Ouvi Minha Mãe e Tia Conversando Sobre Meu Pau, Então Dei uma Exibida - PARTE 5

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 3422 palavras
Data: 30/01/2026 15:21:21

## O Simpósio Prático: Treinando a Namorada

A quarta-feira amanheceu com um calor úmido e sufocante no Rio de Janeiro, mas nada se comparava ao calor que eu sentia no meio das minhas pernas. Acordei com uma dor surda, pesada, no baixo ventre. Meus testículos pareciam duas pedras de gelo seco queimando, inchados, reclamando da tortura da noite anterior. A imagem da minha tia gozando na minha boca e a ordem expressa da minha mãe para não me aliviar ecoavam na minha cabeça como um mantra cruel.

Eu estava na cozinha, tentando tomar um café preto pra ver se o sangue subia de volta pro cérebro, quando minha mãe entrou. Ela estava fresca, cheirosa, vestindo uma roupa de ginástica que marcava cada curva daquele corpo que eu agora conhecia intimamente, mas que estava proibido de tocar.

"Bom dia, filho," ela disse, abrindo a geladeira. O tom era casual, mas os olhos dela foram direto pra minha virilha. Eu estava de bermuda de moletom, e o volume era impossível de esconder. O pau estava meia-bomba, sensível, roçando no tecido a cada movimento.

"Bom dia," resmunguei, desconfortável. "Tô com dor, mãe. Sério. Isso é perigoso."

Ela riu, fechando a geladeira com uma garrafa de água na mão. Veio até mim e, sem aviso, deu um tapinha leve no meu saco por cima da bermuda.

"Ai!" encolhi, protegendo a área.

"Isso se chama disciplina," ela disse, clínica. "Acumular testosterona. Você vai me agradecer depois. Mas estive pensando... teoria é bom, treino solo comigo e sua tia é ótimo, mas a gente precisa testar o equipamento em condições reais de uso."

"Como assim?"

"A Júlia," ela disse o nome da minha ficante como se estivesse falando de uma peça de reposição automotiva. "Você disse que estava inseguro com ela. Que tinha medo de machucar, de não saber o que fazer. Pois bem. Vamos resolver isso."

"Resolver como?"

"Traga ela aqui sexta-feira à noite. Pra jantar."

Engasguei com o café. "Jantar? Mãe, a gente tá ficando há pouco tempo. Trazer pra jantar com a família é passo de namoro sério."

"Não é um jantar de família, é um workshop," ela corrigiu, tomando um gole d'água enquanto me analisava. "Olha, filho, sejamos práticos. Você tem um equipamento... muito acima da média. Vinte e três centímetros não é pra qualquer uma. Se essa menina não tiver estrutura pélvica e psicológica pra aguentar o que você tem no meio das pernas, é melhor descobrir logo. E se ela tiver potencial, mas faltar técnica... bom, eu e sua tia estamos aqui pra ensinar."

"Vocês querem... ensinar a Júlia a transar comigo?"

"Queremos harmonizar o casal," ela sorriu, aquele sorriso maternal e predador ao mesmo tempo. "Se ela for a garota certa, vai aceitar uma ajudinha de mulheres mais experientes. Convida ela. Diz que eu e sua tia queremos conhecer a moça que está tirando o sono do meu bebê."

Não tive como argumentar. A autoridade dela, misturada com a minha frustração sexual acumulada, me transformou num soldado obediente. Mandei a mensagem pra Júlia. Ela ficou nervosa, claro, achou cedo, mas convenci dizendo que minha mãe era super "moderna" e "tranquila". Mal sabia ela.

***

A sexta-feira chegou arrastada. Eu estava há três dias sem gozar. Três dias sendo provocado, tocado, inspecionado, mas sem liberação. Eu era uma bomba relógio ambulante.

