Ensinei meu marido a ser corno (e gostei). (5)

Um conto erótico de Maura (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 3895 palavras
Data: 30/01/2026 11:26:04

Parte 5.

Na hora, ali nas poltronas de vime, o nível da excitação havia chegado ao máximo. O Sidonio continuava falando:

— Vai por mim, Mansinho. Experimente, amigo. Garanto que o seu casamento vai melhorar muito. Vai ver a Maura gozar gostoso com outro pau, outro macho, como nunca gozou.

Mancini balbuciou:

— Mas, na hora pode ser muito gostoso… e depois… E se eu não conseguir fazer o mesmo…

Sidonio disse:

— Não esquente. Você já não é mesmo o maior fodedor da sua esposa. Deixa a Maura aproveitar. Depois, ela pega gosto, vai aprender muito, se soltar, se transformar em uma mulher muito mais sensual e assumida. E você ganha.

Mancini olhava para ele, admirado. Perguntou:

— Quem garante? Como fica a relação, depois?

Sidonio sorriu confiante e falou com ar cúmplice:

— Ela vai querer dar mais. Vai ficar mais devassa. Quem ganha são vocês dois.

Mancini respirou fundo, para tomar uma decisão. Eu sabia que ele estava se fazendo de muito difícil, para não facilitar de uma vez. Valorizando sua posição de marido. Me olhou meio resignado, e me perguntou:

— O que você realmente acha disso, amor? Eu estou desconfiando de que tudo isso aqui é só encenação, acho que estava tudo combinado entre vocês, e eu estou entrando de gaiato, bancando o trouxa.

Na hora, eu reagi. Falei indignada, me mostrando firme:

— Que absurdo! É engano seu. Nada é encenação. Você está vendo as pessoas sendo totalmente autênticas e sinceras. Todos falando o que sentimos e pensamos. Eu não podia imaginar nada disso. A ideia surgiu hoje, há pouco…

Gracielle subiu o tom também, e falou firme:

— Espera aí! Somos seus amigos! Não inimigos. Eu não combinei nada, nem com o meu amante. Assumo que, conversando com a Maura, percebi que a vida sexual de vocês andava um lixo. Queremos ajudar. Vamos falar a verdade. Você com tesão de corno enrustido, se masturbando vendo pornô, e não assume o seu fetiche.

Ela deu uma ligeira pausa para ver que ele estava atento. Mancini a ouvia um pouco admirado com sua franqueza.

— E a sua esposa, louca de tesão, no auge da sensualidade, sendo desejada por montes de machos, se masturbando no banho, pensando em dar para outro, e subindo pelas paredes. Ela revelou isso a você. Essa que é a verdade. Não tem armação nenhuma. Vão querer continuar nisso? Ou vão cair na real?

Quando ela falou desse jeito, todos ficamos em silêncio por uns segundos. Parecia que ela dava uma bronca daquelas. Vi que o Mancini levou até um susto e franziu a testa, admirado com a reação da amiga. Mas, a Gracielle sorriu e continuou falando, agora mais docemente:

— Perdoe a minha sinceridade, Mansinho. Palavra de amiga. Você ficava ou fica dias sem foder a esposa, que eu sei. Ela bombando de desejo. Eu vejo os olhares dos machos na academia, comendo sua esposa deliciosa e malcomida com os olhos, todos os dias. Ela sente isso, morre de tesão, cheia de desejo de dar, mas é fiel e nem olha de lado. É isso que você chama de parceiro? Não pensa nela? Uma atitude machista e covarde. Mas, a verdade é uma só, a Maura está louca de desejo. Tem que ser bem comida por um macho que possa dar mais do que você. Do jeito que está, não é uma relação saudável. É uma estupidez. E uma hora, isso vai dar merda. Vou ser muito verdadeira. Eu e o meu corno, vendo e ouvindo vocês, percebemos que estão prontos para se soltar de uma vez. São unidos, se amam, e são bem liberais. Você tem a fantasia de ver a Maura com outro, já confessou. A Maura louca de desejo. Estão maduros e prontos. Por tudo que já falaram e falamos aqui. Não tem armação nenhuma. Estamos agindo no melhor dos sentidos. Eu e o meu corninho estamos dando uma grande oportunidade. Quando convidamos vocês, pensamos em conversar e dar a ideia de vocês tentarem abrir a relação, mas não me passava pela cabeça o que me ocorreu aqui. Eu tive a ideia do Leleco, hoje, agora de manhã mesmo. Vocês se amam, são bonitos, maduros, honestos. No fundo, morrem de vontade de provar a safadeza, a Maura já está com a bocetinha toda molhada só de pensar na chance que tem de dar para outro.

