"Aumento mais cinquenta," disse Caio, sorrindo arrogantemente.
Beatriz saiu da cozinha com mais cervejas, garrafas desta vez. "Acho que isso está saindo do controle e vocês dois deveriam parar." Ela encarou o pote. Tinha que ter mais de R$ 2.500 reais ali. Eles ficariam atrasados na hipoteca se Davi perdesse a mão. Ela se moveu para olhar as cartas de Davi. Ela se forçou a manter uma cara séria quando viu as quatro setes na mão dele. Não parecia que Davi perderia essa mão, mas se Caio perdesse, ele poderia acabar ficando com eles ainda mais tempo enquanto tentava ganhar mais dinheiro para sua viagem. "Eu não tenho o suficiente," disse Davi olhando de suas cartas para o pote e para o rosto sorridente de Caio.
"Bom então," disse Caio triunfantemente, "acho que o pote é meu."
"ESPERA!" gritou Davi enquanto Caio alcançava o dinheiro. "Talvez eu possa te oferecer outra coisa?"
"Tipo o quê?"
Davi perguntou, "O que eu tenho que você quer?"
Os olhos de Caio se estreitaram e seu rosto ficou sério. Este era o tipo de negro que um casal branco atravessaria a rua para evitar. Seus olhos se voltaram para Beatriz. "Eu quero um boquete daquela sua esposa gostosa." Davi encarou chocado o meio-irmão, ouvindo Beatriz ofegar e o som de ambas as garrafas de cerveja batendo no chão, uma se estilhaçando.
"Seu tarado nojento," ela sibilou para o negro antes de se virar. Ela voltou com alguns panos de papel e uma vassoura para limpar a bagunça. Ela tinha que aguentar essa merda todo dia no restaurante, sendo cantada constantemente e limpando derramamentos, agora estava acontecendo em sua própria casa.
"Eu não posso fazer isso, Caio," disse Davi, seu rosto corando. "Ela não é minha pra apostar e além disso, adultério é pecado."
"Porra nenhuma!" afirmou Caio. "Todo mundo sabe que um boquete não é adultério. Mas vou te fazer um acordo. Você ganha, fica com o dinheiro. Se eu ganhar, fico com metade do dinheiro, mas a Beatriz me bate uma punheta."
"Isso não vai acontecer, Caio," disse Davi. Ele ainda estava corado, mas agora suas mãos tremiam um pouco.
"Calma aí," disse Beatriz por cima do ombro dele, encarando a quadra na mão dele. "A gente aceita esse acordo.
Davi se virou para a esposa. "Não, Beatriz. De jeito nenhum você vai chegar perto daquilo."
"Na cozinha, AGORA," ordenou Beatriz, se perguntando sobre o que ele estava falando. Davi seguiu e tentou dissuadi-la dizendo que ambos poderiam fazer hora extra e seus dedos estavam cruzados para uma grande promoção que estava vindo. Ela disse que eles não podiam perder o dinheiro e além disso, estava confiante de que ele tinha a melhor mão. "E o que você quer dizer com 'aquilo'?" ela perguntou antes de voltarem para Caio.
Davi congelou, suas bochechas coradas perdendo cor até ficar pálido. Ele estava em casa de férias da faculdade uma vez, apaixonado por sua nova namorada Beatriz. Davi estava se masturbando, olhos fechados tentando imaginar Beatriz nua quando a porta do seu quarto se abriu. Caio simplesmente começou a rir do pequeno pênis que Davi estava tentando enfiar de volta na cueca. Caio enfiou a mão nas calças jeans e puxou um pênis enorme de pele escura. Levou um mês para Davi conseguir uma ereção depois de ver "aquilo". Ele se lembrou de tomar banhos depois de Caio e a porta de vidro estar coberta de uma gosma branca espessa da constante punheta do garoto negro. O quarto de Caio fedia a sêmen, seu lixo estava cheio de lenços duros que cheiravam a esperma. Davi terminou a faculdade dois anos antes de Beatriz. Quando voltou para casa, começou a ouvir rumores sobre Caio e dezenas de garotas da escola, até um sobre Caio e a professora gostosa pela qual todos os garotos, incluindo ele mesmo, tinham uma queda. Havia até rumores sobre ele comendo algumas das mães de seus colegas de classe e aparentemente um encontro o colocou em problemas suficientes para que ele fugisse e entrasse para o Exército. O pênis de Caio pode nem ter sido totalmente desenvolvido na última vez que Davi o viu. "O pênis dele é bem grande," ele disse baixinho. Davi nunca esqueceu o quão molhada Beatriz estava na cama depois de assistir o pornô do homem com o pênis de dezoito centímetros.
