriso presunçoso no rosto. Mas havia uma terceira, e honestamente, poderia ser a coisa mais importante.

César simplesmente amava um par de peitos enormes.

Mari podia ter falhas em certas áreas na mente dele, mas certamente não tinha falhas onde contava. Enquanto César fodia as tetas maciças dela, dava a ele uma emoção extra saber que o marido frouxo dela nunca tinha experimentado esse ato vindo dela. Mas ela estava dando para César, e ele, como um verdadeiro macho estava dando àquela fantástica espécime de fêmea uma pica de verdade. No entanto ele simplesmente se cansou de fuder aquele belo par de tetas. Entediou-se e ordenou:

- De pé puta - o agente ordenou como se fosse para um subordinado de baixa patente.

Mariana ficou ali, parada, nua em pelo na frente de César. Ela sentiu um arrepio percorrer o corpo, não pelo ar condicionado gelado da cabine apertada, mas pelo olhar predatório dele varrendo cada centímetro de sua pele exposta.

César olhou para o corpo nu dela. Era perfeito. Um corpo jovem, firme, "natural", intocado por cirurgias ou academias gourmet, apenas genética pura e tofu. Um corpo feito para ser usado.

— Vira de frente — César comandou, a voz rouca, sem tirar os olhos da carne dela.

Mari obedeceu, girando nos calcanhares descalços. Ela estava completamente exposta agora. Sem sutiã de renda, sem calcinha fio-dental, sem ideologias, sem discurso político. Apenas carne. César sorriu. O triângulo de pelos pubianos dela era aparado, mas natural, nada daquelas depilações totais de atriz pornô que ele via por aí. Era uma buceta de mulher de verdade, uma buceta "retrô", combinando com a vibe dela. Mas os lábios vaginais... ah, eles estavam inchados, vermelhos e brilhando de umidade. Ela estava pingando.

— Olha pra você... — César murmurou, balançando a cabeça em apreciação zombeteira. — A grande revolucionária. A mulher que ia derrubar o patriarcado. E olha pra você agora. Pelada num banheiro de avião, pingando de tesão por um velho reacionário da ABIN. Se seus amiguinhos do centro acadêmico te vissem agora...

— Eles não iam entender — Mari sussurrou, a voz trêmula, os mamilos duros apontando para ele como acusações.

— Claro que não iam. Eles são frouxos. Eles não sabem o que fazer com uma mulher como você — César disse. Ele estendeu a mão e agarrou um dos peitos maciços dela, apertando com força, vendo a carne branca ceder e mudar de forma entre seus dedos grossos. — Isso aqui é corpo de mulher que precisa de dono. Olha esses quadris largos... feitos pra parir. Feitos pra segurar um homem enquanto ele te enche de leite.

Mari gemeu alto quando ele beliscou o bico do peito dela.

— De joelhos — César disse. Não foi um pedido.

Mari afundou até os joelhos sem hesitar. O chão do banheiro não era o lugar mais limpo do mundo, mas ela não se importava. Nada importava além do pau grosso que balançava na frente do rosto dela, na altura dos olhos.

— Abre a boca — César ordenou.

Mari abriu, a língua saindo para umedecer os lábios secos. César não esperou. Ele segurou a nuca dela com uma mão, dedos entrelaçados no cabelo castanho, e com a outra guiou seu pau de volta para o lar. Ele empurrou os quadris para frente, deslizando a cabeça do pau para dentro da boca quente e acolhedora dela.

Desta vez, não houve gentileza. Não houve "test drive". César queria foder a cara dela. Ele começou a bombear os quadris, metendo o pau na boca dela num ritmo constante e brutal.

— *Guh... gluk...* — Mari engasgava, as mãos agarrando as coxas dele para se firmar.

— Isso. Aceita tudo. Engole sua convicção — César grunhiu, olhando para baixo. A visão era espetacular. Os peitos enormes dela balançavam livremente a cada estocada que ele dava na garganta dela, batendo um contra o outro, batendo contra o peito dela. Era um show hipnótico de carne e submissão.

Ele aumentou o ritmo, batendo as bolas contra o queixo dela. *Pla, pla, pla*. O som de pele batendo na pele se misturava com os sons molhados da sucção dela e os gemidos abafados pelo pau dele.

Mari estava no limite. O cheiro dele — almíscar, suor caro e sexo — enchia o nariz dela. O gosto dele enchia a boca dela. Ela sentia as veias do pau dele pulsando contra a língua. Ela se sentiu... preenchida. Útil. Pela primeira vez na vida, ela não tinha que pensar. Não tinha que debater. Não tinha que fingir ser inteligente ou engajada. Ela só tinha que ser um buraco quente para esse homem poderoso. E Deus, como isso era libertador.

César puxou o cabelo dela com força, forçando-a a olhar para cima, o pau ainda fundo na garganta dela, fazendo-a lacrimejar.

— Você gosta disso, não gosta, vadia? Gosta de ser usada como um mictório pro meu prazer? — ele provocou.

Mari não conseguia falar, então ela fez a única coisa que podia. Ela olhou nos olhos dele, aquelas poças de água e luxúria por trás dos óculos, e assentiu freneticamente, gemendo em volta do pau dele, apertando a sucção.

— Eu sabia — César riu, cruel. — Agora, vamos ver se essa buceta casada é tão apertada quanto parece.

Ele puxou o pau da boca dela com um som de sucção alto, deixando um fio de saliva pendurado entre a glande e os lábios dela. Mari ofegou, o ar entrando nos pulmões, o peito subindo e descendo, fazendo os seios dançarem.

— Levanta e vira de costas — César comandou, girando-a como uma boneca. Ele queria ver aquela bunda empinada de novo. Ele queria abrir aquelas bochechas brancas e ver a cor de rosa lá dentro.

Mari levantou-se e virou-se, apoiando as mãos na parede fria do banheiro, empinando a bunda para ele. Ela olhou por cima do ombro, a expressão uma mistura de medo e desejo insano.

César se posicionou atrás dela. Ele colocou a mão na bunda dela, abrindo as nádegas, expondo a buceta molhada e o cu apertadinho.

— Tomás, aquele corno manso, tá lá fora sentado, morrendo de medo, enquanto eu tô aqui prestes a estrear a esposa dele de verdade — César sussurrou no ouvido dela, mordendo o lóbulo da orelha. — Ele nunca te fodeu assim, fodeu? Ele nunca te pegou de jeito, te dobrou e te usou como se você fosse propriedade dele. Mas eu vou. Eu vou te marcar, Mariana. Quando você sair desse banheiro, você vai andar diferente. Você vai sentar diferente. E toda vez que você olhar pro seu marido, você vai lembrar do meu pau rasgando você por dentro.

Mari gemeu, as pernas tremendo.

— Por favor... César... por favor... — ela implorou, sem saber se estava pedindo para ele parar ou para ele enfiar logo.

— "Por favor" o quê? — ele perguntou, esfregando a cabeça do pau na fenda molhada dela, provocando, espalhando os sucos dela na cabeça da rola. — Diz o que você quer, sua puta esquerdista. Diz o que você quer que o "Homem" faça com você.

— Me fode... — Mari choramingou. — Me fode com força. Me enche.

— Com prazer — César rosnou.

E com um empurrão brutal de seus quadris, César enterrou seu pau grosso até o talo na buceta apertada e da jovem esposa, fazendo-a gritar um som abafado que morreu nas paredes do banheiro, selando o destino dela como a nova puta favorita da ABIN.

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