Era fim de ano, eu desempregada, e arrumei um emprego de vendedora numa sapataria no período de natal. Na loja éramos praticamente todas mulheres, era duas no caixa, e no salão éramos oito mulheres, quatro fixas e eu e mais três fomos contratadas só para o natal. Homens só tinham três, o dono, o Sr Euclides, já um Sr de uns sessenta anos, como vendedor só tinha um, o Marcos, moreno, estatura média, muito simpático como quase todos os vendedores são, conversa fácil, simpático, devia ter uns 30 anos. E no estoque tinha o Leonardo, branquinho, menos de 1,70, tinha no máximo uns 25 anos.
E foi lá que eu conheci a Joana, que a partir dali, passaria a ser a minha grande amiga de putaria, já logo fiz amizade com ela, Joana era branca, loira de farmácia, 23 anos a época 1,65m mais ou menos, dona de uma senhora bunda que ela fazia questão que todos olhassem com suas calças justas e vestidos que realçavam, eu ainda tinha 18 quase 19, e ficamos bem amigas, acho que uma piranha reconhece a outra.
O Sr Euclides tinha uma cara de velho tarado, sua mesa ficava estrategicamente posicionada a frente da escada que subia para o estoque. E a escada, era uma porra de uma escada de madeira ridícula que subimos e desciamos praticamente de quatro, não tinha como descer de frente, éramos obrigadas a descer de costas, e eu reparei que o velho sempre atento as subidas descidas das mulheres, com aquele olhar de tarado por sobre os óculos. Eu que adorava ser observada, não gostei do velho, achava ele nojento.
Já os outros dois eram bem legais, divertidos, muito brincalhões, mas ambos sempre faziam piadinhas e cantava todas elas.
Um belo dia após o almoço estava conversando com a Joana, e ela estava de vestido, e eu comentei com ela. Porra vc é muito doida de vir de vestido, aquele velho tarado fica olhando a gente subir e descer o tempo todo. E ela morreu de rir, e eu perguntei pq ela está a rindo. E ela falou.
- Então deixa eu te explicar como funciona. Aquele velho é realmente um tarado, adora nos observar, e as meninas que vem de vestido, ele erra a conta da comissão sempre pra mais.
Eu escutando aquilo sem acreditar e falei. Vc tá zuando né? Ele rindo respondeu.
- E tem mais, já teve vezes de eu vir sem calcinha e pedir um adiantamento pra ele, e ele "esquecer" de descontar no final do mês.
Eu sem acreditar falei. Não acredito que vc já teve coragem d vir sem calcinha para aquele velho nojento. E ela rindo respondeu.
- Ah que nada, eu tava precisando de dinheiro. Não faz mal nenhum.
Então eu perguntei dos dois que trabalhavam lá, falei que ambos ficavam me elogiando e ela riu e falou.
- Ah eles são assim mesmo. Marcos já comeu todas, menos a Maria, ( Maria era a gerente, a mais velha, devia ter uns 40 anos), a Maria é o lanchinho do Sr Euclides. E o Léo é um bobo, fica cantando todas as meninas mas não sai, os dois são casados, o Marcos as vezes dá um perdido na mulher, mas o Léo nunca pode sair.
Eu escutei aquilo e fiquei pensando. Poxa sacanagem, tinha gostado do Léo, mas ele não sai, uma pena.
Mas os dias forma passando, e eu lá ouvindo piada dos dois, Marcos era mais direto, falava mais, me elogiava, perguntava se eu daria uma chance pra ele, e eu sempre brincava, nunca falava que sim nem que não. Mas eu tinha gostado do Léo. Todas vezes que eu ia no estoque escutava uma piadinha dele, eu ia dando ideia, brincava com ele tbm. Falava que ele tava lindo cheiroso.
O estoque era muito apertado, vários corredores apertados, e quando tinha que passar duas pessoas elas tinham que passar meio que espremida. E todas as vezes que eu tinha que passar num corredor que o Léo estava, eu sempre passava me esfregando nele, dava um cheiro no cangote, elogiava, falava que ele tava cheiroso, depois de um tempo eu ia passando e passava a mão na barriga dele, bem perto da cintura da calça, as vezes ele precisava passar pelo corredor que eu estava e ele ia dar a volta, e eu falei. Pode passar Léo, não vou te agarrar não, só se vc deixar, ele passou rindo falando com o rosto bem próximo do meu.
- Na verdade eu não vou reclamar não.
E rimos. Outra vez eu cheguei pra passar no corredor e ele estava olhando procurando um modelo, eu pedi licença e ele deu a licença, e quando eu fui passar eu passei de costas meio que esfregando minha bunda no pau dele e brinquei. Que isso hein Léo, tem um negócio grande aí. A partir desse dia, ele sempre que precisava passar por mim num corredor ele passava e eu sempre ficava de costas pra ele passar, e empinava a bunda pra ele passar apertado esfregando em mim, e eu sempre brincava falando que achava que era grande.