"Ah," disse Beatriz, pausando, lembrando do volume obsceno sob as cuecas do negro. Ela de repente se sentiu inquieta, mas deu de ombros. "Ainda precisamos do dinheiro e sua mão é praticamente imbatível."
Eles voltaram para a mesa da sala de jantar. Davi engoliu em seco. Seu rosto havia perdido o rubor ficando branco pálido. "Tudo bem, é uma aposta." Ele juntou suas cartas da mesa.
"É uma aposta então," disse Caio. Seu rosto estava inexpressivo, mas havia um olhar predatório em seus olhos quando olhou para Beatriz. "Mas ela tem que usar a lingerie que eu escolhi pra ela enquanto faz isso."
Beatriz cerrou os dentes de raiva. "Babaca," ela resmungou. Ela enviou a Davi um olhar que prometia que ele pagaria por isso por um bom tempo. "Vamos acabar logo com isso," ela disse, seu coração batendo rapidamente de nervosismo.
Caio sorriu. "Vamos ver o que você tem."
Davi espalhou suas cartas na mesa revelando as quatro setes. O olhar de surpresa de Caio fez o casal sorrir. Beatriz olhou para Davi e eles bateram as mãos. Davi estava estendendo a mão para o pote quando Caio afirmou, "Não tão rápido." Ele bateu suas cartas na mesa. "Quatro damas."
Davi sentiu que ia vomitar. Beatriz gemeu baixinho. Ele olhou para ela e a viu tremendo de medo. "Qual é mano, você não vai fazer minha esposa cumprir isso, vai?"
Caio sorriu e deu uma risada simpática, fazendo o casal Curto pensar que ele ia cancelar. "Agora sério Davizinho, que tipo de irmão eu seria," disse Caio pausando para efeito. Beatriz olhava para ele esperançosa. Davi sabia melhor. Caio só o chamava de "Davizinho" para humilhá-lo. "Se eu não garantisse que você cumprisse suas promessas. Aposta é aposta, mano." Caio virou os olhos para Beatriz tão intensamente que ela sentiu suas pernas virando gelatina de medo. "Você ia ficar com todo o dinheiro se ganhasse, né Davizinho? Beatriz sobe lá em cima e troca pra aquela roupa sexy e traz uma vaselina junto."
Davi olhou para a esposa. Ele nunca a tinha visto tão insegura. Ela também estava pálida e tremendo um pouco. Ela normalmente era a forte e confiante. "Não faz isso, Beatriz. Deixa ele ficar com todo o dinheiro e você pode pegar umas horas extras pra cobrir a hipoteca."
Beatriz lentamente virou o rosto em direção a ele, o olhar de medo no rosto desapareceu e virou nojo. "Não, porra! Bem feito por me meter nessa merda." Ela se virou e subiu as escadas pisando forte.
"Mas..." Davi tentou dizer, lembrando que essa foi decisão dela. Ele olhou para Caio. O brutamontes negro estava dividindo o dinheiro. Pelo menos ele não precisaria se preocupar com a hipoteca. Caio embolsou a metade dele e se levantou da mesa. Ele se espreguiçou antes de tirar a camisa pela cabeça. Sem camisa, o enorme homem negro caminhou até o sofá. Ele desabotoou as calças e as empurrou para baixo. Davi quis chorar quando viu o volume enorme esticando a frente das cuecas boxer de Caio. Caio não tinha apenas puxado "aquilo" para fora depois de pegar Davi se masturbando, ele tinha batido na cara de Davi com aquilo várias vezes e a fera pesada tinha doído. O adolescente negro de dezoito anos riu vendo o pênis de Davi murchar e se retrair para dentro do escroto de humilhação. Caio se sentou. Ele fechou os olhos e ficou esperando, respirando pesadamente, suas grandes narinas africanas se alargando a cada respiração.
***
"Jingle bells, jingle bells," disse Caio, lentamente abrindo os olhos de sua posição meditativa no sofá quando ouviu Beatriz descendo as escadas. Tanto ele quanto Davi se viraram para olhá-la. Ela estava usando um roupão de comprimento total, mas os sinos na lingerie ainda podiam ser ouvidos, embora um pouco abafados. Ela possuía um roupão menor, mas tinha comprado o mais longo por modéstia quando Caio começou a ficar com eles e parecia que ele não ia embora tão cedo.
