Fala, meus docinhos!
Como vocês estão? Espero que bem.
Rebeca aqui. Leiam nossos outros contos..rsrs... bem, sou uma moça de 21 anos, com longos cabelos loiros. Dona de um par de coxas estonteantes e belos seios. Tarada em gordinhos e machos que sabem me tratar como gosto! Uma verdadeira puta na cama!
Tenho 1,68m e 75kg. Eu e minhas amigas, moramos em uma cidade do interior de SP. O que vou contar aqui, rolou quando eu tinha uns kinze anos em uma praça perto de casa. Bem, vamos ao conto!
Era um domingo de muito Sol e tinha acabado de abrir uma sorveteria ao lado da minha casa. Claro, pedi dinheiro aos meus pais e fui lá. Só queria passar o tempo mesmo. Comprei meu sorvete, sentei na cadeira e fiquei observando as pessoas que caminhavam na praça.
Naquele dia, estava de saia jeans e uma blusinha azul. Foi quando, do outro lado da rua, em um dos bancos, sentou-se um casal já com uma certa idade.
Eles conversavam. O homem, devia ter quase 60 anos. Negro, cabelos raspados e usava óculos. Estava de camiseta regata e um short jeans. Ainda não havia experimentado um negão e fiquei de olho neles.
Logo, o coroa me notou e sorriu. A mulher distraída, mexia na bolsa. Acenei com a mão dando um tchauzinho. Ele retribuiu disfarçadamente.
Como estava de saia, decidi aprontar das minhas. Abri as pernas e fiquei torcendo para que ele visse minha calcinha de renda vermelha.
O coroa até ajeitou os óculos. Foi quando a mulher que estava ao lado, percebeu e deu um esporro nele. Fechei as pernas no mesmo instante e aguardei. Então, ela saiu andando e ele ficou lá parado.
Depois de algum tempo, ele se levantou e atravessou a rua. Fiquei paralisada quando o coroa se sentou na cadeira na minha frente.
— Essa mulher é doida. Por isso, evito marcar de se encontrar pela internet.
— O que quer dizer? — perguntei confusa.
— Sou viúvo. Tenho até netos... mas sabe como é. De vez em quando é bom dar uma namorada.
Ri sem graça.
— Eu sou Manoel e você?
— Rebeca.
Ele me encarou enquanto eu estava quase terminando meu sorvete.
— Mora aqui perto, Rebeca?
— Ah, sim. Aqui! — falei apontando para minha casa ao lado da sorveteria.
O coroa cruzou os braços.
— Melhor eu ir. Não quero ter problemas conversando com uma novinha.
Ele se levantou. Percebi que o short estava mais apertado. Talvez porque já estivesse de pica dura.
— Quantos anos o senhor tem?
— 61. Como disse... já sou até avô. HAHAHA
— Mora aqui perto?
Ele parou e apontou para a praça.
— Moro do outro lado.
— Engraçado. Nunca vi o senhor por aqui.
Ele riu.
— Mudei faz pouco tempo. Moro com minha filha mais velha. E também... gosto de sair mais durante a noite. A pracinha fica bem mais aconchegante depois das oito.
Aquilo me pareceu um sinal e sorri.
— Bem, hoje a noite, quem sabe a gente se encontra nela.
Ele saiu andando.
A noite, tomei um banho caprichado. Coloquei uma saia rodada bem justa e uma camisetinha branca. No domingo, meus pais costumam dormir cedo e aproveitei para sair pra rua.
“Será que ele aparece?”
Pensei enquanto aguardava sentada em um dos bancos da praça. Foi então que levei um susto. Uma mão pesada tocou meu ombro.
— Desculpa. Não queria te assustá-la.
Seu Manoel se sentou ao meu lado.
— Está tudo bem, Seu Manoel.
Ele olhou em volta. As luzes dos postes já estavam acesas e iluminavam a praça aonde as pessoas ainda passavam pela calçada.
— Adoro isso. Melhor coisa é ficar aqui só curtindo a noite.
Seu Manoel usava um short de jogar bola branco bem largo e uma camiseta preta. Notei que era um pouco gordinho e tinha coxas bem torneadas.
— O que está olhando, mocinha?
— Nada... nada!
Mais uma vez, ele olhou ao redor.
— Escuta. Você tem namorado?
— Claro que não. Sou bem nova pra isso. HAHAHA
Ele passou a mão por trás da minha cabeça e parou no meu ombro quase me abraçando.
— Sabe... acho que o que dizem é verdade.
— O que. — Olhei para ele com cara de sonsa. — O que dizem?
