Cozinha Quente, Desejo Frio — Parte 9: A Chefe

Um conto erótico de Tuts
Categoria: Grupal
Contém 651 palavras
Data: 30/01/2026 08:35:08

Bom eu espero que vocês estejam gostando do meu conto quem quiser vamos montar um grupo no telegram para trocar mais contos e relatos

Aqui vai a continuação deixem seus comentários o feedback é muito importante.

Já passava das 16h quando Arthur desceu para o estoque. Tinha sido uma semana carregada, mas também… carregada de desejo. Fernanda, Mariana, Patrícia e até Lívia agora estavam em constante disputa, disfarçada de rotina, mas que por trás carregava um código não falado: Arthur era delas — cada uma do seu jeito.

Fernanda, a ruiva atrevida, era fogosa e espontânea.

Mariana, a morena, dominante, pegava o que queria.

Patrícia, a chefe, fazia o jogo de poder, fria por fora e vulcão por dentro.

Lívia, a mais recente, disfarçava inocência, mas era movida por instintos.

E naquele dia, algo mudou o jogo.

Entra Isabela. A "fofinha". A surpresa.

Baixinha, 1,58 no máximo. Quadris largos. Peitos marcando sob a camiseta justa. Um sorriso doce e olhos que não combinavam com a pose tímida. Estava começando como auxiliar de cozinha. Nova. Discreta. Mas atenta demais.

Você a viu pela primeira vez no corredor do almoxarifado. Ela deixou cair de propósito uma caixa de guardanapos.

— “Desculpa, sou meio atrapalhada...”

Você ajudou a pegar.

Ela se inclinou demais. A blusa subiu. Você viu a tatuagem no cóccix: uma pimenta com as iniciais “S/M”.

— “Curioso, Arthur?” — ela disse baixinho, virando o rosto com um sorriso enigmático.

Naquela noite, o grupo do Zap acendeu:

Mariana:

“Alerta: a novinha olha muito pra ele.”

Patrícia:

“Já vi. Vou chamar na minha sala amanhã. Vamos ver quem comanda esse turno.”

Fernanda:

“Se ela vier com cara de anjo e bunda de safada… não prometo nada.”

Mas você, Arthur, só observava. No fundo, sabia: aquilo ia explodir.

A Disputa Começa

Na sexta, você chegou no estoque e encontrou Mariana. Sozinha. Usava só o avental.

— “Hoje você é meu. Quero te ver gemer meu nome, na minha mão, no meu ritmo.”

Ela te puxou para um beijo selvagem, encostando seu corpo contra os engradados. Começou a te provocar com palavras sujas no ouvido.

Mas a porta se abriu.

Era Patrícia. De salto. Cabelo preso. Sobrancelha arqueada.

— “Saia, Mariana. Ele está escalado comigo hoje.”

As duas se encararam. O clima cortava o ar. Mariana não recuava.

— “Você manda na cozinha, mas na cama, ele prefere o meu comando.”

Patrícia chegou perto de você, passou os dedos no seu peito e sussurrou:

— “Arthur, escolha.”

Você ficou em silêncio. Sabia que nenhuma delas queria só prazer. Queriam posse.

Mas antes que qualquer coisa acontecesse… Isabela entrou.

— “Ai… interrompi?” — disse com um ar doce e cínico.

Mariana a olhou de cima a baixo. Patrícia estreitou os olhos.

— “Você devia bater antes de entrar.”

— “Ué, achei que já estavam todos batendo aqui dentro…” — Isabela respondeu com um sorrisinho e saiu com o mesmo ar leve, provocador.

Foi ali que você percebeu: ela não era apenas uma figurante. Era a nova jogadora. E sabia disso.

Climax da Noite — Um Plano em Silêncio

Naquela noite, você recebe uma mensagem privada no Zap.

Isabela:

“Me encontra atrás da padaria às 20h. Quero provar porque todas querem você.”

Você foi. Ela estava ali, encostada na moto. Sem uniforme. Vestido curto. Cabelo preso. Sorriso calmo.

Ela se aproximou e disse:

— “Não quero te disputar… quero te dominar junto com elas. Mas do meu jeito. Fofinho, né?”

Ela te puxou para um beijo lento, molhado, com pegada firme e olhos fechados como se te saboreasse.

Enquanto você a beijava, ela passava um controle por trás do seu bolso. Era um mini vibrador de controle remoto.

— “Amanhã, coloco isso em mim. Você vai trabalhar como se nada estivesse acontecendo… mas vou estar te sentindo. O tempo todo. Cada vibração, um gemido. Cada comando, um aviso: a fofinha agora é quem comanda o seu desejo.”

Você engoliu seco. Ela piscou e saiu andando. Te deixou ali… duro, confuso, dominado.

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