Da Corrida de Rua até a casa deles. Comi a casada na frente do marido.

Um conto erótico de Lucas Fotógrafo
Categoria: Heterossexual
Contém 1153 palavras
Data: 30/01/2026 10:02:59

Me chamo Lucas, tenho na casa dos 30 anos. Sou fotógrafo da região de Porto Alegre. Já me descrevi melhor em outro conto que escrevi aqui.

Lembro que todos meus contos são 100% reais. Aconteceram comigo mesmo! Só os nomes mudei para manter a privacidade de todos envolvidos.

Caso alguém tenha interesse em conversar melhor, nos conhecer ou até um ensaio fotográfico, só chamar: lucasproducaors@gmail.com

Vamos ao conto:

Eu conheci a Ana e o Marcelo numa manhã nublada de domingo, fotografando uma corrida de rua ali pela orla do Guaíba, em Porto Alegre. Eu estava agachado, buscando um ângulo baixo dos corredores, quando vi os dois rindo enquanto tentavam ficar na frente da minha lente para a melhor foto.

— Desculpa! — ela disse, já meio sem fôlego, com o número preso torto na camiseta - Só eu aparecendo! E deu um sorriso lindo.

— Depois pegamos o contato para comprar as fotos. Essa vão valer a pena — o Marcelo completou, com um sorriso fácil.

Fotografei os dois quase por instinto. Havia algo entre eles — não só beleza, mas cumplicidade. Quando mostrei a foto no visor da câmera, após a corrida, Ana arregalou os olhos, verdes e lindos.

— Meu Deus… parece foto de revista.

— Vocês facilitam — respondi, sincero.

Trocamos contatos. Primeiro vieram curtidas, depois mensagens, cafés ocasionais. A amizade foi se formando natural, sem esforço. Até que, algumas semanas depois, Marcelo me escreveu:

“Estamos comemorando aniversário de casamento sábado. Topa fotografar a festa lá em casa?”

Cheguei à casa deles no fim da tarde. Uma casa ampla, acolhedora, com luz quente entrando pelas janelas. Ana abriu a porta usando um vestido leve, desses que acompanham o corpo sem esforço. Marcelo veio logo atrás, já com uma taça de vinho na mão.

— Hoje você não é só fotógrafo — ele disse — é convidado.

Como nao bebo em trabalho, agradeci e peguei uma água saborizada mesmo.

A festa foi crescendo aos poucos. Amigos, risadas, música baixa, abraços. Eu circulava com a câmera, captando detalhes: mãos se tocando, olhares demorados, o jeito como Ana sempre encontrava Marcelo no meio da sala.

Em certo momento, enquanto eu ajustava a lente, Ana se aproximou demais.

— Você repara nas coisas — ela murmurou.

— É o meu trabalho.

— Ou talvez seja curiosidade — ela disse, sorrindo, antes de se afastar.

A frase ficou.

O vinho correu solto. A casa foi esvaziando aos poucos. Despedidas longas, promessas de “a gente se fala”. Até que, de repente, percebi o silêncio.

Só nós três.

Marcelo recolhia algumas taças. Ana sentou no sofá, descalça, as pernas dobradas sob o corpo.

— Fica mais um pouco — ela disse. Notei que aquilo não soou como convite casual.

Sentei. A proximidade mudou tudo. O ar parecia mais denso. Marcelo me olhava com atenção diferente, menos anfitrião, mais cúmplice.

— Engraçado — ele disse — você sempre nota tudo mesmo. Cada detalhe. Como é pra ti isso. Não desliga nunca?

Ana apoiou o braço no encosto do sofá, bem perto de mim.

Curiosidade no ar.

Comecei contar sobre meu trabalho.

Até que Ana levantou e foi trocar de roupa, pois segundo ela queria ficar mais leve.

Quando ela voltou, não consegui disfarçar.

Estava linda. Cabelo amarrado em cima, num chamado rabo de cavalo. Short curtíssimo preto jeans e uma blusinha sem sutiã bem larga.

Marcelo levantou, abraçou ela e disse rindo:

- Minha nossa. Assim não né amor, o Lucas nota tudo, lembra?

Ela riu, jogou o corpo pra ele e disse:

- Hoje pode né amor? Só notar.

Riram e se sentaram. Seguimos conversando e rindo.

