- Capítulo 5 -
Renato vendo que havia me encurralado vira minha cadeira colocando-a de frente para si segurando os braços da cadeira com suas mãos me deixando ali frente a frente com ele. Eu podia ouvir e sentir sua respiração tamanha era nossa proximidade, seus olhos azuis cobalto me encaravam de forma que pareciam ler toda minha mente, alma e coração. Sentia cada vez mais meu coração acelerando e uma onda de calor viajando por todo meu corpo. Eu podia ver o contorno do sorriso se formando nos lábios de Renato que se inclinava e estava se aproximando cada vez mais de mim, seu nariz quase tocando o meu, Renato inclinando sua cabeça para me beijar, meu corpo se arrepiou todinho, não sei se foi por não ter tido a oportunidade de gozar mais cedo com Paulo ou toda aquela adrenalina por ter sido exposto por Renato, mas comecei a sentir meu pau ganhando vida e ficando cada vez mais duro, sentia até minhas bolas latejando. Quando achei que ia ser beijado por Renato, ele desliza seu rosto e fala baixinho em meu ouvido:
- Não me importo de você ter batido uma pensando em mim e gozado na minha jaqueta, eu gosto de você.
No momento que Renato disse isso, vi a oportunidade de virar o jogo ao meu favor e perguntei:
- Ah é? Você gosta de mim?
- Sim, na verdade, sou apaixonado por você desde a primeira vez que te vi. Respondeu Renato quase encostando seus lábios em minha orelha e se afastando para olhar em meus olhos e perguntar:
- E você? Desde quando gosta de mim?
- Eu nunca disse que gostava de você! Respondi secamente com um sorriso nos lábios.
- Você não precisa dizer isso com seus lábios, seu corpo diz por você. Disse Renato enfiando a mão no meio das minhas pernas e agarrando meu pau que naquele momento estava duro feito uma rocha e massageando-o, fazendo meus pelos todos se arrepiarem mais uma vez.
Eu não sabia o que falar e nem conseguia reagir, Renato havia me encurralado como um leão encurrala sua presa.
- Tá tá... tá duro porque acordei agora a pouco, é... é é vontade de mijar. Tentei retrucar gaguejando.
- Você acabou de voltar do banheiro, se quer mentir, precisa melhorar. Replicou Renato sorrindo.
Antes que eu pudesse responder mais alguma coisa Renato apertou mais meu pau e involuntariamente soltei um gemido.
- Grave minhas palavras. Disse Renato novamente se aproximando da minha orelha. - Pode não ser agora, o que vai ser pior para você, pois quanto mais demorar, mais meu tesão vai aumentar, mas uma hora você vai gemer muito e vai ser em cima do meu pau. Disse Renato dando uma leve mordida na minha orelha e se afastando de mim.
- Você é louco? Perguntei raivosamente.
- Sim. Respondeu Renato pegando minha mão e levando-a até seu pau que debaixo da calça estava muito duro. Mesmo debaixo da calça eu podia ver que seu pau era grande e grosso. Sua excitação era tanta que o tecido movia-se a cada pulsada do seu pau.
Puxei minha mão e com os pés afastei mais minha cadeira. Renato ficou em pé novamente e riu.
- Sou louco por você, Dado. E tudo que eu quero, eu consigo. Quero você e você vai ser meu, na verdade, você já é só não percebeu ainda. Renato disse isso numa calma tão grande que qualquer pessoa pensaria que ele era um monge budista ou alguém muito sábio e sereno. Suas palavras pareciam perfurar minha alma, mas não para machucar, mas para curar algo que nem mesmo eu sabia o que era.
Renato pegou sua jaqueta, olhou para mim dando uma piscadinha e saiu do escritório.
- Bom dia Paulo. Disse Renato saindo da sala no momento que Paulo estava entrando.
Paulo respondeu o bom dia de Renato, entrou no escritório, olhou pra minha cara e perguntou:
- Está tudo bem?
- Sim, por quê? Perguntei fingindo como se nada tivesse acontecido.
- Você está muito vermelho. Disse Paulo apontando pro meu rosto.
- Ah... Deve ser por eu ter subido correndo para ir ao banheiro. Você sabe que eu precisava me livrar de algo. Disse tentando mudar o assunto.
Paulo sorriu dando uma piscadinha pra mim e foi para seu escritório.
O dia correu como se nada houvesse acontecido. Renato de fato deveria ser maluco, pois quando voltou novamente para o escritório agiu como se não tivesse colocado a mão no meu pau e nem dito tudo o que disse. “- Ele deve estar querendo armar alguma coisa pra mim, ainda bem que não cai dizendo que gosto dele.” Pensei enquanto olhava de canto de olho para Renato que estava sentado na mesa ao lado.