— Que todo negão curte uma loirinha. E que toda loirinha se amarra em um negão.
Fiquei sem reação, mas senti meu rosto queimar. O coroa apalpou o short de leve e tirou a mão. Notei o volume se formando.
— Nunca namorou, mas já viu um piru antes, né?!?
— Si...si.. sim. — gaguejei já com água na boca.
— Sabia! Aqui é complicado. Senão iria te botar pra mamar aqui mesmo! HAHAHA
Olhei em volta.
— Que nada. Ninguém tá de olho.
— Hummm... quer dar uma mamadinha no negão, sua safada. Mas, melhor não arriscarmos.
— Deixa, Seu Manoel. — falei já apertando a coxa dele. — Só um pouquinho.
O coroa sorriu. Puxou a ponta do short pra cima e deixou a rola a mostra.
— Você que sabe. Dá uma bocada, vai!
Me encurvei, joguei o cabelo para o lado e abocanhei aquele pau gordinho.
— OHNNN!! CARALHO, REBECAAA! OHNNN!
Massageei as bolas enquanto sugava com carinho. De vez em quando, batia com o pau na minha cara.
— Que cacete grosso, Seu Manoel! Nossa!
GLUB, GLUB, GLUB
Me ergui novamente.
— Minhas costas estão doendo assim.
Me levantei, parei em frente a ele, agachei e abri as pernas do coroa.
GLUB, GLUB, GLUB
— Nossa, Rebeca... assim você mata o véio.
GLUB, GLUB, GLUB
Fiquei mamando o piru por alguns segundos.
— Melhor parar. Tem gente de olho.
Na calçada ao longe. Algumas mulheres nos olhavam.
Olhei para elas. Passei a língua na ponta da rola e sorri.
— Estão com inveja, só pode!
Seu Manoel guardou a pica, se levantou e pegou na minha mão.
— Vamos dar uma volta!
Saímos andando ao redor da pracinha.
— Rebeca, que boquete gostoso! Puta que pariu!
Foi ai que tive uma ideia.
— Topa ir lá em casa, agora? Meus pais estão dormindo.
— Melhor não. — disse Seu Manoel. — Vamos ver se temos mais privacidade na outra praça.
Andamos alguns quarteirões e chegamos na outra praça. Lá, parecia abandonado. Várias árvores e arbustos cobriam o local.
— Acho que ainda tem aquele banco.
Seu Manoel me guiou por entre uns arbustos e chegamos até um banco de madeira. Ali, apenas a luz da Lua iluminava.
— Pronto, meu amor. Vem pro coroa!
Seu Manoel me puxou pela cintura. Nossas línguas se enrolavam enquanto ele apalpava minha bunda. Apertei a rola dele por cima do short.
— Caralho, loirinha. Ajoelha e mama, vai!
Logo, minha boca era preenchida com aquela tora. O coroa tinha uma pica de respeito. Uns 18 cm que fizeram meus olhos lacrimejarem.
— ISSOOOO! BISCATEEE! OHNNN! BOQUETEIRAAA! OHNNN!
Ele gemia e sorria.
— Faz uma garganta profunda, vamos!
Ele segurou minha cabeça e forçou tudo. Só parou quando meu nariz tocou no seu corpo.
— Que boca de poço, hein... caralho, loirinhaa!! OHHH!
GLUB, GLUB, GLUB
Quando ele tirou a pica, um fio de saliva ia da ponta da rola até meus lábios.
— Gostosa da porra! Levanta! Tira a roupa!
Em minutos, eu estava pelada sendo chupada pelo coroa que me botou de pernas abertas sob seus ombros enquanto me mantive sentada no banco sob suas roupas.
— AINNNN MANOOEELLL! UNNNHHHHNN! OHNNN!
Eu me contorcia segurando meus seios.
— AINNN! ASSIMM NEGÃOOO! OHNNN!
O coroa saiu de mim e riu mexendo no short.
— Quer levar piru de que jeito?
Fiquei parada vendo ele encapar aquela vara. A camisinha mal cabia.
— Vamos, porra! To de pau durasso querendo fuder você.
— Senta no banco. — falei me levantando.
Me virei de costas e sentei guiando a rola na entrada da minha xota. O coroa segurou minha cintura.
— Isso... vai deslizando com carinho, bb! GOSTOSAAAA! OHHH!
Quando não aguentei mais, comecei a subir e descer. Ele deixou eu controlar a sentada.
— Que gostoso, Seu Manoeeellll! UINNN!
— Vai ficar melhor ainda. — Ele me puxou com força atolando tudo.
— AINNNNN! PORRAAA!