Júlia chegou às oito da noite. Ela estava linda, tadinha. Usava um vestido soltinho de viscose, sandália rasteirinha, cabelo preso num coque despojado. Típica menina da Zona Sul, estudante de arquitetura, com aquele ar de inocência que contrastava violentamente com a energia pesada que rondava a minha casa.

Minha mãe e minha tia estavam esperando na sala. O cenário estava montado. Luzes indiretas, ar condicionado congelando o ambiente, uma garrafa de vinho branco suando no balde de gelo. Minha tia estava sem o marido (graças a Deus), usando um macacão decotado que deixava claro que ela não estava ali pra brincadeira. Minha mãe, num vestido envelope elegante, parecia a reitora de uma universidade de perversão.

"Então essa é a famosa Júlia," minha tia disse, levantando pra cumprimentar. O abraço dela na Júlia foi... avaliativo. Vi a mão da minha tia descer pelas costas da minha namorada e pousar levemente no quadril, medindo a largura. "Bonita. Tem um quadril bom. Largo."

Júlia corou. "Obrigada... eu acho?"

"É um elogio, querida," minha mãe interveio, servindo uma taça de vinho pra ela. "Senta aqui. Vamos conversar."

O jantar fluiu estranhamente bem no começo. Elas foram simpáticas, perguntaram da faculdade, da vida. Mas o vinho foi descendo, e a conversa começou a migrar. Minha tia, que já estava na terceira taça, foi a catalisadora.

"Júlia, a gente sabe que meu sobrinho aqui é um menino de ouro," ela começou, girando a taça. "Mas a gente também sabe que ele herdou uma... característica genética complicada da família."

Júlia olhou pra mim, confusa. "Característica?"

"O tamanho, querida," minha mãe disse, direta, cortando um pedaço de queijo brie. "Não precisa fingir timidez. A gente sabe que ele é enorme. E sabemos que isso pode ser um problema pra meninas... menores, como você."

Júlia engasgou com o vinho. Ficou vermelha igual um pimentão. Eu queria me enterrar no sofá, mas ao mesmo tempo, meu pau deu um pulo dentro da calça jeans.

"Ah... é... ele é... bem dotado mesmo," Júlia gaguejou, olhando pro chão.

"Bem dotado é eufemismo," minha tia riu. "É uma jamanta. E aí vem a minha pergunta, de mulher pra mulher: tá doendo? Você tá conseguindo lidar ou tá sofrendo calada?"

O silêncio na sala foi ensurdecedor. Júlia olhou pra mim, pedindo socorro, mas eu estava paralisado, excitado demais pra intervir.

"Às vezes... dói um pouco," Júlia admitiu, a voz sumindo. "No começo. E eu fico meio nervosa, aí trava, sabe?"

"Sabemos perfeitamente," minha mãe disse, a voz assumindo aquele tom de 'professora' que eu conhecia tão bem. Ela pousou a mão sobre a mão da Júlia na mesa. "Isso é puramente falta de técnica, meu amor. Falta de preparo. O menino é grande, mas se você souber dilatar direito, se souber o ângulo, cabe tudo e ainda sobra espaço pra prazer."

"É?" Júlia perguntou, genuinamente interessada agora, o álcool ajudando a quebrar a barreira da vergonha.

"Claro," minha tia completou. "A gente estava conversando justamente sobre isso. Queremos que vocês dois sejam felizes. E sexo ruim acaba com qualquer relacionamento. Então, a gente pensou... por que não dar uma ajudinha? Um workshop prático."

"Agora?" Júlia arregalou os olhos.

"Por que não?" minha mãe se levantou. "Estamos em família. Mulheres adultas ajudando uma menina jovem. Não é sexo, Júlia. É educação sexual avançada. Vem, vamos pra sala, é mais confortável."

Eu levantei, o coração batendo na garganta. Júlia hesitou por um segundo, olhou pra mim, viu meu olhar suplicante (e excitado), e bebeu o resto da taça de vinho num gole só.

"Tá bom," ela disse. "Como funciona?"