Mancini olhava para ela, sem estar bravo. Percebeu que ela estava sendo honesta. Eu sabia que, no fundo, ele só estava inseguro, mas queria prosseguir.

Ela virou-se para mim:

— Vai, amiga. Mostra aí de novo, essa bocetinha carente. Louca para levar rola.

Eles três me olhavam e eu sentada na poltrona de vime, tomei coragem. Era delicioso poder provocar a todos. Recostei novamente um pouco mais, separei bem os joelhos e abri minhas coxas, erguendo um pouco as pernas dobradas, ficando na ponta dos dedos dos pés, de propósito, revelando a xoxota toda melada que a calcinha já não escondia. Eu tinha ficado excitadíssima e a baba até escorria. A mancha molhada aparecia bem mais.

Sidonio falou:

— Que linda essa bocetinha! Pedindo rola!

Meu marido exclamou:

— Nossa! Está encharcada… Babando…

Eu falei:

— Estou muito tarada…

A Gracielle continuou, num tom mais suave:

— E você também, Mansinho, está aí, de pau duro o tempo todo, estamos vendo esse seu circo armado, cheio de tesão de corno, mas com medo de assumir. Vai, mostra também esse pau duro, e assume seu desejo:

Ficamos olhando para ele. Mancini parecia tímido.

Gracielle insistiu:

— Mostra esse pau duro, corninho. Assume que está tarado de vontade de ver a Maura fodendo com o Leleco. Queremos ver você de pau duro pensando na sua esposa dando para ele.

Meu marido finalmente recuou um pouco o corpo para trás na poltrona, e empurrando a pélvis para frente, deixou aparente, o volume do pau duro na virilha, estufando a cuequinha. Quase que a cabeça da rola saía para fora.

A Gracielle estava embalada:

— Olha aí… Você ainda tem dúvida? Não precisamos armar coisa alguma. É claro que a Maura gostou da ideia, está louca para você liberar, ela quer dar para outro, urgentemente, provar outra rola, mostrar para você como ela é tesuda. E você sabe que não corre nenhum risco. Você não perde o amor de sua esposa, é o contrário, só vai ganhar. O amor e o respeito dela por você só pode aumentar, depois.

Percebi que a enquadrada da Gracielle no meu marido funcionou, pois ele respirou fundo, fez que sim com a cabeça, e me perguntou:

— Você concorda com isso amor? É mesmo o que você quer?

Gracielle ainda estava falando:

— Aposto que você vai delirar, ao ver a sua amada se entregando ao tesão, e se transformando numa safada, tarada, louca por saciar seus desejos contidos. O Leleco vai fazer a Maura gozar como nunca gozou na vida.

Eu estava tão excitada ao responder que até minha voz ficou rouca:

— Sim. Acho que a Gracielle está certa amor. Temos agora que sair da fantasia para a realidade. Eu não aguento mais de tanto desejo. E você pode assumir seu fetiche, e não precisa mais ficar batendo punheta vendo pornografia de corno. Você vai também saber como é, na prática, deixar sua esposa foder com outro, e compartilhar isso comigo.

Finalmente, essa minha fala mexeu forte com ele. Meu marido raspou a garganta, deu uma tossida, acho que para destravar a garganta, engoliu a saliva e finalmente, falou:

— Tudo bem. Eu aceito. É tudo verdade… Mas ainda acho que eu vou morrer de ciúme. Já estou até sem ar.

A Gracielle se inclinou e apoiando a mão no ombro dele novamente, falou perto do ouvido:

— Relaxa, e aceita, Mansinho. Você vai gostar de ser corninho da Maura. Ter um pouco de ciúme é normal, faz até parte do tesão.

O Mancini argumentou quase gemendo:

— Nossa! Que maluquice! Acho que fiquei louco, só pode! Entregar a minha esposa para outro, que eu nem conheço!