Os dias iam passando e cada vez mais eu sentia raiva de Renato. Ele parecia ter esquecido o que aconteceu e falava comigo como se nada tivesse acontecido e para piorar, ele parecia estar evitando falar comigo, de um lado eu agradecia por ele ter parado de ficar papagaiando em meu ouvido, mas aquele silêncio sepulcral que havia se instalado também era muito estranho pra alguém que disse que gostava de mim. Não satisfeito, agora Renato também que era quieto com todos, estava simplesmente parecendo candidato em época de campanha, conversando e dando risadinhas com todos. “- Mais é muito sonso e cínico mesmo...” Pensava sempre que via Renato de conversinha com os demais caras da empresa.
- Nunca imaginei que o Renato fosse tão bacana assim, ele sempre foi calado, mas agora que está falando um pouco mais, nossa, que cara bacana. Disse Fernando dando um tapinha em meu ombro.
Tremi quando senti o tapinha de Fernando. Aquele homem era muito gostoso e mexia comigo desde o dia em que entrei na empresa. Alto, moreno, corpo sarado e olhos verdes que pareciam que te despiam a cada olhar. Praticante de jiu-jítsu, o corpo de Fernando era todo durinho e definido. Seus braços pareciam que iriam arrebentar o uniforme da empresa e suas coxas muito grossas deixavam a calça colada em seu corpo. Em várias oportunidades tentei espiar no final do expediente o banheiro do pessoal que trabalhava no galpão, pois ao final do dia eles sempre tomavam banho nos chuveiros que ficavam ao lado do vestiário, mas Fernando sempre era um dos últimos e como eu dependia da carona de Paulo para me levar para a faculdade, não podia ficar enrolando.
- Ah ele fala muito, fala até demais comigo, parece um papagaio. Respondi para continuar o assunto com Fernando.
- Sério? Então é com você apenas, faz um bom tempo que ele trabalha aqui, mas sempre foi muito calado, claro, trata todo mundo bem, mas a gente quase não sabe nada da vida dele fora daqui. Fiquei até surpreso com essa mudança dele, está falando bastante com o pessoal.
Eu queria muito continuar conversando com Fernando, mas vi Paulo descendo as escadas e já sabia que era hora de irmos embora. Despedi-me de Fernando, mas a vontade era ficar ali até que ele fosse tomar banho, queria ver se ele era todo grande, assim como o restante do corpo.
Já na faculdade estava distraído no intervalo das aulas quando avistei Renato conversando com outro rapaz, eu já sabia que ele estudava na mesma faculdade que eu, mas nunca tinha visto ele lá todo esse tempo. Ele parecia muito íntimo do rapaz e eles riam muito de algo que conversavam. “- Como ele é ridículo, todo de gracinha com o outro ali, daqui a pouco pega no pau dele também e finge que nada aconteceu depois.” Pensei enquanto via aquilo. Por sorte o horário do intervalo havia acabado e não seria mais obrigado a assistir aquela ceninha. As aulas terminaram rápido e voltei para casa. Sexta à noite e nada para fazer além de terminar uns relatórios da faculdade e dormir. Eu estava ansioso pelo sábado, pois havia marcado de encontrar Marlla que me levaria num local que eu não sabia qual era, mas Marlla havia me garantido que eu gostaria muito.
- Estou indo na casa da sua tia, seu primo Carlos parece que caiu de moto e está no hospital. Disse minha mãe entrando no quarto e já saindo sem nem esperar resposta.
Meu primo Carlos tinha a mesma idade que eu, era mais alto (assim como qualquer pessoa, já que eu tenho 160cm de altura) tendo em torno de 175cm de altura, moreno e olhos pretos. Embora não fossemos tão próximos, sempre que ia à casa da minha tia ou ele vinha na nossa casa, conversávamos normalmente e jogávamos vídeo game. Acho que nunca nos aproximamos tanto, pois Carlos era extremamente mulherengo e sendo eu gay, quando ele começava a falar sobre as “minas” que ele pegava, eu ficava sem muito que dizer.
O barulho do carro saindo da garagem e o portão se fechando me fizeram entender que estava sozinho em casa, ou era isso que eu pensava, quando saí para pegar um copo de refrigerante dou de cara com Paulo entrando.
- Você não foi com minha mãe? Perguntei.
- Não, não adiantaria, pois quanto mais gente em hospital pior é. Falei pra ela ligar caso precise de algo.
Sem me deixar responder ali mesmo no meio do corredor da casa, Paulo abriu o botão do short e colocou o pau para fora e me mandou mamar.
