Amor, teus amigos só querem me comer!

Um conto erótico de O Libertino
Categoria: Heterossexual
Contém 2789 palavras
Data: 30/01/2026 01:30:10

Essa é a história de como minha vida virou de cabeça para baixo – ou melhor, de como eu aprendi a amar o caos que é ser casado com Yennifer. Ela é venezuelana, veio para o Brasil faz um tempo, e a gente se conheceu em uma festa de amigos em comum. Eu estava bebendo uma cerveja no canto, quando ela apareceu dançando como se o mundo fosse dela. Morena, curvas que pareciam esculpidas, olhos escuros que te engolem inteiro. Começamos a conversar, e o sotaque dela me conquistou na hora. Rimos de tudo, ela contava sobre a vida na Venezuela, e eu me via hipnotizado pelo jeito dela de mexer as mãos enquanto falava. Ficamos naquela festa. Transamos – e que foda! Trocamos telefones. Nos vimos mais vezes.

Não demorou para a gente começar a namorar. Foi intenso desde o primeiro beijo. Em menos de um mês, estávamos inseparáveis. Eu me apaixonei loucamente: pelo humor dela, que me fazia rir até doer a barriga; pelo jeito dela de ser, tão livre e sem frescuras; pela comida que ela fazia, aqueles arepas e pabellón criollo que me deixavam babando. Mas, cara, os dotes sexuais... Ah, isso foi o que me fisgou de vez. Na cama, Yenni era um furacão. A maneira como ela chupava meu pau, devagar no começo, lambendo cada centímetro como se fosse o melhor sorvete do mundo, depois acelerando até me deixar louco, garganta profunda engolindo tudo enquanto olhava nos meus olhos. E quando ela montava em cima de mim? Os movimentos dos quadris, rebolando devagar e depois rápido, apertando e soltando, me fazendo sentir como se eu estivesse no paraíso, os seios balançando violentamente, unhas cravadas no meu peito. Em um ano, a gente já estava casado e morando juntos. Eu não conseguia imaginar a vida sem ela.

Mas desde o início do namoro, as fofocas começaram. Amigos meus cochichavam: "Ei, ouvi que a Yennifer tá saindo com fulano", ou "Cuidado, ela é fogosa demais, trai na cara dura". Piadas sobre chifres voavam toda hora. No começo, eu ignorava, mas uma vez confrontei ela. Estávamos na cama, pós-foda, suados e ofegantes, e eu disse: "Amor, tá rolando uns boatos que você sai com outros caras". Ela me olhou com aqueles olhos indiferentes, deu de ombros e respondeu, com aquele sotaque gostoso: "É assim mesmo, mi amor. Soy muy caliente, você sabe. Se não quer assim, pode me largar". Meu coração apertou, mas olhei para ela ali, nua, linda, o corpo ainda tremendo do orgasmo, e reafirmei: "Eu te amo, Yennifer. Amo você e amo como a gente fode". Ela sorriu maliciosa, roçando o pé na minha perna: "Então prove, mi amor. Me fode de novo, como se eu fosse só sua". E me puxou para mais uma rodada selvagem, eu metendo com raiva e desejo misturados.

Em casa, ela era exibicionista nata. Quase sempre andava nua, como se roupas fossem opcionais, o corpo moreno brilhando sob a luz, sem pudor nenhum. Lembro de uma vez, eu cheguei do trabalho e a encontrei na cozinha, peladinha, cozinhando um arroz com feijão à la venezuelana. Os seios balançando violentamente enquanto mexia a panela, a bunda perfeita virada para mim, suor escorrendo pelas costas curvas. "Vem provar, mi amor", ela disse com voz rouca, e eu provei mais do que a comida – acabei comendo ela ali no balcão, as pernas dela enroladas na minha cintura, gemendo alto enquanto eu metia devagar no começo, depois forte, batendo pele contra pele, o suco dela escorrendo pelas minhas coxas. Outra vez, estávamos assistindo TV no sofá, ela nua como veio ao mundo, pernas cruzadas, lendo um livro, os mamilos endurecidos pelo ar fresco. "Por que roupa? Em casa é liberdade, mi amor", ela ria, piscando. Eu não resisti, puxei ela para o meu colo e transamos ali mesmo, com ela rebolando aqueles quadris mágicos, as mãos nos meus ombros, olhos nos meus enquanto gozava alto, gritando "Sí, mi amor, mais forte!".