A Gracielle continuava junto dele com a mão no ombro do meu marido, deu uma acariciada, bem sensual até na nuca dele, e disse:

— Pode confiar, o Leleco é um doce de pessoa, todo limpo, depilado, cheiroso, e mantém a saúde em dia. Tem um pau maravilhoso, maior do que o seu ainda. Sua esposa vai adorar ser a putinha dele hoje. E você ficará muito tarado de assistir tudo.

Nisso, o Sidonio completou:

— Todos os meses ele traz os exames de sangue, para eu conferir, e sendo vasectomizado, não tem perigo de engravidar a Maura.

Nesse momento, eu não me aguentava mais, me levantei de onde estava e fui me sentar no colo do meu marido. Passei a mão pela nuca dele, abracei. Dei um beijo nele, na boca, e falei:

— Amor, pode dizer. Está com tesão também, não é? Esse seu pinto duro é a prova. É agora ou nunca. Só vou perguntar uma vez. Vai ser meu cúmplice nessa? Ou desistimos disso antes de começar?

Ele recebeu meu beijo, e gemeu:

— Nossa! Que situação! Jura mesmo que vou ser feito de corno?

Respondi:

— Vai ser feito não, amor, você vai assumir que é corno. É o que fantasiou. Se deixar acontecer, vamos estar todos aqui. Você vai assistir tudo, como desejou, sentir muito tesão, e acompanhar cada movimento. Sabemos que você gosta. Se alguma coisa incomodar, ou você não quiser, ou não gostar, é só falar, se me pedir, eu paro tudo na hora.

Mancini ficou mais aliviado, me olhou nos olhos, e finalmente se rendeu. Ele respondeu:

— Então, está bom. Mas, me pede. Quero ouvir você pedir isso.

Eu dei outro beijo nele, e questionei:

— Bobo, ainda precisa pedir? Você gosta de ouvir isso? Sua esposa dizendo que quer dar para outro?

— Gosto! Me dá tesão você assumir. – Ele confirmou.

Falei:

— Já disse que eu estou louca de vontade de dar para outro, e sei que você, com tesão de corno, também quer ver isso. Eu quero muito, só dependo de você deixar.

Meu marido ofegou ao ouvir aquilo, estava tremendo de tanto tesão, e murmurou:

— Então repete. O que você deseja?

Respondi no mesmo tom de sedução:

— Eu quero realizar o seu fetiche, amor, o nosso fetiche. Vou fazer você ser corno de uma vez. Vou dar para outro homem hoje, na sua frente, com a sua aprovação. Quero matar o meu desejo e curiosidade de dar para outro macho. Vou ficar ainda mais tarada de ver você louco de tesão ao assistir.

Mancini estava novamente da cor de um tomate. Ele finalmente falou:

— Está bem. Assim, me pedindo diretamente, eu aceito. Concordo.

Foi a minha vez de falar:

— Então, querido, é sua vez. Me fala. Eu quero ouvir você também. Diz que quer ser meu corno e me autoriza a dar para o Leleco.

Meu marido respirou fundo, resmungou algo que nem ouvi, e disse:

— Mesmo morrendo de ciúme, eu estou de acordo. Quero ser seu corno, quero ver você dando para o Leleco, e quero saber como é que vai ser.

Eu pedi:

— Repete. Eu fico com mais tesão ao ouvir seu pedido. Me diz.

Ele respondeu:

— Eu quero, amor. Eu quero ser o seu corno, hoje. Vou morrer de ciúme e tesão, mas é verdade que eu tenho muita vontade de ver você dando para outro.

Eu disse:

— Tá bom, mas tenho uma condição. Você vai só assistir. Nesta primeira vez, eu quero estar inteira com o outro. Não é para você participar. Isso pode me travar.

Mancini concordou, meio triste:

— Está bom, se quer assim, eu só assisto.

Dei um beijo nele e disse:

— Assim que eu gosto! Fique bem amor. Agora sim...

Dei uma pausa, e disse:

— Vai ser meu corninho, como você fantasiou.

A Gracielle na mesma hora, me chamou:

— Vamos lá, safadinha, seu corninho já liberou. Eu sabia que ele ia liberar. Bastava pedir com jeitinho. Ele está mais tarado do que você. Vamos lá no quarto, para você se aprontar. Precisa ficar muito linda e gostosa para o seu amante. O Leleco não demora muito a chegar.