Fomos para a sala de estar. Minha mãe indicou o sofá grande de couro.

"Primeiro, precisamos avaliar o encaixe," minha mãe disse, como se fosse a coisa mais natural do mundo. "Filho, tira a roupa."

"Aqui?" perguntei, só pro fetiche, porque eu já estava abrindo o zíper.

"Aqui. Agora. A Júlia precisa ver o que ela vai enfrentar, mas com a luz acesa e com supervisão."

Tirei a calça e a cueca. O alívio da pressão foi imediato, mas a exposição foi brutal. Meu pau saltou pra fora, roxo, latejando, duro há dias, gritando por atenção. Ele apontou pro teto, a cabeça inchada brilhando com uma gota de pré-gozo.

Júlia prendeu a respiração. Minha tia soltou um assobio baixo.

"Olha isso, Júlia," minha mãe apontou, chegando perto do meu pau, mas sem tocar (respeitando a regra). "Vê essa curvatura? É levemente pra cima. Isso significa que se você ficar de quatro, vai bater direto no seu colo do útero e vai doer. A posição ideal pra você começar é deitada, com as pernas bem abertas, ou por cima, controlando a profundidade."

"Ele é muito grande..." Júlia sussurrou, fascinada e assustada.

"É grande, mas é domável," minha tia disse, se aproximando da Júlia. "Mas pra domar isso, você precisa estar livre. Tira o vestido, querida. Precisamos ver sua anatomia, ver como é seu quadril, a elasticidade da sua pele."

Júlia travou. "Ficar... pelada?"

"Nós somos mulheres, Júlia," minha mãe disse com voz suave, hipnótica. "Eu já vi tudo que você tem, sua tia também. Não tem julgamento aqui. É médico. É didático. Vai, tira. O garoto está morrendo de dor, tadinho, olha como ele está inchado. Ele precisa de você."

A chantagem emocional funcionou. Júlia, com as mãos trêmulas, levantou e puxou o vestido pela cabeça. Ela estava de calcinha e sutiã básicos, de algodão. Corpo jovem, firme, pele macia.

"Linda," minha tia elogiou, circulando a menina como um tubarão. "Peitinho firme, cintura boa. Tira o sutiã. Isso. Agora a calcinha."

Quando Júlia ficou nua na sala, cobrindo a buceta com as mãos, eu achei que ia gozar só de olhar. A cena era surreal. Minha namorada nua, cercada pela minha mãe e minha tia (vestidas, mas exalando sexo), e eu ali com o pau na mão, literalmente.

"Muito bem," minha mãe assumiu o comando. "Senta no sofá, Júlia. O [Nome] vai ficar de pé na sua frente. A primeira lição é: preparação. Você disse que dói no começo. Isso é porque você não prepara o terreno. Você não pode receber uma tora dessas sem estar pingando."

"Eu tento..." Júlia se defendeu.

"Tentar não é conseguir," minha tia cortou. "Vem cá. Deixa eu te mostrar como se faz um boquete técnico pra lubrificar e relaxar ele, enquanto você se excita vendo."

Minha tia empurrou Júlia suavemente para o lado e se ajoelhou na frente do meu pau. Mas ela parou.

"Ah, esqueci," ela olhou pra mim com malícia. "Eu não posso tocar, né? Só como prêmio. Então hoje a aluna é você, Júlia. Ajoelha aqui."

Júlia obedeceu, se ajoelhando no tapete felpudo entre as pernas da minha tia (que estava de pé) e as pernas da minha mãe (sentada no braço do sofá). Eu estava no meio.

"Pega nele," minha mãe ordenou.

Júlia esticou a mão tímida e segurou meu pau.

"Não, não, não," minha mãe corrigiu na hora, descendo do sofá e se agachando ao lado da Júlia. Ela pegou na mão da minha namorada e reposicionou os dedos. "Não segura como se fosse um microfone. Segura na base. Firme. Isso dá segurança pra ele. E com a outra mão, você brinca com as bolas. Assim."