PLAU, PLAU, PLAU
O coroa começou a meter forte. Meu corpo subia e descia numa velocidade incrível.
— Toma, puta! Assim que é bom.
PLAU, PLAU, PLAU
Minha buceta parecia que iria explodir até que ele parou.
— Fica de 4 aqui no banco.
Em instantes, estava sendo penetrada com força. Seu Manoel, segurou meus seios enquanto fodia.
— Loirinha gosta de negão...sabia?!? OHHNNN!
PLAU, PLAU, PLAU
— SI, SI, SI, SI, SIMMMM OHHHHH!
Eu iria gozar em minutos.
— ISSOOOO!! PUTAAAA! OHNNNN! QUE BUCEETAAA QUENTEE!! OHNNN!
PLAU, PLAU, PLAU
Eu já não aguentava mais. Senti uma forte vibração e um choque percorrendo meu corpo de ninfetinha.
— UINNN! OHNNN! PORRRAAAA! ANHHHH!
Gozei como uma louca. Seu Manoel parou e me segurou com a rola atolada.
— Isso, princesa! Goza gostosoooo no pau do coroa!
Nos últimos espasmos, Seu Manoel sacou a pica e bateu com ela na minha bunda.
— Loirinha safada. Aguentou tudo, cavalona! E esse cuzinho?!?
— AINNN!! OHNNN!
— Calma. A cabeça já passou. O resto vaaiiii fácilll.. OHNNN!
Não sei como, mas aguentei a rola do coroa.
— Que buraco apertado! Porra!
— Sua pica que é grossa! AINNN!
Me joguei para o lado e sai fora.
— Eu não aguento. Muito grosso!
Ele riu e limpou o suor do rosto.
— Deixa eu voltar pra sua pomba então.
— De jeito nenhum. HAHAHA.
Minha buceta estava ardendo de tanta pirocada e sensível.
— O que vai fazer pra eu gozar, então?
Deitei no banco com a barriga pra cima e com a cabeça na ponta do banco, pendendo. Ele entendeu o que eu queria.
— Que beleza! Hora de fuder a outra boca!
O coroa tirou a camisinha. Se posicionou segurando minha cabeça e atolou a pica.
PLAU, PLAU, PLAU
No começo, se moveu devagar, porém quando percebeu que eu não resistia se transformou.
— Boa, garota... vou gozar na sua garganta!
PLAU, PLAU, PLAU
Me deu ânsia de vomito, mas ele não parou.
— Respira pelo nariz, biscate! Você é a melhor loirinha que já fudi!
Fiquei pensando como faria aquilo já que o saco dele pendia no meu rosto.
PLAU, PLAU, PLAU
Quando fiz que ia vomitar. Ele saiu, comecei a tossir e me levantei.
— Assim tá foda.
O coroa sentou no banco.
— Ajoelha e faz uma espanhola com esses melões.
Comecei a rir, me posicionei entre suas pernas e agarrei a pica.
GLUB, GLUB, GLUB
— Caralhooo! OHHHNNN!
Coloquei a rola entre meus seios, mamava ao mesmo tempo que os balançava.
— PUTAAAA QUE PARIUUU! OOOHNNN!
O coroa se levantou. Pegou a rola e bateu uma punhetinha rápida.
— Bota a língua pra fora, puta. Vamos!
Ele colocou uma mão no meu pescoço e urrou.
— ARGHHH! ORGHHHHH! — Vai voltar pra casa com a cara fedendo a leite de pica.
O leite veio direto na minha testa e, a cada espasmos, preenchia meu rostinho.
— PUTAAAA! OHHNN! ASSSIMMM! URGHHH!
Fiquei com o rosto cheio de gala do negão. Que batia com a piroca na minha cara.
— Puta! Puta! Puta!
Eu sorria admirada com aquilo tudo.
— Conte para seus pais que agora você tem um namorado. Que o coroa negão virou seu macho, entendeu?!?
Apenas balancei a cabeça.
Nos vestimos em silêncio depois disso. Ele me ofereceu a camiseta pra limpar, mas peguei minha calcinha, passei na cara e dei pra ele.
— Pra você não esquecer da melhor loirinha que já fudeu!
Enfim, voltamos de mãos dadas. Ele me levou até a porta de casa e combinamos de se encontrar mais vezes. Porém, uma semana depois, precisou se mudar, já que a filha arrumou emprego em outra cidade.
Espero que tenham gostado. Deixem sempre um comentário safado. E me digam: Tem algum coroa ai querendo conhecer esta loirinha e levar pra namorar em alguma praça?
Bjos e até mais...