Dei um beijo no meu marido e falei:

— Obrigada querido. Agora, me espera. Será meu corninho, hoje. Vou, mas volto.

Gracielle me chamou:

— Vamos, amiga, hora de se arrumar.

A Gracielle saiu comigo para o quarto e deixamos meu marido e o Sidonio conversando. Enquanto eu fui ao banheiro tomar uma ducha, a Gracielle preparou uma roupa muito sexy que ela trouxe, especialmente para eu vestir.

Depois, ela veio ao banheiro, e me vendo nua tomar banho, disse:

— Esse montinho de pelos pubianos que você usa em cima da xoxota não vai ficar bom com a tanguinha que eu separei.

Ela pegou um aparelho de depilar e me fez raspar tudo. Falou:

— O Leleco adora bocetinha lisinha, sem pelos.

Obedecei e me depilei toda. Fiquei com a bocetinha lisinha igual de uma criança. Pensando naquilo, me deu ainda mais tesão. Eu me depilando para dar para o amante dela. Aquela atitude safada e arrojada me dava ainda mais tesão. A Gracielle me fez fazer até higiene íntima no ânus, com a ducha de mão. Depois, eu me lavei, me enxuguei e passei creme hidratante perfumado com óleo de amêndoa em todo o corpo. Quando eu voltei ao quarto ela me disse:

— Vou deixar você usar isto. Vai ficar muito linda.

Era uma espécie de roupão delicadíssimo, tipo négligé, de renda preta, bem transparente, como se fosse um robe, comprido até os pés. O tecido de renda era bem delicado. Aberto na frente, mas ficava preso por uma cinta de cetim com um laço na cintura, deixando bem em evidência por baixo, meu corpo com os seios desnudos como também a minha bunda generosa. Tinha uma tanguinha mínima, fio dental, transparente, com tirinhas finas de cetim para dar lacinhos dos lados. Só tapava mesmo a bocetinha, agora lisinha e sem pelos. Eu fiz uma maquiagem realçando olhos e a boca com um batom vermelho, escovei os cabelos, deixando soltos, e me sentia muito sedutora.

Gracielle me disse:

— Você ficou maravilhosa, ele vai ficar louco ao ver a surpresa que preparei.

Perguntei:

— Acha mesmo que ele vai gostar?

— Tenho certeza amiga. E o seu corninho vai ficar louco de tesão assistindo. – Ela respondeu.

Eu disse:

— Essa parte me dá ainda mais tesão, sabia? Pensar no meu marido ver, e ficar todo cheio de tesão também, realizando seu fetiche.

— Aproveita para se soltar, amiga. Seja bem devassa, uma verdadeira putinha, faça tudo que der vontade. Seu corno vai amar. – Ela falou.

Poucos minutos depois eu e a Gracielle voltamos para a sala. Meu marido e o Sidonio haviam se vestido, usavam bermudas e camisetas. Continuavam comendo o churrasco tranquilos. Gracielle estava com uma camisolinha curta, bem delicada, cor-de-rosa. Vi que o Mancini ficava perplexo me admirando e olhava para ela também. Eu estava mesmo muito provocante.

Mancini exclamou:

— Nossa! Você está realmente linda. E a Gracielle não deixou por menos.

Sidonio comentou:

— Que delícia. Parece cena de filme. É para ser desejada por qualquer homem. Até eu senti desejo na sua esposa agora.

Gracielle brincou:

— Não é para o seu bico não, corninho. Abaixa essa bola.

Eu e a Gracielle aproveitamos e beliscamos umas carnes do churrasco. Comer aliviava um pouco a tensão.

Meu marido me olhava parecendo assustado, meio sem jeito. Ele falou:

— Olha só que loucura! Tive a sorte de ter uma mulher linda, e gostosa, fiel como esta, que me ama, e estou bancando o maluco, capaz de dividi-la com outro macho.

— Ela merece isso, amigo. Você não dá conta desse furacão. – Disse o Sidonio.

O Mancini falou:

— Isso me dá muito ciúme e vontade de desistir. Chego a pensar em sair, pegar a Maura e ir embora correndo.

