O Diabo Veste Branco

Um conto erótico de Deise Sandstorm
Categoria: Trans
Contém 6654 palavras
Data: 04/01/2026 13:54:14
Assuntos: Lésbica, Oral, Trans, Travesti

Jasmine pisou no limiar da casa da família com o peso de uma bagagem que ia além das malas arrastadas pelo chão de madeira rangente. Ela retornava ao ninho que havia deixado, impulsionada por uma discussão que ecoava como um eco amargo em sua mente. Rafaele, com sua intensidade flamejante, havia transformado o que era amor em uma sucessão de acusações afiadas, deixando Jasmine com o coração em farrapos e a necessidade urgente de um refúgio.

A casa estava silenciosa, um contraste bem-vindo ao caos que ela deixara. Sua mãe e irmã, tomadas de surpresa pela chegada inesperada, haviam saído às pressas para o supermercado, murmurando promessas de um jantar reconfortante ao anoitecer. Sozinha no antigo quarto, Jasmine deixou as malas caírem ao lado da cama desfeita; o ar carregado pelo calor úmido de uma tarde de janeiro se infiltrava pelas janelas entreabertas. O sol filtrava-se em raios preguiçosos, enquanto ela começava a desfazer as malas, peça por peça, como se pudesse desmontar também os fragmentos de seu relacionamento fracassado.

Rafaele. O nome pairava em seus pensamentos como um perfume persistente, misturado a memórias de noites entrelaçadas e promessas desfeitas. Por que tudo havia desmoronado? As brigas, as inseguranças, o fogo que consumia em vez de aquecer. Jasmine sentou-se na beira da cama, os dedos traçando distraídos o zíper de uma bolsa. Ela se perguntou se haveria volta ou se aquilo era o fim inevitável de algo que queimara rápido demais.

O toque da campainha cortou o silêncio, ecoando pela casa vazia como um chamado inesperado.

Jasmine ergueu o olhar, surpresa com a interrupção, e desceu as escadas com passos leves, os pés descalços tocando o piso fresco em contraste com o calor que impregnava o ar. A campainha insistiu uma segunda vez, suave, mas decidida, como se quem estivesse do lado de fora hesitasse em perturbar demais.

Ao abrir a porta, o sol da tarde invadiu o hall em uma golfada dourada, delineando a silhueta de uma jovem que ela nunca vira antes. Uma garota loira, de cabelos longos presos em um rabo de cavalo que balançava suavemente, os olhos de um verde claro que se arregalaram por um instante ao encontrar os dela.

— Oi... — disse a visitante, a voz hesitante, um sorriso educado curvando os lábios. — Desculpa incomodar. A Caroline tá em casa?

Jasmine inclinou ligeiramente a cabeça, observando-a com curiosidade. A garota vestia uma camisetinha rosa que deixava à mostra uma faixa sutil de pele bronzeada na barriga e uma saia plissada branca que dançava levemente na brisa quente.

— Não, ela saiu com a minha mãe pro supermercado — respondeu Jasmine, a voz calma, quase acolhedora. — Mas devem voltar logo. Eu sou a Jasmine, irmã da Carol.

Os olhos verdes piscaram, como se tentassem encaixar a informação.

— Ah, prazer! Eu sou a Juliene — disse ela, estendendo a mão com um gesto natural. — Amiga da Carol da faculdade. A gente combinou de estudar juntas hoje, mas ela não respondeu as mensagens... Achei que tinha esquecido de me avisar que saiu.

Jasmine apertou a mão oferecida, sentindo a pele morna e macia.

— Elas saíram correndo quando eu cheguei de surpresa — explicou, com um meio sorriso. — Entre, se quiser esperar. Não deve demorar muito, e aqui dentro tá mais fresco que na rua.

Juliene hesitou por um segundo, olhando para dentro da casa como se avaliasse o convite, depois assentiu com um sorriso mais aberto.

— Tá bem, obrigada.

Ela atravessou o limiar, a saia plissada roçando suavemente nas coxas enquanto entrava; o perfume leve de algo floral a acompanhando. Jasmine fechou a porta atrás delas, o clique suave marcando o início de uma espera que, de repente, não parecia mais tão solitária.

Jasmine conduziu Juliene até a cozinha.

— Quer algo pra beber? — perguntou, abrindo a geladeira com um gesto casual. — Tem água gelada, suco de laranja...

— Água gelada tá ótimo, obrigada — respondeu Juliene, apoiando-se levemente no balcão, o rabo de cavalo loiro balançando ao virar a cabeça para observar a casa ao redor.

Jasmine entregou-lhe um copo alto e tomou um gole do seu próprio antes de indicar as escadas.

— Eu tava desfazendo as malas lá em cima. Se não se importar, posso continuar enquanto a gente conversa? A Carol deve chegar a qualquer momento.

— Claro, sem problema — disse Juliene, com um sorriso fácil.

Elas subiram juntas, o som suave dos passos ecoando no corredor. O quarto de Jasmine permanecia como um portal para o passado; pôsteres desbotados nas paredes, uma cama de solteiro com lençóis floridos, a janela aberta deixando entrar a brisa morna da tarde. Jasmine sentou-se no chão ao lado da mala aberta, enquanto Juliene se acomodava na beira da cama, cruzando as pernas com naturalidade, a saia plissada acomodando-se sobre as coxas bronzeadas.

— Então... você mora onde agora? — começou Juliene, os olhos verdes brilhando de curiosidade genuína.

— Em um apartamento na capital — respondeu Jasmine, dobrando uma blusa com movimentos lentos. — Dividia com a minha namorada, mas... as coisas complicaram um pouco.

— Ah, entendi. Quanto tempo você ficou fora?

