A Casa de Campo da Mãe

Um conto erótico de pcamargo
Categoria: Heterossexual
Contém 2434 palavras
Data: 04/01/2026 16:16:47

Lucas desligou o motor no fim da estrada de terra e ficou um minuto olhando a casa à distância. A pintura descascava nas laterais, a varanda larga ainda tinha as cadeiras de vime de sempre, o balanço pendurado na árvore grande onde ele brincava menino. O calor do fim de tarde grudava a camisa nas costas. Ele desceu do carro, abriu o porta-malas, pegou a mala pesada e caminhou devagar pela trilha de pedras.

A porta da frente se abriu antes que ele batesse.

Clara apareceu no batente, descalça, vestindo um vestido leve de algodão floral que marcava suavemente as curvas de um corpo que o tempo tratara com gentileza. Aos 55 anos, ela era bonita de um jeito que não precisava de esforço: pele bronzeada pelo sol da horta, cabelos castanhos com fios prateados soltos e úmidos nas pontas — devia ter tomado banho recentemente. Os olhos verdes, idênticos aos dele, brilharam ao vê-lo.

— Lucas…

A voz saiu baixa, quase um sussurro de alívio. Ela desceu os dois degraus da varanda e o abraçou forte. O corpo dela colou no dele por um segundo a mais do que o habitual entre mãe e filho adulto. Lucas sentiu o calor da pele através do tecido fino, o perfume suave de lavanda misturado ao cheiro natural dela, algo quente e humano. Os seios cheios pressionaram contra seu peito, os quadris encostaram nos dele de um jeito que o fez engolir em seco.

— Você emagreceu — murmurou ela no ouvido dele, sem soltar. — E está com cara de quem não dorme direito.

— Viagem longa — respondeu ele, com um sorriso cansado. — E… tudo junto.

Clara se afastou, mas manteve as mãos nos braços dele, olhando-o de cima a baixo como se quisesse confirmar que era mesmo o filho ali.

— Entra. Deixa eu te olhar direito.

Ela virou para dentro, o vestido balançando levemente nos quadris enquanto andava. Lucas seguiu, os olhos descendo por um segundo até a forma como o tecido acompanhava o movimento do corpo dela.

A casa estava fresca, janelas abertas deixando entrar a brisa do fim de tarde. O cheiro de café recém-passado pairava no ar misturado ao aroma de madeira velha e lavanda.

— Deixei seu quarto arrumado — disse Clara, virando-se na cozinha. — O mesmo de sempre. Mas se quiser o de hóspedes, também está pronto.

— O meu está ótimo, mãe.

Ela sorriu, um sorriso que tinha algo de triste e carinhoso ao mesmo tempo.

— Quanto tempo você fica?

Lucas apoiou a mala no chão e deu de ombros.

— Não sei. Um tempo. Até eu me achar de novo.

Clara se aproximou um passo. Estendeu a mão e tocou o rosto dele, o polegar roçando de leve a barba por fazer.

— Aqui você sempre vai ter lugar. Sempre.

O toque dela era quente. Durou um segundo a mais do que o necessário.

Naquela primeira noite, jantaram sopa de legumes da horta e bolo de fubá ainda morno. Conversaram sobre coisas leves: a horta que ela expandira, o vizinho que vendera a fazenda, o divórcio dele mencionado apenas de passagem. O vinho tinto que Clara abriu “para comemorar a chegada” desceu fácil, aquecendo o estômago e soltando as línguas. Quando saíram para a varanda, o céu estava cravejado de estrelas, o som dos grilos preenchendo o silêncio.

Sentaram-se no balanço antigo, lado a lado. Clara balançava devagar, os pés descalços no chão de madeira. A conversa aprofundou. Ela falou da solidão dos últimos anos, das noites em que lia até altas horas para não sentir o eco da casa vazia.

— Às vezes me pergunto como seria se as coisas tivessem sido diferentes — confessou, a voz tremendo levemente. — Se eu tivesse tido mais… companhia.

Lucas virou o rosto para ela. A lua iluminava o perfil de Clara: os lábios cheios, a curva suave do pescoço, os cabelos soltos caindo sobre os ombros. Ele sentiu uma pontada no peito — admiração profunda, misturada a algo novo.

— Você merecia mais, mãe. Sempre mereceu.