"Não faz isso, Beatriz," disse Davi.
"Cala a boca. Isso tudo é culpa sua."
"Mas você foi quem aceitou a aposta," choramingou Davi, certo de que sua esposa agora o culpava completamente e que ele sofreria por isso por um bom tempo.
"Ela mandou você calar a boca, Davizinho," grunhiu Caio, encarando Beatriz. Seus olhos percorreram suas mãos enluvadas enquanto ela enfiou a mão no bolso do roupão e puxou uma garrafa de vaselina. Ela jogou para ele e ele pegou, colocando ao lado do celular que estava apoiado no sofá. Os olhos escuros de Caio encararam intensamente o rosto dela. Ele se considerava um conhecedor de mulheres e Beatriz era o espécime mais fino que ele já tinha visto. Suas sobrancelhas eram altas e imperiosas com sua arrogância, seu nariz frágil e aristocrático, e sua boca era finamente esculpida, mas sensual com lábios escuros o suficiente para não precisar de batom. Cada centímetro quadrado de pele que ele tinha visto dela era impecavelmente perfeito. A nuca do pescoço dela era sexy quando tinha o cabelo caindo sobre um ombro. Uma orelha graciosamente curvada frequentemente ficava para fora do cabelo. Seus pés eram delicados, seus dedos como seus dedos das mãos sem esmalte. As panturrilhas fortes e bem torneadas que ela exibia no uniforme de garçonete sugeriam mais curvas sob a saia. Ele queria ver as partes escondidas há algum tempo e estava certo de que o resto dela seria igualmente requintado. Seu único defeito era sua cara de brava. "Sabe de uma coisa, Beatriz Ana Curto," ele disse.
"O quê?" perguntou Beatriz, desamarrando o cinto do roupão.
"Você seria linda se sorrisse ocasionalmente e limpasse essa expressão odiosa do seu rosto lindo."
Seus olhos se estreitaram e Caio sentiu que um homem menor poderia murchar sob aquele olhar venenoso. Ele até achou que ouviu seu meio-irmão frouxo gemer. "Minha expressão depende de quem eu estou encarando," ela disse, deixando o roupão cair.
"Meu Deus!" ofegou Davi. Ele estava sentado em sua poltrona e tinha uma vista lateral dos dois. Ele estava olhando principalmente para a bunda perfeita e nua dela.
***
Caio e Beatriz continuaram se encarando com raiva em um duelo de vontades. Beatriz venceu o duelo. Caio precisou olhar para baixo. Ele não moveu a cabeça, mas seus olhos varreram o corpo dela. "Seus peitos são magníficos," ele afirmou. Ela era construída como uma modelo de internet, mas esses seios não eram comprados, eram de verdade. Seu lábio se curvou um pouco quando viu que os mamilos dela estavam um pouco duros. Essa situação estava de certa forma excitando ela, mesmo que nunca admitisse. Seu torso era sexy pra caralho. Ela era magra com pouca gordura. Suas costelas eram delineadas e sua barriga era lisa com alguns relevos abdominais ao redor do umbigo. Felizmente, ela era alta, ou seus seios teriam ocupado a maior parte de seu corpo fazendo-a parecer compacta. Sua cintura fina se afunilava e então se alargava em seus quadris. Ele podia ver parcialmente atrás dela, uma bunda firme e empinada que era uma das melhores que ele já tinha visto. Suas pernas eram firmes e atléticas de suas corridas diárias. Seus olhos percorreram de volta para o triângulo de pelos perfeitamente aparado atrás da calcinha. Exatamente como ele tinha imaginado que o corpo dela seria. "Mina, você é top demais," ele grunhiu.
"Mulher," ela corrigiu. "Eu sou uma mulher."
"O quê?" ele perguntou, dando de ombros e não entendendo. "Mulher então."
"Beatriz, não faz isso," implorou Davi. Ela se virou e o fuzilou com o olhar, mas ele apenas ofegou ao contemplar o corpo dela na lingerie sexy. Ele odiava o irmão, mas Caio estava certo sobre a roupa ficar sexy nela. Ela se virou de volta para o negro sem falar. Davi olhou para Caio também. Qualquer homem ficaria com ciúmes do peito largo do negro, dos músculos ondulados e da força subjacente por trás deles, mas tudo que preocupava Davi e fazia seu estômago afundar era a visão da cueca de Caio. A cintura agora tinha se esticado e estava se abrindo no topo enquanto "aquilo" expandia na cueca dele.