— Uns três anos. Saí logo depois do ensino médio.

Jasmine tirou um jeans da mala, sacudindo-o antes de pendurar no cabide. Sentia o olhar de Juliene acompanhando-a, não de forma invasiva, mas atenta, quase divertida. Havia algo naquele jeito direto, sem rodeios, que a agradava — uma leveza que contrastava com as conversas carregadas que tivera com Rafaele nos últimos tempos.

— E agora? Vai ficar quanto tempo aqui? — continuou Juliene, inclinando-se um pouco para a frente, os cotovelos apoiados nas coxas.

— Não sei ao certo — Jasmine deu de ombros, um sorriso sutil nos lábios. — Algumas semanas, talvez mais. Depende.

Ela percebeu que Juliene a observava com uma intensidade discreta, os olhos percorrendo o contorno dos ombros, o movimento dos braços ao guardar as roupas. Não era um olhar tímido; havia ali uma pitada de ousadia, como quem avalia e aprecia sem pudor. E Jasmine, por sua vez, deixava que seu próprio olhar se demorasse na curva do pescoço dela, na forma como a camisetinha rosa se ajustava ao corpo esguio.

Ao erguer outra peça da mala, Jasmine puxou um biquíni branco, minúsculo, de tecido fino e laços delicados. Segurou-o por um instante entre os dedos, como se decidisse onde guardá-lo, antes de colocá-lo sobre a cama.

Juliene ergueu uma sobrancelha, o sorriso ganhando um tom malicioso.

— Esse aí... te cai bem, né? — perguntou, a voz baixa, quase conspiratória. — A Carol já me mostrou umas fotos antigas.

O ar no quarto pareceu ficar um grau mais quente. Jasmine sustentou o olhar dela, sem surpresa, apenas com uma centelha de interesse que se acendia devagar.

Jasmine sentiu um leve calor subir às faces ao ouvir as palavras de Juliene, uma surpresa que não era exatamente desaprovação, mas algo mais próximo de um rubor inesperado.

— A Carol e a boca grande dela… — murmurou, com um sorriso constrangido, os olhos baixando por um instante para as roupas espalhadas no chão.

Juliene deu uma risada leve, sem qualquer traço de malícia ou julgamento, apenas uma descontração natural.

— Ela sempre fala de você com orgulho — disse, inclinando a cabeça, o rabo de cavalo loiro escorregando sobre o ombro. — E, bom… ela me contou que você é trans. Não foi fofoca, não. Foi só… contexto, sabe? Eu perguntei quem era a irmã linda das fotos antigas.

Jasmine ergueu o olhar, ainda com aquele leve constrangimento dançando nas feições, os lábios entreabertos como se buscasse as palavras certas. Não era segredo na família, claro, mas ouvir assim, tão direto, de alguém que mal conhecia, a desarmava um pouco.

— Eu imaginava que você fosse bonita — continuou Juliene, a voz baixa, sincera, os olhos verdes fixos nos dela sem desviar. — Mas não tão bonita assim. De verdade.

O silêncio que se seguiu foi breve, mas carregado de algo novo, uma eletricidade sutil que pairava no ar quente da tarde. Jasmine sentiu o coração bater um pouco mais rápido, não de medo, mas de uma curiosidade que começava a se misturar ao interesse que já nutria pela garota à sua frente — aquela forma tão livre de falar, de olhar, de ser.

Juliene pegou o biquíni, sem pedir permissão, segurando-o contra a luz da janela.

— E então? Esse aqui te cai bem mesmo? — perguntou, com um sorriso travesso. — Porque os lagos aqui estão uma delícia nessa época. Água morna, sol o dia todo… A gente podia combinar de ir, enquanto você tá na cidade.

Jasmine observou-a mais detidamente agora; o jeito como a camisetinha rosa subia ligeiramente ao erguer os braços, a pele, as coxas cruzadas com uma elegância casual sob a saia plissada. Havia uma leveza ali, uma confiança despretensiosa que a atraía como uma brisa fresca naquela tarde abafada.

— Você é quem deve ficar bem de biquíni — retrucou Jasmine, por fim, a voz ganhando um tom brincalhão, quase desafiador, enquanto um sorriso mais aberto escapava de seus lábios.

Juliene riu, um som claro e genuíno que ecoou pelo quarto.

— Duvido muito — disse ela, os olhos verdes percorrendo Jasmine devagar, demoradamente, dos cabelos negros que caíam sobre os ombros até a curva sutil do colo sob a blusa de alcinha, depois voltando a encontrar seu olhar. — Mas sabe de uma coisa?

Ela se inclinou um pouco para a frente, o sorriso ainda nos lábios, a voz baixando num tom quase confidencial.

— Experimenta, me deixa ver como fica em você.

Jasmine congelou por um instante. Um rubor mais intenso subiu-lhe às faces, e ela baixou o olhar, mordendo de leve o lábio inferior.

— Você... tá falando sério? — perguntou, a voz saindo num sussurro entre o espanto e a diversão.

Juliene inclinou a cabeça, o sorriso travesso alargando-se, os olhos verdes brilhando com uma malícia leve e convidativa.

— Claro que tô. Não é nada demais, vai. Eu sou praticamente da família — disse ela, dando uma risadinha descontraída. — Melhor amiga da Carol desde o primeiro período. Se ela confia em mim pra tudo, você também pode. Além do mais... a gente podia ser amigas, né? E amigas não têm segredos bobos.