Eu sabia que aquela frase era mais uma forma dele não parecer o corno assumido. Sidonio contestou:

— Relaxa Mansinho. Agora é tarde. Ela quer dar, tanto é que se aprontou toda. E você não vai se arrepender. Você vai gostar, vai ser prazeroso para ela, e vai também ser muito mais prazeroso para você.

Mancini falou:

— Eu… Não sei… Juro… Dá um frio na barriga.

Sidonio continuou:

— Se você não se sentir bem, a qualquer momento pode pedir para parar. Fica tranquilo. Terá o controle de tudo. Mas, acredite, deixa a Maura experimentar, matar sua vontade.

— Vou morrer de ciúme. - Falou meu marido.

Sidonio contestou:

— Você vai ter ciúmes, e muito, isso faz parte, ao ver outro macho metendo na sua amada. Mas, se você deixar a coisa embalar, ela começar a gozar, vai relaxar, vai sentir um tesão louco, vai gostar, e depois, vai adorar. Aposto que vai viciar em ver outro macho meter nela.

Eu parei de comer, fui até meu marido, e falei:

— Agora é tarde, não quero mais desistir, amor. Estou com muito desejo. Você permitiu. E eu sei que você também quer.

Ele disse:

— Eu sei… Fiquei com muito ciúme, só tive dúvida se eu aguento…

A Gracielle alertou:

— Veja bem. Você gostou da ideia de ser corninho, até confessou aqui, e só agora que viu como ela está deliciosa, ficou indeciso. Mas, se você não quisesse mesmo ser corno, já tinha cortado tudo isso há muito tempo. A sua esposa disse que deseja, pois senão ela também já tinha dito não. Mas, ela acabou de confirmar que quer.

Vendo que o Mancini não respondia ela falou:

— Deixa de bobagem, e relaxa. Eu garanto que você não vai se arrepender, pelo contrário, vai viciar nisso. Estarei do seu lado.

Meu marido me falou:

— E se eu me arrepender, depois?

Gracielle que respondeu:

— Que se arrepender coisa nenhuma, Mansinho! Já sabemos que quer ser corno dela. Você vai é pedir para repetir mais depois.

Eu entrei na conversa e disse a ele:

— Vamos ter que experimentar amor, para saber. Eu agora quero, e acho que você também tem vontade, só está com ciúme, e receio de me perder. Eu amo você, não tenha medo.

Eu me virei para ele e puxei o meu marido, de pé, frente a frente, segurando em suas mãos. Olhei em seus olhos e falei:

— Amor, você já me liberou, está feito, mas tem que ter certeza. Repete. Vai ou não me deixar fazer isso?

Mancini, excitado, tremia um pouco, a voz rouca de emoção. Perguntou:

— Você quer mesmo fazer isso? Vai me fazer de corno?

Respondi olhando firme e com confiança:

— Eu quero, meu querido. Eu vou. Corno você já é, por tudo que já falamos. Está mais do que assumido. Agora já sei que você tem tesão em ser corno. Então, não tem o que temer. Mas, eu só farei se você também quiser. Eu não quero contrariar, nem forçar, e nem magoar você. Eu o amo, e não vou colocar o nosso casamento em risco.

Meu marido fez que sim. Respirou fundo e disse:

— Está certa. É verdade. Vou encarar. Mas, eu vou avaliar tudo depois. Não sei se vamos repetir essa loucura outra vez.

Eu confirmei:

— Está bem, neste feriado, fico totalmente liberada, vamos experimentar tudo. Eu quero muito. Depois nós vemos o que acontece.

Ele concordou:

— Está certo. Está liberada.

Eu resolvi esclarecer:

— Mas você vai só assistir. Nesta primeira vez, quero ficar só com o Leleco.

Ele tentou argumentar:

— Mas, é só você que experimenta? E eu? Como fico nisso tudo?

Como eu já sabia dos desejos ocultos dele, nos contos eróticos, falei:

— Você tem que experimentar ser corno, para ver se gosta. Não tem esse fetiche? Eu li seus comentários em alguns dos contos eróticos. Queria que sua esposa desse para outro. Então, essa é a sua chance de ter a experiência. É o que você disse ter vontade.

Ele me olhava admirado:

— Como sabe? Você leu?