Teve uma vez que ele foi passar atrás de mim, e eu espremi ele na outra prateleira deixando ele preso me encoxando, e ele falando.
- Não vai deixar eu passar não?
E eu falei. Acho que não, tá legal assim, ele me pegando pela cintura, e do nada ele foi passando a mão da minha barriga, eu brincando e falando. Que isso Léo, onde essa mão vai? E ele foi enfiando a mão dentro da minha calça e eu brincando. Eita Léo, e essa mãozinha saliente aí. Então ele chegou até a minha buceta passou a mão, e eu tirei e falei. Léo não fica me provocando se depois vc não faz nada. E ele falou.
- Quem falou que eu não faço nada?
E eu falei. Então vamos sair hj, nos dois que tal, um local discreto só nos dois? E ele fez exatamente o que a Joana tinha falado, começou a desconversar e falou.
- Ah hj não posso, vamos ver outro dia.
Eu ri e falei. Só vc falar Léo, no dia que vc quiser.
E eram assim quase todos os dias eu ficava provocando o Léo. Teve uma vez que eu estava agachada procurando um número de um tênis e ele chegou atrás de mim, eu sabia que minha calça tinha abaixado deixando metade da minha bunda de fora, porém minha camisa cobria, e quando ele foi passar, eu levantei a blusa deixando a minha bunda quase toda de fora. E ela ficou doido. Falando.
- Caraí Lou, vc é gostosa.
E eu rindo ficava provocando ele. Sou nada, se eu fosse vc sairia comigo. E ele sempre desconversava. E sempre que eu podia eu mostrava minha calcinha pra ele.
Teve um dia que eu estava agachada e vi ele vindo, e sempre que ele me via agachada ele sempre vinha pro meu lado sabendo que tinha grandes chances de ver a minha bunda. Então ele parou do lado, quando eu olhei, estava com a cabeça exatamente na altura do pau dele, e falei rindo. Olha Léo, tá na altura perfeita. E fiz o movimento com a cabeça como seu tivesse pagando um boquete pra ele, ele ficou doido, me agarrou pelo cabelo e esfregou a minha cara no pau, eu levantei rindo, e zuando ele, perguntando que dia que a gente ia sair e ele nada.
E o mês ia acabando e eu não dava ideia pro velho tarado e a Joana já falou que eu não iria ficar depois do natal pq eu não dava mole pro velho, e eu nem queria dar mole pro velho só pra ficar naquela loja, e eu não tinha conseguido dar pro Léo. Até que no fim do mês, acho que já era dia 22, ou 23/12, quase no natal, acabou o expediente e a loja tava uma bagunça e o Sr Euclides tinha pedido pra gente arrumar a loja antes de irmos embora, e falou que precisava de alguém pra ajudar o Léo no estoque, que já logo me prontifiquei a ajudar ele e subi por estoque.
Estava lá arrumando o estoque, e falando merda com o Léo. Até que ele chegou perto de mim, eu me agachei fingindo arrumar na parte de baixo, e comecei a brincar com ele. Hein Léo é grande? E ficava apontando pro pau dele, e ele falou.
- Vê aí?
E eu falei. Será? E comecei a alisar a rola dele por cima da calça, e senti que foi ficando duro, e ele claro gostando, e eu falei. Deixa eu ver. Meti a mão na calça dele, fui abrindo, e falei. Fica de olho aí, se alguém chegar vc avisa. E abri o botão, abrir o zíper, comecei a alisar o pau dele já duro na cueca, não era muito grande, mas era legal. E tirei ele pra fora, e fiquei punhetando ele e falando merda. Nossa Léo, gostoso hein. Nessa hora ele agarrou meu cabelo e falou.
- Então chupa.
E eu falei. Claro. E cai de boca, chupei gostoso, engolia tudo, ele começou a agarrar forte pelo cabelo, e fuder a minha boca, e gozou, encheu a minha boca de porra. Engoli tudo. Me levantei, e falei com ele. Nossa Léo gostoso hein. Uma pena não estar num local melhor, queria muito vc dentro de mim, nisso eu abri a calça e botei a mão dele na minha buceta que já estava muito molhada. E ele falou.
- Nossa Lou, que gostoso!
E eu fiquei brincando. Ah porra nenhuma, se vc quisesse comer eu te dava, e ele sempre com a mesma história de sempre.
E foi assim meus amores, espero que tenham gostado.
Se gostarem deixem as estrelinhas e comentem.
Beijão pra todos.