Jasmine sentiu um calor diferente percorrer o corpo — não só o da tarde abafada, mas algo mais profundo, um impulso que a puxava para atender aquele pedido ousado. A ideia a atraía; a ousadia de Juliene, o jeito como ela falava sem filtros, como se o mundo fosse um playground sem consequências. Mas a razão sussurrava ao fundo; a mãe e Caroline podiam chegar a qualquer momento, com sacolas farfalhando e vozes ecoando pela casa.

Ela hesitou, os olhos passeando involuntariamente pelas formas de Juliene — a curva suave dos seios sob a camisetinha rosa, a cintura fina marcada pelo tecido, as coxas bronzeadas que a saia mal cobria. Era um desafio, sim, disfarçado de brincadeira. E Jasmine, mesmo sabendo que poderia se arrepender depois, decidiu aceitá-lo.

— Tá bom... mas é rapidinho mesmo — murmurou, pegando o biquíni das mãos dela com um sorriso tímido.

Juliene bateu palmas baixinho, animada.

— Isso! Vai lá.

Jasmine levantou-se, o coração batendo um pouco mais forte, e dirigiu-se à porta do banheiro, parte da suíte que fora seu refúgio de adolescência. Fechou-a atrás de si, encostando-se por um segundo à madeira fria. “Já tô me metendo em confusão”, pensou, enquanto despia o short jeans e a blusa de alcinha. O espelho devolveu sua imagem; a pele negra e brilhante, as curvas, o corpo que aprendera a amar. Vestiu primeiro a parte de baixo, ajustando os laços nas laterais, depois a superior, amarrando com dedos ligeiramente trêmulos. “Que loucura...”, repetiu mentalmente, mas o sorriso teimoso não saía dos lábios.

Do lado de fora, a voz de Juliene atravessou a porta, leve e divertida.

— Ano passado eu fui pro lago com uns amigos e, acredita, deixei o protetor solar escapar da mão bem no meio de um mergulho. Tive que mergulhar umas dez vezes até o fundo pra achar. Aprendi a lição; agora amarro tudo na boia!

Jasmine riu baixinho. Respirou fundo, girou a maçaneta e saiu.

O biquíni branco, minúsculo como era, abraçava seu corpo de forma provocante; o tecido fino realçando os seios fartos, os laços delicados nas laterais do quadril destacando a silhueta alta e feminina, os cabelos negros caindo em ondas sobre os ombros nus. Ela parou à porta do banheiro, as mãos instintivamente cruzadas à frente por um segundo, antes de deixá-las cair ao lado do corpo.

Juliene, sentada na beira da cama, ergueu o olhar devagar. Os olhos verdes percorreram-na de cima a baixo, sem pressa, sem disfarce; demoraram-se nos contornos dos seios, desceram pela linha da cintura, pelas coxas longas, voltando enfim ao rosto de Jasmine com uma admiração aberta, quase reverente. A boca entreabriu-se ligeiramente, como se fosse dizer algo, mas por um instante só houve silêncio — um silêncio quente, carregado de desejo evidente que faiscava naqueles olhos claros.

Jasmine permaneceu ali, de pé junto à porta do banheiro, o corpo alto e escultural delineado pelo biquíni branco como se tivesse sido feito sob medida para ela. Sentia o olhar de Juliene como uma carícia física, e isso despertava uma mistura de orgulho e divertimento que lhe aquecia o peito.

— E então? — perguntou, erguendo uma sobrancelha, a voz ganhando um tom leve e provocante. — Como eu fiquei?

Juliene não respondeu de imediato. Ficou apenas olhando, os lábios entreabertos, o peito subindo e descendo num ritmo um pouco mais rápido. Os olhos verdes pareciam incapazes de se decidir onde pousar primeiro. Um silêncio admirado preencheu o quarto.

Quando finalmente falou, a voz saiu baixa, quase sem fôlego:

— Você... não é justa com o resto do mundo, sabia?

Jasmine riu, um som suave e satisfeito, sentindo o orgulho inflar dentro dela como uma onda quente. Aquele olhar, tão aberto e sincero, era melhor do que qualquer elogio ensaiado.

Mas Juliene, após mais um segundo de contemplação, inclinou a cabeça com uma curiosidade nova nos olhos.

— Posso te perguntar uma coisa?

— Pode — respondeu Jasmine, ainda sorrindo.

— Como você... disfarça?

Jasmine piscou, confusa por um instante.

— Disfarça o quê?

Juliene sorriu, um sorriso malicioso e carinhoso ao mesmo tempo e, sem desviar o olhar, apontou discretamente com o indicador para o espaço entre as pernas de Jasmine.

O rubor voltou com força às faces de Jasmine. Ela deu uma risada nervosa, levando instintivamente a mão ao quadril, os dedos brincando com o laço lateral do biquíni.

— Ai, meu Deus... — murmurou, olhando para o lado como se a mãe ou Caroline pudessem surgir na porta a qualquer segundo. A imagem mental — ela ali, quase nua, com uma amiga da irmã, no meio da tarde — fez seu coração disparar. — Não muito bem, pra ser honesta.

Juliene se levantou da cama com leveza, aproximando-se devagar até ficar a poucos passos dela. O perfume leve pareceu intensificar-se.

— Dói? — perguntou, a voz baixa, genuinamente curiosa, os olhos ainda percorrendo-a com aquela admiração que não se escondia. — Quer dizer... disfarçar assim o tempo todo?

Jasmine sustentou o olhar, sentindo o ar entre elas ficar mais denso. A proximidade de Juliene — o jeito como a camisetinha rosa subia ligeiramente ao respirar, a pele bronzeada brilhando, os lábios entreabertos — fazia seu corpo reagir de formas que não podia ignorar.

— Normalmente não — respondeu, a voz mais rouca do que pretendia, um sorriso tímido curvando os lábios. — Mas... em certas situações, pode ficar meio incômodo.