Minha mãe movia a mão da Júlia, ensinando o ritmo. A pele macia da Júlia, guiada pela força experiente da minha mãe, era uma combinação devastadora.

"Agora a boca," minha tia instruiu do outro lado. "Abre bem. O segredo pra não engasgar com esse tamanho todo é a garganta, Júlia. Relaxa a mandíbula. Cobre os dentes com os lábios."

Júlia se aproximou e colocou a cabeça do meu pau na boca.

"Para," minha tia disse. "Tá muito seco. Cospe na mão e passa nele. Tem que ter saliva. Muita."

Júlia cuspiu na mão, passou no meu pau e voltou a chupar.

"Melhor," minha tia aprovou. "Agora, olha pra ele. Contato visual. Isso excita o homem e faz ele durar mais... ou menos, dependendo do objetivo. Hoje o objetivo é preparar."

Eu olhava pra baixo e via a cabeça da Júlia subindo e descendo no meu pau, enquanto minha mãe corrigia o ângulo da mão dela ("mais rápido aqui na base") e minha tia corrigia a boca ("usa a língua na ponta quando subir"). Eu estava sendo masturbado e chupado por três mulheres ao mesmo tempo, por procuração.

"Ele tá tremendo," Júlia observou, tirando a boca por um segundo, um fio de saliva conectando nossos corpos.

"Ele tá segurando há três dias," minha mãe revelou casualmente. "Tá cheio de leite. Mas ele não vai gozar na sua boca. Você precisa dele duro pra penetração."

"Três dias?" Júlia me olhou, chocada.

"Ordens médicas," minha mãe piscou. "Agora, vamos pro principal. Deita no sofá, querida. Barriga pra cima."

Júlia deitou. Minha mãe foi para o lado esquerdo dela, minha tia para o direito. Elas abriram as pernas da Júlia como se fosse um exame ginecológico.

"Olha aqui, lindão," minha tia me chamou. "Chega perto. Olha como ela é rosinha. Mas é apertada. Você não pode entrar com tudo."

Me aproximei, o pau balançando na frente do rosto da Júlia.

"Você tá molhada, Ju?" minha mãe perguntou, passando o dedo na entrada da vagina dela. Júlia gemeu. "Tá. Tá bem úmida. O oral excitou ela. Viu? Mulher também se excita dando prazer."

"Mas vamos garantir," minha tia pegou um tubo de lubrificante que 'mágicamente' apareceu na mesinha de centro. Ela derramou uma quantidade generosa na mão e passou na buceta da Júlia, enfiando dois dedos sem cerimônia.

"Ahhh!" Júlia arqueou as costas.

"Relaxa o músculo," minha tia comandou, movendo os dedos dentro dela com destreza. "Se você contrair, vai doer. Respira fundo. Empurra meus dedos pra fora. Isso. Viu como abriu?"

"Vem aqui," minha mãe me chamou. "Sobe nela. Mas não entra ainda."

Subi no sofá, ficando de joelhos entre as pernas abertas da Júlia. Minha mãe segurou meu quadril com as duas mãos. O toque dela era elétrico.

"Posiciona a cabeça na entrada," ela instruiu. "Só a cabeça."

Encostei a glande inchada e lubrificada na entrada da Júlia. Ela estava quente, escorregadia.

"Agora, Júlia, olha pra mim," minha tia disse, segurando a mão da menina. "Não fecha o olho. Respira. Quando ele empurrar, você solta o ar."

"Vai," minha mãe autorizou. "Devagar. Um centímetro."

Empurrei. A cabeça do meu pau deslizou pra dentro, abrindo caminho. Júlia franziu a testa, mas não reclamou de dor.

"Para," minha mãe segurou meu quadril com força, me impedindo de continuar. "Deixa ela acostumar com a dilatação. Sente ele dentro de você, Júlia. Sente como ele preenche."