"Cala a boca Davizinho," disse Caio sem olhar para o irmão branco. Ele estava encarando o corpo de Beatriz. "Você não deveria ter apostado sua esposa."
"Mas eu não apostei," choramingou Davi.
"Cala a boca Davi," concordou Beatriz.
"Eu não consigo assistir isso," disse Davi, se levantando.
"SENTA!" ela ordenou, se virando para ele. "Me assistir fazer esse ato nojento é parte da sua punição. Você vai pagar por me humilhar assim." Beatriz se ajoelhou entre as pernas de Caio enquanto Davi sentou pesadamente na cadeira de novo.
"Deixa comigo," disse Caio, abrindo a tampa da vaselina.
Beatriz arrancou da mão dele e pegou um pouco com dois dedos enluvados. Ela revirou os olhos e pela primeira vez permitiu que seus olhos caíssem nas cuecas volumosas dele e na cabeça escura do tamanho de uma ameixa do pênis dele que agora tinha empurrado para cima da cintura. Ela congelou e encarou. "Vou precisar de muito mais vaselina," ela murmurou provocando uma risada de Caio.
"Por favor," implorou Davi uma última vez, mas foi ignorado.
Beatriz virou a cabeça, não querendo ver a coisa que Caio estava empacotando nas calças. Ela estendeu a mão para a cintura, sua mão descendo no volume do entrepernas. Ele inchou e ela puxou a mão para trás quando a ameixa negra empurrou até o estômago dele seguida por um tubo flácido tão grosso quanto seu pulso. Não havia enchimento nas cuecas dele como ela sempre suspeitou, apenas uma cobra grossa enjaulada ansiando para se libertar e estava inchando e crescendo. A mão de Beatriz tremia quando ela estendeu de volta para as cuecas dele, mantendo distância do tubo negro. Ela puxou a cintura para fora e para baixo. Ela não conseguiu se controlar e moveu os olhos para encarar a coisa. A ameixa ébano passou pelo umbigo dele enquanto o eixo se endireitava e enrijecia, engrossando enquanto inchava. Beatriz finalmente virou a cabeça em direção ao pênis enorme, boca aberta em descrença.
"Meu Deus," gemeu Davi, horrorizado com a visão do pau monstruoso do irmão. Era muito maior do que ele se lembrava.
"Ele não vai se bater sozinho, Beatriz," disse Caio, sorrindo presunçosamente. Ele não estava com muita pressa. Ele gostava de vê-los encarando. Caio levantou os quadris do sofá. "Tira," ele ordenou.
A mão de Beatriz ainda estava na cintura dele. Ela estava congelada encarando o pênis dele. Tinha pelo menos vinte centímetros de comprimento. A voz dele a tirou do transe. Ela puxou a cintura um pouco mais e trouxe a outra mão para pegar o outro lado das cuecas dele. Sua cueca ainda cobria a base do pênis enorme. Mais dois centímetros apareceram e mais, uma veia roxa e negra saliente subia pelo eixo. Então mais dois centímetros e mais. Ela puxou as cuecas dele por baixo da bunda e pelas coxas puxando até os tornozelos. Ele tirou os pés e abriu as pernas ainda mais. Os olhos dela caíram no escroto negro enrugado. Se a ponta do pênis dele era do tamanho de uma ameixa gorda, então os testículos dele eram do tamanho de maçãs. Um dos testículos de Caio era maior que o entrepernas inteiro de Davi.
Beatriz estendeu uma mão enluvada azul e agarrou o eixo, puxando o pênis negro agora totalmente duro para cima e era um pênis muito negro, muito mais negro que a pele marrom escura de Caio. Ela olhou para a palma da outra mão e para a gota patéticamente pequena de vaselina nela. Ela moveu os dedos de volta para o pote aberto e pegou mais um pouco. Satisfeita, ela agarrou o eixo e começou a revestí-lo com vaselina, o que permitiu que ela examinasse todas as cristas, protuberâncias e veias ao longo do eixo. Estava duro agora, duro como aço e reto, em forma de míssil sem curva. O eixo mantinha a mesma espessura ao longo de seu comprimento, o membro inchado deixava uma lacuna de vários centímetros entre o polegar e os dedos, antes de se alargar na cabeça com capacete negro. Ela passou a mão até a cabeça e a revestiu completamente com o lubrificante antes de remover a mão e pegar outra porção.