Juliene ergueu uma sobrancelha, captando o duplo sentido imediatamente. Deu mais um passo.

— Eu não pretendo ser um incômodo — sussurrou, os olhos verdes faiscando com charme e provocação. — Pelo contrário.

Jasmine sentiu um arrepio percorrer a espinha. O olhar de Juliene, o tom da voz, o espaço mínimo entre elas... tudo conspirava para que o sangue corresse mais rápido. Sob o tecido fino do biquíni, seu pau começou a se avolumar, endurecendo devagar, pressionando contra o disfarce frágil que o minúsculo pedaço de pano oferecia. O volume crescia, evidente, impossível de esconder por completo, e o leve desconforto se misturava a uma excitação crescente que fazia seu corpo inteiro pulsar.

Ela respirou fundo, os olhos fixos nos de Juliene, que não parecia nem um pouco incomodada com isso.

Jasmine sentiu o ar ficar quase irrespirável enquanto Juliene se aproximava mais um passo, os corpos agora separados por centímetros. O olhar dela, fixo no volume que crescia sob o tecido minúsculo do biquíni, fazia o coração de Jasmine martelar no peito. “Isso tá indo longe demais”, pensou ela, um misto de excitação e pânico subindo pela espinha. A imagem da mãe e da irmã chegando, abrindo a porta do quarto e encontrando aquela cena... Não, melhor parar agora.

— Espera... — murmurou Jasmine, dando um passo hesitante para trás, os olhos desviando para a porta do banheiro. — Acho que eu vou... voltar lá pra dentro um segundo.

Mas Juliene não recuou. Em vez disso, aproximou-se ainda mais. Os olhos verdes desceram devagar, observando o tecido branco esticar-se, o volume inflando visivelmente, pulsando com uma urgência que não podia ser ignorada. Com um sorriso suave, quase inocente, Juliene estendeu a mão delicada e roçou os dedos na barriga nua de Jasmine, traçando uma linha leve ao redor do umbigo.

— Fica tranquila — sussurrou ela, a voz baixa e divertida, como se estivessem compartilhando um segredo bobo. — Não é o primeiro que eu vejo, sabe?

Jasmine sentiu um arrepio percorrer todo o corpo e, num instante, seu pau saltou por cima do biquíni, livre do tecido apertado. Grande, grosso, vibrando no ar quente do quarto, a cabeça inchada e vermelha latejando com o sangue que corria acelerado. Ela arfou, surpresa com a própria reação, os olhos arregalados fixos em Juliene — naquele rosto angelical, com as bochechas rosadas e os lábios carnudos curvados num sorriso travesso, como uma menina que acabou de descobrir um brinquedo novo e irresistível.

— Eu... não duvido disso — respondeu Jasmine, tentando soar casual, mas a voz saiu rouca, entrecortada por uma risada nervosa. Ela reparou no jeito como Juliene mordia de leve o lábio inferior, dando-lhe um ar de garotinha safada e adorável. — Mas talvez seja melhor a gente dar um tempo, né? Somos amigas agora...

Juliene riu, balançando os seios médios sob a camisetinha rosa de forma sutil e hipnotizante. Sem hesitar, escorregou os dedos para baixo, envolvendo o pau de Jasmine com a mão delicada, os dedos finos e quentes se fechando ao redor da grossura pulsante. O toque foi elétrico — suave no início, mas firme o suficiente para fazer Jasmine gemer alto, um som gutural que escapou de seus lábios sem controle.

— Ah, amiga... — murmurou Juliene, ainda rindo baixinho, os olhos brilhando com uma mistura de diversão e desejo enquanto começava a mover a mão devagar, para cima e para baixo, com um ritmo lento e deliberado. — Sempre que a Carol falava de você, eu ficava com uma curiosidade louca. Tipo, “como será essa irmã linda e misteriosa?” E agora... agora é o momento perfeito pra eu descobrir tudo.

Jasmine gemeu novamente, os quadris se movendo por instinto ao encontro da mão dela, o prazer crescendo em ondas quentes que a deixavam sem fôlego. Ela não conseguia parar de olhar para Juliene; o rosto angelical iluminado pelo sol da tarde, os olhos verdes cheios de uma inocência fingida e um brilho malicioso, o jeito de menina que ela tinha — leve, brincalhona, como se aquilo fosse só uma aventura divertida e sem culpas. A mão de Juliene acelerou um pouco, os dedos apertando gentilmente na base enquanto subiam até a cabeça, espalhando o mel que já escorria, tornando o movimento mais escorregadio e intenso. Jasmine sentia cada detalhe; o calor da palma, a pressão perfeita, o jeito como Juliene inclinava a cabeça para observar sua reação, mordendo o lábio com um sorrisinho satisfeito.

— Viu? — sussurrou Juliene, a voz divertida e provocante. — Nada de dar tempo agora. Deixa eu te mostrar o quanto eu tô curiosa...

Jasmine sentia o prazer subir em ondas avassaladoras, cada movimento da mão de Juliene enviando choques elétricos pelo corpo inteiro. Os gemidos escapavam sem controle, os quadris se moviam sozinhos, mas, no meio daquele torpor delicioso, uma última faísca de bom senso piscou.

Com esforço, estendeu as mãos e tocou suavemente os pulsos de Juliene, detendo os movimentos com delicadeza.

— Espera... — sussurrou, a voz trêmula, entrecortada por um gemido abafado. — Para um pouquinho... por favor.

Juliene parou imediatamente, mas não soltou. Os dedos permaneceram ali, quentes e firmes ao redor do pau latejante, enquanto ela erguia o olhar com um sorriso doce e curioso.

