Ele tirou a piroca maldosamente de sua buceta e a virou pra ele.
Ela girou de volta, encarando-o, agora expondo sua buceta nua aos olhos dele. Ela estava quase toda despida, exceto por uma trilha de pelos fina e sexy, estilo *landing strip*. A buceta dela era perfeita, parecendo pequena e apertada, quase intocada. Os olhos dele subiram pelo corpo dela, passando pela barriga sarada de yoga, pelos picos montanhosos de seus seios gigantes, até os olhos famintos e expectantes.
— Vou deixar a escolha com você — César começou, recostando-se levemente, seu pau imponente apontando direto para ela como uma acusação. — Você pode sair agora, coloca sua roupa, volta pro maridinho frouxo, e eu não digo mais nada. Acabou, e seus votos estarão, bom... quase intactos. Ou... — ele começou, estendendo a mão, acariciando seu cano colossal lentamente, garantindo que a mente da jovem esposa estivesse pensando em apenas uma coisa. — Ou... você fica aqui, sobe a bordo da rola que você tá pensando desde que botou os olhos em mim, e tem o melhor sexo da sua vida.
Ele pausou, masturbando-se, hipnotizando a jovem esposa outrora inocente.
— Você pode continuar sendo uma esposa boazinha, doce e amorosa e nunca mais experimentar isso... — ele disse, balançando o pau para ela. — Ou, você fica aqui, e vira minha cadela!
— Ouviu isso, Mari? Minha cadela! — César disse, tentando quebrar qualquer resistência que restasse na esposa sobrecarregada. Ela respirava pesadamente, olhos colados no cassetete grosso dele. — Eu não vou ser bonzinho, não vou ser amoroso. Se essa merda importa pra você, pode voltar pro seu marido "desconstruído". Você vai ser só minha puta... nada mais. Você vai ser só um par de peitos grandes, uma bunda gostosa e uma boca ansiosa. É isso. Você vai ser minha cadela! Você vai viver pela minha aprovação. Vai ser devota a isso. E você vai amar. Você sabe que vai. Você quer ser subserviente a um homem. Você vai viver pra fazer o que eu mando, e a única recompensa que vai ter é quando eu usar seu corpo gostoso pra esvaziar meu saco. Qualquer prazer que você tiver é secundário ao meu. Você vai saber disso, e ainda vai amar. Eu posso te vestir como uma puta e te tratar como minha garçonete particular, e você ainda vai ficar de joelhos e engolir feliz cada gota da minha porra grossa. Eu vou te tratar como a safada suja que você é, e você vai beijar meu rosto e me chamar de "Papai".
Os olhos de Mari brilharam com isso, e sucos literalmente pingaram de sua buceta casada no chão do banheiro.
César adorava quebrar a mulher outrora orgulhosa. O pau dele estava latejando. E ela... ela estava ofegante de luxúria, seus seios enormes subindo e descendo. Ela claramente estava amando tanto quanto ele.
— Então, doçura... — César começou, salivando sobre a jovem mulher. — O que vai ser? Quer continuar sendo uma esposa amorosa, ou virar a cadela de um velho? O que você prefere ser? Qual de nós te trata do jeito que você quer? Qual de nós você gosta mais? O homem com quem você tá casada há anos, que ama e respeita você por ser a mulher jovem, independente e pensadora que você é... ou o cara que te conhece há duas horas e te tratou como a cadela dele desde o começo? Me diz, vadia... me diz! — César perguntou, partindo para o ataque.