Ela sorriu, triste e grata, e apoiou a cabeça no ombro dele. O contato era inocente, mas o calor do corpo dela contra o dele começou a despertar sensações sutis. Lucas passou o braço ao redor dela, puxando-a mais perto. Nenhum dos dois se moveu por um longo momento, apenas respirando juntos no silêncio da noite.

No dia seguinte, o calor estava ainda mais forte. Clara sugeriu trabalhar na horta antes que o sol ficasse insuportável. Ela vestiu shorts jeans desfiados e uma regata branca fina. Lucas, de camiseta e bermuda, pegou a enxada. Trabalharam lado a lado, suando em poucos minutos. A regata dela ficou quase transparente nas costas, revelando o contorno do sutiã simples. Quando ela se abaixava, o tecido subia, expondo a curva da cintura e a pele bronzeada.

Os corpos se aproximavam demais: Clara passando por trás dele, o quadril roçando nas costas dele; Lucas se abaixando ao mesmo tempo que ela, os braços se tocando, pele quente contra pele quente.

Em certo momento, ela perdeu o equilíbrio. Lucas a segurou pela cintura, mãos grandes envolvendo-a com firmeza. Ficaram assim por um segundo inteiro: costas dela encostadas no peito suado dele, mãos dele quase nos quadris. Ele sentiu a maciez da barriga sob o tecido fino, o calor irradiando, o leve tremor do corpo dela.

— Desculpa… — murmurou ela, sem se afastar de imediato. A voz saiu mais rouca.

— Tudo bem — respondeu ele, voz baixa, mãos ainda ali.

Clara se virou para ele, rosto corado. Os olhos verdes encontraram os dele, e por um segundo nenhum dos dois falou. Havia uma eletricidade nova no ar.

— Tá muito quente — disse ela finalmente. — Vamos parar? Vou pegar água.

Na varanda, beberam água gelada. Quando ela entregou o copo, os dedos se tocaram por mais tempo do que o necessário. Ela bebeu devagar, cabeça inclinada para trás, pescoço exposto, gotas escorrendo pelo decote e desaparecendo entre os seios. Lucas sentiu o calor subir pelo baixo ventre pela primeira vez de forma incontrolável.

Clara anunciou que ia tomar banho. Lucas disse que também. Ela subiu as escadas primeiro, o som dos passos leves ecoando. Ele ficou na varanda, o corpo tenso, percebendo o quanto o corpo da mãe era desejável — não como mãe, mas como mulher.

Naquela noite, o vinho voltou à mesa. Conversa mais solta, risadas mais altas. Quando foram para a rede novamente, o espaço apertado os obrigou a ficar colados. Clara apoiou a cabeça no peito dele. Lucas sentiu o coração dela bater rápido. A mão dele, quase sem querer, deslizou pela cintura dela, subindo até a lateral do seio. Ela prendeu a respiração, mas não parou. Virou o rosto e o beijou.

O beijo foi hesitante no começo, depois urgente. Bocas se abrindo, línguas se encontrando com uma fome que nenhum dos dois esperava. Lucas subiu o vestido dela, descobrindo que não havia nada por baixo. Dedos deslizaram entre as coxas, encontrando-a molhada, quente, pronta. Ele circulou o clitóris devagar, sentindo-a tremer, os gemidos abafados contra sua boca. Clara abriu o shorts dele, mão envolvendo o pau duro, masturbando-o com movimentos lentos e firmes, o polegar roçando a cabeça inchada, espalhando o pré-gozo.

Na rede balançante, sob a luz fraca da lua, ele a tomou pela primeira vez. Posicionou-se entre as pernas dela, a ponta do pau roçando a entrada úmida. Entrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo-a se abrir para ele, apertada e pulsante ao redor dele. Clara cravou as unhas nas costas dele, pernas envolvendo sua cintura, quadris subindo ao encontro de cada estocada. Ele acelerou, o som úmido de carne contra carne ecoando na noite, os seios dela balançando a cada investida. Ela veio primeiro, o corpo convulsionando, as paredes internas apertando o pau dele como um vise. Lucas gozou logo depois, jatos quentes enchendo-a, transbordando pelas coxas enquanto continuavam a se mover, prolongando o prazer até o limite.