Quando não estava nua, usava pouca roupa – tipo shortinhos minúsculos ou camisolas transparentes que mal escondiam nada. Uma noite, ela estava com um baby doll que mal cobria os mamilos, lavando louça, o tecido colado no corpo úmido. Eu abracei por trás, sentindo o calor do corpo dela através do tecido fino, os seios pesados nas minhas mãos, apertando até ela gemer. Acabamos no chão da cozinha, eu metendo forte enquanto ela gemia em espanhol, arranhando minhas costas, sussurrando "Assim, mi amor, me quebra toda". Outra situação: domingo de manhã, ela com uma calcinha fio dental e uma camiseta velha minha, sem sutiã, fazendo café. Os bicos dos seios marcando o tecido, me deixando duro na hora. "Café primeiro ou eu, mi amor?", ela brincou, mordendo o lábio. Escolhi ela, claro, comendo-a na mesa da copa, as pernas dela tremendo enquanto eu lambia devagar, língua rodando no clitóris inchado, depois metendo ritmado, o café esfriando esquecido, ela gritando "Não para, mi amor, me enche!".

Ela continuou saindo com outros homens. No início, o ciúme me matava. Ficava puto, imaginando ela com outro, mas depois... Ah, depois virou tesão puro, uma chama que me consumia. Comecei a me excitar vendo ela trocando mensagens no celular. Fotos normais, sorrisos, e nudes – seios perfeitos, bunda empinada, às vezes com marcas de mãos alheias, sêmen escorrendo. "Olha isso, mi amor, o que ele mandou", ela mostrava, rindo, olhos brilhando de malícia, e eu ficava duro só de pensar, masturbando devagar enquanto via. Quando saíamos, via os olhares dos caras para ela – saias curtas, decotes generosos que quase mostravam tudo. Ciúme e tesão misturados, meu pau latejando no carro de volta. Chegávamos em casa e transávamos loucamente, eu imaginando os olhares, ela contando como flertou com o garçom ou o amigo na rua. "Ele me comeu com os olhos, mi amor, imagine se eu desse pra ele ali", ela dizia com aquele sotaque maravilhoso, e eu metia mais forte, rosnando de desejo.

O exibicionismo dela não ficava só em casa. Ela adorava se expor em público, me deixando louco de ciúme e excitação. Uma vez, em um parque lotado, ela usava um vestido leve que o vento levantava, revelando que estava sem calcinha. Sentamos em um banco, e ela cruzou as pernas devagar, piscando para um grupo de caras passando. "Olha eles babando, mi amor", sussurrou no meu ouvido, mão no meu pau por cima da calça. Um deles parou, elogiou o "belo dia", mas olhava para as coxas dela. Ela riu, abrindo mais as pernas por um segundo, mostrando tudo. Em casa, transamos como animais, eu metendo enquanto ela contava "Eles viram minha buceta, mi amor, queriam me foder ali". Outra vez, na praia, ela tirou o biquíni inteiro para "pegar sol uniforme", deitada de barriga pra baixo, bunda pra cima, enquanto famílias e surfistas olhavam. Um vizinho nosso, que por coincidência estava lá, se aproximou: "Yennifer, que coincidência!". Ela se virou devagar, seios expostos, sorrindo: "Oi, vizinho! Vem se juntar?". Ele gaguejou, olhos fixos. No carro de volta, ela me chupou enquanto eu dirigia, dizendo "Ele viu tudo, mi amor, acha que ele vai bater uma pensando em mim?".

Ela flertava descarado na minha frente, tornando tudo mais intenso. Uma vez, em um bar lotado, estávamos com um grupo de amigos, e ela se inclinou sobre a mesa para falar com um deles, o decote revelando quase tudo, roçando o braço nele de propósito, sussurrando "Você é tão engraçado, guapo!". A mão dele escorregou para a coxa dela por baixo da mesa enquanto eu via tudo, apertando devagar, subindo. Ela mordeu o lábio, virando para mim com um olhar safado: "Tá vendo, mi amor? Ele me quer". No caminho de casa, no carro, ela já estava com a mão no meu pau, contando "Senti o pau dele endurecendo na minha perna, mi amor". Chegamos e transamos alucinadamente – ela por cima, rebolando furiosamente, gemendo nomes que não eram o meu, eu gozando como nunca, imaginando se ela daria para ele na próxima, gritando "Me fode imaginando ele, mi amor!". Outra vez, em uma festa, ela dançou colada em um estranho, quadris rebolando contra ele, mãos dele na cintura dela, subindo perigosamente para os seios, apertando por cima do vestido fino. Eu assisti do canto, coração acelerado, pau duro latejando. Em casa, ela me contou os detalhes sussurrando no meu ouvido enquanto me cavalgava, os movimentos imitando o que ela fez na pista: "Ele me apertou assim, mi amor, e eu senti o pau dele duro na minha bunda! Deixou minha buceta molhada".