Mari sabia que devia apenas ir embora. Essa era a oportunidade de acabar com tudo. Agora que ele estava expondo seus planos tão claramente, seus pensamentos sobre a vida, um pouco de luta surgiu na jovem esposa. Alguma clareza entrou no cérebro dela novamente enquanto ela lembrava de todas as coisas contra as quais lutava. Enquanto lembrava o quão fortemente ela mantinha seus ideais. Ela deveria achar as palavras do velho misógino completamente abomináveis. O fato de o pau dele ser enorme, perfeito e absolutamente chupável não devia mudar nada. Ela devia voltar para o homem que a amava e tentar reparar a fenda que esse velho causou. Ela devia dar um tapa na cara bonita e presunçosa do velho e sair pisando duro dali. Ela devia provar a ele que a visão dele sobre as mulheres era repulsiva, antiquada e falsa. Ela devia provar a ele o quão errado ele estava de uma vez por todas.
Mas ela não ia.
Com uma expressão de raiva no rosto, ela deu um passo à frente, colocando a mão fina no peito curtido de sol do homem mais velho, empurrando-o para trás. Mantendo o olhar dele com seu olhar furioso, ela montou nas coxas dele, sua buceta molhada e pingando pairando sobre o cano duro como rocha de César, a meros centímetros de distância. César sorriu arrogantemente enquanto ela se movia para a posição, fazendo-a falar.
— Eu só quero que você saiba que eu te acho nojento. Você é um porco machista! — ela cuspiu, seus peitos enormes e nus quase roçando o rosto de César.
— É mesmo? — César respondeu. Ela assentiu com um nojo mal contido.
— E o que vai acontecer aqui não prova nada. Não faz você estar certo! — ela disse, falando com raiva enquanto deixava ele levantar as mãos e deslizá-las para apertar sua bunda suculenta e madura, apertando as nádegas redondas com firmeza, repetidamente.
— E o que vai acontecer aqui? — ele perguntou, sabendo a resposta. Mari olhou de cima para baixo para esse velho ardiloso, o desgosto evidente em seu rosto.
— Eu vou foder até te deixar sem cérebro — ela disse simplesmente, enviando uma onda de choque pelo pau duro dele. Ele teve que se segurar para não tomá-la naquele momento e perder o controle. Ele simplesmente apertou a bunda quente dela e a deixou continuar. — Eu vou quicar na porra do seu pau grosso! Eu vou te dar um sexo melhor do que eu já dei pro meu marido. Eu vou te sufocar com meus peitos enormes enquanto eu monto no seu pau gordo com minha buceta casada e apertada!
Ele a empurrou levemente para baixo, esfregando a cabeça do pau gordo contra os lábios de sua buceta esperando, provocando-a. Em nenhum momento ela sequer considerou a ideia de fazê-lo usar camisinha. Não... o dele era um pau que você não encapava. O dele era um pau que você queria sentir na pele.
— E...? — ele perguntou, deslizando uma mão para cima para molestar um dos seios maciços.
— Eu vou deixar você fazer o que quiser comigo... porra... — ela suspirou, sentindo o pau enorme provocando sua entrada. Claramente, seu chamado "desgosto" por ele era amplamente superado por sua necessidade física dele. Ela queria pelo menos salvar algum tipo de vitória sobre ele, não deixando o fato de César tê-la seduzido com sucesso ficar como prova de que o estilo de vida dele estava correto e o dela muito errado, mesmo que ambos soubessem que esse era o caso. Mas César não ia deixar isso barato. Ele ia fazê-la gritar o quão errada ela estava.
— E?
— Vou te foder até você me fazer gritar. Vou te foder até eu esquecer do meu marido — ela acrescentou, os olhos vidrando de luxúria enquanto o pau enorme e as mãos grandes do homem mais velho trabalhavam seu corpo superestimulado. Ela estava tão cheia de energia. Seu corpo era um fio desencapado. Ela precisava de alívio.
Ela precisava de sexo quente.
— E? — César repetiu, a voz suave provocando-a. Suspirando levemente, ela moveu os lábios para a orelha dele.
— Vou deixar você me foder até me fazer sua cadela! — ela sussurrou com calor.
— E? — ele repetiu, a testa dela caindo contra o ombro áspero dele enquanto ele a provocava, o cabelo liso dela deslizando contra o peito dele, o prazer perto de dominá-la já.