Quando estava completamente lubrificado, ela pausou, segurando-o para cima com uma mão que deslizou até a base e então colocando a palma em seu entrepernas enquanto tentava segurá-lo apenas com o dedo e o polegar. O pau de cavalo grande de Caio era mais longo que trinta centímetros. "Seu negócio é tão GRANDE!" ela exclamou, encarando-o.
"Esse negócio é o pau de um homem de verdade, um pauzão preto de trinta e três centímetros," ele disse presunçosamente. "Eu chamo de 'O Titã'. Você está acostumada com o pinto de menino do Davi."
"Caio, por favor," ela disse, tirando os olhos do pauzão preto e olhando para o rosto dele com raiva. "Não precisa menosprezar meu marido só porque ele tem um pênis pequen... só porque o pênis dele não é muito grande... quer dizer, não tão grande quanto o seu."
"Beatriz... por favor," choramingou Davi.
"Ah, desculpa amor, seu pênis pequeno está ótimo," ela explicou.
"Não se preocupa Davizinho," disse Caio olhando para os seios de Beatriz. "Você não tem nada com que se preocupar, a menos que a Beatriz aqui seja uma daquelas viciadas em tamanho."
"Viciadas em tamanho?" ela perguntou, franzindo a testa enquanto começava a acariciar o pau enorme. "O que é isso?"
"Uma mulher excitada por paus enormes," ele disse, encontrando os olhos dela. Ele moveu o olhar para os seios dela e ela seguiu o olhar dele para seu busto. "Seus mamilos ficam duros." Beatriz observou com constrangimento enquanto seus mamilos já semi-duros incharam e cresceram para seu tamanho completo sob seu olhar penetrante. Seus mamilos incharam e saltaram para seu comprimento total de dois centímetros e meio. Ela engoliu em seco e dobrou os cotovelos para frente para cobrir os nós salientes. "E sua buceta fica encharcada só de ver um pau... grosso... GRANDE," ele terminou. "É a ordem natural das coisas para uma fêmea ficar excitada com a visão do pau de um homem de verdade, um pau... preto... grande."
"Você tá cheio de merda," ela disse a ele, totalmente ciente de que sua vagina estava pingando.
"Você deve estar seguro então, mano," disse Caio. "Nada com que se preocupar."
Por alguma razão, isso não tranquilizou muito Davi. Ele não conseguia ver a vagina dela e a maior parte dos seios estavam bloqueados pelas coxas musculosas de Caio. Ainda assim, era óbvio que Beatriz estava chocada com o tamanho do pau de Caio. Beatriz estava segurando a base do enorme eixo negro e batendo punheta nele com a mão direita com movimentos lentos e deliberados. Davi estava grato que ela tinha pensado em colocar luvas. Ele não tinha certeza se seria capaz de suportar o toque dela sabendo que sua pele tinha fisicamente tocado o pênis negro do meio-irmão. "Isso, bate nesse pauzão preto, gata," gemeu Caio. Davi estremeceu. Caio estava sorrindo presunçosamente, dizendo mais para irritar Beatriz do que por seriedade.
"Caralho, esse negócio é grande," disse Beatriz. Ela trocou de mãos e começou a acariciá-lo com a mão esquerda. "Você não está perto ainda?"
"Não gata, só se passaram quinze minutos." Caio se recostou contra o sofá e abriu as pernas ainda mais.
"Não é possível, já faz quinze minutos?" ela perguntou incrédula. Ela não tinha certeza de quando tinha começado e não usava relógio, então não podia verificar as horas.
Caio pegou o celular ao lado dele. Estava apontado para ela enquanto digitava alguns botões. Ele virou para mostrar a tela que exibia o cronômetro. O relógio mostrava 16:47. "Se você conseguir fazer em 30 minutos ou menos, você e o Davizinho podem ficar com o resto do pote."
"Merda!" disse Beatriz, ainda não acreditando que tinha passado mais de quinze minutos. Davi conseguia ficar ereto, penetrá-la, ejacular e estar dormindo profundamente em menos de dez minutos. Ela trouxe ambas as mãos enluvadas para o eixo dele e começou a bater punheta nele o mais rápido que podia com o pensamento de recuperar todo o dinheiro de volta e mais um pouco. Ela sentiu um arrepio percorrer seu corpo quando Caio gemeu. Era de verdade dessa vez. "Vamos lá, vamos lá," ela sussurrou, encarando suas mãos deslizando para cima e para baixo no eixo dele em um borrão azul-preto. 21:57. A força do braço estava falhando rapidamente. "Vamos lá. Vem... goza. Goza pra mim. Goza pra mim, Caio!" 23:12.