— Tá desconfortável? — perguntou, a voz baixa e divertida, como se soubesse exatamente a resposta.

Jasmine abriu a boca para responder, mas nenhuma palavra saiu. Só conseguiu soltar um suspiro rouco, o tesão intensificando-se ainda mais com aquela pergunta inocente e provocadora. Os olhos dela percorreram o rosto de Juliene —os lábios entreabertos e úmidos, o rabo de cavalo loiro caindo de lado como o de uma colegial travessa — e sentiu o pau pulsar forte na mão dela, traindo qualquer tentativa de recuo.

Juliene riu baixinho, um som leve e carinhoso.

— Tá bom, eu entendi — murmurou, os olhos verdes brilhando. — Vou deixar mais confortável pra você.

Sem soltar, ela se ajoelhou devagar diante de Jasmine, o movimento gracioso, a saia branca abrindo-se sobre as coxas bronzeadas. O contraste era quase hipnótico; a garota delicada, pequena e feminina, de joelhos, com aquele rosto de menina angelical agora a centímetros do pau imenso de Jasmine — grosso, longo, veias marcadas, a cabeça vermelha e brilhante de excitação.

Juliene não hesitou. Inclinou-se para a frente, os lábios roçando de leve a cabeça primeiro, um beijo suave que fez Jasmine arfar. Depois abriu a boca devagar, envolvendo-a com calor úmido e macio, a língua deslizando preguiçosamente ao redor, lambendo o mel com um gemidinho satisfeito. O boquete começou longo e molhado, sem pressa; ela chupava devagar, sugando com delicadeza, os lábios esticando-se ao redor da grossura, os olhos erguidos para encontrar os de Jasmine o tempo todo.

Jasmine levou as mãos aos cabelos loiros, não para guiar, apenas para tocar, para sentir aquela suavidade enquanto observava, fascinada. Como era possível aquela garota tão delicada, com cara de quem ainda pede permissão pra tudo, engolir tanto? Juliene descia um pouco mais a cada movimento, a boca se abrindo mais, a saliva escorrendo pelos cantos dos lábios, molhando o pau inteiro, tornando tudo escorregadio e brilhante. O som era obsceno e delicioso — chupadas molhadas, gemidos abafados, a respiração dela acelerando.

— Meu Deus — gemeu Jasmine, a voz rouca de prazer.

Juliene respondeu com um sorriso ao redor do pau, os olhos semicerrados de satisfação, e aumentou o ritmo. Desceu mais fundo, engolindo quase metade daquela extensão impressionante, a garganta relaxando para acomodar, as bochechas afundando a cada chupada mais forte. As mãos desceram para as coxas de Jasmine, apertando suavemente, enquanto a cabeça começava a subir e descer com mais intensidade, a língua pressionando a parte de baixo do pau a cada movimento.

Jasmine sentia as pernas tremerem, o prazer concentrando-se na base da coluna, pronto para explodir. Olhava para baixo, hipnotizada pelo contraste; o pau enorme desaparecendo naquela boca pequena e delicada, os lábios rosados esticados ao limite, os olhos de Juliene brilhando de prazer e provocação, como uma menina fazendo exatamente o que mais queria no mundo.

— Você... vai me matar assim... — sussurrou Jasmine, entre gemidos, os dedos se enroscando mais nos cabelos loiros.

Juliene apenas gemeu em resposta, o som vibrando ao redor do pau, e continuou, mais rápido, mais fundo, mais molhado, levando Jasmine cada vez mais perto do abismo com uma dedicação divertida e absolutamente irresistível.

Jasmine rendeu-se por completo às sensações que a boca de Juliene lhe proporcionava. Cada chupada, cada giro da língua quente ao redor da cabeça latejante, cada gemidinho abafado que vibrava contra sua pele faziam-na esquecer o mundo lá fora. Aquele caminho sem volta, pensou, já estava traçado desde o instante em que Juliene cruzara a porta de casa. Seu primeiro dia de volta à cidade, à casa da família, e ali estava ela, metida em confusão.

Com delicadeza, Jasmine deslizou os dedos pelos cabelos loiros, puxando suavemente para trás até que a boca de Juliene se afastasse com um estalo molhado. O pau latejava no ar, brilhante de saliva, mas ela sorriu, os olhos escuros encontrando os verdes arregalados de desejo.

— Minha vez, loirinha — murmurou, a voz rouca e divertida, carregada de promessa.

Juliene riu, surpresa e encantada, guiada pela mão firme de Jasmine até a beira da cama. Deitou-se de costas, o peito subindo e descendo rápido sob a camisetinha. Jasmine ajoelhou-se entre as pernas dela, as mãos grandes e escuras contrastando lindamente com a pele dourada da garota. Subiu devagar a saia, revelando as coxas macias, firmes, perfeitas.

Com dedos afoitos, Jasmine enganchou a calcinha fina — um pedacinho de renda branca — e puxou-a para baixo, deslizando-a pelas pernas até jogá-la de lado. Juliene ergueu os quadris para ajudar, mordendo o lábio com um sorriso tímido e excitado ao mesmo tempo.

Jasmine parou por um segundo, apenas admirando. A buceta de Juliene era rosada, delicada, os lábios pequenos, já reluzindo de excitação. O clitóris pequeno despontava, inchado, convidativo. Inclinou-se devagar, espalhando beijos lentos pela parte interna das coxas, alternando de uma para a outra, sentindo a pele arrepiar-se sob os lábios. Juliene suspirou, as mãos indo instintivamente para os cabelos de Jasmine.

— Você é tão linda... — sussurrou Jasmine contra a pele, a voz baixa e cheia de admiração. — ... parece que você foi feita pra ser devorada.