Quando ela voltava de um encontro, eu esperava acordado, ansioso. Conversávamos, ela contava detalhes sujos, e logo transávamos como loucos. Uma vez, ela chegou cheirando a sexo e colônia masculina, o cabelo bagunçado, marcas vermelhas no pescoço e seios. "Ele me fodeu no motel, mi amor, duas vezes – primeiro demissionário, depois de quatro, batendo forte", contou, tirando a roupa devagar, mostrando a buceta inchada e vermelha, sêmen ainda escorrendo. "Estou muito assada", disse, mas ajoelhou e chupou meu pau devagar, a língua rodando na cabeça, engolindo fundo até eu explodir na boca dela, ela engolindo tudo com um gemido satisfeito, olhando pra cima: "Gosta do gosto dele misturado, mi amor?". Outra noite, depois de um date com um cara do trabalho, ela entrou tropeçando de salto alto, rindo, o vestido amarrotado, coxas meladas. "Ele me comeu no carro, no estacionamento escuro, de quatro no banco de trás, mi amor – me chamou de puta enquanto metia", descreveu, sentando no sofá e abrindo as pernas para mostrar tudo. Eu a virei de quatro ali mesmo e meti forte, sentindo o cheiro dele nela, o que me deixava mais louco, batendo na bunda dela enquanto ela gemia "Mais forte, mi amor, como ele fez – me arromba!". Terceira vez: voltou de uma balada tarde da noite, pernas tremendo, maquiagem borrada, vestido rasgado na alça. "Ele era grande, mi amor, me arrombou no banheiro da boate, com gente batendo na porta, me segurando contra a parede", riu, caindo na cama. Transamos no sofá, ela gemendo alto, eu imaginando a cena, metendo ritmado enquanto ela descrevia cada empurrada: "Assim, mi amor, ele me encheu – goza pensando nisso!", e gozamos juntos em um clímax ensurdecedor, corpos tremendo.

A dinâmica com os vizinhos era ainda mais picante – morávamos em um prédio, e Yenni não se importava em ser vista. Ela andava nua pela casa com as cortinas abertas, sabendo que o vizinho do prédio em frente espiava. Uma vez, flagrei ela na janela, se exibindo, tocando os seios devagar enquanto olhava para ele.

Logo, os amigos se sentiram à vontade para elogiar ela na minha frente. "Sua mulher é gata pra caralho", diziam. Ela correspondia: "Obrigada, guapo – quer provar?". Os elogios viraram cantadas descaradas: "Se não fosse casada, eu te pegava agora". Ela ria e piscava: "Quem disse que casada não pode? Vem cá". Pouco a pouco, todos os meus amigos estavam comendo ela. Às vezes, íamos assistir jogo em casa – ela sempre em trajes mínimos, um vestidinho solto sem nada por baixo, seios balançando, bunda aparecendo quando se abaixava para servir cerveja, roçando nos joelhos dos caras de propósito, sussurrando "Gosta, guapo?". Os caras vinham só para tirar uma casquinha, mãos subindo nas coxas dela na frente de todos.

Quando um amigo vinha sozinho, virava rotina: transava com ela ou pelo menos um boquete, tudo intenso e sem pudor. Uma vez, um amigo veio "ajudar" com um conserto na pia. Yenni em shortinho apertado, sem calcinha, inclinando-se para pegar ferramentas, a bunda exposta, buceta brilhando. Ele a pegou na cozinha, mãos subindo pelas coxas dela, virando-a contra o balcão, abaixando o short e metendo devagar no começo, depois forte, batendo enquanto ela gemia alto "Sí, guapo, mais fundo!", olhando para mim na porta, piscando: "Tá vendo, mi amor?". Eu ouvi tudo, os tapas na carne, os suspiros molhados, e quando ele gozou dentro, gemendo rouco, ela veio me chupar, boca ainda quente e salgada, engolindo meu pau inteiro até eu gozar explosivamente, ela sussurrando "Misturado com ele, mi amor". Outra: outro amigo veio ver um filme. Ela sentou no colo dele no sofá, vestidinho subindo, revelando tudo, buceta roçando no pau dele endurecido. Ele massageou os seios dela por cima do tecido, depois tirou, chupando os mamilos duros com fome enquanto ela rebolava no pau dele, gemendo "Chupa mais, guapo!". Transaram ali, ela montando nele, quadris girando devagar e depois rápido como um redemoinho, gemendo alto "Me fode, sim!", ele apertando a bunda dela com força, deixando marcas, eu assistindo do canto, masturbando devagar, coração disparado. Gozei vendo ele encher ela, o sêmen escorrendo pelas coxas quando ela se levantou, virando pra mim: "Sua vez, mi amor – vem lamber". Terceira: mais um veio beber umas cervejas. Ela apareceu nua na sala, "Ops, esqueci a roupa", rindo maliciosa. Deu um boquete nele ali no sofá, ajoelhada, lambendo da base à ponta devagar, chupando as bolas com sucção forte, engolindo fundo enquanto ele gemia e segurava o cabelo dela, metendo na boca como se fosse buceta. Ele gozou na boca dela em jatos quentes, e ela veio para mim, beijando com gosto de sêmen, "Agora você, mi amor", e repetiu o show, me fazendo explodir em segundos, garganta pulsando.