Fiquei ali parado, só a cabeça dentro. A sensação era insana. A pressão das paredes vaginais dela, o olhar atento da minha mãe a centímetros do meu pau, a mão da minha tia acariciando a coxa da Júlia.

"Mais um pouco," minha mãe liberou.

Empurrei mais. Metade do pau. Júlia gemeu alto.

"Isso... tá entrando," ela ofegou.

"Tá vendo o ângulo?" minha mãe apontou pro ponto de união dos nossos corpos. "Ele tá entrando reto. Se você levantar um pouco o quadril, Júlia, facilita."

Minha tia colocou a mão debaixo da bunda da Júlia e levantou. O ângulo mudou e meu pau deslizou mais fácil.

"Tudo," minha mãe sussurrou no meu ouvido. "Enfia tudo agora. Mas devagar."

Deslizei até a base. Meus pelos bateram nos pelos dela. Eu estava fundo, preenchendo cada milímetro dela. Júlia estava de olhos arregalados, a respiração curta.

"Caramba..." ela sussurrou. "Entrou tudo."

"E não doeu, viu?" minha tia sorriu vitoriosa. "Agora o movimento. Não é bate-estaca, meu lindo. É fricção. Tira quase tudo, e enfia de novo. Longo. Cadenciado."

Comecei a me mover. Minha mãe ainda segurava meu quadril, guiando o ritmo. Minha tia se inclinou e começou a estimular o clitóris da Júlia com o dedo, enquanto eu metia.

"Isso... assim," minha tia gemia junto, como se sentisse o prazer. "Olha pra cara dela. Ela tá quase lá."

Júlia começou a revirar os olhos. O estímulo duplo - meu pau gigante alongando ela por dentro e o dedo experiente da minha tia no clitóris - era demais pra ela.

"Eu vou... eu vou..." Júlia gaguejou.

"Deixa vir," minha mãe encorajou, apertando minha bunda com força, as unhas cravando. "Goza pra gente, querida. Mostra que você aprendeu."

Júlia gritou e se contraiu toda, as paredes da vagina dela apertando meu pau como um torno hidráulico. Ela gozou forte, tremendo no sofá.

Eu senti aquele aperto e perdi o resto do controle que tinha.

"Mãe... eu vou gozar," avisei, desesperado, a voz rouca.

"Pode ir," minha mãe disse, a voz autoritária e doce. "Enche ela. Goza tudo o que você guardou pra mim... digo, pra nós. Vai!"

Mas então ela fez algo que selou meu destino. Ela se inclinou e sussurrou bem no meu ouvido, enquanto eu bombava freneticamente dentro da Júlia:

"Isso... fode ela. Mas olha pra mim. Olha pra sua mãe enquanto você goza."

Virei o rosto e travei o olhar nos olhos da minha mãe. Ela estava a centímetros de mim, pupilas dilatadas, lábios entreabertos. Eu meti fundo uma última vez e explodi. Foi violento. Jatos e mais jatos de sêmen quente sendo bombeados para dentro da minha namorada, enquanto eu mantinha contato visual inquebrável com a minha mãe.

Senti minha alma saindo junto. Minha tia ria baixinho, observando o espetáculo, enquanto continuava massageando o clitóris da Júlia pra prolongar o orgasmo dela.

Quando terminei, desabei em cima da Júlia, suado, exausto, vazio.

Ficamos ali por um minuto, apenas o som das respirações ofegantes na sala.

"Bravo," minha tia bateu palmas devagar. "Isso sim foi uma aula prática."

Minha mãe me deu um beijo na testa - carinhoso, mas com aquele subtexto de posse. "Você foi ótimo, filho. E você, Júlia..." ela se levantou e pegou uma caixa de lenços de papel, começando a limpar a bagunça entre as pernas da menina como se estivesse limpando uma criança. "Você tem futuro. Aguentou bem. Com mais umas aulinhas dessas, você vai ficar perfeita."