Juliene deu uma risadinha nervosa, as pernas tremendo.

— Então devora...

Jasmine sorriu e aproximou a boca. Primeiro um beijo suave nos lábios, depois a língua deslizando devagar de baixo para cima, abrindo-a com calma, explorando cada curva macia e quente. O sabor era doce, leve, misturado ao cheiro de verão e excitação. Ela lambeu com paciência, contornando o clitóris em círculos lentos, sentindo-o pulsar contra a língua.

Juliene arqueou as costas, um gemido alto escapando dos lábios.

— Ai, meu Deus... assim...

Jasmine intensificou, alternando lambidas largas com chupadas delicadas no clitóris, os lábios envolvendo-o inteiro enquanto dois dedos deslizavam para dentro devagar, sentindo as paredes quentes e molhadas se contraírem ao redor deles. Movia-os em ritmo constante, curvando-os para cima, enquanto a língua não parava — ora rápida, ora lenta, ora pressionando firme.

Juliene se contorcia na cama, os gemidos ficando mais altos, as mãos apertando os lençóis floridos. A buceta dela ficava cada vez mais molhada, escorrendo pelos dedos de Jasmine, brilhando nas coxas bronzeadas.

— Não para... — implorou Juliene.

Jasmine ergueu o olhar por um instante, os lábios brilhando, e sorriu.

— Só tô começando, loirinha.

E voltou a chupar, mais fundo, mais rápido, até que os gemidos de Juliene preenchessem o quarto inteiro, altos, incontroláveis, enquanto o corpo dela se entregava completamente àquela língua habilidosa que a explorava sem pressa.

Jasmine perdeu-se por completo no sabor e no calor de Juliene. A língua mergulhava fundo, lambendo cada curva rosada, sugando o clitóris com uma fome que parecia não ter fim. Cada gemido da garota era como combustível; os quadris dela se erguiam, as coxas tremiam, os dedos finos apertavam os cabelos de Jasmine com uma urgência deliciosa.

Jasmine esqueceu-se de Rafaele, do término amargo, da mala ainda semidesfeita no chão, do risco de Caroline ou da mãe chegarem a qualquer momento. Não existia mais nada além daquele corpo jovem e dourado se contorcendo sob sua boca, daquela buceta perfeita, molhada e doce, pulsando contra sua língua.

Com a mão livre, ela afastou o tecido minúsculo do biquíni para o lado, os dedos escorregando entre as próprias pernas, envolvendo o pau rígido e grosso. Começou a se tocar no mesmo ritmo das lambidas — devagar, depois mais rápido, o mel lubrificando a palma enquanto gemia contra a carne macia de Juliene.

A vontade de meter, de sentir aquele calor apertado ao redor de si, crescia como uma maré. Era insuportável.

Jasmine ergueu o rosto, os lábios brilhando, o olhar escuro faiscando de desejo puro. Respirava ofegante, o pau latejando na mão.

— Lirinha... — murmurou, a voz rouca, divertida apesar de tudo.

Juliene, corada, os olhos verdes vidrados, riu baixinho, as pernas ainda abertas, o peito arfando sob a camisetinha rosa.

— Vem... — respondeu, mordendo o lábio com um sorriso malicioso.

Jasmine subiu sobre ela, a pele escura contrastando lindamente com a bronzeada da garota. Ajoelhou-se entre as coxas abertas, o pau enorme roçando de leve os lábios molhados de Juliene. Começou devagar, esfregando a cabeça inchada para cima e para baixo, abrindo-a, brincando na entrada, sentindo o calor e a umidade convidativa.

Juliene arqueou o quadril.

— Vai devagar, tá? — sussurrou, rindo nervosa, os olhos arregalados de expectativa.

— Prometo — respondeu Jasmine, sorrindo, a voz suave e carinhosa.

Empurrou devagar, só a cabeça. Juliene arfou, as unhas cravando de leve nos ombros dela, o corpinho delicado se ajustando à grossura. Jasmine sentiu o calor apertado envolver a cabeça, depois mais um pouco, centímetro por centímetro, com uma paciência quase torturante. Os olhos das duas se encontravam, cheios de admiração e tesão.

Quando finalmente se sentiu toda dentro — o pau imenso enterrado até a base naquela buceta perfeita —, ambas soltaram um suspiro longo e sincronizado.

— Caralho... — murmurou Juliene, rindo ofegante, as bochechas vermelhas.

Jasmine inclinou-se para beijá-la, um beijo molhado e doce, enquanto começava o vai e vem. Primeiro lento, quase carinhoso, saindo quase toda e voltando fundo, sentindo a buceta se contrair ao redor dela. Depois mais ritmado, os quadris batendo suavemente contra as coxas bronzeadas, o som úmido e quente preenchendo o quarto.

Juliene gemia alto, as pernas envolvendo a cintura de Jasmine, os calcanhares pressionando as costas dela para puxá-la mais fundo.

— Isso... assim... — sussurrava, entre risadinhas de prazer.

Jasmine mergulhava fundo naquela bucetinha apertada e quente, cada estocada um deleite puro, o corpo inteiro vibrando com o prazer de sentir Juliene se contraindo ao seu redor. O som molhado das peles se encontrando misturava-se aos gemidos doces da garota, que de repente esticou os braços, puxando-a para si com uma urgência carinhosa.

Os lábios de Juliene encontraram os dela num beijo faminto, língua contra língua, como se quisesse provar o próprio sabor na boca de Jasmine. Ela correspondeu, aprofundando o beijo sem parar de meter, acelerando o ritmo — agora mais forte, mais rápido, os quadris batendo com uma cadência deliciosa contra as coxas bronzeadas.