Ate que Ana senta bem próxima de Marcelo e entre eles uma luz linda entra pela janela.

Eu parei e disse:

- Calma que ai dá uma foto linda.

Expliquei a luz e peguei a câmera de novo. E cliquei!

Lindos. Cúmplices. Casal top mesmo.

Mostrei a foto e a Ana se empolgou. Amou!

Gritou de felicidade pela foto.

Ao notar bem, o peito aparecia na foto. Estava linda. Radiante.

Ela pediu mais fotos. Comecei clicar.

Ela se soltou. Ele aproveitou.

Mãos passando no corpo um do outro. Beijos.

O clima começou a esquentar. Vi ele com a calça marcada. Ela com o bico do peito duro, quase saltando a blusa fina.

Não houve pressa. Só olhares, respirações mais lentas, um silêncio carregado de possibilidades. Eu sentia que qualquer movimento seria entendido.

De repente, enquanto mostro algumas fotos na câmera, Ana toca minha mão.

Quando ela tocou minha mão, foi leve. Mas não foi inocente.

Marcelo observava. Não havia ciúme ali. Havia permissão.

E naquela sala silenciosa, depois da festa, depois das fotos, eu entendi que algumas imagens não precisam de câmera para ficarem gravadas.

Algumas… a gente guarda no corpo.

Marcelo se afasta. Ana me olha. Meus olhos procuram Marcelo que com um movimento da cabeça consente e autoriza dizendo:

- Vai lá amigo. Pode se divertir.

Ana segura meu pescoço e começamos nos beijar. Beijo molhado e gostoso.

Logo ela se ajoelha e abre minha calça.

Não tenho um dote gigante, mas é bom em tamanho e grosso. Ela elogiou por estar depilado, cheiroso e groso.

Rimos e ela seguiu em uma das mamadas mais maravilhosas que já recebi.

Entre uma mamada e outra ela olhava pro marido. Riam e diziam coisas do tipo:

- Eu precisava disso amor.

- Te falei que ele era o cara pra nós amor.

- Fotógrafo vai comer tua esposinha safada amor.

Essas frases me deixam maluco.

A cumplicidade tomou conta do ar.

Peguei ela e coloquei no colo dele na poltrona. Pedi para abrir as pernas que eu queria retribuir a chupada.

Que buceta maravilhosa. Que mulher linda!

Marcelo com as mãos nos peitos dela abraçando ela e eu chupando. Perdi o tempo, mas creio que durou uns 8/10 minutos de chupada.

Ana gemeu e gozou na minha boca. Que delicia!!!

Não demorou e ja saltou no sofá de quatro.

Eu não estava preparado para isso e estava sem camisinha. Marcelo subiu no quarto e pegou uma.

Enquanto isso Ana e eu se beijavamos e namorávamos.

Meti nele de quatro, papai e mamãe, frango assado e finalizou com ela cavalgando em mim.

Gemeu e gritou demais.

Pediu tapas, beijos e chamava o marido de corninho do fotógrafo.

Eu amei tudo aquilo. Eles se beijavam e sentia uma cumplicidade jamais vista ali. Que casal!

Ao final, Marcelo foi sentir a esposinha e comeu ela.

Enquanto eu gozava na sua boca.

E o mais incrível: Ana engoliu tudo e beijou o marido.

Eu cai sentado no chão e rimos demais, enquanto eles se beijam e se sentiam.

Aproveitei a deixa e fui me lavar.

Voltei, ja estavam se arrumando.

Respeitei o momento deles e fui me despedindo. Ana me beijou e disse que vai chamar mais vezes, garantindo que o sigilo faz ter mais vezes.

Marcelo me levou até o portão. Agradeci e sai feliz!

Quem for da região de Porto Alegre, RS e quiser trocar contato ou conversar melhor só mandar e-mail.

Preferência por casais.

lucasproducaors@gmail.com

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Comentários

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Opa! Boa tarde! Claro... manda email para lucasproducaors@gmail.com

Espero la para conversarmos melhor.

Abraços

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Olá Lucas,

Tenho interesse.

Deve ter sido uma aventura gostosa, hein?

Vou te mandar um e-mail. Quem sabe a gente se entrosa, você faz umas fotos da minha esposa e, se rolar aquele clima, você mete gostoso nela também.

Até.

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