A Rainha e Seu Escravo

Um conto erótico de Gabriel
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 695 palavras
Data: 04/01/2026 15:29:30

### A Rainha e Seu Escravo

Em um apartamento luxuoso no alto de um arranha-céu no Rio de Janeiro, a noite caía como um véu de veludo negro. Vitória, uma mulher de 35 anos, alta, com cabelos negros longos e olhos que pareciam comandar o mundo, esperava impaciente. Ela era uma dominatrix profissional, mas naquela noite, não era trabalho — era prazer puro, absoluto controle.

Seu submisso, Lucas, um executivo de 28 anos que no dia a dia mandava em equipes inteiras, chegava de joelhos pela porta. Ele usava apenas uma coleira de couro preto com um anel metálico, cueca box preta apertada e nada mais. Vitória havia ordenado que ele rastejasse do elevador até o apartamento, e ele obedeceu sem questionar.

— Ajoelhe-se aqui, escravo — ordenou ela, a voz fria e autoritária, sentada em uma poltrona de couro vermelho, vestindo um corset preto que realçava seus seios fartos, saia de látex até o meio das coxas, meias arrastão e botas de salto alto que chegavam aos joelhos.

Lucas obedeceu imediatamente, cabeça baixa, mãos atrás das costas. Seu pau já latejava dentro da cueca só de ouvir a voz dela.

Vitória se levantou devagar, circulando ao redor dele como uma predadora. Ela segurava um chicote de couro curto na mão direita e uma corrente na esquerda.

— Olhe para mim só quando eu permitir. Entendido?

— Sim, Senhora — murmurou ele, voz trêmula de excitação.

Ela prendeu a corrente na coleira e puxou com força, obrigando-o a erguer o rosto. Seus olhos encontraram os dela, e Vitória sorriu com crueldade.

— Hoje você vai sofrer por mim. Vai implorar. E só vai gozar quando eu decidir que você merece. Se gozar sem permissão... bem, você sabe o castigo.

Ela o arrastou pela corrente até o quarto escuro, iluminado apenas por velas vermelhas. No centro, uma cama com algemas nos quatro cantos, um banco de spanking e uma cruz de São André na parede.

Primeiro, ela o algemou na cruz, braços e pernas abertos, corpo exposto. Lucas tremia de antecipação. Vitória começou devagar: unhas arranhando seu peito, descendo até o abdômen, deixando marcas vermelhas. Depois, o chicote — estalos leves no início, depois mais fortes nas costas, nádegas, coxas. Cada golpe fazia Lucas gemer, o pau endurecendo mais, pré-gozo escorrendo.

— Você gosta de dor, não é, putinho? — provocou ela, apertando os mamilos dele com prendedores metálicos.

— Sim, Senhora... por favor, mais...

Ela riu, um som gutural e dominante.

— Implorar já? Patético.

Vitória o soltou da cruz e o jogou no banco de spanking, de bruços. Amarrou-o com força. Pegou um plug anal grande, lubrificado, e o enfiou devagar enquanto ele arqueava as costas.

— Fique quieto. Isso é só o começo.

Depois veio o strapon — preto, grosso, 20 centímetros. Ela vestiu-o com calma, enquanto Lucas observava de lado, olhos vidrados de desejo e medo.

— Abra essa bunda para mim.

Ele obedeceu, empinando-se. Vitória entrou devagar no início, depois com estocadas brutais, segurando seus quadris, fodendo-o como se ele fosse apenas um objeto de prazer dela. Lucas gritava de prazer e dor misturados, o pau roçando no banco, quase gozando.

— Não ouse gozar! — gritou ela, dando uma palmada forte na bunda vermelha.

Ela o virou, algemando-o na cama de costas. Sentou no rosto dele, sufocando-o com sua boceta molhada e depilada.

— Lamba. Me faça gozar ou eu te asfixio.

Lucas lambia com desespero, língua profunda, chupando o clitóris inchado enquanto ela rebolava no rosto dele, gemendo alto. Ela gozou duas vezes, esguichando no rosto dele, marcando-o como propriedade.

Só então Vitória permitiu o alívio dele. Ela montou no pau dele, cavalgando com violência, unhas cravadas no peito, controlando cada movimento.

— Você é meu. Só meu. Diga.

— Sou seu, Senhora... todo seu...

Ela acelerou, apertando-o dentro dela até ele implorar.

— Goza agora, escravo. Goza para sua Rainha.

Lucas explodiu dentro dela com um grito rouco, o orgasmo mais intenso da vida dele, corpo convulsionando enquanto ela continuava a usá-lo até espremer cada gota.

Depois, Vitória se deitou ao lado, ainda com a coleira na mão.

— Boa noite, meu brinquedo. Amanhã começa de novo.

Lucas, exausto e satisfeito como nunca, beijou os pés dela em gratidão.

Naquele apartamento, Vitória reinava absoluta. E Lucas nunca quisera ser tão submisso.

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