"Ah, isso gata, fala putaria pra mim."
"Beatriz!" implorou Davi.
"Cala a boca! Tô tentando recuperar nosso dinheiro," ela retrucou para o marido. Ela olhou para Caio. "E para de me chamar de gata, eu não sou sua gata, porco." 24:37.
"Sua atitude de brava não tá me ajudando a gozar."
Merda! Ela pensou. "Desculpa. Me dá sua porra. Vamos lá, você quer gozar." Ela soltou a mão direita e a sacudiu para aliviar uma cãibra. Estava quase exausta. 26:08. Ela agarrou o eixo dele novamente, usando o resto da força do braço para acariciá-lo o mais rápido que podia. "Porra, os braços tão cansando."
"Usa a boca então, gata."
"Vai se foder! Nenhum pênis de homem vai passar por esses lábios." Seus braços estavam fracos. 27:15. "Vamos lá."
"O que você quer, gata?"
"Eu quero que você goze, porra." 28:32. "Eu quero sua porra. Caralho, tá inchando ainda mais!"
"Tô perto, gata."
Graças a Deus, ela pensou. Beatriz acelerou os braços, com o último de sua força. 29:10. "Goza pra mim." 29:21. "Me dá sua porra." 29:34. Droga, a cabeça do pênis dele estava expandindo, ficando mais dura e ainda mais preta.
"Lá vem, gata."
29:47. Ela ia conseguir. Beatriz estava grata pelas luvas. Ela não queria nenhuma porra desse negro tocando sua pele quando escorresse sobre seus dedos. 29:52. "Goza logo. Eu quero a porra desse pauzão preto," ela rosnou. Ela olhou para o celular. Marcava 30:12. "Nãããão!" ela gritou antes de seu rosto ser espirrado com a semente dele.
"ISSOOOO!" gemeu Caio, empurrando os quadris para cima, fodendo as mãos dela com o pau.
Beatriz fechou a boca bem a tempo quando outro jato de semente dele atingiu seus lábios e queixo. Ela dobrou o pau dele para baixo longe do rosto, mais esperma do negro espirrou em seu pescoço, peito e seios, revestindo sua lingerie vermelha com o sêmen dele. Ela queria gritar, mas manteve os lábios pressionados juntos para manter a porra fora da boca. Beatriz soltou o pau dele, o que piorou as coisas. Agora ele apenas pulava para cima e para baixo, fora de controle, esguichando esperma por toda parte nela. Ela ficou de pé, uma carga espirrando por toda a barriga, entrando no umbigo enquanto o material diáfano cobrindo seu estômago subia, outra explosão arruinou sua calcinha fazendo-a grudar nos pelos púbicos.
Beatriz deu um passo para trás, vários jatos de esperma indo atrás dela, mas caindo antes de atingir seu corpo e pousando no topo dos pés. Finalmente, o pau dele parou de balançar selvagemente e caiu com um baque contra o estômago e peito. Esperma escorreu da cabeça inchada, deixando uma poça branca crescente no peito negro duro de Caio. A coisa perdeu a aparência inchada e começou a encolher.
Beatriz se virou para o marido como se implorasse ajuda. "Meu Deus," ofegou Davi, horrorizado com a visão da esposa coberta de esperma de Caio. Ela parecia horrorizada e parecia estar implorando com os olhos por ajuda, mas não abria a boca com medo de que um pouco do esperma dele passasse pelos lábios. "Vou pegar umas toalhas." Davi levantou de um pulo, os olhos de Beatriz caindo na pequena barraca sob as calças dele. Ela apenas balançou a cabeça e correu para as escadas.
"Eu levo as toalhas," disse Caio, ficando de pé.
Davi foi para a cozinha e voltou com alguns panos de papel. Ele encarou horrorizado o homem negro gigante, parado nu na frente dele enquanto entregava as toalhas para Caio. Ele esperava nunca ver aquele pênis oversized novamente ou seu meio-irmão, aliás. O pau preto de Caio estava apontando direto na frente dele, ainda pingando esperma no tapete de Davi. Mesmo enquanto Caio limpava o sêmen do peito, o enorme pau preto estava pulsando e encolhendo. Ele se curvou para baixo e finalmente parou de pingar esperma. Quando Caio terminou de se limpar, seu pau era um tubo gordo de vinte e cinco centímetros pendurado entre as enormes coxas musculosas. Sua mente imaginou o tubo gordo do baiano pendurado enquanto caminhava pela praia 27 anos atrás. Sua mente rapidamente voltou ao presente e a coisa de Caio gozando por toda a esposa. "Como você pôde fazer isso comigo?" ele disse, voz tremendo ao falar.