Depois daquela noite, não houve volta. A casa inteira virou palco do desejo deles.

Pela manhã seguinte, na cozinha, Lucas a surpreendeu por trás enquanto ela lavava a louça. Encostou o corpo no dela, mãos subindo por baixo do robe solto, apertando os seios pesados, polegares circulando os mamilos endurecidos. Clara arqueou as costas, empinando a bunda contra a ereção dele. Ele baixou o robe até a cintura, beijando o pescoço, mordendo de leve a orelha. Desceu uma mão entre as coxas, dedos invadindo a buceta ainda sensível da noite anterior, fodendo-a devagar enquanto ela gemia, as mãos apertando a pia. Lucas abriu a calça, posicionou o pau na entrada e a penetrou com uma estocada profunda. Fodeu-a ali mesmo, contra a pia, água correndo esquecida, cada estocada fazendo os pratos chacoalharem. Clara gozou gritando baixo, o corpo tremendo, e ele veio logo em seguida, enchendo-a novamente, a porra escorrendo pelas pernas dela.

À tarde, no chuveiro, a água quente escorria pelos corpos nus. Lucas pressionou Clara contra os azulejos frios, mãos segurando os quadris dela com força. Beijou-a vorazmente, língua explorando a boca dela enquanto uma mão descia para massagear o clitóris inchado. Ela envolveu o pau dele com a mão, masturbando-o devagar, sentindo-o pulsar. Ele a virou de costas, abriu as nádegas e entrou no cu dela devagar, usando o sabonete como lubrificante. Clara gemeu alto, a dor inicial dando lugar ao prazer intenso enquanto ele a fodia ritmado, uma mão no cabelo dela puxando para trás, a outra esfregando a buceta. O orgasmo veio simultâneo, ela esguichando na parede do chuveiro, ele gozando fundo no cu apertado, os corpos colapsando juntos sob a água.

No quarto dela, à noite, os lençóis estavam embolados antes mesmo de deitarem. Lucas a deitou de costas, beijou cada centímetro do corpo: dos lábios ao pescoço, chupando os seios com devoção, língua circulando os mamilos, dentes mordiscando de leve. Desceu pela barriga, até entre as coxas, boca devorando a buceta, língua invadindo os lábios inchados, sugando o clitóris até ela arquejar e gozar na boca dele, os sucos escorrendo pelo queixo. Então a penetrou novamente, dessa vez lento, missionário, olhos nos olhos, cada estocada profunda e deliberada. Clara cravou as unhas nos ombros dele, pernas sobre os ombros para permitir mais fundo, gemendo “mais, filho, mais forte”. Ele obedeceu, acelerando até o clímax, gozando dentro dela enquanto ela vinha pela terceira vez naquela noite.

Descobriram gostos novos. Lucas adorava dominá-la: dar ordens baixas, ver Clara obedecer de olhos brilhantes. Uma noite, ele pegou o cinto e mandou que ela se ajoelhasse. Bateu nas nádegas devagar, deixando marcas vermelhas, cada golpe seguido de um beijo na pele ardente. Clara implorava por mais, empinando para ele. Ele a fodeu de quatro, mão no cabelo puxando como rédea, o pau entrando e saindo com força, batendo no fundo a cada vez. Ela gozou convulsionando, o cu apertando quando ele enfiou um dedo ali, prolongando o prazer.

Outra tarde, usaram a colher de pau da cozinha. Lucas bateu nos seios dela, nos mamilos sensíveis, depois nas coxas internas, até a pele corar. Clara tremia de desejo, buceta pingando no chão. Ele a amarrou com corda do varal na cama, pernas abertas, e a comeu devagar, alternando com gelo da geladeira para esfriar as marcas quentes, o contraste fazendo-a gritar de êxtase.

Com o passar das semanas, adicionaram mais cenas de paixão crua. Numa manhã chuvosa, no sofá da sala, Lucas a sentou no colo dele, pau enterrado fundo na buceta enquanto ela cavalgava devagar, seios balançando na cara dele para ele chupar. Ela rebolava, controlando o ritmo, até ele assumir, segurando os quadris e metendo de baixo para cima com força, os sons molhados preenchendo o quarto. Gozaram juntos, ela esguichando no pau dele, ele enchendo-a até transbordar.