Expliquei:

— Pesquisando, li uns contos eróticos de corno, e vi um leitor chamado Man1989. Desconfiei que fosse você. Acertei?

Meu marido ficou vermelho e permaneceu calado por um momento, respirando ofegante. Depois, respondeu:

— Está bom, eu concordo e só assisto.

Enquanto estávamos conversando, fomos comendo o churrasco e continuamos a beber. Tomávamos vinho tinto.

Eu falei:

— Tem mais outra coisa. Você sabe que eu sou ciumenta. Se você está com planos de me liberar, para poder transar com outra mulher, e que eu vou liberar para você comer a Gracielle, pode desistir.

Ele ficou sério, deu um sorriso sem graça, e tentou negar:

— Ah… eu nem cheguei a pensar numa coisa dessa.

Falei:

— Eu vejo como você olha para ela, acha que sou boba? E ela até deseja isso, mas já ficou bem claro para ela que não vai rolar, nem com ela e nem com outra. Se você quiser continuar hoje, é com essa condição, se não aceitar, já podemos parar com tudo.

Aquilo foi quase como um balde de água fria. Eu sabia também que a gostosa da Gracielle queria dar para ele, mas, eu não queria misturar as coisas. Aquela noite era para eu ficar com outro e ele assistir e saber se ia gostar de ser corno. Tudo mais seria para depois. Percebendo a frustração dele, cheguei mais perto dele, segurei em suas mãos, e disse:

— Eu sabia que você estava cheio de planos de ficar com a Gracielle, e ela bem que quer. Mas, por enquanto eu não estou preparada, tenho ciúmes.

Olhei para ele sorrindo e disse:

— Só de ver o jeito que você olha para ela me dá ciúme. Se você ficar com ela eu não sei qual será a minha reação, tenho medo disso, podemos brigar por isso.

Ele concordou com a cabeça e falou baixinho:

— Eu também sinto isso. Não sei qual será minha reação quando você estiver dando para o Leleco. Não sei o que vou sentir, mesmo assim estou deixando você ir.

Eu respondi:

— Sei que vai gostar, você já me contou isso, lá no motel, lembra? E confirmou hoje, aqui. Então, sabemos que você já tinha esse desejo reprimido. Sempre teve tesão de ser corno. Então, eu estou fazendo por mim, mas também, faço isso por você. Vamos nos libertar da fantasia e do medo, e assumir.

Meu marido falou:

— Está certo. Você sabe sempre como conseguir as coisas comigo.

Eu perguntei:

— Você não escreveu isso no comentário do conto erótico? Conte isso para eles.

Mancini ficou indeciso. Eu pedi:

— Conta sim amor. Preciso que deixe claro que sempre foi o seu desejo. Senão, eu nem entrava nessa onda.

Meu marido olhou para o Sidonio e para a Gracielle e assumiu:

— Sim, é verdade. Li uns contos eróticos e fiquei muito tarado. Esposas dando para outros. Escrevi, que desejava que a minha esposa fosse safada e aceitasse dar para outro. E falei que tinha muito desejo de ser corno. Fantasiei com a Maura dando para outro e fiquei maluco.

Ele parou para respirar, e depois concluiu:

— Só que eu não tive coragem de falar com ela, na hora. E agora, na hora de acontecer, fico sempre indeciso. Muito ciúme e ao mesmo tempo, cheio de tesão.

Sidonio disse:

— Faz, parte. A primeira vez é assim. Se acalme, relaxe, deixe fluir. Vai se acostumando aos poucos.

Me virei para a Gracielle e disse;

— Amiga, sei que está sendo muito generosa comigo. Mas, espero que entenda. Hoje não sei se estou preparada para tudo. Agora, só desejo viver este momento. Peço calma, e sua paciência, um passo por vez. Depois, quem sabe…

Continua na parte 6.

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Comentários

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Bom capítulo, penso que se houvesse acontecido sem essa pressão teria sido mas interessante, tipo Maura mostrar excitação e Sidonio despertasse o interesse dela em ver o casal se pegando, o marido chegando na piscina e ver a sena e fantasiar a esposa com sidônio e o clima rolar até ele perguntar se a esposa teria coragem coisa e tal e daí acertassem e ele mesmo marido tivesse a preparação para a esposa ter a primeira transa com outro homem ...

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