As mãos de Jasmine percorreram o corpo entregue; deslizaram pela cintura fina, apertando-a com posse suave, subiram até os seios médios sob a camisetinha rosa, sentindo os mamilos endurecidos marcando o tecido fino. Apertou-os devagar, rodando os polegares sobre os biquinhos, arrancando gemidos abafados que morriam dentro do beijo.

Entre um beijo e outro, Jasmine afastou os lábios apenas o suficiente para sussurrar, a voz rouca de tesão e diversão:

— Quer mais devagar, loirinha? Posso ir bem devagarzinho se você pedir...

Juliene riu contra a boca dela, um riso leve, ofegante, cheio de prazer, os olhos semicerrados brilhando de malícia.

— Devagar não... — respondeu, mordendo de leve o lábio inferior de Jasmine antes de continuar. — Quero é que você deite.

Jasmine sorriu, o coração disparado com a ousadia daquela garota que parecia tão angelical e era tão safada. Sem sair de dentro dela, rolou o corpo com cuidado, apoiando as costas na cabeceira da cama, o pau enorme ainda enterrado fundo por alguns segundos até que Juliene se erguesse devagar, deixando-o escapar com um som úmido e um gemido compartilhado.

Agora sentada, Jasmine observava, fascinada; o pau latejava para o alto, grosso, brilhante dos fluidos dela, apontando direto para o teto. A pele escura reluzia de suor, os seios fartos subindo e descendo rápido, os cabelos negros espalhados sobre os ombros.

Juliene ficou de joelhos entre as pernas dela, o sorriso largo e travesso, mordendo o lábio inferior enquanto devorava com os olhos aquela visão — o pau imenso, duro, pulsando só para ela. As bochechas dela estavam coradas, o rabo de cavalo meio desfeito, alguns fios loiros colando na testa suada, a saia plissada ainda enrolada na cintura.

— Meu Deus do céu... — murmurou Juliene, rindo baixinho, os olhos brilhando de admiração e desejo. —Acho que vou precisar de coragem pra sentar de novo.

Jasmine deu uma risada rouca, estendendo a mão para acariciar a coxa dela.

— Coragem você já tem de sobra. Vem cá, mostra pra mim como você cavalga direitinho.

Juliene inclinou-se para um beijo rápido, leve, quase brincalhão, antes de se posicionar devagar, os joelhos ao lado dos quadris de Jasmine, os olhos fixos nos dela, mordendo o lábio com expectativa enquanto se preparava para descer sobre aquele pau que parecia feito para preenchê-la até o limite. Juliene ergueu-se um pouco mais sobre os joelhos, as mãos apoiadas nos ombros de Jasmine para se equilibrar.

— Meu Deus, Ju… você é um encanto — sussurrou Jasmine, a voz baixa de admiração, as mãos deslizando pelas coxas macias.

Juliene sorriu, mordendo o lábio com aquela carinha travessa, e pegou o pau de Jasmine com uma das mãos. Guiou a cabeça grossa até a entrada da buceta, ainda molhada e aberta, e começou a descer devagar. Muito devagar.

No início, parecia impossível. A grossura encontrava resistência, e Juliene soltou um gemidinho meio risonho, meio ofegante, os olhos arregalados.

— Ai … acho que não vai caber tudo assim não — brincou, a voz tremendo de tesão, enquanto balançava o quadril tentando acomodar.

Jasmine riu baixinho, as mãos subindo para apertar de leve a cintura fina.

— Vai sim, loirinha. Respira fundo e deixa acontecer.

Pouco a pouco, entre suspiros longos e gemidos doces, Juliene foi descendo. O pau escorregava pouco a pouco, abrindo caminho, preenchendo-a de novo naquela posição que parecia ainda mais íntima. Ela fechava os olhos por instantes, a boca entreaberta, o rosto corado, até que, com um suspiro profundo e satisfeito, sentou-se por completo — o pau inteiro dentro dela, as coxas tremendo de encontro às de Jasmine.

— Caralho… — murmurou Juliene, rindo ofegante, os olhos verdes brilhando quando os abriu de novo. — Entrou tudo. Eu sou uma campeã.

Jasmine gemeu alto com a sensação daquele calor apertado envolvendo-a por inteiro, as mãos apertando as coxas dela.

— Você é perfeita, isso sim.

Muito devagar, Juliene começou a balançar. Primeiro só para a frente e para trás, um movimento pequeno, quase tímido, sentindo cada centímetro deslizar dentro dela. O rosto agora completamente perdido no prazer — era o que mais enlouquecia Jasmine; os lábios entreabertos, as sobrancelhas franzidas de prazer, os gemidinhos que escapavam a cada balanço.

Aos poucos, ela acelerou. Os quadris começaram a subir e descer com mais confiança, o pau entrando e saindo num ritmo gostoso, molhado, o som preenchendo o quarto junto com os suspiros das duas.

Então Juliene mudou o movimento — e foi aí que Jasmine quase perdeu o ar. Ela começou a rebolar de verdade; quadris rodando em círculos lentos e profundos, primeiro num sentido, depois no outro, como se estivesse dançando em cima do pau. A bundinha empinada subia e descia, os músculos das coxas e da bunda trabalhando com uma graça quase hipnótica, apertando e soltando ao redor da grossura de Jasmine a cada giro. Era enlouquecedor — o jeito como ela controlava tudo, como parecia saber exatamente como enlouquecer quem estava embaixo.

Jasmine não resistiu; as mãos agarraram aquela bunda perfeita, apertando as nádegas firmes, ajudando-a a rebolar mais forte, mais fundo.

