Era o inverno de 2018 em Londres, e o set de filmagens de Cats estava um caos organizado. A produção era gigantesca, com trailers espalhados por um galpão enorme nos arredores da cidade, e o clima era de tensão sexual constante. Todo mundo sabia. Todo mundo via. Mas ninguém falava nada em voz alta.
Taylor Swift tinha chegado ao set já como uma lenda, com seu namorado de longa data, Joe Alwyn, esperando por ela em casa, em algum apartamento discreto em Notting Hill. Ela aparecia todos os dias impecável: casaco longo, botas altas, óculos escuros mesmo no frio cinzento. Mas quando entrava no trailer, tirava tudo aquilo como se fosse uma segunda pele.
Idris Elba era o oposto. Mac Daddy, como alguns chamavam nas costas. Casado, pai de família, voz grave que fazia o chão tremer. Ele interpretava Macavity, o vilão felino, e todo mundo no set dizia que ele era o único que conseguia fazer Taylor rir de verdade durante as longas esperas entre takes. Eles tinham química desde o primeiro dia de leitura de roteiro. Química que virou algo muito mais sujo.
No terceiro dia de filmagens, já rolava boato. Alguém viu Idris saindo do trailer dela com o zíper da calça ainda meio aberto. Outra pessoa ouviu gemidos abafados durante o almoço. No quinto dia, o trailer de Taylor virou o epicentro do set. Todo mundo sabia que, quando a porta fechava e o “Não perturbe” aparecia, era melhor fingir que não existia.
Taylor adorava o risco. Ela gostava de saber que o set inteiro estava ouvindo. Gostava de saber que sua equipe de maquiagem trocava olhares cúmplices quando ela voltava com o batom borrado e o cabelo bagunçado. Gostava de imaginar Joe recebendo mensagens dela dizendo “tô no set, te amo” enquanto Idris estava enfiado até o talo dentro dela.
Idris, por sua vez, era viciado naquilo. Na forma como Taylor se entregava sem pudor. Na maneira como ela gemia alto o suficiente para atravessar as paredes finas do trailer. Ele sabia que a esposa dele estava em casa, cuidando das crianças, mas ali, naquele momento, nada mais importava além do corpo dela se contorcendo em cima dele.
Uma tarde chuvosa, por volta das 15h, o set estava em pausa técnica. Taylor mandou mensagem para Idris: “Trailer. Agora.”
Ele entrou sem bater. Ela já estava de quatro no sofá-cama, saia do figurino de Bombalurina levantada até a cintura, calcinha preta rendada jogada no chão. Sem preliminares. Sem conversa. Idris trancou a porta, baixou a calça e se encaixou nela de uma vez. Taylor soltou um gemido rouco, alto o suficiente para que o assistente de direção, que passava do lado de fora, parasse e fingisse amarrar o cadarço do tênis.
“Porra, Taylor… você tá molhada pra caralho”, ele grunhiu, segurando os quadris dela com força.
“Calado e me fode logo”, ela respondeu, empurrando o corpo para trás, engolindo ele inteiro.
O trailer balançava. Literalmente. As paredes eram finas, o chão de compensado. Cada estocada fazia o móvel ranger. Taylor não se continha. Ela gemia alto, gritava “mais forte, caralho”, “me arromba, Idris”. Ele batia com tudo, o pau grosso entrando e saindo, o som molhado ecoando junto com os tapas de pele contra pele.
Do lado de fora, o set inteiro ouvia. A maquiadora principal parou de falar no meio da frase. O coordenador de produção fingiu checar o cronograma no tablet. Até o diretor, que passava carregando um café, diminuiu o passo e deu um sorrisinho torto. Ninguém entrava. Ninguém batia na porta. Era um acordo tácito: deixem eles foderem.
Taylor gozou primeiro, tremendo inteira, as unhas cravadas no estofado. “Porra… porra… tô gozando…”, ela gemeu alto, o corpo convulsionando. Idris não parou. Continuou metendo fundo, segurando o cabelo loiro dela como rédea, puxando para trás até ela arquear as costas. Ele gozou dentro dela, grunhindo baixo, enchendo-a até escorrer pelas coxas dela.
Eles não pararam aí. Depois do primeiro round, Taylor virou de frente, sentou no colo dele e começou a cavalgar devagar, rebolando, esfregando o clitóris no corpo dele enquanto o pau ainda estava duro dentro dela. “Quero mais”, ela sussurrou, mordendo o pescoço dele. “Quero que você me foda até eu não conseguir andar.”
Idris riu, aquela risada grave que fazia ela se arrepiar. “Você é uma putinha safada, Taylor.”
“Sou sua putinha safada”, ela respondeu, acelerando o ritmo, os seios balançando, os bicos duros roçando no peito dele.
O trailer virou uma bagunça. Roupas jogadas, lençóis amassados, cheiro de sexo impregnado no ar. Eles transaram mais duas vezes naquela tarde. Uma de lado, com ele atrás dela, mão no pescoço dela, sussurrando no ouvido “você trai seu namoradinho bonitinho por mim, não é?”. A outra de pé, contra a parede, pernas dela enroladas na cintura dele, ele metendo tão forte que o trailer inteiro tremia.
Quando finalmente saíram, meia hora antes da próxima chamada, Taylor estava com o cabelo desgrenhado, a maquiagem borrada, as pernas tremendo. Idris tinha marcas de unha no pescoço e um sorriso de quem ganhou na loteria. Eles passaram pela equipe como se nada tivesse acontecido. Mas todo mundo sabia. O assistente de direção até abriu a porta do trailer para “arrumar” e quase desmaiou com o cheiro.
Aquilo durou semanas. Toda pausa longa, toda tarde sem takes, toda noite de filmagens que terminava cedo. O trailer de Taylor virou sinônimo de sexo. Às vezes eles nem trancavam a porta direito, e alguém via de relance: Taylor de joelhos chupando Idris como se fosse a última vez, ele deitado com ela cavalgando, gemidos que atravessavam o set inteiro.
Joe nunca soube. Ou fingiu não saber. A esposa de Idris também não. Mas o set inteiro sabia. E ninguém nunca falou nada. Era o segredo sujo que mantinha todo mundo entretido durante as longas horas de espera.
Quando as filmagens acabaram, Taylor e Idris se despediram com um beijo rápido no estacionamento, como colegas de trabalho. Mas ambos sabiam que, se um dia se encontrassem de novo em Londres, o trailer seria substituído por um hotel, e o barulho seria ainda mais alto.
Eles eram adultos. Eles eram famosos. E eles eram viciados um no outro.