Júlia, ainda zonza de endorfina e oxitocina, sorriu fraco, parecendo estranhamente grata. "Obrigada... foi... uau."

Me levantei, sentindo as pernas bambas. Minha mãe me entregou uma toalha morna (de onde ela tirou aquilo?).

Enquanto Júlia se vestia, ainda trêmula, minha mãe se aproximou de mim com aquele ar conspiratório. Ela ajeitou meu cabelo suado e sussurrou, tão baixo que só eu pude ouvir:

"Viu como funciona? Ela é útil. Ela serviu ao propósito. Mas não se esqueça de quem te ensinou a usar isso. De quem te deu permissão pra gozar. Você pode até foder ela, filho... mas você é meu."

Um calafrio desceu pela minha espinha, mais intenso que qualquer orgasmo que eu tivesse acabado de ter. Olhei pra ela, mas ela já tinha se virado, voltando a ser a anfitriã perfeita.

"Bom, crianças," ela disse alto, batendo as mãos. "Acho que por hoje é isso. O jantar estava ótimo, a sobremesa foi melhorinda, mas amanhã cedo eu tenho pilates e sua tia tem que voltar pro marido chato dela antes que ele perceba que ela saiu sem calcinha."

Minha tia piscou pra mim, pegando a bolsa. "Júlia, querida, qualquer dúvida, manda mensagem. A gente tem um grupo no WhatsApp agora, né mana? 'Projeto Vara de Ouro'."

Júlia riu, nervosa mas cúmplice. "Pode deixar. Obrigada mesmo. Foi... intenso."

Levei a Júlia até o portão. O Uber dela já estava esperando.

"Você tá bem?" perguntei, segurando a mão dela.

Ela me olhou, os olhos brilhando. "Eu tô... eu tô incrível. Sério. Nunca senti nada igual. Sua mãe e sua tia são... meio doidas, mas elas sabem o que fazem."

"Elas são," concordei, aliviado e preocupado ao mesmo tempo.

Dei um beijo de despedida nela - um beijo normal, de namorado, mas que parecia estranhamente insosso depois de tudo o que tinha acontecido na sala.

Quando voltei pra dentro, a sala já estava sendo arrumada. As taças recolhidas, o lubrificante guardado. Minha tia já tinha ido embora.

Só minha mãe estava lá, terminando de dobrar a manta do sofá onde eu tinha acabado de foder minha namorada sob supervisão materna.

"Ela foi embora?" minha mãe perguntou sem olhar pra mim.

"Foi."

"Bom. Gostei dela. É obediente. Tem potencial pra ser treinada."

Ela se virou e me encarou. O vestido envelope dela estava levemente desamarrado, mostrando um vislumbre do sutiã de renda.

"E você... tá mais aliviado agora?"

"Tô. Muito."

"Ótimo. Porque semana que vem o treino muda de fase. A Júlia passou no teste básico. Mas pra fase avançada... eu acho que ela ainda não tá pronta."

"Fase avançada?"

Ela sorriu, apagando a luz da sala e deixando a gente na penumbra do corredor.

"Digamos que existem coisas que só a família pode ensinar, filho. E tem limites que a Júlia, com toda a boa vontade dela, nunca vai poder cruzar. Mas a gente... a gente não tem limites, tem?"

Ela passou por mim, roçando o quadril no meu, e foi pro quarto dela.

"Boa noite, meu amor. Dorme bem. E sonha com a mamãe."

A porta do quarto dela fechou com aquele clique suave de sempre. E eu fiquei ali, no escuro, vazio de porra mas cheio de uma nova, terrível e deliciosa certeza: isso estava muito longe de acabar. Na verdade, a verdadeira aula estava apenas começando.

***

Continua!

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Comentários

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Surreal!!

É impossível uma história assim ser verdadeira rs,

Mas pelo episódio de hj vlw,

Vms vê o que vem a seguir rs 🌟🌟🌟

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