"Qual é Davi, irmãos devem compartilhar as coisas, né?"
"Fica longe da minha esposa, Caio," ele disse, voz um pouco mais forte. "Tô falando sério."
Caio sorriu divertido. Ele cruzou os braços enormes sobre o peito ainda maior, ficando ainda mais intimidador. "Ou o quê?" ele perguntou.
Davi encarou o meio-irmão gigante e sentiu os joelhos tremerem. As palavras vieram à mente sem querer e ele as soltou antes de poder se parar. Palavras que tinha dito ao irmão muitas vezes quando eram crianças. "Ou eu conto pra mãe." Caio pareceu surpreso por um segundo e então começou a rir, sua diversão se transformando em gargalhadas profundas vindas do peito. As bochechas de Davi ficaram vermelhas e ele correu para as escadas para verificar a esposa.
***
## Parte 3
Ela mal conseguia se ver no espelho do banheiro através das lágrimas e enxugou os olhos. A bela mulher da qual tinha orgulho uma hora atrás tinha ido embora, substituída por uma puta coberta de esperma de um dos pornôs do marido. Ela viu a lingerie nova suja, respingada com sêmen e tirou tudo, jogando o sutiã e calcinha manchados no lixo. Ela ficou ali ofegante assistindo os seios grandes subindo e descendo a cada respiração. Beatriz estava muito confusa. Ela tinha lido em algum lugar que o orgasmo masculino normalmente enchia apenas uma colher de chá, mas a porra de Caio poderia encher pelo menos três doses. Algum esperma estava pingando sobre o mamilo esquerdo e ela foi limpar com o dedo, mas ao invés disso se viu esfregando o sêmen dele ao redor do mamilo duro, gemendo enquanto o aroma pungente de tanta porra dominava seu olfato, intoxicando-a com o cheiro. Ela ainda podia sentir o gosto dele na boca enquanto levantava os dedos cobertos de porra e começou a lambê-los. Ela se viu pegando o sêmen dele e enfiando na boca tentando sentir mais gosto. Beatriz se tornou um animal faminto e não conseguia o suficiente, lambendo ao redor dos lábios tentando pegar tudo. Então ela olhou para o esperma no mamilo e curvou o pescoço e empurrou o seio para cima, lambendo o mamilo longo até limpar. Beatriz estava fora de controle, pegando um glóbulo da semente dele do umbigo e rapidamente chupou do dedo. O único sêmen que sobrou intocado estava no abdômen e estava escorrendo para os pelos púbicos. Ela pegou e estava prestes a trazer o dedo até a boca quando a mão reverteu o curso e empurrou o dedo coberto de porra na vagina, tentando empurrar a semente dele fundo no útero. As pernas de Beatriz ficaram bambas enquanto dedava a buceta faminta. Ela colapsou de joelhos, então caiu para frente no ombro diante do vaso sanitário, com a bunda empinada no ar enquanto se dedava rapidamente. Ela gemeu suavemente e abrindo os olhos viu a luz refletir em outro glóbulo de sêmen no sutiã vermelho pendurado para fora da lixeira diante dela. Apoiando o peso no ombro, ela estendeu a mão livre e pegou do sutiã. Ela encarou aquilo brilhando na ponta do dedo por alguns segundos antes de trazer a mão por cima da bunda. Ela empurrou o dedo coberto de porra no reto, empurrando o esperma restante dele fundo no cu. Beatriz estava tremendo e gemendo suavemente enquanto movia os dedos para dentro e para fora dos dois buracos. Era uma experiência estranha e satisfatória, e ela sentiu uma sensação desconhecida mas incrível crescendo fundo na barriga e então explodiu espalhando ondas de prazer por todo o corpo. A bunda apertou o dedo com força e ela sentiu a buceta expandir e contrair enquanto o dedo dentro ficava encharcado pelos fluidos. A sensação poderosa a assustou no começo, até perceber que devia ter tido seu primeiro orgasmo, enquanto empurrava o esperma de outro homem em um lugar onde só o do marido tinha ido e outro lugar onde a porra de nenhum homem tinha estado, até agora.
Beatriz sentiu outro vindo e tentou lutar contra, sussurrando "Eu odeio ele. Eu não quero aquele pauzão," várias vezes, mas ela tremeu e quase gritou quando o segundo orgasmo a dominou e o prazer fez ela desmaiar em sonhos de ser dominada pelo pau gigante do cunhado.