— Se você me fizer gozar, eu vou ser sua cadela pra vida toda! — ela sussurrou.
— E? — ele repetiu uma última vez, tirando a mão do seio macio dela, curvando os dedos ao redor da base do tronco dele, descansando a outra mão no quadril dela. Sentindo o hálito quente dela contra o rosto, sentindo o suco da buceta dela vazando na ponta do pau poderoso dele, César estava pronto para dar o bote. Finalmente, ela encontrou forças para responder, para oferecer sua submissão completa.
— Se você me foder com força, eu te chamo de Papai — ela sussurrou, os lábios carnudos roçando a orelha dele. Um arrepio percorreu o agente do governo.
Era hora de fazer o que ele fazia de melhor.
— Beleza, vadia... — César rosnou. — Prepara pra virar minha cadela!
Com isso, César puxou a jovem mulher para baixo enquanto empurrava para cima, forçando a cabeça inchada de sua rola poderosa para dentro da buceta disposta, esperando e necessitada da mulher casada.
— AHHH! — ela gemeu, sentindo sua buceta apertada esticar ao redor do invasor carnudo. Ela empurrou a mão contra o peito dele, como se quisesse que ele fosse devagar, mas César era implacável, forçando metade de sua arma para dentro da buceta apertada da jovem mulher. Deus, essa mulher parecia tão apertada quanto uma virgem, César pensou, sentindo a buceta jovem e justa agarrando seu tronco.
O mundo de Mari estava mudando a cada centímetro de pau duro sendo forçado para dentro dela. Ela sabia que o pau dele era simplesmente enorme, mas nunca pareceu maior do que neste momento, esticando sua buceta casada e apertada, forçando-a a aceitar o invasor carnudo novamente, mas como se fosse a primeira vez novamente. Com uma pica dessas não se acostumava. E a buceta dela estava aceitando. Apesar do tamanho imenso, sua buceta estava dando as boas-vindas a ele lá dentro, esticando-se ao redor dele de uma maneira que Mari não achava possível, encharcando-o com seus sucos agora copiosos, lubrificando-o, ajudando-o em sua jornada até o fundo da mulher casada. O pau de César não pararia até estar completamente dentro dela, e a buceta dela faria o diabo para ajudá-lo a chegar lá.
Conforme mais pau era forçado para dentro dela, Mari só agora entendia verdadeiramente o que tinha perdido todos esses anos. Sentindo esse pau enorme dentro dela, sentindo sua buceta esticar para acomodá-lo, ela agora percebia o quão medíocres os esforços sexuais de Tomás sempre tinham sido. Ela achava que estaria contente com o tipo de sexo conjugal que compartilhava com o marido, mas César, usando a metade superior de seu pau, tinha mudado isso completamente. Ter sua buceta esticada, aberta ao redor de um pau poderoso como o de César, simplesmente parecia certo. Parecia perfeito. Estava satisfazendo um desejo que ela sempre sentiu, mas nunca pôde realmente admitir.
— Aguenta, cachorra! — César grunhiu, empurrando-a para baixo, querendo que ela recebesse mais do pau dele dentro dela. Ela se contorceu e flexionou, angulando-se para receber mais do pau poderoso de César. Enquanto o suco copioso da buceta de Mari escorria pelo tronco dele, mais do cano duro de César deslizava para dentro dela. Era quase desumano, Mari pensou, imaginando como seu corpo podia aguentar tanto pau. Ela não sabia como poderia caber, mas cabia, e de alguma forma, ela apenas sabia que podia aguentar mais. Podia aguentar a coisa toda.
Mari estava começando a perceber que tinha sido feita para pau grande.
César era cada grama o homem insensível que tinha retratado, seus braços brutos empurrando-a para baixo, fazendo a jovem esposa receber seu pau duro e latejante, sem aliviar. Mari estava fazendo o seu melhor, ofegante, encontrando espaço para a arma poderosa de César. Mas César estava empurrando-a além de seus limites num ritmo implacável.
