Pele a pele com a Jô

Da série Jô Patty
Um conto erótico de Cheira Solinhas
Categoria: Heterossexual
Contém 595 palavras
Data: 29/01/2026 16:34:06

Depois daquela noite no motel, a Joeliny ficou ainda mais possessiva com o nosso "segredo". Ela dizia que o que mais deixava ela molhada era saber que não existia barreira nenhuma entre a gente — nem a minha namorada, nem a camisinha. Ela adorava o perigo de sentir tudo "pele na pele", como ela mesma dizia.

Numa tarde quente de terça-feira, ela me ligou dizendo que estava sozinha em casa e que tinha comprado um tamanco novo da Kwiui que eu precisava "batizar". Quando cheguei lá, ela abriu a porta usando apenas um hobby de seda curtinho e, claro, o tamanco. Era um modelo de acrílico com a base bem grossa, que fazia um barulho seco e poderoso a cada passo.

— Hoje eu não quero que você use nada, entendeu? — ela disse, já me puxando pela gola da camisa. — Quero você cru dentro de mim. Quero sentir cada batida do seu coração lá dentro.

Aquele papo de "no pelo" me deixava com o pau pulsando. Fomos direto para o quarto dela. Ela se jogou na cama e abriu o hobby, revelando que não usava nada por baixo. A pele dela estava quente, com aquele bronzeado marcado pelo biquíni. Mas meus olhos desceram direto para os pés: o tamanco de acrílico deixava os dedos dela, com as unhas francesinhas, perfeitamente arqueados.

Eu tirei a roupa num desespero e, quando me aproximei, ela segurou meu pau com as duas mãos. Ela olhou bem nos meus olhos, passou a língua nos lábios cheios de gloss e deu uma lambida lenta na cabeça da minha rola, melecando tudo.

— Olha como você tá pronto pra mim... — ela sussurrou. — Vai, entra sem dó. Sem capa, sem nada. Quero ficar cheia de você.

Eu não pensei duas vezes. Me posicionei entre as pernas dela e, no primeiro contato da cabeça do meu pau com a bucetinha dela, senti um choque. Estava tão quente e tão molhada que parecia um abraço. Fui entrando devagar, sentindo cada rugosidade, cada centímetro da carne dela me apertando sem nenhuma borracha para atrapalhar a sensibilidade.

— Ai, meu Deus... é tão melhor assim... — a Joeliny gemia alto, jogando a cabeça para trás.

Comecei a bombear com vontade. O barulho era viciante: o som da nossa pele estalando uma na outra e o clokt dos tamancos dela batendo na cabeceira da cama conforme ela se contorcia de prazer. Eu agarrei as pernas dela, trazendo os pés para perto do meu rosto enquanto eu socava. Eu conseguia sentir o calor saindo dela, o cheiro do sexo natural tomando conta do quarto.

Ela começou a cruzar as pernas nas minhas costas, prendendo o salto do tamanco no meu glúteo, me puxando para ainda mais fundo. A falta de proteção deixava tudo tão intenso que eu sentia até o momento em que as paredes dela contraíam.

— Vai, meu amor... não para... goza tudo aí dentro... eu quero carregar seu leite comigo o dia inteiro... — ela dizia, com a voz embargada, enquanto me arranhava.

Eu perdi o controle. A sensação daquela bucetinha apertada, direto no meu pau, me levou ao limite. Dei as últimas estocadas com toda a força, sentindo a Joeliny ter um orgasmo que fez o corpo dela todo tremer. Eu descarreguei tudo, fundo, sentindo cada jato quente se espalhando dentro dela. Ficamos ali, grudados pelo suor e pelo gozo, enquanto ela acariciava meu rosto com aquela cara de satisfação de quem tinha acabado de cometer o pecado mais gostoso do mundo.

— Agora você é meu de verdade — ela sorriu, dando um beijo babado e com gosto de gloss na minha boca.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Loko por tamanco a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaLoko por tamancoContos: 8Seguidores: 3Seguindo: 0Mensagem Tarado por patricinhas e solinhas

Comentários