Ela acordou logo depois com uma batida na porta e se empurrou para as mãos e joelhos, a cabeça pendurada diante do vaso sanitário.
Davi enfiou a cabeça e disse "Você tá bem aí amor?"
Beatriz acenou e apontou para o vaso como se fosse vomitar.
"Grita se precisar de alguma coisa," ele disse. "e Beatriz, desculpa por tudo isso." Davi viu a esposa olhar tristemente para ele sem dizer nada e ele disse, "Vou estar te esperando no quarto." Davi fechou a porta um pouco aliviado. Ela não estava tão coberta com a porra do irmão quanto ele pensou. Se ela estava com enjoo provavelmente não teria tido tempo de limpar. Então, ele raciocinou, devia ter parecido muito pior do que era. Davi se sentiu um pouco melhor enquanto tirava a roupa e entrava na cama.
Beatriz se jogou no chuveiro. Os impulsos estranhos que a dominaram tinham ido embora e ela estava cheia de ódio próprio enquanto tentava esfregar todos os traços do esperma dele do corpo. Ela passou trinta minutos esfregando sabão em todos os lugares que a porra dele tinha tocado e ainda não se sentia limpa. Ela finalmente saiu do chuveiro quando a água quente ficou fria. Havia lágrimas nos olhos enquanto escovava os dentes, pelo menos cinco vezes, enxaguando a boca com enxaguante bucal depois de cada uma. Ela olhou para a escova de dentes e jogou no lixo em cima da lingerie arruinada. Ela podia comprar uma escova nova amanhã.
Beatriz odiava Caio mais do que nunca agora. Nenhum homem decente faria ela fazer o que ele fez. Por que ele não avisou sobre o tamanho dos orgasmos dele? Ela estava enojada com o marido por não impedi-la de fazer aquilo e por não ser homem e expulsar o irmão da casa, mas acima de tudo odiava a si mesma por reagir do jeito que reagiu.
Davi deitou na cama esperando a esposa. Ele estava mais excitado do que nunca na vida e estava preocupado que ela estivesse puta demais ou enjoada para fazer amor com ele. Ele não precisava se preocupar, Beatriz praticamente se jogou nele. Ela abriu as pernas e esfregou a buceta contra os pelos púbicos dele tentando colocá-lo fundo dentro enquanto cavalgava para cima e para baixo. Ela estava tentando beijá-lo, mas tudo que ele conseguia pensar era no sêmen do irmão esguichando na boca dela e ele continuava virando a cabeça para longe dela.
Beatriz sentiu o marido se contorcendo embaixo dela para evitar beijar a boca, e imaginou que ele devia achar que ela tinha vomitado. Ela forçosamente agarrou a cabeça dele e o beijou nos lábios deslizando a língua para dentro e para fora da boca dele. Ele resistiu no começo e então a beijou de volta. Ela precisava do gosto e cheiro familiar do marido para cobrir a memória de Caio. Típico de Davi, ela sentiu o pênis dele inchar e ejacular dentro dela depois de cinco minutos. A carga pequena dele nem penetrou tão fundo quanto o dedo dela e fez pouco para parar o esperma invasor do irmão. Ainda assim, foi o melhor sexo que já tiveram e ela colapsou ao lado dele, exausta.
Eles ficaram lado a lado ofegantes e Davi bocejou dizendo, "Caio é bem dotado, né?"
"Eu não fazia ideia que tinha paus tão grandes," ela sussurrou de volta, encarando o teto, olhos arregalados na memória.
Os olhos de Davi se estreitaram, "O que você disse?"
Beatriz percebeu o erro e respondeu, "Eu disse, não sabia que pênis ficavam tão grandes."
"Ah," disse Davi fechando os olhos, "Eu te amo Beatriz."
"Eu te amo também," ela respondeu pensando no pau de Caio. Beatriz ficou acordada a noite toda pensando no monstro de trinta centímetros esperando no sofá lá embaixo. Exausta, ela finalmente adormeceu perto do amanhecer.
Caio lentamente acariciou o pau a noite toda esperando Beatriz vir até ele. Nenhuma mulher tinha conseguido resistir ao pênis dele depois de vê-lo. O sol estava nascendo quando ele percebeu que ela provavelmente não viria e ele estava surpreso e encantado em pensar que tinha um desafio nas mãos.
***
[CONTINUA!!]