— Isso, loirinha… rebola assim… — gemeu Jasmine, os olhos fixos na visão dela montando, os seios balançando sob a blusinha, o rosto corado de prazer. — Você me mata desse jeito.

Juliene riu, mas o riso logo virou gemido alto. O ritmo ficou mais rápido, mais desesperado. Ela jogava a cabeça para trás, os cabelos loiros voando, os quadris rebolando e subindo e descendo sem parar, o pau batendo fundo a cada movimento. O corpo começou a tremer, as coxas se contraindo, a buceta apertando forte ao redor de Jasmine em espasmos quentes.

— Jasmine… eu… eu vou… — conseguiu dizer, a voz falhando.

E gozou. Com calor, com intensidade, o corpo inteiro se entregando; as costas arquearam, a bundinha empinada tremendo nas mãos de Jasmine, as coxas se fechando ao redor dos quadris dela, a buceta pulsando em ondas fortes, molhando ainda mais. Juliene gemeu alto, longo, o rosto contorcido num prazer lindo, quase infantil, os olhos semicerrados, a boca aberta num “o” perfeito.

Jasmine observava tudo, maravilhada, o coração disparado. Aquela garota delicada gozando em cima dela, montada no seu pau, era a coisa mais linda e excitante que já tinha visto.

Quando os tremores começaram a diminuir, Juliene caiu para a frente, apoiando-se no peito de Jasmine, ainda montada, o pau inteiro dentro dela, respirando ofegante.

Jasmine sentia o prazer acumular-se como uma onda impossível de conter. O pau latejava dentro de Juliene, cada rebolada dela apertando mais, levando-a ao limite. Os olhos escuros fixavam-se no rosto corado, nos seios balançando sob a camisetinha, na bundinha ainda tremendo dos ecos do orgasmo anterior.

— Garota… — gemeu Jasmine, a voz rouca, as mãos apertando as coxas dela com força. — Eu vou gozar… não aguento mais, loirinha…

Juliene sorriu com malícia, os olhos faiscando de satisfação. Sem dizer nada, ergueu-se devagar, graciosamente, o pau enorme escorregando para fora com um som molhado e um gemido compartilhado. Ela desmontou com leveza, como se tivesse ensaiado aquele movimento, os joelhos ainda tremendo um pouco enquanto se posicionava entre as pernas de Jasmine.

Segurou o pau com as duas mãos, mal conseguindo envolver toda a grossura, admirando-o.

— Então goza pra mim — sussurrou, a voz doce e provocante, antes de inclinar-se e envolver a cabeça com os lábios quentes.

A boca de Juliene era perfeita; macia, úmida, experiente. Ela começou chupando devagar, só a glande primeiro, a língua rodando ao redor em círculos lentos e preguiçosos, lambendo o mel que já escorria. Depois desceu mais, os lábios esticando-se ao redor da pica, engolindo metade do comprimento com facilidade, as bochechas afundando a cada chupada. As mãos trabalhavam em sincronia; uma na base, apertando e subindo devagar, a outra massageando as bolas com carinho, sentindo-as pesadas e cheias.

Jasmine perdeu o ar completamente. Jogou a cabeça para trás, um gemido longo e profundo escapando do peito. As mãos foram instintivamente para os cabelos loiros, afagando, guiando sem forçar, enquanto observava aquela cena que parecia irreal; a garota linda, delicada, de joelhos entre suas pernas, chupando com uma dedicação absoluta, os olhos verdes erguidos para encontrar os dela, brilhando de prazer e orgulho.

— Caralho… essa boca… — murmurou Jasmine, a voz falhando. — Você é uma putinha tão linda…

Juliene riu ao redor do pau, o som vibrando deliciosamente. Acelerou os movimentos, a cabeça subindo e descendo mais rápido, a língua pressionando a parte de baixo a cada movimento, as mãos torcendo levemente na base. Sugava com força, os lábios fazendo pressão perfeita, a saliva escorrendo pelos cantos da boca e pingando no pau, deixando ainda mais escorregadio.

Jasmine sentiu o orgasmo chegar como uma explosão inevitável. Os quadris ergueram-se sozinhos, o corpo inteiro tenso, os seios arfando.

— Vou… agora… — avisou, quase sem voz.

E gozou. Abundante, intenso, uma explosão de prazer que pareceu não ter fim. O pau pulsou forte na boca de Juliene, jato após jato quente e grosso enchendo a boquinha macia de porra, escorrendo pelos lábios mesmo enquanto ela engolia o que podia, os olhos semicerrados de satisfação. Ela não parou; continuou chupando devagar, sugando cada gota, a língua limpando a cabeça sensível com carinho, prolongando o prazer até que Jasmine tremesse inteira, ofegante, as mãos ainda enroscadas nos cabelos loiros.

Quando finalmente soltou, Juliene ergueu o rosto, os lábios inchados e brilhantes, um fiozinho branco escapando do canto da boca. Sorriu, limpando-o com o dedo e lambendo-o sem cerimônia, os olhos travessos.

— Bem-vinda de volta à cidade, Jasmine — disse, a voz rouca e divertida. — Espero que tenha sido uma recepção à altura.

Jasmine riu, ainda sem fôlego, puxando-a para um beijo preguiçoso e molhado.

— A melhor da vida, loirinha. A melhor da vida.

Elas se vestiram depressa, risadas nervosas ecoando enquanto ouviam o som distante de um carro se aproximando. Juliene ajustou a saia, os olhos ainda brilhando. Pela primeira vez desde Rafaele, o futuro parecia aberto, cheio de desejos a explorar. Quando Caroline e a mãe chegaram, elas eram só duas amigas conversando inocentemente, o segredo compartilhado aquecendo o ar entre elas.

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