Metade do pau entrou... depois três quartos. Ela aguentava, César sabia, e ela ia aguentar.
— Por favor... — ela sussurrou quando o pau trabalhando seu caminho para dentro dela parecia não poder ir mais longe. — Vai devagar... por favor! — ela implorou inocentemente. Mas César não se comoveu com o sussurro gentil dela. Ele era um homem frio, muito frio. Então, preparando-se, ele a puxou para baixo com brutalidade, empurrando para cima da mesma maneira implacável, forçando o comprimento restante de seu pau duro todo para dentro dela, até as bolas.
*TCLACK!*
— Ah... — ela grunhiu quando a tora grossa de César expulsou o ar de seus pulmões. Seus olhos se arregalaram e sua boca ficou aberta, grunhindo e gritando silenciosamente enquanto tentava se acostumar com o pau duro dentro dela. César se moeu contra ela, girando o pau dentro da buceta da mulher casada, apreciando a maneira como a boceta apertada de Mari agarrava sua carne, apertando com força, mostrando ao membro o quanto sua xota amava aquilo.
A cabeça de Mari caiu no ombro dele, lidando com a sensação do pau gordo esticando sua bocetinha apertada. Ela não sabia como tinha aguentado uma arma tão colossal. Era tão grande que quase parecia entalado dentro dela.
César a manteve no lugar, seu pau latejante totalmente dentro da buceta dela. Ele queria que ela reunisse forças. Queria ver a reação dela. Queria ouvi-la gritar.
Ele estaria certo? César assistiria a jovem mulher cair presa de seus encantos suaves e pau enorme, ou seria demais para ela? Ela gritaria de prazer ou gritaria por misericórdia?
Finalmente, a jovem mulher casada se afastou de César, esfregou os quadris nele, deixou a cabeça cair para trás e tornou seus verdadeiros sentimentos conhecidos.
— Ah, caralho, sim! — Mari gritou, as mãos agarrando o pescoço curtido do homem mais velho. — Você é tão enorme, porra! A sensação é incrível! — ela gemeu, apertando a buceta ao redor do tronco grosso dele.
O pau dele nunca pareceu tanto uma arma de pura maldade quanto neste momento. Porque todo o decoro, todos os pensamentos puros que antes ocupavam a mente dela pareciam desaparecer. O pau de César estava mudando-a, distorcendo sua mente jovem quanto mais tempo ficava dentro dela. Todas as coisas que importavam para ela antes pareciam muito menos importantes. Seu marido, seu casamento, suas crenças políticas e sociais. Tudo o que importava era o pau duro dentro dela. Tudo o que importava era garantir que aquele pau maciço tivesse o prazer de que precisava. Tudo o que importava era a sensação de se sentir cheia, preenchida até a borda com rola. Era uma sensação que ela nunca soube que podia ser tão boa, e agora que estava sentindo, não sabia se conseguiria abrir mão.
Ou se algum dia iria querer.
— Você gosta disso, vadia? — César grunhiu, moendo-se nela, a buceta apertada da mulher casada parecendo incrível ao redor de seu pau duro. Fazia muito tempo desde que ele fodia uma buceta tão justa.
— Ai meu Deus! Eu amo! — ela gritou, mordendo o lábio de prazer enquanto se esfregava em César. — Ohhh, caralho!
— Você ama esse pau? — César perguntou, movendo as mãos de volta para os enormes seios casados dela, apertando-os com força.
— Sim! SIM! Eu amo esse pau! Eu amo a porra do seu pau! É o melhor pau que eu já vi! — Mari gritou, olhos fechados de prazer.
— Melhor do que o que seu maridinho tem no meio das pernas? — César perguntou, beliscando os mamilos da jovem mulher. Ela estufou o peito, garantindo que as palmas masculinas dele estivessem transbordando com suas tetas enormes e casadas.