Não questionei. Ajoelhei-me e comecei a mamar seu pau. Era muito gostoso quando Paulo me subjulgava à vontade dele, me sentia bem em fazer tudo o que ele mandava. Seu pau endurecendo em minha boca, sentido cada veia de seu pau latejando e fazendo seu pau crescer mais e mais, eu engolia seu pau desesperadamente, como se aquela fosse a última vez que o faria, deixei seu pau todo lambuzado com minha saliva e enquanto batia uma punheta para ele, comecei a chupar suas bolas, aquelas bolas pesadas em seu sacão peludo, eu parava de chupar suas bolas e batia com seu pau em minha cara, era delicioso sentir o peso daquele caralho batendo em meu rosto. Paulo me puxa pra cima e me leva no colo até o sofá da sala, ali me coloca de quatro no sofá se agacha e começa a chupar meu cu com muita vontade, era delicioso sentir sua língua tentando invadir meu cuzinho e mais gostoso ainda sentir os pelos da barba aparada de Paulo que estavam crescendo pinicar a minha bunda. A cada língua em meu cu Paulo me dava tapas. Paulo cuspiu em sua mão e ficando de pé atrás de mim, com uma só socada senti todo seu pau me invadindo, parecia que eu ia desmaiar ali mesmo, mas os tapas de Paulo na minha bunda me despertaram novamente me fazendo sentir todo aquele pau entrar e sair de mim. Ele parecia estar muito faminto, pois estocava meu cu com toda força.
- Você gosta de ser putinha neh? Perguntou Paulo
- Ain, sim. Respondi gemendo.
- Pede leite pro papai então. Mandou Paulo.
- Ai papai, me dá leite, dá? Falei gemendo com a voz bem dengosa.
Paulo intensificava mais suas estocada no meu cu, e eu já sabia que ele não iria sair dali tão cedo, Paulo demorava a gozar todas as vezes que me comia, então eu teria que aguentar pelo menos uma meia hora de todas aquelas estocadas violentas que Paulo estava dando. Cada vez mais gemendo e pedindo leitinho para meu papai Paulo. Todas as vezes que ele ouvia meus pedidos, suas mãos encontravam minha bunda e estralavam o barulho dos tapas. Com toda certeza eu sairia daquela foda com o cu arrebentado e a bunda toda vermelha.
Era maravilhoso sentir ele dentro de mim, Paulo me fodia como uma garanhão. Ele subiu em cima do sofá e enquanto me fodia de quatro se encaixou em cima de mim como seu eu fosse sua égua e ele um cavalo que metia todo aquele caralho grande e grosso dentro de mim. Descendo do sofá, Paulo senta-se e manda eu cavalgar nele. Ali de cócoras em cima de seu pau, comecei a sentar com força em seu pau, o barulho da minha bunda chocando-se contra suas coxas ecoava pela casa toda, Paulo gemia assim como eu e ele me beijava. Comecei a sentir meu cu se dilatar mais e já sabia, era o pau dele inchando e prestes a gozar, acelerei nas quicadas que estava dando e senti os jatos de leite invadindo meu reto. Paulo me puxa para junto de si e começa a chupar meus peitos, mordia eles e puxava, soltando e logo em seguida rodeando eles com a língua, seu pau que ainda estava duro dentro do meu cu começou a latejar novamente e eu sentia ele dando pulsadas. Paulo me empurra no sofá e ali de frango volta a meter seu pau em mim. Eu ficava enlouquecido vendo como Paulo era faminto desejando meu corpo. Paulo segura meu pau e começa a me punhetar e sem aguentar muito tempo eu gozo por todo meu peito. Paulo tira o pau do meu cu e batendo uma punheta enche meu peito e barriga com sua porra. Cansado ele se deita em cima de mim, beijando-me e fazendo carícias, nossas porras ali entre nós grudando nós dois.
Depois de todo aquele sexo, Paulo e eu tomamos banho juntos e cada um foi para seu respectivo quarto, a qualquer momento minha mãe poderia voltar, então não podíamos ficar arriscando muito.
Cansado acabei dormindo. No meio da noite acordei com os gemidos da minha mãe sendo fodida por Paulo, suas estocadas nela faziam a cabeceira da cama bater contra a parede que até pareciam marteladas. “- Ele já me fodeu hoje, é isso o que importa.” Pensei dando uma leve risada e voltando a dormir.
Sábado havia chegado e eu contava os minutos para encontrar com Marlla. Embora fosse um homem barbado, o chamar de Marlla era muito natural. E foi nesse exato momento que me dei conta que Marlla usava vestido naquele dia. Como iria ficar andando com um homem barbado de vestido pela rua? E se alguém nos visse? Fiquei ansioso e na tentativa de pegar a caneca com água que deixava na mesa, meu cotovelo acabou esbarrando em algumas pastas e as derrubando da mesa. Ajoelhei-me para pegá-las e quando me levantei, como estava de costas para a porta não vi que Renato havia entrado e estava parado atrás de mim. Minha bunda automaticamente esfregou-se em seu pau e ele aproveitando-se disso empurrou mais seu corpo para frente sarrando em mim.