Os amigos começaram a frequentar a casa com mais frequência, inventando desculpas esfarrapadas – "Vim ver o jogo", "Preciso de uma ferramenta emprestada", "Só uma cervejinha rápida". Mas eu sabia a verdade: vinham por ela. Yennifer flertava descaradamente, se oferecendo como se fosse a sobremesa principal. "Senta aqui do meu lado, guapo, deixa eu te servir direito", dizia, sentando no colo deles, rebolando sutilmente, mãos deles já explorando. Eu ficava no canto, assistindo, o ciúme virando um tesão incontrolável, pau duro latejando enquanto via ela se entregar.

Uma vez, o primeiro amigo chegou sozinho à tarde, dizendo que precisava "conversar sobre trabalho". Yenni, em um shortinho que mal cobria a bunda, piscou para ele; eu sabia que o assunto logo seria outro. Quando saí para ir à cozinha buscar uma cerveja, voltei e ela já tinha o puxado para o sofá, estava ajoelhada entre as pernas dele, lambendo o pau dele da base à ponta, chupando as bolas com sucção faminta enquanto ele gemia "Puta que pariu, Yenni". Eu assisti da cozinha, masturbando, enquanto ela engolia fundo, garganta pulsando. Então ela montou nele, rebolando aqueles quadris mágicos, seios balançando violentamente, gritando "Me fode, guapo, enche minha buceta!". Ele meteu forte de baixo, apertando a bunda dela, deixando marcas vermelhas, gozando dentro enquanto ela gozava alto. Quando terminou, ela me disse, olhando para mim: "Tá vendo, mi amor? Ele me encheu bem".

Outra noite, dois amigos vieram juntos para "uma partida de cartas". Yennifer apareceu quase nua, só com um avental fino, servindo bebidas. Ela se ofereceu descaradamente, sentando na mesa, abrindo as pernas para eles. Não demorou muito e um estava lambendo sua buceta inchada, língua rodando no clitóris enquanto o outro chupava seus seios, mordendo os mamilos duros. Eu via tudo, coração disparado. Um a pegou de quatro na mesa, metendo ritmado, batendo na bunda enquanto ela gemia "Mais forte, guapo, me arromba!", o outro enfiando o pau na boca dela, metendo na garganta com gosto. Eles trocaram, um gozando na cara dela, o outro enchendo a buceta, sêmen escorrendo pelas coxas. Ela virou para mim, lambendo os lábios: "Delicioso, mi amor – e você, não vem?". Comi ela de quatro, ali mesmo, suja de porra dos meus amigos, até gozar naquele corpo que julgava me pertencer.

Um amigo solitário veio "ajudar com o churrasco" no quintal. Yenni, em biquíni minúsculo, flertou o tempo todo: "Me passa o óleo, guapo, minhas costas tão precisando". Mais tarde, os dois estavam transando no quarto de visitas, eu na sala só escutava cada estocada violenta, e ela gritando "Sí, guapo, me quebra toda!". Eu não resisti, fui no banheiro e bati uma ouvindo aquela foda, gozando na mão enquanto meu amigo enchia ela, o sêmen misturando com o suor. Ela saiu do quarto, nua e zonza. "Foi bom, mi amor... Ele é grande, né?".

Eu ficava feliz com toda essa atenção – a casa sempre cheia, risadas, cervejas, e o tesão constante. Até no trabalho as coisas melhoraram: ganhei uma promoção, graças a um "empurrãozinho" de um amigo que era chefe indireto, depois de uma "visita" à Yenni. "Ela é incrível", ele piscou para mim no escritório. O ciúme era só combustível para o fogo.

No final de uma noite, depois de mais uma foda, conversávamos sobre todas essas coisas. Yennifer se aninhou nua no meu colo, rindo baixinho: "Amor, teus amigos só querem me comer!". Eu sorri, e respondi “E você quer dar para todos eles, não é ksua safada?” Ela riu e me beijou. Nossa vida era um furacão de desejo, e eu não trocaria por nada.

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