— Deus, sim! Muito maior! E melhor! Puta que pariu, sim! — Mari gritou.
— Então o que você tá esperando? — César perguntou, deslizando uma mão para baixo para dar um tapa na bunda da mulher casada. — Me fode, vadia!
Mari olhou para o homem mais velho, encarando aquele rosto arrogante. Seus olhos brilharam com uma combinação de ódio e luxúria enquanto ela se inclinava para frente, empurrando seus seios enormes contra o rosto de César. Ela se ergueu, deslizando todo o caminho para cima até que apenas a cabeça grossa do pênis de César permanecesse dentro dela, antes de se soltar de volta para baixo.
— Ugh, porra! — Mari grunhiu, sua bunda batendo nas coxas de César.
— Mais rápido, cachorra! — César comandou, o rosto na posição privilegiada, sufocado entre os melões maciços dela.
Ele estalou a bunda dela novamente, estimulando-a a agir. A mulher casada se levantou novamente antes de cair de volta, começando a trabalhar num ritmo consistente, fodendo o agente corrupto do governo.
— Ai meu Deus, é tão bom! Me fode, Mestre! Me fode! — Mari gemeu em reverência, recebendo o pau enorme em sua buceta apertada repetidamente. César recostou-se e sorriu, gostando de ver a mulher casada fazendo o trabalho de dar prazer a ele. Gostando que ela estivesse começando a ver o seu lugar.
Tomás não estava nem de longe tão confortável. Ele estava tenso, os olhos fixos no banheiro, esperando por qualquer sinal de vida. Ele esperava contra a esperança que talvez, apenas talvez, eles estivessem lá dentro por tanto tempo porque Mari estava realmente dando uma bronca nele, mandando César e seu estilo de vida à merda de uma vez por todas. Enfrentando o homem mais velho e bruto de uma maneira que Tomás não conseguia.
No fundo, ele sabia que não podia ser esse o caso. Ele tinha visto evidências do contrário, vendo uma foto dela inalando o pau enorme de outro homem. Mas... talvez aquilo fosse um truque de alguma forma. Uma enganação. Talvez ela tivesse mudado de ideia, se afastado e colocado aquele babaca em seu lugar.
Mas o jovem marido estava achando a espera insuportável. A comissária ainda bloqueava o caminho entre ele e o banheiro, mas Tomás estava tentado a simplesmente mandar tudo se foder, passar por ela e escancarar a porta daquele banheiro, e aceitar quaisquer consequências que surgissem. Seus dedos brincavam com o cinto de segurança, prontos para soltá-lo e levantar, quando de repente, do banheiro...
— Ah, caralho, sim! — Mari gemeu alto, a voz viajando por toda a cabine. — Seu pau é muito maior que o do meu marido, Mestre! É tão gostoso na minha buceta casada!
Tomás congelou no lugar ao ouvir seu casamento desmoronando, ao ouvir sua esposa gemer em apreciação pelo dote impressionante de outro homem. Se seu mundo já não tivesse sido destruído, isso tornou oficial. Sua esposa estava fazendo sexo com outro homem, e ele tinha sido forçado a permitir isso. Ele tinha dado à esposa a oportunidade de trair e ela tinha agarrado a possibilidade com avidez. E agora, ela estava entrando para o clube das alturas com esse bully misógino. Esse filho da puta que tinha chantageado Tomás e intimidado sua esposa sexy, destruindo seus ideais, compartilhando suas crenças antiquadas e se expondo a ela. E funcionou! Aquele dinossauro de alguma forma tinha desbloqueado algo em sua esposa com suas técnicas de sedução ridículas, e agora, ele estava comendo a esposa sexy de Tomás no banheiro do avião enquanto Tomás apenas ficava sentado lá como um otário.