- Eita que o Dado tá do jeitinho que eu gosto. Disse Renato.
Sem pensar muito, colocando as pastas na mesa, me afastei de Renato e disse que ele deveria parar com aquilo.
- Uma hora você vai pedir por isso... Disse ele dando uma risada e pegando suas coisas para ir embora.
- Em seus sonhos. Respondi sarcasticamente
- Nos seus sonhos também. Disse Renato já saindo e me dando uma leve piscadinha.
Como ele poderia ser tão otário assim, o que ele pensava que eu era? Um dia pega no meu pau até me fazer gemer, depois me ignora completamente como se eu nem existisse e agora vem e me encoxa fazendo sentir o volume de seu pau, ele realmente queria brincar comigo. E sem mencionar ele de risadinha e todo íntímo com aquele cara na faculdade.
Antes que pudesse pensar em mais alguma coisa, Paulo estava saindo do escritório e vindo ao meu encontro pra irmos embora.
- Eu não vou para casa, preciso fazer algumas coisas no centro da cidade, pode me deixar lá e depois eu volto sozinho? Perguntei
- Claro que sim. Respondeu Paulo.
Antes de sairmos, corri até o vestiário da firma e tomei um banho e com uma garrafinha de água fiz a chuca, pois não sabia onde Marlla me levaria e o que iríamos fazer, porém eu imaginava que envolveria algo sexual.
Já no centro da cidade caminhei um pouco até chegar à rua da antiga cervejaria. Ali comecei a procurar por Marlla, mas não avistei. Em minha direção um homem vinha caminhando e sorrindo, e quando me dei conta, era Marlla, mas que agora estava vestindo um short esportivo, uma blusa e tênis.
- E ai docinho? Achei que não viria. Disse Marlla me abraçando.
- Eu disse que viria. Respondi meio sem graça, pois estava tão preocupado em andar com Marlla vestida de mulher que nem imaginei que o veria assim, com roupas de homem.
Marlla foi caminhando de volta comigo para o centro da cidade, no caminho fomos falando de vários assuntos, inclusive sobre Renato, pois Marlla queria saber quem era ele. Ela havia ficado encantada com sua postura quando ele me buscou naquela noite. Eu falava tudo para Marlla, sobre ele ter pegado em meu pau, ter me ignorado depois e por ter quase colocado o pau dentro de mim poucas horas atrás. Marlla apenas ouvia e eventualmente soltava um “- Hum, sei...” ou um “- Ah tá...” Sem perceber subimos um pouco além do centro da cidade onde havia várias lojas. Ali numa rua pouco movimentada Marlla apontou para um prédio e disse:
- Chegamos, é ali o cinemão.
- Cinemão? Olhei confuso para Marlla.
- Sim, ali é um cinema pornô e lá dentro rola de tudo. Você vai amar! Vem comigo que eu te protejo. Disse Marlla já me puxando pelo braço e me levando até o local.
Chegando ao local, entramos numa recepção onde um senhor moreno que estava sentado numa cadeira acenou com a cabeça para nós. Marlla e eu fomos até o balcão onde um rapaz muito branco de olhos verdes com cara de insuportável estava atendendo um cliente. Ali parado eu comecei a olhar o local, que era bem antigo, bem ao menos era o que eu imaginava, dada a grossura das teias de aranha no teto do local. Tudo ali parecia antigo e parado no tempo. Ao me virar para olhar mais a recepção vi uma porta com apenas uma folha de vidro, a outra folha parecia ter sido removida e apenas uma cortina preta me impedia de ver o que havia lá dentro. Eu podia ouvir o barulho dos gemidos vindo por detrás das cortinas e por um breve momento tive a sensação que alguém me olhava pelas frestas da cortina.
Após atendê-lo, o rapaz com cara de insuportável, chama Marlla e eu. Demos o dinheiro para o rapaz que guardou no caixa e Marlla me puxou para dentro da sala do cinema, ao passar pela cortina, não pude enxergar nada, o ambiente era extremamente escuro. Eu sentia apenas a mão de Marlla me segurando, ali com os olhos apertados e tentando enxergar o que estava acontecendo eu via apenas vários vultos passando de um lado ao outro e foi só quando ergui mais a cabeça que vi o filme no telão. Focando na luz do telão eu comecei a entender e distinguir o quê estava acontecendo ali e me apavorei...
Continua...
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