Numa noite de lua cheia, no quintal, deitaram na grama. Clara deitou de bruços, Lucas por cima, beijando as costas, descendo até morder as nádegas. Virou-a, abriu as pernas e chupou-a ali ao ar livre, língua explorando cada dobra, dedos fodendo o cu enquanto sugava o clitóris. Ela veio tremendo, mãos no cabelo dele puxando forte. Ele a penetrou então, fodendo-a com urgência primal, o orvalho da grama misturando ao suor deles.

A urgência inicial suavizou com o tempo. Os jogos pesados se tornaram raros. O que ficou foi a intimidade absoluta. Acordavam entrelaçados, faziam amor preguiçosamente ao raiar do dia: ele acordando com beijos no pescoço dela, mão descendo para acariciar a buceta úmida de sono, penetrando-a de lado, devagar, sussurrando no ouvido enquanto gozavam em sincronia.

Tomavam café nus na varanda, às vezes interrompidos por um beijo que virava mais — ela se ajoelhando para chupá-lo, boca quente envolvendo o pau, língua circulando a cabeça até ele gozar na garganta dela.

Lucas consertava a casa, pintava a cerca, expandia a horta. Clara plantava flores novas, cozinhava para os dois, esperava-o com um sorriso que dizia “venha me amar de novo”. Uma vez, depois de um dia de trabalho, ele a encontrou na cozinha só de avental. Tirou o avental devagar, encostou-a na mesa, abriu as pernas e a comeu ali, pratos caindo no chão, gemidos ecoando enquanto ela cravava as unhas nas costas dele.

Uma manhã de outono, caminharam pelo pomar. Pararam debaixo da árvore mais antiga. Lucas a encostou no tronco, beijou-a devagar, mãos subindo por baixo do vestido. Dedos encontraram-na sem calcinha, molhada como sempre. Ele a ergueu contra a árvore, pernas ao redor da cintura, e a penetrou devagar, cada estocada profunda e ritmada, beijando os seios expostos, sugando os mamilos enquanto ela gemia baixo, o vento levando os sons para longe. Gozaram juntos, corpos tremendo contra a casca áspera.

— Eu fico — disse ele depois, ofegante, testa encostada na dela. — Não volto pra cidade. Aqui é meu lugar. Com você.

Clara sorriu, lágrimas silenciosas escorrendo.

— Aqui sempre foi nosso lugar.

Meses depois, a casa estava renovada: telhado consertado, paredes pintadas, jardim florido. Vizinhos distantes comentavam que a viúva do campo parecia rejuvenescida, que o filho pródigo voltara para ficar. Ninguém precisava saber mais.

Mas as noites ainda eram de paixão. Numa delas, com chuva batendo na janela, Lucas a deitou na cama, acendeu velas ao redor. Beijou cada centímetro: pés, coxas, buceta — lambendo devagar, dedos explorando o cu ao mesmo tempo. Ela o virou, chupou o pau dele com devoção, garganta profunda até lágrimas escorrerem. Fizeram em 69, bocas devorando um ao outro, gemidos abafados até o orgasmo mútuo. Então ele a penetrou, variando posições: ela por cima cavalgando selvagem, depois de quatro com ele batendo forte, por fim de lado com carinhos lentos.

A casa de campo, com suas janelas sempre abertas para a brisa e seus silêncios agora preenchidos por risos, gemidos e “eu te amo” sussurrados, guardou para sempre o segredo mais doce dos dois.

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Foto de perfil genéricapcamargoContos: 47Seguidores: 47Seguindo: 3Mensagem Eu sou, de fato, um mestre das palavras que dançam no limite do proibido, um tecelão de narrativas onde o desejo se entrelaça com a carne, e os fetiches emergem das sombras mais profundas da alma humana. Minha pena – ou melhor, meus dedos ágeis no teclado – já explorou os abismos do prazer explícito em incontáveis contos, inspirados não só em fantasias alheias, mas em vivências pessoais que me marcaram como ferro em brasa na pele. Já me perdi em noites de látex sussurrante, em cordas que mordem a pele com ternura cruel, em sussurros de submissão que ecoam como sinfonias eróticas. Fetichismo? Ah, eu vivo isso: o cheiro de couro novo, o som de saltos altos ecoando em corredores escuros, o gosto salgado de suor misturado a lágrimas de êxtase.

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