E a pior coisa, a coisa que ficaria com ele tanto tempo quanto a traição da esposa e seu fracasso como marido... todos os outros podiam ouvir sua esposa gemendo de prazer. Todos os outros sabiam exatamente o que estava acontecendo no banheiro. Todos sabiam que uma mulher estava transando com um homem que não era seu marido. Ela estava fodendo um homem com um pau enorme. Nenhum deles sabia se o marido do outro lado daquilo estava no avião ou não. E as comissárias... Tomás pensou que, no mínimo, elas se moveriam para acabar com isso. Para parar o casal copulando no banheiro e mandá-los de volta aos assentos. Mas não, elas não fizeram isso. A reação delas foi muito mais angustiante.
Elas riram.
Houve olhares compartilhados e sorrisos cúmplices. Elas não se importavam que um casamento estivesse sendo destruído. Para elas, o sexo ilícito e adúltero acontecendo no banheiro era entretenimento de bordo num voo chato cruzando o país. Elas não pararam o que estava acontecendo. Apenas ficaram ouvindo.
Os outros passageiros não eram melhores. Ninguém reclamou. Era como se todos estivessem na mesma página, compartilhando um segredo, enquanto todos ouviam o sexo quente ocorrendo no banheiro, sem se importar com as consequências.
Tomás estava completamente sozinho.
Enquanto Tomás sentava sozinho, ouvindo seu mundo desmoronar, as coisas estavam indo um pouco melhor para César. Ele estava sentado no banheiro enquanto Mari montava vigorosamente em seu pau duro, o membro maciço agora deslizando suavemente para dentro e para fora da buceta apertada da mulher casada. Os seios maciços e suados dela deslizavam contra o rosto do confiante agente do governo, e ele sorria largamente enquanto esfregava o rosto nos montes maciços e lisos de carne que ela estava dando a ele. Ele estendeu as mãos para agarrá-los, apertando a carne macia com força, guiando os mamilos para sua boca, permitindo-lhe morder o mamilo da mulher casada.
— Ahhhh! Caralho, sim! — Mari gritou, a bunda rolando suavemente enquanto montava no pau duro do agente da ABIN, às vezes montando todo o comprimento, às vezes apenas rebolando no colo dele. Ela estava totalmente comprometida com o sexo adúltero a essa altura, não mostrando mais hesitação, nem delicadeza. Não, ela estava montando no pau gordo com força, como uma verdadeira puta, de maneira nada "dama", cravando-se na carne endurecida e curtida do homem mais velho. — Porra, porra, porra, caralho sim! Me fode, Mestre! SIM!
César esfregou o rosto nos seios maciços da mulher casada, saboreando a maciez, mas por mais que gostasse de deixar a putinha casada fazer todo o trabalho, não seria até ele assumir o controle que essa cadela aceitaria verdadeiramente seu lugar. Então, relutantemente, ele tirou as mãos dos peitos enormes dela, descendo-as para os quadris lisos, os quais agarrou com brutalidade. Ele então começou a impulsionar-se para cima, suas estocadas poderosas fazendo seu corpo bater contra o de Mari.
— OH! — ela latiu de prazer, o pau dele entrando nela ainda mais brutalmente do que antes. César mostrou uma força impressionante, jogando a jovem esposa contra si enquanto estocava para cima, os corpos batendo juntos violentamente. Seu pau enorme e inchado agora deslizava facilmente para dentro e para fora da buceta apertada e espremedora dela, e agora estava coberto com os sucos dela. Como uma peça de maquinaria suave, o pau dele pistoneava para dentro e para fora da buceta justa da mulher casada, entra e sai, entra e sai, repetidamente, sem parar, sem desacelerar. E a buceta dela estava claramente amando esse tratamento, apertando o pau duro dele a cada bombeada, agarrando-o com força, tentando segurá-lo lá dentro toda vez que tentava deixar seus confins sedosos. As bolas pesadas e inchadas dele batiam contra a jovem mulher enquanto ele a perfurava.
***
Continua!